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Posts Tagged ‘1999’

Sejamos francos, Palestrinos: nostra fase vai de mal a pior.

O time não apresenta melhora, as variações táticas tampouco e a impaciência aumenta a cada jogo. No entanto, digo de peito aberto que eu escolhi esperar. E quando digo esperar, me refiro a esperar pelo melhor, óbvio.

Primeiro porque não há tempo para mudar mais nada. Gostemos ou não o elenco está fechado, Marcelo Oliveira seguirá como treinador e, com os recentes tropeços no Brasileirão, a Copa do Brasil virou nostra única aposta para o ano.

Segundo porque é verdade que nostro time oscila demais, mas, em um duelo de 180 minutos, um só tempo muito bem jogado pode fazer toda a diferença. Nós já vimos este mesmo elenco ter momentos especiais diante de Cruzeiro, Inter e Corinthians esta temporada e podemos acreditar em ao menos 45 minutos muito bem jogados na decisão.

Terceiro porque, jogador a jogador, não consigo ver favoritismo de nenhum dos dois lados. Embora o momento do Santos seja muito melhor, nós temos um grupo que pode trazer o título pra casa. Eu quero acreditar em Prass, Vitor Hugo, Arouca, Zé, Jesus, Barrios. Faço questão de acreditar que, no mínimo, eles vão se doar dentro de campo.

E por último, mas não menos importante, porque é nestes momentos que a camisa pesa. E como pesa! Independente do que temos apresentado dentro de campo, somos e sempre vamos ser o Palmeiras. Sem exageros ou pieguice. Não precisa ser o Zé Roberto nem bater no peito do amigo ao lado para saber que o Palestra é grande… Basta lembrar o gol espírita do Óseas em 98, os dois tentos do Euller contra o Flamento em 99 e até o improvável gol do esquecível Betinho em 2012.

É normal estar ansioso e preocupado.
Anormal é desacreditar que podemos chegar lá.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Se você cresceu na década de 90 e é fã de video games, tem que parar o que estiver fazendo para ver este vídeo, Palestrino.

É simplesmente o jogo final da Libertadores de 1999 em versão Super Nintendo, reproduzido no game Campeonato Brasileiro 96 – o popular Super Star Soccer Deluxe. Genialidade pura!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É minha opinião, Palestrinos.

In loco, este foi o melhor jogo do Verdão que eu já assisti na minha vida. Com dois gols depois dos 40′, de um cara que saiu do banco, Palestra lotado, Com Felipão, exatamente no mesmo período em que conquistamos a Libertadores.

E quer saber o melhor? Foi contra o Framengo!

Vai esquentando a urubuzada…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu estava em casa, pendurado na janela, gritando que nem um débil mental e acordando o condomínio inteiro junto com meu irmão (que, coitado, ficou 5h na fila e não conseguiu ingresso).

E você, onde estava?

Com quem estava?

E o dia seguinte?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Jornal Libertadores 1999-3

Hoje, dia 16 de junho de 2009, faz exatamente 10 anos que o Verdão conquistou a Copa Libertadores da América. E amanhã, o mesmo Verdão entrará em campo pelas quartas-de-final da atual edição do torneio sul americano buscando o bicampeonato.

Sim, o mesmo Verdão.

Porque independente da equipe que entrou em campo uma década atrás e da que entrará amanhã, o Palmeiras sempre joga pra ganhar. Sempre é favorito. Sempre luta e vibra pelo nosso alviverde inteiro.

É por isso que hoje é dia de reverenciar Marcos, Velloso, Sergio, Arce, Neném, Júnior, Rubens Jr., Tiago Silva, Cléber, Júnior Baiano, Roque Júnior, Rivarola, Agnaldo, Galeano, Rogério, César Sampaio, Pedrinho, Juliano, Zinho, Alex, Paulo Nunes, Oséas, Evair, Euller e Felipão.

Mas sem esquecer de Pierre, Diego Souza, Cleiton Xavier, Keirrison, Luxemburgo e, é claro, do mesmo São Marcos.

O Palmeiras nasceu vitorioso e sempre o será.

080731marcos99

Siamo Palestra!

ROJAS.

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homenagem

Para variar, os autores deste blog estiveram no Parque Antarctica neste domingo. E podemos dizer que foi uma tarde repleta de emoções em todos os sentidos.

Dentro de campo, além da bela vitória, o pré-jogo foi sensacional. Em uma louvável iniciativa da diretoria, Velloso, Sérgio, Júnior Baiano, Cléber, Alex e Evair foram homenageados pela conquista da Libertadores de 1999.

A torcida foi ao delírio! Atenção especial à Evair – que teve seu nome devidamente cantado trocentas vezes – e à Alex, que ouviu o coro de “Volta! Volta!” cheio de emoção.

Infelizmente, no entanto, a festa do domingo teve momentos feios.

Pouco antes do fim do 1º tempo, a torcida do Cruzeiro desceu as arquibancadas e foi ao fosso provocar a nossa torcida. E uma pequena parte dos palestrinos presentes caiu na provocação estupidamente, causando briga generalizada com a polícia.

É lamentável que alguns imbecis insistam em ir ao estádio brigar, mesmo em meio a tantas crianças e famílias!

Independentemente do time que fossem torcedores, espero que todos os que brigaram tenham sido detidos e pensem melhor da próxima vez que quiserem estragar nossa festa.

Verdão rumo ao bi da Libertadores – 1999/2009.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O que passa pela cabeça de um torcedor que, aos 40′ do segundo tempo, jogando em casa, percebe que seu time precisa marcar mais dois gols para se classificar? Nao sei na cabeça dos outros, mas, na minha, passava desânimo.

Afinal, já eram trinta e oito do tempo final no Palestra Itália, o Palmeiras empatava em 2 a 2 com o Flamengo e a vaga nas semi-finais da Copa do Brasil estava indo pro espaço. Sem forças, sucumbi e sentei na arquibancada.

Meu pai e meu irmão não me repreenderam; apenas silenciaram. Ao sentar, no entanto, um homem que eu nunca havia visto bateu em meu ombro e disse (com um inigualável sotaque baiano):

– Mininu, desanime não. O Vérdão vai é virar essa budega!

Eu, mais por corporativismo do que por ânimo, levantei. E mal fiquei em pé, Euller meteu a cabeça na bola e fez o 3º. Loucura total na arquibancada. Joguei minha blusa longe. Meu pai jogou seu boné longe. Meu irmão se jogou longe. Os degrais vibravam no ritmo do time.

Mas aos 46′ a coisa atingiu o ápice: em mais um bate-rebate daqueles na área, o mesmo Euller dividiu de costas e mandou a bola pras redes rubro-negras. Viramos, cazzo! 4×2… em cinco reles minutos!

Foi quando me lembrei do amigo baiano.

E juro que o procurei por cada canto do nosso templo sagrado daquele instante até a saída do estádio. Mal vi o Pimentel (lembra dele?) meter uma na trave e quase melar nossa festa. Não o achei mesmo. O cara sumiu.

Mal sabia eu, no auge dos meus então 14 anos, que aquele não era só um “baiano”. Era um anjo. Um anjo baiano.

ROJAS.

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