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Fizemos a trinca, Palestrinos! E muito embora os últimos nove pontos tenham sido cruciais para a nostra subida na tabela, ainda há muito trabalho a ser feito.

E que fique claro que isso não é papo de pessimista: quem acompanhou os dois últimos jogos na íntegra sabe muito bem do que estou falando. Se por um lado batemos equipes que jogam fechadas por natureza – e sempre foram uma pedra em nostro sapato -, por outro ficamos devendo demais na criação e no volume de jogo.

Ontem, em Cuiabá, tivemos um exemplo claro disso. Mesmo com dois a zero no placar ainda no primeiro tempo, sofremos demais para assegurar o resultado. Marcelo Oliveira mexeu bem em todas as três alterações, mas a segunda etapa foi sofrível. O que vimos foi um festival de chutões pra frente e lançamentos para ninguém. Não fossem as duas chances claras de gol desperdiçadas por uma Ponte pra lá de desfalcada, poderíamos ter saído de campo em maus lençóis.

De positivo, só mesmo o rapaz da foto acima. Embora tenha chegado repleto de desconfiança, a verdade é que Rafael Marques é, hoje, o ponto de equilibro do Palmeiras. Não só pelas duas assistências de ontem, mas principalmente por ser o único atleta a ter calma com a bola nos pés. O único a levantar a cabeça, olhar jogo e entender que o bumba-meu-boi está longe de ser um estilo de jogo compatível com nostra equipe.

Aliás, já que Robinho está totalmente perdido e Cleiton Xavier ainda está vergonhosamente fora de forma, uma forma de jogar é escalar Rafael na meia. Pode-se entrar com Zé Roberto ou mesmo Kelvin na vaga deixada e tentar fazer o time fluir através de um jogo de velocidade. Outro que vem mal é Leandro Pereira que, assim que Barrios chegar, deve amargar o banco por um bom tempo.

Olhando o ponto pra lá de positivo, no entanto, parece que enfim nos reacostumamos a vencer. O jogo de quarta, diante do Avaí, é perfeito para fazermos a quadra, embalarmos de vez e chegarmos forte na Ilha do Retiro para um jogo que provavelmente será confronto direto pelo G4. Basta colocar a bola no chão e ter um pouco mais de calma da próxima vez.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu ainda era um moleque, mas me lembro de tudo, Palestrinos.

Era um domingo ensolarado de 1996 e o Palmeiras foi até Ribeirão Preto enfrentar o Foguinho pelo Paulistão. Àquela altura, o time de Vanderlei (ainda sem W e sem Y) Luxemburgo já estava na 12a rodada do campeonato, líder com 11 vitórias e 1 empate, nadando de braçada rumo ao título. E eu, com meus onze anos, fui jogar uma bola após o almoço.

Quando retornava para a casa, vi meu irmão, quatro anos mais velho, na janela gritando feito louco. Perguntei lá de baixo o que estava acontecendo e ele só conseguia repetir uma palavra: “Oito! Oito, meu Deus, oito!”. Subi o mais rápido que pude e, ao fitar o televisor, lembro que tive que olhar novamente para entender o marcador – 8×0 Palmeiras.

Quem diria que, 16 anos depois, eu iria ter uma sensção parecida? Domingo, em frente a TV, voltei a ser criança. Aliás, acredito que não somente eu, como qualquer torcedor do Palmeiras e amante do futebol. O jogo foi repleto de alternativas, belos gols, comemorações divertidas… Foi um jogo ‘old school’, anos 90 mesmo.

E por mais que eu saiba que não temos mais aquele timaço de Djalminha, Rivaldo, Muller e Luizão, foi legal sentir isso outra vez. Pode ser que não sejamos campeões, é impossível que ultrapassemos os 100 gols e é bastante provável que este time tenha altos e baixos. Mas, por essa semana, já me valeu a pena.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O resultado em si foi justo, Palestrinos.

Injusto foi a forma vergonhosa com que o Barueri-Prudente fez o seu segundo gol na partida. Apesar de estar jogando melhor no momento e de ter sido pênalti – bobeira total do Danilo -, nada justifica o árbitro não marcar um impedimento tão claro.

O JOGO
Mais organizado em campo, o time da casa deu trabalho para o Verdão. Com o tal de Tadeu (aliás, seria ele irmão daquele Nunes, do Santo André, que só joga contra a gente?) inspirado, cada ataque era um Deus nos acuda. E o principal motivo era ele, Armero. Errando mais passes do que nunca, todas as jogadas de perigo foram nas suas costas – incluindo o gol de Flavinho.

Justiça seja feita que Marcio Araujo e até Pierre estavam perdidos na marcação, mas o colombiano estava mesmo uma desgraça ontem. Por sorte, em um lance matreiro, Deyvid Sacconi chutou de longe, a bola desviou e entrou. Empate feito, o Palmeiras melhorou e o primeiro tempo acabou.

No segundo, o Palmeiras continuou errando passes e tomou sufoco no início. O que não justifica, é claro, o que aconteceu no bizarro lance do segundo gol do time de Presidente-Alphaville. PC Oliveira, tal qual PC Farias, roubou a todos nós. E a saída foi buscar o empate na raça, com uma cabeçada de Dieguito.

Ainda em tempo, as mexisdas de Muricy foram tardias, mas foram boas. E o empate ficou de bom tamanho.

O MELHOR
Diego Souza, pela vontade de decidir.

O PIOR
Armero, e nem preciso explicar.

ERROS
Além do da arbitragem, destaque para os erros de passe do Verdão e para a demora em mexer do Muricy.

EDMÍLSON
Para quem ainda não sabe, Edmílson rescindiu seu contrato com o Palmeiras. E não fará falta, já que estava claramente fora de forma física, além de não ter se adaptado a um time que precisa ser rápido. O que fica de positivo foi a atitude do jogador que, ao contrário de saláfrarios como Vágner Love, foi até a diretoria e disse que sabia ser caro demais pelo que estava rendendo.

Boa sorte pra ele em outro clube.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma vez fomos melhores.
Mais uma vez o juiz interferiu.
Mais uma vez parecia que o gol não ia sair.

Mas sábado, palestrinos, sábado o Palmeiras foi grande!

Melhor desde o início, o Verdão só não abriu o placar no 1o tempo porque Keirrison finalizou mal em um lance e Wendel foi fominha em outro. O intervalo sem gols era injusto. E ficou mais ainda no segundo tempo.

Porque Luxemburgo mexeu muito bem no time (admitam…) e colocou 3 atacantes para sufocar o Ventinho (se isso é Furacão, eu sou o Hulk!). Só que mais uma vez a bola parada nos causou problemas. Tomamos um de cabeça após o escanteio e outro em falta direta. Aí, sim, Luxa, cabe a crítica: vamos treinar!

Por raça e merecimento, Obina fez um gol de vontade pura e Keirrison ainda empatou aos 49 minutos.

Se a arbitragem – que dessa vez influenciou muito! – não anulasse outro gol de Obina (aliás, um patcha golaço), poderíamos ter vencido. Mas o resultado ficou em segundo plano. Vamos continuar no G4, ganhamos moral novamente e vamos buscar este Brasileirão.

Estamos vivos. E, agora sim, de pé.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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