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Posts Tagged ‘2009’

 

É para refletir, Palestrinos.

Hoje o Diário Lance! traz uma reportagem que aborda o aspecto econômico do Palmeiras. Focando a renda (que caiu vertiginosamente no início de 2010) e o novo/fracassado programa de sócio-torcedor, o “Avanti”, a matéria questiona onde o clube vai parar deste jeito.

E, convenhamos, é uma pergunta plausível.

Afinal, é fácil entender a queda no número de torcedores no Palestra (o fracasso no Brasileirão-09, a péssima campanha no Paulista, os ingressos insistentemente caros) e o fracasso do Avanti (entenda perfeitamente aqui). Mais difícil é encarar que o buraco é muito mais fundo do que isso.

Desde que a Parmalat saiu, muitas lendas foram contadas – R$30 milhões em caixa, só dívidas deixadas, rombo no orçamento? – e a grande verdade é que só tivemos administrações horríveis. Contratações desastrosas, patrocínios mal negociados, profissionais escusos… aconteceu de tudo.

Quando saiu o sapo gordo, aliás, parecia que estávamos resolvidos. Mas nem um dos maiores economistas do país conseguiu dar jeito e o buraco parece mesmo não ter fundo. O que teria acontecido com o campeão do século XX?!

E a grande verdade é que eu, pelo menos, não sei. Saberia responder dúvidas pontuais, como o fracasso do Avanti e as contratações pífias da última década, mas a grande resposta, aquela de 1 milhão de dólares, eu não tenho. E, cada vez mais, estamos como o rei do conto: nus, mas achando que nostro traje é o mais bonit0 do reino.

Como disse o corneteiro José Serra, “é mais difícil ser presidente do Palmeiras do que presidente do Brasil”.

A politicagem está nos matando, Palestrinos. Eu só espero que consigamos frear isso tudo a tempo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Então é isso, Palestrinos.

Lá se vai 2009: um ano que já parece velho, mas que será lembrado por nós por muito tempo ainda. Afinal, este foi, mais do que nunca, o ano do “quase”. O ano da esperança que não se concretizou, da euforia que virou tristeza, do ânimo que se transformou no mais profundo desânimo.

Num breve balanço, eis a nostra campanha no ano: semi do Paulista, quartas da Libertadores, quinto no Brasileiro. Sendo bastante francos, poderíamos ter ido muito, mas muito além disso.

De momentos inesquecíveis, ressalto o gol mágico de Cleiton Xavier no Chile, mais uma santa atuação de Marcos no Recife, os 3 a 0 de Obina em cima da gambazada e o gol do meio-de-campo marcado por Diego Souza. De “esquecíveis”, a briga no Olímpico, a eliminação para um timeco na Libertadores e a atuação ridícula diante do Náutico, já no segundo turno.

As coisas são assim mesmo. E, quem sabe, em 2010 este time menos badalado nos dê mais alegrias, mais gols inesquecíveis e, claro, mais taças. Afinal, não somos os Campeões do Século XX a toa. E nem somos palestrinos por escolha da natureza.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não é nenhuma analogia ao ano, Palestrinos.

Mas no futebol, muitas vezes, é preciso perder para ganhar. E nessa tradicional reformulação de final de ano, é mais do que necessário saber abrir mão de quem não ajudou em 2009 – para ajudar mais emo elenco a melhorar em 2010.

Alguns dos jogadores com esse perfil já tinham ido embora. Os brigões Maurício e Obina (que ajudou, é verdade, mas precisava sair depois do ocorrido no Olímpico), os inoperantes Jefferson, Paulo Miranda e Jumar, e agora chegou a vez de mais dois: Marcão e Vágner Love.

Vocês devem imaginar minha alegria quando li as declarações de Belluzzo de que o pseudo-zagueiro estava çiberado para procurar outro clube. Eu acho Marcão ruim mesmo… raçudo, mas muito ruim.

Já Vágner Love, sustento, tem que sair. E, antes de qualquer coisa, tem que sair porque quer. Todo dia ele dá uma nova declaração ridícula, fala de segurança, fala de jogar no Maracanã… que vá e não volte nunca mais!

E, claro, é hora também de trazer bons jogadores. Mantendo o elenco que temos hoje, ainda precisamos de um lateral-esquerdo e, ao meu ver, uns dois atacantes. Mas, sem dúvidas, começar a se desfazer de quem não serve já é um grande passo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Impossível descrever 2009 de outra forma, Palestrinos.

Este foi um ano totalmente perdido. E não digo isso somente por ter sido um ano sem títulos: anos sem título são naturais para qualquer time; o problema é passar em branco no ano em que tinha tudo para dar certo.

Um bom elenco, treinadores de nome (o que nem sempre significa algo, como bem se viu), patrocinadores, parceria, nova diretoria… tudo conspirava a favor de um ano positivo. E então veio a eliminação no Paulista para o timeco do Santos, a na Libertadores para o timeco do Nacional e a perda do Brasileirão para timecos do calibre de Avaí, Sport, Santo André, Náutico e outros.

Não se pode reclamar da perda de jogadores para a Europa. Não se pode reclamar de um presidente pouco atuante. Não se pode reclamar de baixo investimento. Não há desculpas.

Do ano, ficam apenas momentos esporádicos de alegria: o gol de Cleiton Xavier sobre o Colo Colo, as defesas de Marcos nas penalidades no Recife, a freguesia eterna sobre a gambazada, o golazzo de Diego Souza diante das galinhas mineiras.

Já os de decepção, estes foram muito maiores. E o ano foi tão verde quanto um limão murcho e azedo. Só não fica mais decepcionante, para mim, do que 2002.

E ainda assim… sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não sei porque ainda me surpreendo, Palestrinos.

Desde que os pontos corridos começaram é a mesma coisa: a gente disputa, tem esperanças de ganhar e acaba em 4º ou 5º. Ano passado, aliás, foi a mesmíssima coisa. Perdemos para o Botafogo e só jogamos a Libertadores porque o Flamengo foi incompetente e nos entregou a vaga. O Cruzeiro não vacilou este ano e… bem-vinda, Copa do Brasil.

O JOGO
No mesmo 4-5-1 da vitória sobre o Atlético, os 15 primeiros minutos foram só nostros. Toque de bola rápido, jogadas bem trabalhadas, chances de gol. Só que, devagar, o time aceitou a pressão do Botafogo. Recuou. E piorou ainda mais no 2º tempo, quando Muricy tirou Sacconi e colocou Sandro Silva.

Aí foram 45 minutos de futebol nulo. Pra variar, tomamos um gol após cobrança de escanteio. E outro após falha bizonha de Maurício Ramos. Quando Muricy mexeu de novo, errou de novo: com Ortigoza no banco, ele colocou Robert.

E nem adiante dizer que o camisa 20 descontou para nós. Sem fibra, o que vimos foi uma vergonha. Mais uma.

O MELHOR
Cleiton Xavier foi um sopro de lucidez em meio a um time confuso.

O PIOR
Foram muitos, mas, pela importância que tem, Diego Souza não pode ser tão nulo em campo (muito menos matar todos os contra ataques prendendo a bola).

MURICY
Errou e errou muito. Recuou o time quando não precisava, trocou os jogadores errados e não percebeu que Armero deveria ter começado mesmo na reserva de Wendel. No entanto, ele ficará no Palmeiras.

Vai começar 2010 planejando o time e com a obrigação de ganhar a Copa do Brasil. Isso sem falar no Brasileiro. Eu acho que ele é competente o bastante para saber quem fica e quem sai. E espero que consiga ser competitivo no ano que vem.

E AGORA?
Agora é fazer a limpeza necessária e programar 2010. Marcão, Edmílson, Jefferson, Marquinhos… tem muita gente pra mandar embora e não querer ver nunca mais no elenco. Espero que a diretoria lembre-se disso e faça o que for correto.

E mesmo assim, mesmo com mais um vexame… Siamo Palestra!

ROJAS.

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tsunamiverde2009

Palestrinos, amanhã é um dia mais do que especial.

Quarta-feira, 26 de agosto de 2009, será o dia em que a Sociedade Esportiva Palmeiras irá completar seus 95 anos muito bem vividos.

E como já manda a tradição faz alguns anos, amanhã será dia de Tsunami Verde. Portanto, saia de casa com seu manto sagrado predileto e vamos pintar o mundo com as cores do Verdão.

É o campeão do século aniversariando!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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massa

Eu vou pro Parque.
Vou torcer, vou gritar, vou estar com a torcida que canta e vibra.

Eu vou incentivar.
Vou ter confiança na defesa que ninguém passa, na linha, atacante de raça.

Eu vou festejar.
Vou ter a certeza de que renascemos das cinzas, pra fazer a festa do nosso Alviverde inteiro.

E eu vou sem medo.
Para provar que sei ser brasileiro, ostenta a nossa fibra.

Eu vou estar lá.
Pra quando me perguntarem onde eu estava na noite de 15 de abril de 2009, responder de boca cheia que estava no Parque.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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