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Posts Tagged ‘6ª rodada’

Mais três pontos no Canindé, Palestrinos.

Com um primeiro tempo fulminante e uma estreia animadora de Maikon Parmalat, o Verdão atropelou o alvinegro de Goiás e colocou-o onde ele merece: próximo da zona de rebaixamento. E muito embora tenhamos visto boas jogadas também no segundo tempo, o Palmeiras disperdiçou muitas chances para ampliar e golear. Mas valeu pela garra, pela vitória e pela 3ª colocação no Brasileiro.

O JOGO
Com o já famoso 4-3-3 felipônico, o Palmeiras entrou em campo claramente apostando na velocidade. Com Luan e Gabriel Silva pela esquerda mais Cicinho e Maikon Leite pela direita, a pressão começou no primeiro minuto de jogo e só parou quando o árbitro terminou a primeira etapa.

Foi assim que, aos 27 minutos, Márcio Araújo – completando 100 jogos com o manto verde – fez bela jogada pela esquerda, rolou para trás e nostro novo camisa 7 abriu o marcador. Foi assim também que, poucos minutos depois, Gabriel arrancou pela esquerda, sofreu pênalti e Marcos Assunção bateu para marcar o segundo. Na seqüência, Wellington Paulista – que, por sinal, correu e procurou jogo a todo momento – ainda meteu uma bola na trave. Mas foi só.

Veio o segundo tempo e junto com ele veio aquela acomodação natural. Lincoln – que estava distoando negativamente do restante da equipe – pediu para sair, entrou Tinga, mas o Palmeiras observou o Atlético jogar por um bom tempo. Isso até Luan e Maikon acordarem e as jogadas pelas pontas continuarem, fazendo com que perdessemos ao menos 3 boas chances.

Antes do apito final São Marcos ainda fez excelente defesa, a bola explodiu no travessão e o nostro Palestra saiu de campo ovacioando. Dois vira, dois acaba.

TROFÉU SÃO MARCOS
Apesar das várias boas atuações de ontem, Maikon Leite fica com o prêmio.

TROFÉU RIVALDO
Enquanto esteve em campo, Lincoln foi exageradamente lento, prendendo e perdendo as jogadas.

FELIPÃO EM FESTA
Tentando implantar este esquema de jogo desde o começo do ano, Felipão deve ter ficado em êxtase após a partida. Afinal, com a chegada de Maikon Milk, o time deixou de ser manco e fazer tudo pela esquerda. Os dois laterais atuaram muito bem, os dois pontas também, sem falar nas subidas providenciais de Araújo e Assunção. Com a volta de Kléber, ainda que não seja ele o camisa 9, a coisa deve melhorar ainda mais.

KLÉBER FICA!
Simples assim. Não liguem pro mimimi da imprensa.

E AGORA?
Agora temos uma semana de descanso, já que enfrentamos o América/MG apenas na quinta que vem, fora de casa. No domingo, no entanto, vem clássico diante do Santos e temosq ue aproveitar todos os desfalques das sardinhas para nos impor no Pacaembu.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Veio a derrota, Palestrinos.

E muito embora boa parte da torcida esteja revoltada com o acontecido, não é nenhum desastre perder em Fortaleza. Até aceito o argumento de que seguramos o empate fora de casa diante de equipes mais fortes, mas a fraca exibição de ontem não é digna de humilhação ou crise. Aconteceu porque paramos em nostros próprios limites e porque a bola aérea continua sendo uma tragédia. Fica difícil pensar alto subindo tão mal de cabeça.

O JOGO
Prevendo uma pressão do time cearense, Felipão armou a equipe em um 4-3-1-2, onde Chico fazia as vezes de falso zagueiro pela esquerda – o que liberaria os laterais. E no início da partida até que a tática deu certo: Wellington Paulista cabeceou para boa defesa do frangueiro Fernando Henrique, enquanto o Ceará mal atacava. O problema, mais uma vez, veio pelo alto: sete minutos, escanteio e gol dele, Uóxitu Orelhão.

A partir daí e principalmente da substituição de Cicinho, muito mal substituído por Patrik, nitidamente o Palmeiras se perdeu. Com Lincoln mal demais na partida e o trio de volantes do time da casa marcando extremamente bem, não conseguimos criar nenhuma chance de perigo. mais uma vez, aliás, chegamos apenas com as bolas paradas de Assunção. Para piorar, sofremos o segundo gol no último segundo da primeira etapa, após mais um cruzamento na área.

No intervalo, no entanto, Felipão mexeu bem, colocou Adriano no lugar de Lincoln e nós voltamos a ter o domínio da bola. O problema foi que esse domínio não se transformou em chances concretas de gol. Kleber lutou tanto quanto se jogou, Patrik correu mais do que pensou, Adriano não foi pra cima e Rivaldo, como sempre, foi uma negação. A desorganização foi tamanha que, quando os volantes saiam para o jogo, o “armador” era Chico – tão habilidoso quanto minha mamma.

Com este cenário, obviamente ficou impossível buscar o empate. Perdemos o jogo e a invencibilidade merecidamente, esperando que tudo melhore na próxima quinta.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção marcou, armou e ainda levou perigo nas bolas paradas.

TROFÉU RIVALDO
Eu não sei se o cara é lento por natureza ou se alimenta mal. Mas a verdade é que a apatia de Lincoln chega a irritar até um monge budista!

FELIPÃO ACERTOU E ERROU
Acertou ao escalar a equipe no 4-3-1-2, dando mais uma chance para Wellington e Kleber jogarem juntos, mas errou demais ao passar Márcio Araújo para o lugar de Cicinho. Por mais limitado que seja, o camisa 8 faz muito mais falta no meio do que na ala, onde o Paulo Henrique poderia ter sido testado.

E AGORA?
Agora na terceira colocação, temos a chance de nos reabilitarmos com duas partidas totalmente “ganháveis”. A primeira já nesta quinta-feira (30/06), diante do Atlético/GO no Canindé, e a próxima na outra quinta (07/07), diante do América/MG. Não há motivos para pensar negativamente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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