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Posts Tagged ‘6×2’

09/04/2000 – Rio Branco 5×2 Palmeiras
Por uma dessas coincidências da vida, eu estava morando em Americana nesta época. E é óbvio que fui ao Estádio Décio Vitta acompanhar um dos maiores vexames que acompanhei ao vivo em minha vida.

07/11/2001 – Palmeiras 2×6 Fluminense
Desta vez em pleno Palestra Itália, presenciei de perto a uma surra que doeu, mas que serviu para mostrar que, de fato, a Era Parmalat havia terminado para nós.

23/04/2003 – Palmeiras 2×7 Vitória
Novamente no Palestra, presenciei de perto algo que, mesmo com o rebaixamento no ano interior, era impensável. Uma lavada que ecoou por muito tempo em nostras cabeças.

Tem também as eliminações caseiras para ASA, Santo André e Ipatinga (na Copa do Brasil), além da dolorida eliminação da Sul Americana pelo Goiás em 2011. Tivemos derrotas acachapantes para Cruzeiro e Atlético/GO em nostros aniversários de 90 e 96 anos, respectivamente. Tomamos meia dúzia do Coritiba há dois anos, lembram-se? Fora os descensos no Brasileirão…

São tantas as vergonhas que passamos nos últimos anos que apanhar ontem para o Mirassol parece ter sido parte do pacote. O que deveria ser vexame histórico, parece ter sido apenas mais um. E é isso que preocupa. Não é o placar em si, é toda a situação! Estive presente em quase todos os vexames citados, em muitos dos jogos seguidos a eles e posso dizer que nós não merecemos isso.

Somos 15 milhões.
Somos uma torcida que canta e vibra.
Somos tão apaixonados que aceitamos apanhar sem desapaixonar.

Mas, agora, está na hora de parar e pensar. Assim não dá, não pode, não vinga. Ou tentamos mudar radicalmente ou seremos eternos conformados, saudosos do tempo em que colocávamos medo nos outros. A direção – seja ela qual for – pode ter certeza de que, em maior ou menos número, nós estaremos sempre lá na arquibancada.

O que precisamos mesmo, pra ontem, é da defesa que ninguém passa, da linha e atacante de raça.

Ainda assim, ainda sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu ainda era um moleque, mas me lembro de tudo, Palestrinos.

Era um domingo ensolarado de 1996 e o Palmeiras foi até Ribeirão Preto enfrentar o Foguinho pelo Paulistão. Àquela altura, o time de Vanderlei (ainda sem W e sem Y) Luxemburgo já estava na 12a rodada do campeonato, líder com 11 vitórias e 1 empate, nadando de braçada rumo ao título. E eu, com meus onze anos, fui jogar uma bola após o almoço.

Quando retornava para a casa, vi meu irmão, quatro anos mais velho, na janela gritando feito louco. Perguntei lá de baixo o que estava acontecendo e ele só conseguia repetir uma palavra: “Oito! Oito, meu Deus, oito!”. Subi o mais rápido que pude e, ao fitar o televisor, lembro que tive que olhar novamente para entender o marcador – 8×0 Palmeiras.

Quem diria que, 16 anos depois, eu iria ter uma sensção parecida? Domingo, em frente a TV, voltei a ser criança. Aliás, acredito que não somente eu, como qualquer torcedor do Palmeiras e amante do futebol. O jogo foi repleto de alternativas, belos gols, comemorações divertidas… Foi um jogo ‘old school’, anos 90 mesmo.

E por mais que eu saiba que não temos mais aquele timaço de Djalminha, Rivaldo, Muller e Luizão, foi legal sentir isso outra vez. Pode ser que não sejamos campeões, é impossível que ultrapassemos os 100 gols e é bastante provável que este time tenha altos e baixos. Mas, por essa semana, já me valeu a pena.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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