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Posts Tagged ‘Alecsandro’

GabrielJ

Devagar com as cornetas e o amendoim, Palestrinos…

É óbvio que dava para ganhar no Uruguai e está bastante claro que o início do ano segue mal para o Palmeiras, mas não existem motivos para desespero. Ontem, diante do River Plate (URU), fomos mais surpreendidos pelo desconhecido do que pelo fraco adversário.

Enfrentamos um time do qual sabíamos pouco, jogamos com um esquema nunca antes utilizado de início e, para completar, abusamos mais uma vez dos erros individuais.

Jogando no minguado estádio de Maldonado, nostra equipe foi superior durante quase toda a partida. Só não vencemos, mais uma vez, pelos próprios erros. Marcação falha, falta de pontaria e – talvez o ponto mais crítico para o momento atual -, a total e nula criatividade demonstrada dentro de campo.

Mesmo com a tecnologia e olheiros, ainda é comum ser surpreendido em jogos diante de equipes como a de ontem. Embora limitador, eles foram valentes e velozes, aproveitando as falhas do Palmeiras sair com o empate.

Agora, falando em esquema tático, é natural que Marcelo Oliveira ainda esteja fazendo testes. Muitos jogadores chegaram, outros se lesionaram e o treinador segue em busca da formação ideal. Três volantes claramente não foi uma boa tentativa, mas testar Jean e Erick entre os titulares, por exemplo, faz muito sentido.

Já o que mais me preocupa é a falta de um articulador. Robinho começou o ano bastante lento, Régis até agora não fez por merecer chances, Moisés se lesionou e Cleiton Xavier dispensa comentários. Ontem, mais uma vez, Dudu foi quem teve que fazer este serviço. E embora tenha dado bela assistência no primeiro gol, ele não é o camisa 10; Dudu é um faz tudo que tem como melhor qualidade a posse de bola.

Repito: ainda não há motivos para pedir a demissão de Marcelo. Não temos nem cinco jogos no ano e a equipe ainda está sendo montada. Mais do que desespero, é preciso paciência e força para que este grupo engrene. Até porque, sejamos sinceros, se Marcelo sair chega quem? Cuca, Celso Roth, Oswaldo de volta? Calma com a andança.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Torneio amistoso é torneio amistoso, Palestrinos. Mas, embora tenhamos feito apenas duas partidas em solo uruguaio, já deu pra tirar algumas conclusões sobre a equipe para 2016.

EDU DRACENA FUNCIONOU
Não o vimos atuando ao lado de Vitor Hugo, é verdade, no entanto ficou notório a noção de jogo que Dracena tem. Pode não ser jovem nem aguentar a maratona de jogos, mas será extremamente útil para a temporada.

ROBINHO SERÁ RESERVA
E por mais que Marcelo Oliveira goste dele, não vai demorar. Embora saiba jogar e tenha ido bem em alguns momentos decisivos de 2015, o meia anda burocrático e pouco participativo. Com Moisés, Allione e Régis na sua bota, será questão de tempo.

ERIK +10
O atacante vindo do Goiás não só entrou bem na equipe, como se mostrou muito mais incisivo que Gabriel Jesus e mais decisivo que Alecsandro. Pode roubar a posição de ambos (e de Barrios) sem problemas nenhum.

ALMEIDA E ALECSANDRO NA BERLINDA
As chances foram dadas e pouco aproveitadas. Muito embora o zagueiro tenha feito um bom jogo diante do Nacional, segue inseguro e errando muitos passes; já o centroavante… sem comentários.

VELHINHOS EM ALTA, JOVENS EM BAIXA
Prass e Zé Roberto voltaram voando baixo; João Pedro e Jesus ficaram devendo. Ou os garotos tomam cuidado ou vão acabar esquentando o banco por muito mais tempo do que esperavam…

MEIO ABARROTADO DE BOAS OPÇÕES
Matheus Sales manteve o nível. Arouca, por ora, segue absoluto. Moisés se mostrou bastante voluntarioso, Régis não teve tempo, Robinho dormiu e Jean nem estreou. Nostra meiúca está repleta de boas opções.

NA MARCA DA CAL
Dudu é extremamente útil ao time, mas não nasceu pra bater pênalti. Ponto.

Por enquanto é isso. Semanas dos próximos capítulos neste domingo, diante do Botafogo de Ribeirão, pelo Campeonato Paulista.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vai mais um Brasileirão, Palestrinos.

Na terceira rodada, sem nem nos iludirmos e de forma tão inapelável quanto esperada. Para o Palmeiras, o campeonato mal começou e já se foi.

E aqui nem cabe me acusar de pessimismo. É a realidade mesmo. Até para nós – que sempre pensamos com o coração antes da razão – é possível enxergar que este elenco, mesmo com alguma sorte, não vai longe. Faltam contratações da diretoria, falta qualidade dentro de campo, falta criatividade vinda do banco.

Quando o ano começou e a equipe fez um princípio de boa campanha no Paulista, deu pra enxergar que, com os 11 melhores em campo e um ou outro momento de pura raça da equipe, poderíamos almejar algo a mais em 2014. Mas o tempo passou, vimos que o banco não daria conta, percebemos que a qualidade das equipes do interior era mais do que duvidosa, perdemos nostro artilheiro e entornou o caldo.

Qualquer um que acompanhe a equipe desde o início do ano sabe que isso poderia acontecer. E aconteceu. Sem Prass entra Bruno, sem Wendel não temos reserva, a zaga só conta com Lúcio, o ataque está órfãos… enfim. Até por isso fica difícil culpar só um lado nesta situação.

Bruno e Nobre começaram um trabalho que eu acho muito promissor, mas as dificuldades chegaram. É quase impossível faze rum omelete sem ovos, mas ajudaria se Kleina não inventasse tão errado vez ou outra. E mesmo o elenco parece abatido com tudo o que aconteceu recentemente.

Infelizmente, no ano do nostro centenário o objetivo será escapar de mais uma degola. E, pra isso acontecer, vamos depender das únicas duas forças que o clube sempre teve: a camisa e a torcida. Rumemos até o Pacaembu no sábado e cantemos.

“São cem anos de história
De lutas e de glórias
Te amo, meu Verdão.”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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