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Posts Tagged ‘América’

Se você cresceu na década de 90 e é fã de video games, tem que parar o que estiver fazendo para ver este vídeo, Palestrino.

É simplesmente o jogo final da Libertadores de 1999 em versão Super Nintendo, reproduzido no game Campeonato Brasileiro 96 – o popular Super Star Soccer Deluxe. Genialidade pura!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma rodada e mais um empate, Palestrinos.

É o de número 13 em 27 rodadas, um recorde absoluto. E o pior: desta vez foi diante do lanterna do campeonato, em casa e sem nem ao menos ter merecido vencer. Daí, obviamente, o domingo amanheceu com pichações nos muros do Palestra, com boneco em chamas, com aqueles protestos clássicos e cada vez mais rotineiros.

Ao ficar sabendo disso, Felipão foi enfático: “Estão gastando tinta, nada vai mudar”. Pois eu acho que o nostro comandante tem, mais uma vez, toda a razão: estamos todos gastando tinta.

Está gastando tinta quem picha o muro, está gastando tinta quem ainda tem esperanças de que vamos a algum lugar em 2011 e estou gastando tinta também eu, de estar me lamentando aqui nestas mal escritas e tortas linhas de um blog melancólico e apaixonado.

Hoje, ao chegar no trabalho, gastei uma meia hora vendo gols e jogos das últimas duas déacadas. As Libertadores, o golaço de Alex com dois chapéus nos bâmbis, aquele 4×2 no Flamengo pela Copa do Brasil/99, aquele outro gol lindíssimo de César Sampaio fazendo fila no Morumbi, o Paulistão de 1996… é saudosista, eu sei, mas me fez bem.

É sempre bom lembrar que torcemos para o Campeão do Século XX. Para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Para o Verdão multicampeão e vitorioso desde os tempos de Palestra. Mas, talvez, eu esteja aénas gastando tinta.

Siamo Palmeiras!

ROJAS.

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A conta parece confusa, Palestrinos.

Mas ontem, por incrível que pareça, o Verdão pôde se lamentar por ter perdido dois pontos para uma equipe tão fraca e ao mesmo tempo se dar por satisfeito pelo ponto ganho. Jogamos mal, não criamos quase nada e o resultado justo seria até um zero a zero. Pontuar fora sempre é importante, mas poderíamos ter vencido um adversário nitidamente despreparado.

O JOGO
Sem Gabriel Silva e Kléber, Felipão fez o correto: manteve o esquema de abrir o time pelas pontas e ainda achou uma maneira de deixar o Rivaldo no banco. A ideia era segurar Chico pela esquerda, aproveitar o vigor físico de Luan e transformar Cicinho praticamente em um ponta direita – criando em velocidade ao lado de Maikon Leite.

O problema foi que nada disso funcionou. Lincoln mais uma vez foi nulo em campo, os volantes ficaram sobrecarregados, Wellington Paulista não se acertou como centroavante e nostro pseudo lateral-esquerdo vindo do Paraná foi obrigado a subir para o campo de ataque (o que, diga-se de passagem, ele não sabe fazer).

Daí o primeiro tempo horroroso que tivemos em Minas Gerais, onde cada time deu um chute perigoso a gol e nada mais. Deu sono, deu preguiça, deu raiva. E a segunda etapa voltou exatamente igual, mostrando que nada iria mudar, além dos números na camisa: entraram Patrik e Dinei, mas o futebol foi o mesmo de Lincoln e WP.

Isso durou até os 15 minutos, quando em um contra ataque rápido, o time da casa abriu o marcador. Rara falha de marcação do Verdão, quando ambos os zagueiros saíram para dar o bote no mesmo jogador. A partir daí o Palmeiras resolveu ir pra cima aos trancos e barrancos. Foi assim que empatamos com um bate-rebate que ficou com Maurício Ramos.

E foi assim que, grazie a San Genaro, o árbitro fraco terminou a partida.

TROFÉU SÃO MARCOS
Cicinho jogou muito até ser sacado de campo, presumo eu por cansaço.

TROFÉU RIVALDO
De novo, de novo e mais uma vez: Lincoln é apenas um corpo em campo. Não faz nada.

ACERTOS PARA O CLÁSSICO
Sem Thiago Heleno e possivelmente ainda sem Marcos e Kléber, Felipão terá trabalho para pensar o time para o domingo. Gabriel Silva poderá entrar em campo, o que permite que Chico jogue na zaga, mas nostra dupla defensiva deverá mesmo ser Maurício Ramos e Leandro Amaro. Dá pra pensar em sacar Lincoln da equipe também, colocando Patrik, Tinga ou o Murtosa… qualquer um com mais vontade que ele.

Mesmo com tantos problemas, nunca se esqueçam de uma coisa: aqui é Palmeiras, aqui é raça e nós vamos entrar em campo para atropelar as sardinhas no domingo!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Final de semana sem jogo do Verdão é chato pra burro, Palestrinos!

Mas enquanto esperamos a chegada do duelo diante do Ameriquinha, na quinta a noite, acho válido abordar os assuntos “polêmicos” da semana.

O primeiro e mais velho deles é a situação de Kleber. Já disse e repito aqui neste espaço: o Gladiador não sai do Palmeiras. Fez sim uma birra desnecessária para ganhar aumento, também ficou um pouco balançado pela proposta dos urubus, mas não quer e nem vai sair do Verdão. Joga amanhã e aí acabam as polêmicas baratas da Globo.com.

Na seqüência devemos falar do tal Martinuccio, que foi de contratado a perdido, e agora voltou a ser reforço certo. Assisti a poucos jogos dele, o meia do Peñarol oscilou bastante, mas parece ser um bom investimento. Será, ao men0s, boa sombra para o bichado Valdívia e o inoperante Lincoln.

Quem também voltou a ser notícia foi o desprezível sapo gordo e turco que sugou o Palestra por anos a fio. Agora, o melhor amigo de Tirone e pior crítico de Belluzzo resolveu mudar totalmente o cenário e criticar a atual diretoria, elogiando a anterior. É triste ver que alguns repórteres ainda dão voz a alguém tão escroto…

Volta logo, Brasileirão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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