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Torneio amistoso é torneio amistoso, Palestrinos. Mas, embora tenhamos feito apenas duas partidas em solo uruguaio, já deu pra tirar algumas conclusões sobre a equipe para 2016.

EDU DRACENA FUNCIONOU
Não o vimos atuando ao lado de Vitor Hugo, é verdade, no entanto ficou notório a noção de jogo que Dracena tem. Pode não ser jovem nem aguentar a maratona de jogos, mas será extremamente útil para a temporada.

ROBINHO SERÁ RESERVA
E por mais que Marcelo Oliveira goste dele, não vai demorar. Embora saiba jogar e tenha ido bem em alguns momentos decisivos de 2015, o meia anda burocrático e pouco participativo. Com Moisés, Allione e Régis na sua bota, será questão de tempo.

ERIK +10
O atacante vindo do Goiás não só entrou bem na equipe, como se mostrou muito mais incisivo que Gabriel Jesus e mais decisivo que Alecsandro. Pode roubar a posição de ambos (e de Barrios) sem problemas nenhum.

ALMEIDA E ALECSANDRO NA BERLINDA
As chances foram dadas e pouco aproveitadas. Muito embora o zagueiro tenha feito um bom jogo diante do Nacional, segue inseguro e errando muitos passes; já o centroavante… sem comentários.

VELHINHOS EM ALTA, JOVENS EM BAIXA
Prass e Zé Roberto voltaram voando baixo; João Pedro e Jesus ficaram devendo. Ou os garotos tomam cuidado ou vão acabar esquentando o banco por muito mais tempo do que esperavam…

MEIO ABARROTADO DE BOAS OPÇÕES
Matheus Sales manteve o nível. Arouca, por ora, segue absoluto. Moisés se mostrou bastante voluntarioso, Régis não teve tempo, Robinho dormiu e Jean nem estreou. Nostra meiúca está repleta de boas opções.

NA MARCA DA CAL
Dudu é extremamente útil ao time, mas não nasceu pra bater pênalti. Ponto.

Por enquanto é isso. Semanas dos próximos capítulos neste domingo, diante do Botafogo de Ribeirão, pelo Campeonato Paulista.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi apenas um amistoso, Palestrinos.

O elenco não estava todo disponível, muitos dos reforços ainda estão em adaptação, mas fica impossível segurar a ansiedade em dar pitacos sobre o Palmeiras 2015. Portanto, vamos ao que melhor aconteceu ba vitória por 3 a 1 sobre o Shandong Luneng.

Quem mais se sobressaiu, sem dúvida alguma, foi Allione. Bastante a vontade em campo, o argentino buscou jogo, driblou, finalizou e foi o motorzinho do time durante o período em que esteve dentro de campo. Aliás, os argentinos, em geral, estiveram bem: além dele, Tobio foi bastante combativo e Cristaldo aproveitou o tempo em campo para marcar o dele.

Outros que marcaram – e em suas estreias – foram Lucas e Leandro Pereira (que fez boa dupla com, quem diria, Maikon Leite). O lateral-direito, aliás, não é nenhuma maravilha, mas já demonstrou ser muito melhor que Wendel, Weldinho e outras dragas que passaram pela posição nos últimos anos (além de passar experiência a João Pedro). Zé Roberto mostrou a vitalidade de sempre, mas ainda é de se pensar se aguenta jogar 90 minutos na lateral – ainda que conte com a proteção de de Amaral e Douglas, que não foram nada exigidos pelos chineses.

Os demais atletas – incluídos aí estreantes como Victor Hugo e André Girotto e outros que já estavam no grupo, como Mendieta e Tiago Real – não chamaram a atenção nem para o bem, nem para o mal.

Enfim, o início foi animador. E a tendência, com Nathan, Dudu, Valdivia e outros em campo, é melhorar. Se Oswaldo seguir a linha de um time com posse de bola, que dosa bem a velocidade, este ano pode ser mesmo uma retomada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eram corridos 32 minutos do segundo tempo, Palestrinos. Àquela altura, o Palmeiras já havia conseguido virar o jogo diante do Paraná, Kleina viu que Valdivia estava cansado e resolveu sacar o chileno de campo.

Porém, ao perceber que seria substituído e que não havia recebido até então o cartão amarelo que o deixaria fora da partida diante do Joinville, amanhã, quando ele estará na Dinamarca para jogar por sua seleção local, o Mago fez o que podia e cavou o mesmo. Na base da cera, demorou tanto para sair do gramado, que o árbitro lhe deu o esperado amarelo – eternizado pela imagem acima.

O problema – se é que pode-se chamar um absurdo deste dessa maneira – foi que o sempre tão prestativo STJD disse que pode suspendê-lo pelo ato. De 1 a 6 jogos, por tentar ludibriar a regra do jogo. Ou seja: por ser punido justamente, Valdivia pode ter a punição que tantos que lhe dão botinadas quase nunca recebem.

Veja bem, o caso não se trata da Lei de Gérson. Levar vantagem é fazer algo ilícito, proibido pela lei do jogo. É como usar a mão em um momento que não é permitido, é como cotovelar ou até catarrar em um adversário, é como dar um carrinho por trás para brecar um contra-ataque… estão comparando o que Valdivia fez com algo digno de punição duríssima. É ou não é um absurdo?

Só para efeito de comparação, o jogador do Bragantino que agrediu o Mago neste lance aqui, tomou apenas um jogo de punição. E o meia, que apenas enrolou para sair de campo – o que poderia punir o Palmeiras com um gol sofrido, por exemplo, nos acréscimos advindos desta artimanha – pode tomar uma punição 6 vezes maior.

Sinal claro de que existem, sim, atletas que são punidos por sua fama. Afinal, mesmo quando a arbitragem age com correção, o famoso tribunal resolve aparecer de maneira equivocada. Fosse Mendieta a enrolar ali naquela situação, duvido que o STJD iria atrás do lance para puní-lo…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A festa de sábado foi realmente bonita, Palestrinos.

Começou logo cedo, com a belíssima Procissão à São Marcos, e continuou até o apito final da merecida vitória para cima do Ajax.

HOMENAGEM E PAIXÃO
Em bem da verdade, tudo o que aconteceu neste sábado foi uma grande demonstração de fé da massa palestrina. Primeiro com mais de 5 mil devotos homenagegando o melhor camisa 12 da história do futebol e depois com mais de 25 mil torcedores no Pacaembu, empurrando a equipe, ainda que o time seja praticamente o mesmo do fraco ano passado.

A verdade é que, mais uma vez, a nostra torcida demonstrou uma paixão sem tamanho pela Sociedade Esportiva Palmeiras. Algo que deveria ser visto, revisto, pensado e repensado pelos homens que fingem cuidar do nostro futebol. Afinal de contas, mal o apito final soou, já tivemos as primeiras rusgas públicas do ano.

FELIPÃO X FRIZZO
Sem economizar nas palavras, Felipão criticou indiretamente Frizzo pela falta de eficiência nos reforços para 2012 – o que, diga-se de passagem, fez muito bem. No final da partida, aliás, a nostra torcida já havia vaiado e cobrado Frizzo e Tirone pela gestão estúpida que têm feito no comando do Verdão. O problema aqui ao meu ver é um só: não dá para continuar assim!

É impossível que um treinador e um diretor de futebol não se gostem, não se falem e fiquem trocando farpas abertamente. Tivéssmos um presidente normal, com sangue nas veias, e isso já teria sido solucionado. Afinal, basta pensar quem fará mais falta ao clube: um velho caduco que nunca fez nada ou um treinador que, apesar de ganhar rios de dinheiro, tem tentado trabalhar da melhor maneira possível?

Enquanto este tipo de gente estiver no comando do Palmeiras, vamos continuar vivendo do que vimos no sábado: do amor incondicional de 15 milhões de torcedores espalhados pelo mundo. Não que isso seja pouco, pelo contrário, mas não dá para o nostro sucesso dentro de campo depender somente disso.

QUANTO AO JOGO…
Foi um bom teste. No primeiro tempo, com as equipes titulares em campo, achei o Palmeiras melhor. Deola, Cicinho e Marcos Assunção continuam sendo as melhores opções da equipe, enquanto Valdívia segue de lampejos e o nostro ataque sofre. Com Bueno e Fernandão como opções, não dá para esperar por nada, além de gols de bola parada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Espero que tudo isso seja apenas balela, Palestrinos.

Mas, se o que Benjamin Back publicou em seu blog oficial hoje for mesmo verdade, nostra diretoria terá conseguido errar pela 58ª vez em menos de 1 ano (provável recorde mundial).

Após acertar em marcar um amistoso de despedida para o Palestra Itália e ainda escolher bem o rival – todos nós odiamos o Boca e adoraríamos meter um sapeco neles -, as “ações” programadas para o dia 04/07 são simplesmente bizonhas.

E, se não bastasse o gosto duvidoso das idéias, são todas elas caríssimas! Arquibancadas por R$80, camarotes por milhares, ser gandula por milhões… não que eu ache que essas idéias não têm que existir, mas, cazzo, que existam idéias simples e funcionais.

Na minha opinião, duas coisas são muito importantes nesta partida: me despedir do estádio e vencer um rival histórico. O único ponto que me faria pagar mais caro do que um ingresso comum seria ter algum tipo de privilégio na reabertura do Palestra – que fosse financeiro ou de exclusividade.

Tudo, afora isso, é superficial. E se rolar mesmo, será uma despedida melancólica.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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