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Posts Tagged ‘Andre Luiz’

Ontem, quando o juiz apitou o final de um dos piores jogos que assisti na minha vida, boa parte da torcida se dirigiu ao banco do Palmeiras para xingar Gilson Kleina.

Durante a partida, também ouvi uma infinidade de Palestrinos de críticas a Márcio Araújo, Juninho, Ronny, André Luiz e tantos outros. Mas a verdade, amicos, é uma só: a atual fase da nostra equipe tem um só culpado – a mediocridade.

Sim, somos um time medíocre; mediana, para usar uma palavra mais simples. Uma equipe com elenco e técnico nota 5. E a culpa, evidentemente, não é deles.

Também não é apenas de Paulo Nobre, diga-se de passagem. É irracional culpar um cara que está no cargo há 6 meses pelo caos administrativo que vivemos faz tantos anos. Ele tem, sim, dedos de culpa na montagem desse elenco, mas não dá para assumir um time, mandar 20 jogadores embora e recomeçar do zero… sejamos um pouco, só um pouco, inteligentes.

O mesmo raciocínio se aplica a Kleina, na minha opinião. Olhem para o elenco que ele tinha a disposição ontem e me responda: o que você faria de tão diferente assim? Colocar 5 moleques da base que você nem sabe quem são? Apostar no Wendel e no Rondinely? Não me parece muito prudente. É claro que jogadores como Juninho e Araújo incomodam – eu mesmo prefiro ser cego do que ver nostro lateral-esquerdo jogar futebol. Mas este é o elenco que temos…

Nostra espinha dorsal, esta temporada, é formada por Prass-Henrique-Valdivia-Kardec. Ontem não tivemos dois destes e, evidentemente, quem entra não está no mesmo nível. Não vou pedir aqui paciência a nostra massa porque, na arquibancada, eu também me desespero, xingo, mando a puta que pariu. Só peço que entendam que o time é exatamente esse aí. Vamos ter momentos incríveis e momentos terríveis… é a montanha-russa de um time médio.

Aliás, a própria presença da torcida ontem foi medíocre. 10 mil pagantes para um jogo decisivo, em casa, e com tempo de sobra para chegar ao estádio?! Parecia abertura do Paulistão, cazzo! Depois não adianta reclamar que só jogamos às 19:30h…

Enfim, o culpado não é o treinador ou o volante; a culpa é do desmando dos últimos 10 ou 12 anos. Temos que entender isso, exigir a melhora sim, mas abraçar a equipe quando a bola rolar. Não somos o Barcelona; hoje somos apenas uma equipe mediana, vestindo o manto de um dos maiores do mundo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que Gilson Kleina vem trabalhando bem, ninguém duvida, Palestrinos.

O treinador que chegou em meio ao furacão da iminente queda do ano passado, conseguiu fazer a equipe melhorar clamorosamente dentro e fora de campo. E, em meio a saídas e chegadas, hoje temos uma equipe razoavelmente estruturada.

O grande ponto aqui é que, da mesma forma que ter mais opções é uma benção, este mesmo cenário pode virar um problema. E, aparentemente, começou a embolar a cabeça do nostro treinador. No último sábado, por exemplo, ele justificou a escalação de André Luiz e Vinicius por estar sendo “justo” com o tempo de campo dos jogadores.

E eu entendo, juro que entendo. Afinal, não se pode perder o grupo por causa da entrada de um ou outro atleta recém-chegados. Contudo chega uma hora em que o melhor tem que estar em campo, doa a quem doer. E este ‘Palmeiras ideal’ parece não ter estreado ainda.

Erguren já está liberado para estrear. Kardec, Mendieta e Felipe Menezes também. Qual seria, então, o time inicial ideal do nostro Palmeiras?

Na minha concepção, os 11 titulares seriam: Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Juninho (esse por falta de opção); Erguren, Wesley, Valdivia e Mendieta; Leandro e Kardec. Assim, no 4-4-2 clássico, com bastante bola no chão. Até porque, na minha cabeça, não entra a ideia de deixar jogadores melhores no banco. Ainda mais com a Copa do Brasil se avizinhando.

E pra você, Palestrino, qual o time ideal?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Prazer, Palestrinos: Andre Luiz.

Zagueiro-zagueiro, 33 anos, os últimos oito no modesto Nancy, da França. Olhando assim, a primeira vista, creio que todos nós diremos “Dio mio, é outro Leandro Amaro!”; mas fui buscar algumas informações e acho válido esperarmos um tempo antes de atacar a diretoria.

Revelado, mas pouco apresentado pelo Cruzeiro, ele foi para o Atlético/MG e de lá acabou se transferindo para o Nancy. Desde então jogou 208 partidas, fez 15 gols, foi expulso apenas 4 vezes e se tornou o capitão da equipe. Uma equipe quem, diga-se, nunca fez grandes campanhas, mas sempre perambulou pelo meio da tabela do Campeonato Francês.

O que mais me faz ter esperança na contratação dele, entretanto, não são os números, mas sim o caráter.

Passando por dificuldade já faz alguns anos, o seu clube perdeu seus melhores jogadores para outros grandes centros da Europa. Andre Luiz, porém ficou. E ficou até o limite. Só está de saída porque seu salário era o mais alto da equipe e o Palmeiras o procurou. Daí, como alivia a crise financeira do clube e também o dá tranquilidade, o zagueiro se mudou para o Verdão (veja o vídeo de despedida dele aqui).

Se é um bom jogador só mesmo o tempo irá dizer. Mas caráter ele tem de sobra. Já é um bom começo para uma equipe em reconstrução.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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