Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘aniversário’

Argumentos para esquecer o passado, reforçar o presente e confiar no futuro. Tem jeito melhor de comemorar nostros 101 anos, Palestrinos?

Ontem, em pleno aniversário do Verdão, o que se viu nos primeiros 45 minutos do jogo de volta válido pelas quartas-de-final da Copa do Brasil foi digno do mais animado dos parabéns a você. Quem acompanhou sabe que foi impossível não se empolgar com cada lance do primeiro tempo disputado no Mineirão.

Um time sem medo de ser ofensivo, rápido, marcando sobre pressão, tocando a bola e sendo totalmente letal dentro da área. Muito graças ao meio campo técnico formado por Zé Roberto e Robinho, mas ainda mais pela linha de frente formada por Dudu e Gabriel Jesus (com ajuda ainda oscilante de Lucas Barrios). Enquanto os meias se desdobraram entre carrinhos e passes, os dois pontas acabaram com a defesa do Cruzeiro.

No entanto, é bom salientar que houve um segundo tempo – e que os 45 minutos finais foram terríveis. Com muitos erros de passe na frente, sofremos com o que nostro time tem de pior já faz alguns jogos: a marcação. Nem Amaral nem Girotto foram competentes na cabeça de área, e nostro miolo de zaga continua batendo a cabeça de maneira clamorosa (com destaque especial para a deficiência técnica e de atenção de Jackson).

Gabriel e Victor Ramos fazem mais falta do que imaginava nostra vã filosofia…

Mas como todo dia 26 de agosto se trata de festa, o dia de ontem foi dia de celebrar. Esquecer de vez o ano maldito que tivemos no centenário, comemorar a fase de bonança da temporada atual e sonhar alto com as temporadas que ainda estão por vir. Seja pelos títulos a serem conquistados ou pela bola a ser jogada pelo menino Jesus. Enfim, nostro ano novo começou com cara de Natal.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Anúncios

Read Full Post »

Parece que quanto mais rezamos, mais assombração nos aparece, Palestrinos. Depois de achar que tínhamos exorcizado Valdivia, ele voltou a tona com força.

Talvez por estar prestes a deixar o país ou por simples vontade de aparecer, o chileno fez críticas a Paulo Nobre e Alexandre Mattos, inundou as manchetes “esportivas” e, de quebra, trouxe Marcos Assunção junto com ele. Não que quisesse de fato trazer o volante de outrora para discussão, mas, ao citar o nome do ex-companheiro em suas entrevistas, deu chance de resposta ao veterano cobrador de faltas. E foi aí que o bicho pegou.

A real é que a imprensa adora este tipo de matéria e é óbvio que as palavras do meia iriam causar. O barulho foi tanto que o assunto dominou todas as redes sociais alviverdes – além, é claro, dos já tradicionais grupos de WhatsApp. O que mais me intriga nisso tudo é: por que diabos estamos falando sobre isso?

Tanto Valdivia como Assunção são jogadores comuns e nenhum deles irá constar em nostra história gloriosa. Ajudaram dentro de campo em alguns momentos importantes do Século XXI, mas foi só isso. Pouco ou nada importa se eles brigaram, discutiram ou se mataram. Dar cartaz a esta polêmica é alimentar assunto vazio.

Ao invés de falarmos disso, por exemplo, por quê não saudamos São Marcos? Hoje nostro eterno ídolo completa 42 anos e merece todos os posts e papos de bar da nação palestrina. Seja debaixo das traves ou com o microfone na mão, Marcão sempre nos deu alegrias. Parabéns ao Santo e vida longa aos craques que já envergaram nostro manto alviverde?

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Cada um tem os ídolos que merece, Palestrinos.

Eu eu, nascido na década de 80, tenho orgulho de ter em Edmundo um dos meus. Atacante narigudo e agressivo que veio do Vasco a peso de ouro na época, ele sempre foi exatamente o que seu apelido sugere: um Animal.

Instintivo dentro e fora de campo, Edmundo foi um dos atletas em que eu mais vi a tal sede de vencer. Não pulava em dividida, não fugia de briga, nem aceitava que alguém o deixasse para trás. Rápido, habilidoso e letal com a perna direita, foi o terror de todos os zagueiros da década de noventa.

Para completar, ele foi um dos grandes símbolos do renascimento do Palmeiras. Chegou no início de 1993 – quando estávamos há 17 anos na fila – e deixou o clube em 1995, com nada menos que 5 títulos: um bicampeonato Paulista, um bicampeonato Brasileiro e uma Copa Rio-São Paulo. De quebra, foi um dos raros jogadores que souberam colocar em campo a eterna vontade das arquibancadas de jogar qualquer partida contra o Corinthians como se fosse a última de nostras vidas.

Instintivo como sempre foi, errou ao sair para o Flamengo em 1995, mas ainda voltou para nos dar alegrias em 2006. Foram 88 gols, um incontável número de dribles e mais uma balaiada de confusões (o supercílio de André Luiz que o diga), expulsões (eu lembro bem de umas 3, pelo menos) e julgamentos atabalhoados (como quando chutou uma câmera no Equador, na Libertadores/1995).

O que importa é que Edmundo é nosso. E hoje, completando 43 anos, merece os parabéns de todos que cansaram de comemorar seus feitos. Dá-lhe, Nariz! Au au au, Edmundo é Animal!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Nasci exatamente um mês e uma semana antes de o Palmeiras completar 71 anos, Palestrinos.

Perdi a fundação do Palestra Itália, perdi a sua transformação campeã em Sociedade Esportiva Palmeiras e perdi duas Academias indescritíveis até para quem as viveu. Mas, naquele 19 de julho de 1985, ganhei um amor para o resto da vida.

19 de julho, aliás, que é o Dia Internacional do Futebol. O que não quer dizer rigorosamente nada perante o dia 26 de agosto. Mas, talvez por ironia do destino, sejam esses 37 dias que nos aproximam tanto deste esporte tão apaixonante.

Futebol que nasceu para ser jogado por lordes e que, surgindo imponente, acabou dominado por todos. Futebol que chegou da Inglaterra e que, por saber ser brasileiro, se espalhou por todos os cantos. Futebol de defesas que jamais querem ser transpassadas, de fabulosas linhas e atacantes de raça. Abençoado futebol de torcidas que cantam e vibram – principalmente por nostro Alviverde inteiro.

E aí ganhei mais  até que um amor eterno. Ganhei Paulistas, Brasileiros, Rio-São Paulos, Copas do Brasil, Libertadores, Mundiais, divisões de acesso e tudo o mais. Ganhei o prazer de torcer com meu pai, meu irmão, com amigos-irmãos.

Por tudo isso, hoje é um dia Divino. Dia Santo. Dia de Valdir Joaquim de Moraes, Leão, Waldemar Carabina, Alfredo Mostarda, Djalma Dias, Djalma Santos, Luís Pereira, Dudu, Leivinha, Servílio, Edu Bala, César Maluco, Julinho Botelho, Arce, Antônio Carlos, Cléber, Alex, Rivaldo, Oséas, Djalminha, Zinho, Tonhão, Edmundo, César Sampaio, Galeano, Evair e tantos outros craques e cabeças de bagre.

Hoje é dia de São Marcos pegar pênaltis e fazer milagres. É dia de atacantes botinudos nos redimirem, meias habilidosos criarem e de zagueiros sinistros nos derrubarem. Hoje é dia de levantar troféus e, maldito seja!, hoje é segunda – sim, segunda-feira em que vivemos uma segunda divisão pela segunda vez.

A verdade é que hoje é dia de vestir verde e mostrar orgulho por quem muitas vezes nos envergonha. Mas que nunca, jamais, repetirá o famoso bordão do também palmeirense Boris Casoy e será uma vergonha.

Parabéns, Sociedade Esportiva Palmeiras.
Parabéns, palmeirenses.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Me lembro como se fosse hoje, Palestrinos. O ano era 1993 e do alto dos meus sete anos, em pleno Palestra Itália, virei para o meu pai e constatei: “Esse 9 aí é lento, mas faz gol pra cacete, né?”.

Sim, eu era apenas um garoto. E não, eu não sabia quem era o camisa nove. Em bem da verdade, pouca gente sabia. Evair Aparecido Paulino havia sido revelado pelo Guarani e ainda bem novo partiu para a Itália, rumo a Atalanta. Quando chegaram as liras da também italiana Parmalat, em 1992, ele foi repatriado diretamente para o Verdão.

E, em bem da verdade, o começo não foi fácil. Até hoje tenho guardada uma revista do Palmeiras em que meu irmão mais velho aplicou um nariz de palhaço na foto do então treinador Nelsinho Baptista, que o deixava no banco por “questões técnicas”. Mas, depois, felizmente ficamos com a peça certa e vivemos um período de glórias.

Como esquecer a maneira que El Matador batia pênaltis? E, mais ainda, como esquecer a maneira que Evair bateu aquele pênalti em 12 de junho de 1993, quando saímos da incômoda fila?

Foram 127 gols com a camisa alviverde e muitas alegrias.
Por isso, Evair, hoje todos nós lhe desejamos um feliz aniversário.

Vida eterna ao Matador!

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Aniversário com bolo azedo, Palestrinos.

Mesmo de volta ao Pacaembu, o Verdão acabou perdendo para o Santos de virada e completou seus 98 anos em uma posição que não condiz com a nostra história. Após a partida de domingo, atingimos apenas 16 pontos em 57 disputados, foram 11 derrotas em 19 jogos (para efeito de comparação, ano passado perdemos 10 o campeonato inteiro). Perigo batendo a porta!

E, em bem da verdade, a derrota de sábado nem tem que ser tão lamentada. Perdemos um clássico, resultado comum, nada fora do normal. Anormal foi perder pontos para Lusa, Atlético/GO, Sport, Vasco (da maneira que foi), reservas do timinho… Enfim, o fato é que temos 3 jogos importantíssimos pela frente, todos na capital, e precisamos somar esses 9 pontos.

Quarta enfrentamos a Portuguesa no Canindé, domingo temos o Grêmio no Pacaembu e, na próxima quarta, receberemos o Sport, novamente no estádio municipal. Os atletas têm que se unir e reunir para que essas partidas sejam a verdadeira recuperação da equipe no ano! Nós merecemos isso.

____________________________________________________

Aliás, comentários a parte, jogamos bem na noite de sábado. O problema é que não é toda vez que nostro matador Barcos vai estar em um grande dia e irá marcar. Além disso, precisamos lembrar também que, após muitos anos, voltamos a ter goleiros mortais, que cometem lá seus deslizes… Faltas como a que originou o primeiro gol dos lambaris são totalmente desnecessárias.

(A propósito, toda e qualquer equipe que ganhasse do Santos sem a presença de Neymar, deveria somar apenas 2 pontos.)

____________________________________________________

PARABÉNS, PALMEIRAS, PELOS SEUS 98 ANOS!!!
Minha vida é você.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Caro Palestra,

Antes de qualquer coisa, meus parabéns! 110 anos não são para qualquer um. Ainda mais 110 anos bem vividos e cheios de emoção como os seus. Tantas águas brancas já passaram por debaixo desses seus jardins suspensos que me sinto no direito e na obrigação de lhe abraçar, ainda que simbolicamente.

Eu não tenho nem um quarto da sua idade – muito menos das suas glórias -, mas já compartilhei horas e horas nos teus degraus e imagino como você está se sentindo frustrado nesta data. Não pela idade (você tem fôlego para muito mais!), mas pelo momento. É tanta bagunça, tanto barulho, tanto mando sem desmando que nos faz até perder as estruturas. No seu caso, literalmente.

Mas fique tranquilo, meu velho. Verde é a cor da tua fachada, do nostro coração e, vejam só, da esperança. Aquela que, contrariando as palavras de Amaral naquele 5 a 1 diante do Grêmio pela Libertadores de 1995 (lembra?), não é a primeira que morre. Para um bom palestrino, ela jamais morre. E, mais do que cimentos e estacas, é ela quem nos faz vislumbrar um futuro melhor para a sua volta triunfal.

Em 2013, 2014, o quanto antes! Porque você faz muita falta, gigante. Não se sinta culpado pelas palavras de nostro atual Felipão, aquele que já foi genial e hoje caducou, tal qual Napoleão. Nostra fase ruim não é culpa sua. No entanto, concordo, faz agravar a sua falta. Porque até chorar de tristeza em seu cimento é mais acalentador…

Enfim, eu sei, o barulho das obras atrapalham e não quero tomar ainda mais o seu tempo. Só queria lhe dar este forte abraço e agradecer por tantas tardes, noites e madrugadas de boa companhia. Volte logo, Palestra! Volta porque você não é o Tonhão, mas faz muita falta.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Older Posts »