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Posts Tagged ‘arena barueri’

Hernán Barcos, Palestrinos, eis o nome do cara!

É notável a diferença que ele faz dentro de campo: tem um domínio, uma precisão e uma frieza fora do comum. E foi nas asas do Pirata – e nas boas defesas de Bruno – que o Verdão conquistou uma boa vitória ontem, diante do Botafogo, na lingínqua Arena Barueri.

Em bem da verdade, tivemos um primeiro tempo bastante complicado. Felipão mandou a campo um time no 4-3-3 (que, na verdade, foi um teste interessante para podermos sobreviver sem um meia de ofício) e acabamos perdendo o meio-campo para os cariocas – que complicou bastante as coisas. Mas, após o intervalo, quando Fernandinho e Obina entraram para deixar o time mais encorpado, a coisa andou bem.

Tivemos tabelas pela esquerda entre Juninho e Fernandinho, João Vitor começou a participar mais da partida e a nostra dupla de centroavantes funcionou em boa sintonia. Tanto é que Barcos fez o primeiro em bom passe de Artur e ainda mandou a segunda bola para as redes em um belíssimo gol já no final da partida, encobrindo o goleiro Jefferson – e com Obina abrindo espaço.

Já deu para perceber que esse esquema não funciona, mas, no 4-4-2 em que Fernandinho vira meia, as coisas podem ser bem melhores. Principalmente quando titulares, como Hernán Barcos, voltam e fazer total diferença.

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TROFÉU SÃO MARCOS
Bruno pegou três ótimas bolas, mas o craque da partida foi mesmo Hernán Barcos.

TROFÉU RIVALDO
Maikon Leite correu, tropeçou, errou, caiu… estava completamente perdido em campo.

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O GOL DO PRIMEIRO TEMPO
O vídeo abaixo, além das duas pinturas do Pirata, mostra também o momento mais emocionante do primeiro tempo: a bolada na orelha do bandeira. É uma daquelas coisas incríveis, que só podem acontecer dentro de um estádio de futebol. Repare na vibração da torcida e nas risadas do narrador… Foi impagável!

Parabéns ao torcedor bom de mira.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Derrota inesperada, Palestrinos.

E por mais que tenhamos perdido gols e errado na marcação, o que não me sai da cabeça é a péssima arbitragem de ontem. Dizer que ela não influiu no resultado é querer se passar por maluco! O que vimos na Arena Barueri foi uma palhaçada…

Um pênalti não marcado para o Palmeiras – quando Barcos dominou a bola na área e o zagueiro desferiu não um, mas dois toques de mão na bola – e uma penalidade ridiculamente marcada, quando Lulinha simplesmente se atirou no gramado sem nem ter sido tocado. É inadmissível!

E olha que eu achei falta, sim, no gol anulado de Obina… De quebra, o palhaço de apito na boca ainda expulsou Felipão e nos tirou Juninho do jogo do próximo domingo, em Belo Horizonte, diante do Cruzeiro.

Isso é o que acontece quando se escolhe jogar fora da sua cidade, recebendo públicos ridículos, que nem tem como pressionar um juiz cagão como este. O Brasileirão está condenado e boa parte da sua culpa é da sua arbitragem, do STJD e, claro, da CBF.

TROFÉU SÃO MARCOS
Sem Assunção, João Vitor é nostro volante que sobe mais ao ataque e tem feito bonito. Jogou muito bem domingo e ontem, merece o troféu.

TROFÉU RIVALDO
Nulo, Daniel Carvalho já me irritou tanto que eu nem vou explicar.

Ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Finalmente veio a vitória, Palestrinos!

Depois de bater na trave diante dos bambis e dos coxinhas, metemos logo 3 no horroroso time do Naútico. Que, aliás, deve figurar novamente na Série B no ano que vem, ao lado do irmão recifense e eterno inimigo Ixpórt. O fato é que, de tão tranquilo, o jogo acabou mascarando a superioridade deste time ressurgido do nada.

Porque, verdade seja dita, hoje temos um time cascudo. Jogadores que correm, suam e se esforçam para honrar a nostra camisa, muito embora estejam bem abaixo do que a nostra história merece. É gratificante ver Henriques, Artures, Juninhos e Mazinhos por todos os lados do campo, brigando por cada bola disputada.

E tudo começou naquele dia 13 de junho, no Estádio Olímpico. Que este dia fique gravado em nostrar memórias por muito tempo! O orgulho esté de volta e o Campeão do Século XX renasceu.

TROFÉU SÃO MARCOS
Melhor que Betinho’o, mas abaixo de Barco’os, nostro Eto’Obina estreou muito bem e participou de todos os gols. Naturalmente, o melhor em campo.

TROFÉU RIVALDO
Embora o time todo tenha jogado bem – reparem que até Márcio Araújo marcou! -, volto a destacar a falta de vontade e excesso de peso de Daniel Carvalho.

7.000 EM BARUERI
É isso e assim será. Enquanto a nostra diretoria mantiver os mandos de jogo em Barueri, jamais passaremos dos 10 mil torcedores – salvo um ou outro clássico ou de repente um jogo decisivo da Sul Americana. Reforço: não dá pra culpar ninguém por querer poupar R$100 entre ingresso, pedágio e estacionamento.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Decisão tomada, Palestrinos.

Após a conquista da Copa do Brasil, a Arena Barueri virou a casa oficial do Palmeiras em 2012. E isso foi ratificado ontem, quando dois dos poucos mandos de campo que ainda estavam marcados para o Pacaembu foram transferidos para lá.

“Elementar”, dirá você, a equipe nitidamente se sente a vontade jogando em terras baruerienses. Pois é verdade. O problema, meus caros, é que exceto por jogos decisivos, o público presente aos jogos – principalmente os de meio de semana – será vergonhoso.

No clássico de domingo, por exemplo, tivemos pouco mais de 8 mil pagantes. Contra o Figueirense, foi menos ainda. Domingo que vem, diante do Naútico, a promessa é de 5 mil pagantes – se chegar a isso. Na quinta seguinte, diante do Bahia então…

Daí você dirá que nada justifica. Nem a ressaca do título, nem o frio, nem o trânsito, nem os horários, nem os desfalques, nem nada. Mas, mesmo dizendo tudo isso, se você já foi até lá sabe a dificuldade que é. E não dá para simplesmente ignorar isso com discursos ufanistas.

Primeiro temos a distância. Querendo ou não, são mais de 30km para chegar a cancha da cidade (nem tão) vizinha… é algo considerável!

Segundo, os horários. Se o jogo é às 19:30, não dá tempo de chegar; se é às 21h, você pega trânsito para ir e chega em casa de madrugada; se é às 22h, então, chegar em casa só de manhã e sem transporte público – o que nos leva ao próximo ponto.

É possível chegar a Barueri de trem. No entanto, quando as partidas são transmitidas pela TV e acabam pra lá de meia noite, isso nem sempre é possível. Depende do humor da prefeitura.

Outro ponto que foi um verdadeiro tormento nas últimas partidas é o acesso ao estádio. Vias sempre congestionadas, estacionamentos caros e, claro, uma polícia sempre educada. Foi bastante comum ver portões fechados faltando menos de meia hora para o início das partidas finais da Copa do Brasil.

Assim sendo, Palestrinos, não se assustem se tivermos uma das menores médias de público deste Brasileirão. Eu sei que o aluguel em Barueri é mais barato, sei que o time pediu para jogar lá, mas o torcedor não tem nada a ver com isso. Se ir ao Pacaembu em um dia estafante de trabalho já é complicado, imagine ir até outra cidade.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Empatamos, mas saimos de campo merecendo a vitória, Palestrinos.

Porque quando se alinha um time cheio de desfalques em um clássico e ainda se perde o último dos zagueiros machucado e o melhor dos volantes expulso no início da segunda etapa, não dá para dizer que um simples empate foi justo.

Após a falha inicial de marcação – e do gol do SPFW -, o Palmeiras lutou, tentou, buscou e fez por merecer melhor sorte. Finalizamos o dobro de vezes e demos o triplo se sangue para sair de campo com os 3 pontos. Não é exagero nenhum; quem assistiu o jogo sabe!

E boa parte dessa raça demonstrada dentro de campo veio de Felipão. Nostro comandante substituiu um zagueiro por um atacante, consertou o meio após a expulsão de Henrique e, pelo visto, incentivou a equipe como nos velhos tempos. Garanto que nenhum torcedor deixou a Arena Barueri com a cabeça baixa. E isso, amigos, isso já é uma grande vitoria!

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TROFÉU SÃO MARCOS
Pelo oportunismo e por iniciar 90% das nossas jogadas de ataque, Mazinho merece o prêmio. Destaque também para Juninho e Leandro Amaro, que deve ter feito uns 12 desarmes no jogo e ainda deu o passe para o gol.

TROFÉU FABINHO CAPIXABA
João Vitor não marcou, não armou e não ajudou em nada. E quando alguém é mais inoperante que Márcio Araújo merece o prêmio inglório.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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A semana não passa, Palestrinos.

Não importa o quanto você trabalhe, estude, se mate, se ocupe… a semana não passa! E essa ansiedade genuína é digna daqueles que chegam a uma decisão tão importante.

E pouco  me importa que muitos queiram diminuir este nostro momento: só nós é que sabemos o real tamanho dele. Só nós é que sofremos e esperamos tanto por uma final deste calibre. Só nós temos a consciência do quanto esta taça pode fazer a diferença para a nostra história daqui para frente.

Quando o árbitro apitar e a bola rolar na Arena Barueri, vai estar em jogo não só a final da Copa do Brasil, mas também uma possível mudança de rumo em nostra combalida história atual.

Que Bruno esteja iluminado pelo espírito de São Marcos, que Luis Pereira se faça incorporado em Thiago Heleno, que a raça de Galeano sue a camisa de nostros volantes, que maestros como Alex, Djalminha, Da Guia e Rivaldo inspirem Valdivia, que Evair encarne em Barcos e que Felipão seja Felipão.

É quinta-feira!

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Desculpem estragar o post motivacional com este assunto, mas é um absurdo o horário do jogo ter sido mudado para às 21:50h não para a Globo transmiti-lo, mas para não concorrer com a audiência da novela. E absurso maior ainda é a nostra diretoria sequer defender o torcedor que usa o transporte público e que acorda cedo no dia seguinte.

Somos heróis, amigos, somos heróis.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma semana de altos e baixos, Palestrinos.

Após a alegria e o alívio da classificação para a final da Copa do Brasil, veio uma derrota vexatória e acachapante diante dos gambás reservas. Poderia ser somente uma oscilação, mas isso tem outro nome: vontade.

Quem assiste o Palmeiras copeiro e aguerrido da Copa do Brasil simplesmente não entende o Palmeiras desinteressado e preguiçoso do Brasileirão. E isso só pode ser vontade! Ninguém ganha uma semi-final no Olímpico e perde um clássico contra um time B jogando com o mesmo ímpeto. E isso ficou tão claro que até Felipão falou em sua entrevista pós-jogo.

É Palmeiras e Curintia, cazzo! Não pode jogar como se fosse uma pelada de esquina, mesmo que fosse uma. Isso é falta de profissionalismo e de respeito com a torcida. Mas, também, como pedir respeito dos atletas se a própria diretoria esquece de nós?

Mandar a final da Copa do Brasil em Barueri é um atentado contra a nostra massa.

Eu sei que o time pediu, que a confiança em jogar lá está em alta, mas, pelo amor de San Genaro, isso é pura superstição! Superstição que faz parte do futebol, é claro, mas que não pode guiar as decisões de um time do tamanho do nostro. Quem já foi a qualquer jogo em Barueri sabe o sufoco que é, sabe a demora, a correria, o trânsito, o tempo gasto…

Caberia a Tirone, Sampaio e Frizzo explicarem isso aos jogadores. Lembrarem a todos o tamanho da Sociedade Esportiva Palmeiras, a quantidade de títulos conquistados nas canchas do Pacaembu e do Morumbi, o quanto é pequeno ter medo de um estádio. Mas, não, a nostra diretoria não liga para os milhões que sentam-se no cimento.

Vamos nós a Barueri no domingo, diante do Figueirense, e na quinta seguinte para encarar o Coritiba. Vamos todos nós que, por um motivo ou por outro, amamos incondicionalmente o Palestra e moldamos a nostra vida para atender os seus caprichos, sucessos e insucessos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eram 27 minutos do segundo tempo, Palestrinos.

E apesar da vantagem de construída fora de casa, o gol sofrido sete minutos antes estava torturando cada palmeirense espalhado pela Arena Barueri e pelo mundo. Não era questão de otimismo ou pessimismo, era questão de trauma. Vários filmes se repetiam em nostras cabeças e era impossível não pensar no pior. Mas quando Valdivia rompeu encapetado pelo meio da defesa rival, tabelou e colocou a bola na rede, passou.

Um peso maior que o do Daniel Carvalho saiu de nostras costas. Sim, o filme havia mudado. O Palmeiras estava de volta a uma grande final!

E em meio a chuva e a cantoria daquele buraco chamado Barueri, deu para ver a satisfação no rosto de cada palestrino. Foi, sem clichê, como se aquela água toda lavasse a nossa alma e a deixasse ainda mais alviverde. Cantamos nas arquibancadas, na escadaria da saída do estádio, nas ruas, na Castello Branco, no pedágio… Ainda não paramos de cantar e vibrar.

Aliás, Luxinha e Judas30 devem estar com as orelhas quentes até agora.

E que conte aqui o lixo que é ter que ir voltar daquela cidade (foram 9h de zaga entre a ida e a volta), a safadeza do bandeira em arranjar a expulsão de Henrique e todo o mistério sobre o futuro de Valdivia. Ganhamos, mas não esqueçamos de tudo isso.

Que venha a final! Vamos para o título, Verdão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bela vitória, Palestrinos!

Sem muitos sustos, o nostro Verdão bateu o fraquíssimo Paraná Clube por 4 a 0 e chegou às quartas-de-final da Copa do Brasil. E a melhor parte é que as boas notícias da noite não pararam por aí: agora vamos pegar o igualmente frágil Atlético/PR e o caminho para as semis está mais do que livre.

Mas, quebrando um pouco o oba-oba do parágrafo anterior, ainda falta muito para sermos um time de verdade. A bola tem chegado pouco para Barcos (e Daniel Carvalho está no banco…), nostros atletas seguem intranquilos (expulsão estúpida de Henrique), Felipão segue mexendo mal (tirar o Pirata para colocar Román foi brincadeira de mau gosto) e por aí vai.

Fora isso, Mazinho foi muito bem no jogo e tem mostrado ser bastante útil, mas não é o “Messi Black” nem em piada do Rafinha Bastos. E, óbvio, não foi porque batemos em um time da série B do Campeonato Paranaense que a Arena Barueri  virou o Éden: continua sendo longe, de difícil acesso, e bastante cara (ingresso, flanelinha, pedágio).

Enfim, o caminho até a semi-final está aberto. Se não cometermos os erros idiotas dos anos anteriores, devemos chegar até lá para enfrentar Bahia ou o Grêmio do mercenário Lixosburgo. Dá pra ganhar, mas ainda há muito o que melhorar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Estamos virando azarões, Palestrinos.

Desculpem-me por já começar o post desta maneira, mas é isso o que estamos constatando há mais de uma década. É a conclusão óbvia. Seja (menos) pelos resultados dentro de campo, seja (mais) pelas atitudes fora dele, o Palmeiras está se apequenando a cada ano que passa.

E a mais recente decisão da diretoria – já criticada aqui – é o maior exemplo disso. Sem motivo relevante algum, vamos mandar jogos oficialmente em Barueri. Isso mesmo: agora o torcedor que quiser assistir aos jogos do Verdão em casa, terá que sair de sua cidade.

Repito: não existe nenhum motivo relevante para isso acontecer, nenhum!

Felipão diz que o time não se sente a vontade no Pacaembu. Claro, coitadinhos dele e dos atletas que recebem uma fortuna para jogar em um gramado em ótimas condições… Certamente foi o desconforto que fez a equipe perder a Sul-Americana para o Goiás ou empatar no sufoco com um time já rebaixado na última rodada do Paulistão.

Já a diretoria se apoia em argumentos financeiros. Afinal, a prefeitura de barueri cobra apenas 2% da renda enquanto que o Kassab cobra até 15%. A diferença é que um jogo como o de amanhã poderia reunir 20 mil torcedores no Pacaembu e agora não vai juntar nem metade disso. Faz todo o sentido, não faz?

Outros dizem que a cancha municipal é a casa da gambazada. E, em bem da verdade, tem sido mesmo – ao menos na última década. Mas é bom lembrar que sempre conquistamos títulos e glórias na Praça Charles Miller (isso inclui a década de 90). Foi lá, inclusive, que o nostro Palestra virou o nostro Palmeiras!

Portanto, amigos, não há outra explicação para essa medida do que tentar apequenar um gigante. Talvez impressionada com os fracassos dos últimos anos, com as seguidas entregadas para times sem expressão, a diretoria venha tentando transformar o Palmeiras exatamente em mais um destes azarões. E, para tal, vai mandar jogos na casa do time mais ridículo do país: o Grêmio Itinerante de Barueri/Prudente.

Parabéns, velhos malditos. Vocês estão conseguindo piorar o que já está difícil.

Siamo palestra!

ROJAS.

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