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Posts Tagged ‘assunção’

Essa é a pergunta que eu mais ouço na vida, Palestrinos.

Da minha mãe, da minha avó, da namorada, dos colegas de trabalho, do porteiro do prédio, do Papa. Eu já prometi parar de ir ao estádio, mas eu vou; já prometi não assistir mais jogos e assisto; já prometi não me abalar por qualquer jogo, mas me abalo.

E cá estou eu, puto. Como se já não bastasse trabalhar no domingo, ainda tenho que me ver meu time empatar com um outro que jogou com dois homens a menos. Isso mesmo, dois! Fizemos um a zero contra onze e conseguimos tomar o empate – e quase tomamos a virada! – com dois atletas a mais em campo.

É culpa do Felipão, que colocou o time pra frente desde o começo?
É culpa do juiz, que expulsou corretamente e ainda deu 5 minutos de acréscimo?
É culpa dos “baladeiros” Luan e Assunção, que fazem todos os lances perigosos do time?

É claro que não é deles. E não é sua, não é minha. O Palmeiras é covarde porque se apequenou em tudo. Virou filosofia de vida. A diretoria pensa pequeno, os jogadores pensam pequeno e os torcedores estão começando a pensar também. Eu mesmo, com dois a mais em campo, estava felicíssimo com aquele golzinho de diferença… É inacreditável.

Eu não queria sofrer, mas eu sofro.
Eu não queria me importar, mas me importo.
Eu queria dormir e acordar tranquilo amanhã, mas não vou.

Enquanto isso, tem gente que realmente pode mudar o Palmeiras que está comendo pizza, gargalhando e esperando mais um final de ano chegar. Bom pra eles. Porque eu, difinitivamente, ainda sofro com este time.

Per sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um empate, Palestrinos…

É o décimo em 22 jogos. Leia isso novamente: praticamente metade da nostra caminhada no campeonato terminou em empate. E aí, amigos, não existe a menor possibilidade de esperar algo a mais deste elenco. O que vimos ontem, em Curitiba, foi só mais um exemplo do que o Palmeiras tem sido no Brasileirão 2011: um time que oscila entre o bom e terrível, que cria e que vacila na mesma proporção.

Dominamos todo o primeiro tempo, fizemos uma zero e tomamos um gol de empate em um escanteio. Mas aí, com um a mais em campo, a coisa só tinha que melhorar, certo? Errado, porque até acharmos o segundo gol, também em um escanteio, éramos dominados pelo time da casa. E depois do gol perdemos chance atrás de chance até levar o empate em um lance bisonho…

Os cegos dirão que foi só azar.
Os otimistas dirão que é mais um pontinho.
Mas os realistas sabem que isso é o resumo do nostro time atual.

Só para lembrá-los, hoje estamos atrás do Fluminense, que tem um único empate em todo o campeonato! Perdeu mais que nós, mas pelo menos venceu mais também. E sabem por que? Porque o Fluminense se arrisca, pressiona, vai pra cima. O Palmeiras, empatando, tira um atacante para colocar outro…

Já disse e reintero: Felipão é gênio e deveria ficar para sempre. Mas quando nem ele confia nos atletas que tem nas mãos, o que vemos é um time acovardado e que se satisfaz com pontinhos aqui e ali.

“O Palmeiras é o time do empate, o Palmeiras é o time do amor, lêlêlê lêlêlê lêlêlê…”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É hora de pensar na vida, Palestrinos…

Mas, com quase todo o segundo turno pela frente, parece que a única coisa possível de se almejar é mesmo a vaguinha na Libertadores 2012. E boa parte disso se deve ao nostro maior problema neste ano: a falta de alguém para fazer a diferença.

Olhando o time inteiro até dá pra dizer que temos qualidade. Marcos Assunção, Valdivia, Kléber, Maikon Leite… a qualidade deles todos é inquestionável e não são tão poucas as possibilidades deles decidirem um jogo individualmente. Só que isso, infelizmente, não tem acontecido.

Dos citados, três se encontram lesionados, e Marcos Assunção, convenhamos, não deve carregar a responsabilidade de salvador da pátria. Falhou ao perder o pênalti no domingo, mas, no geral, tem rendido bem mais do que os demais – que ganham mais e jogam mais adiantados. E aí, sem eles em campo ou mal inspirados, o Palmeiras empaca e empata.

Depender de Patrick, Vinicius, Luan e Fernandão é complicado. Não que sejam ruins, pelo contrário até, os dois últimos estão inclusive salvando nostra pele nas últimas partidas. Mas não dá pro Palmeiras, com a sua grandeza, ficar dependendo de garotos e apostas.

Na minha concepção, exceto pelo jogo diante do Botafogo, quando errou feio, Felipão tem feito o melhor que poderíamos esperar deste elenco. Com outro treinador sentado no banco, provavelmente estaríamos brigando pela Sul-Americana e olhe lá…

Por isso, amigos, não me chamem de pessimista. Sou totalmente realista quando afirmo que não chegaremos ao título. Basta torcermos, apoiarmos e rezarmos para San Genaro por uma vaguinha na Liberta do ano que vem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi bonito, Palestrinos…

Em mais um exercício cívico de devoção ao Palmeiras, mais de 10 mil heróis foram ao pacaembu presenciar a vitória do Verdão por 3 a 1 (Luan, Kléber e Assunção) nesta noite. E se é verdade que o resultado não foi o suficiente para classificarmos, também é verdade que jogamos bem e saímos com a cabeça tranquila para o clássico de domingo.

Na real, a desclassificação não veio hoje, mas sim na desatenção da primeira partida. Foram dois gols sem querer do Vasco, um gol mal anulado nostro e o gol fora de casa – logo dele, o terrível Jumar – decidiu o futuro na Sul-Americana. É do jogo, acontece, temos de ter paciência. Existem noites em que não existem culpados e hoje foi uma delas.

Valdivia jogou como dele se espera, Kléber desencantou, Luan voltou a ser útil, Cicinho apoiou como sempre, Assunção voltou a ter o pé calibrado… se tivemos um defeito no jogo, foi a falta de sorte em um chute tão improvável dado da intermediária. Acontece, não é ter postura pequena, é reconhecer o mundo do futebol.

Agora, atenção: o time lutou, mas não merece aplausos. Ser desclassificado para o mistão de um time como Vasco não é motivo nenhum de orgulho.

Por isso, no domingo, espero um time tão motivado e aguerrido quanto hoje. Espero, enfim, o que todos nós esperamos: o Palmeiras em campo, com a sua grandeza e imponência de sempre! Até porque se o título parec eum sonho meio distante, a Libertadores é logo ali. Basta querer e correr.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Demorou, mas aconteceu, Palestrinos!

Não sei nem dizer há quanto tempo não tínhamos uma rodada como esta… vencer bonito dentro de casa em um dia e assistir bâmbis, gambás e lambaris perdendo no outro. A rodada só não foi totalmente perfeita porque o Flalixo venceu novamente. Mas, para quem começava a cambalear no campeonato, essas duas vitórias seguidas servem para animar e esquentar a briga pelo G4. Que venham os coxinhas!

O JOGO
Sem Kléber e Márcio Araújo, suspensos, Felipão não inventou e manteve o mesmo sistema de jogo para enfrentar o combalido Galo. Colocou Dinei na frente, João Vitor de volante e apostou no agora contratado Luan para fechar o quarteto ofensivo com Valdívia e Maikon Leite.

E foi com muita correria e passes errados que o jogo começou: disposição demais, passes errados demais, emoções de menos. Mas não demorou muito para a partida pegar fogo. Ao melhor estilo Ronaldinho-Copa 2002, Marcos Assunção bateu pra área, a bola subiu em demasia, mas encobriu com perfeição Giovanni: Verdão 1 a 0. O problema foi que, mal a bola rolou, Magno Alves girou, o chute desviou e o time visitante empatou ainda aos 15 minutos.

Daí até o final da primeira etapa o jogo ficou extremamente aberto. Valdívia brilhava de um lado, obrigando o mesmo Giovanni a fazer boas defesas, enquanto Magino Alves assustava Deola do outro. A correria, no entanto, cessou e o primeiro tempo terminou empatado.

Mas quando o relógio apontou quase que o mesmo tempo do primeiro gol, agora na segunda etapa, Luan fez o “gol do fico”. A bola rebatida sobrou na entrada da área e ele, de perna direita, desempatou para o Verdão. Daí pra frente foi um Deus nos acuda: pressão do Atlético, sufoco no Canindé. Nem quando San Genaro nos iluminou, e Patrik fez o terceiro, tivemos calmaria: de novo sofremos um gol na saída de bola.

A coisa seguiu quente até o final, mas o Canindé nos dá mesmo sorte. Verdão 3 a 2, muita disposição em campo e uma semana perfeita fora dele.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção participou dos dois primeiros gols e ainda marcou muito.

TROFÉU RIVALDO
Gerley falhou feio no segundo gol e mostrou insegurança durante a partida.

E AGORA, CAÇA-BALADAS?
E não é que os dois jogadores mais criticados da última semana decidiram a partida? Será que é porque eles não foram para a bala ou o “genial” disque-denúncia funcionou? Por San Genaro, não venham me dizer que Luan e Assunção jogaram bem porque torcedores chatospra burro os pressionaram…

REVANCHE MARCADA
É quarta-feira, às 22h, em Curitiba. O que aconteceu será lembrado por muito tempo, mas eu duvido que iremos ver algo parecido ao ocorrido no início do ano lá no Couto Pereira. A derrota pode até vir, futebol se decide dentro de campo, mas aposto que a nostra postura será totalmente diferente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem mais polêmica, Palestrinos.

A diferença agora é que nada tem a ver com a nostra diretoria, comissão técnica ou jogadores. Quer dizer, tem a ver com todos estes, mas indiretamente: ao final da partida de domingo, a já conhecida ala causadora de problemas da nostra torcida resolveu pegar no pé de Luan e de Marcos Assunção, e Felipão tomou as dores dos atletas.

Então, vamos lá, por partes.

Antes de mais nada, não faz sentido nenhum pegarem no pé desses dois jogadores por rendimento. Além deles não terem sido primordiais para a derrota, foram um dos que mais correram em campo e sofreram com a mesma coisa que toda a equipe: falta de organização.

Segundo, parte dessa crítica é dirigida e premeditada. Nem tanto no caso de Luan – que sempre sofreu por causa de seus altos e baixos -, mas no que diz respeito a Assunção, a tal de Mancha age propositalmente. Chamaram um de nostros principais jogadores de cachaceiro, sendo que ele jamais faltou a treino nenhum nem nunca deu indícios de que beba demais (e aqui cabe um belo parentêses: jogador tem direito a sair e se divertir, contanto que isso não atrapalhe seu rendimento e comprometimento em campo). Desde a discussão no aeroporto em Porto Alegre a torcida tem perseguido-o.

Longe de mim dizer que Marcos Assunção é ingênuo, já que é um dos mais experientes do elenco, mas nunca vi o nostro camisa 28 se arrastando em campo ou dando migué. Ano passado ele foi brilhante, com gols e assistências que pareciam não ter fim, e este ano não está tão bem – isso é fato. Mas não faz sentido nenhum cobrar o volante pela derrota…

Por outro lado, quando Felipão compra a briga da maneira que brigou, só atrai maior atenção para esta parcela de infelizes que dizem defender as nostras cores (olha eu aqui escrevendo sobre isso novamente). Bastava ele dizer que discordava e pronto, não precisa chamar os caras pra briga, Felipone!

No mais, é só isso que eu queria lhes dizer: abram o olho que torcidas (des)organizadas também têm ligações políticas e interesses escusos. E é claro que não me refiro a todos que lá estão. A maioria confunde a torcida com o time e se deixa levar por uma ideologia baixa, tornando-se escudo dos reais interessados.

Não caiam no conto da torcida organizada, é só o que lhes peço.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais três pontos no Canindé, Palestrinos.

Com um primeiro tempo fulminante e uma estreia animadora de Maikon Parmalat, o Verdão atropelou o alvinegro de Goiás e colocou-o onde ele merece: próximo da zona de rebaixamento. E muito embora tenhamos visto boas jogadas também no segundo tempo, o Palmeiras disperdiçou muitas chances para ampliar e golear. Mas valeu pela garra, pela vitória e pela 3ª colocação no Brasileiro.

O JOGO
Com o já famoso 4-3-3 felipônico, o Palmeiras entrou em campo claramente apostando na velocidade. Com Luan e Gabriel Silva pela esquerda mais Cicinho e Maikon Leite pela direita, a pressão começou no primeiro minuto de jogo e só parou quando o árbitro terminou a primeira etapa.

Foi assim que, aos 27 minutos, Márcio Araújo – completando 100 jogos com o manto verde – fez bela jogada pela esquerda, rolou para trás e nostro novo camisa 7 abriu o marcador. Foi assim também que, poucos minutos depois, Gabriel arrancou pela esquerda, sofreu pênalti e Marcos Assunção bateu para marcar o segundo. Na seqüência, Wellington Paulista – que, por sinal, correu e procurou jogo a todo momento – ainda meteu uma bola na trave. Mas foi só.

Veio o segundo tempo e junto com ele veio aquela acomodação natural. Lincoln – que estava distoando negativamente do restante da equipe – pediu para sair, entrou Tinga, mas o Palmeiras observou o Atlético jogar por um bom tempo. Isso até Luan e Maikon acordarem e as jogadas pelas pontas continuarem, fazendo com que perdessemos ao menos 3 boas chances.

Antes do apito final São Marcos ainda fez excelente defesa, a bola explodiu no travessão e o nostro Palestra saiu de campo ovacioando. Dois vira, dois acaba.

TROFÉU SÃO MARCOS
Apesar das várias boas atuações de ontem, Maikon Leite fica com o prêmio.

TROFÉU RIVALDO
Enquanto esteve em campo, Lincoln foi exageradamente lento, prendendo e perdendo as jogadas.

FELIPÃO EM FESTA
Tentando implantar este esquema de jogo desde o começo do ano, Felipão deve ter ficado em êxtase após a partida. Afinal, com a chegada de Maikon Milk, o time deixou de ser manco e fazer tudo pela esquerda. Os dois laterais atuaram muito bem, os dois pontas também, sem falar nas subidas providenciais de Araújo e Assunção. Com a volta de Kléber, ainda que não seja ele o camisa 9, a coisa deve melhorar ainda mais.

KLÉBER FICA!
Simples assim. Não liguem pro mimimi da imprensa.

E AGORA?
Agora temos uma semana de descanso, já que enfrentamos o América/MG apenas na quinta que vem, fora de casa. No domingo, no entanto, vem clássico diante do Santos e temosq ue aproveitar todos os desfalques das sardinhas para nos impor no Pacaembu.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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