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Posts Tagged ‘atlético goianiense’

Lá se vão dez anos, Palestrinos.

Mas parece mesmo que foi ontem. Após a trágica campanha de 2002 (com Itamar, Dodô, Alexandre e até Índio possuído pelo capeta) e do início desastroso de 2003 (tomando um senhor 7×2 para o Vitória em casa), o ano melhorou do meio para a frente. A campanha da Série B foi boa, o time esteve sólido e em nenhum momento Marcos, Magrão, Pedrinho, Edmílson e Vágner Love tiveram ameaçada a volta à elite.

Se compararmos, a situação de hoje até parece melhor. Embora limitado, nostro time está “pronto” já faz algum tempo e a base que entrará em campo amanhã, diante do Atlético Goianiense, é a mesma que jogou a Libertadores e o Paulistão. Mas, sejamos sinceros, esse cenário teoricamente melhor pode caducar se não jogarmos pra valer.

Afinal, ao contrário de 2003, este ano não há nenhum outro time-alvo. Se naquele ano havia o Botafogo, 2013 não apresenta nenhum outro. Seremos nós, e só nós, o time a ser batido. Por isso não adiante se iludir achando que ganhar de ABC, Icasa e Paysandu vai ser moleza, porque não vai, não. Vai ser osso.

Teremos muitas partidas no norte e nordeste, muitos jogos com calor e gramados acima do normal e, acima de tudo, teremos uma vontade sobre-humana por parte dos adversários. Isso sem falar que a Série B nos colocará frente a frente com pedras no sapato históricas, tais quais Sport, ASA (como esquecer?), São Caetano e o próprio rubro-negro do serrado.

A verdade é que, assim como foi até aqui, nostra camisa vai ter que jogar. E que bom que vai ser essa nova camisa, verde e branca simples, bem como é simples e linda a sua irmã reserva branca e verde. Não que precisemos da categoria de Ademir da Guia, mas a garra de Dudu e o oportunismo de César Maluco serão bem vindos. Assim como será bem vinda não a técnica, mas a aura vencedora daquela eterna Academia.

Amanhã, Palestrinos, a Segundona começa para nós pela segunda vez. E eu espero que, pela primeira vez, aprendamos não só a subir como a ser manter de onde jamais deveríamos ter saído: do topo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E o pesadelo continua, Palestrinos…

Ontem, em Goiânia, sofremos uma daquelas derrotas que são um verdadeiro balde de água fria. Fizemos um jogo parelho diante de um adversário que briga para não cair, tivemos chances de vencer e, graças a vacilos próprios – e um já tradicional da arbitragem – saímos de campo derrotados.

Não dá mais para perder pontos em jogos assim! E os de ontem foram perdidos em um verdadeiro jogo dos 7 erros.

Erro 1: Román. É inadimissível que tenhamos ido até a Argentina buscar um cara deste naipe. Achei que Felipão já havia desencanado do gringo, mas, ontem, escalou o paraguaio como “falso lateral-direito” e ele não só foi estabanado na frente como errou nos dois gols sofridos.

Erro 2: Correa. Entendo que ele tenha vindo de graça, mas, depois de 3 meses parado não dá pra meter o cara de titular. Nitidamente ficamos sem pegada no meio.

Erro 3: Valdivia. Neste caso, Felipão não tem culpa nenhuma, mas o chileno insiste neste chova-não-molha de lesão jogo sim, jogo não. Ou encostam o cara até ele estar curado ou manda esse vagabundo honrar a camisa 10.

Erro 4: Bola aérea. Entra ano, sai ano, o Palmeiras sofre com isso. Temos defensores de estatura elevada o bastante para não sofrer gols desta maneira, mas…

Erro 5: Banco. É inexistente! Exceto por uma ou outra peça, as suspensões e lesões estão nos levando a um nível desesperador de reposição. Vacilamos na janela de meio de temporada.

Erro 6: Respeitar nanicos. Isso é antigo, mas, não custa lembrar que somos o Palmeiras e que respeitar times como o Atlétiquinho é algo ridículo. Nostra postura defensiva mata.

Erro 7: Arbitragem. Pela 4a vez nas últimas 8 rodadas nos prejudicaram. Ontem foi um pênalti não marcado, minutos após termos sofrido o segundo gol. Mas a imprensa, é claro, falará apenas do gol do Santos…

Agora é tentar corrigir isso aí, esperar pela volta de quem ficou de fora e torcer por uma recuperação diante dos lambaris, no Pacaembu (aleluia, chupa Barueri!).

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Essa é a pergunta que eu mais ouço na vida, Palestrinos.

Da minha mãe, da minha avó, da namorada, dos colegas de trabalho, do porteiro do prédio, do Papa. Eu já prometi parar de ir ao estádio, mas eu vou; já prometi não assistir mais jogos e assisto; já prometi não me abalar por qualquer jogo, mas me abalo.

E cá estou eu, puto. Como se já não bastasse trabalhar no domingo, ainda tenho que me ver meu time empatar com um outro que jogou com dois homens a menos. Isso mesmo, dois! Fizemos um a zero contra onze e conseguimos tomar o empate – e quase tomamos a virada! – com dois atletas a mais em campo.

É culpa do Felipão, que colocou o time pra frente desde o começo?
É culpa do juiz, que expulsou corretamente e ainda deu 5 minutos de acréscimo?
É culpa dos “baladeiros” Luan e Assunção, que fazem todos os lances perigosos do time?

É claro que não é deles. E não é sua, não é minha. O Palmeiras é covarde porque se apequenou em tudo. Virou filosofia de vida. A diretoria pensa pequeno, os jogadores pensam pequeno e os torcedores estão começando a pensar também. Eu mesmo, com dois a mais em campo, estava felicíssimo com aquele golzinho de diferença… É inacreditável.

Eu não queria sofrer, mas eu sofro.
Eu não queria me importar, mas me importo.
Eu queria dormir e acordar tranquilo amanhã, mas não vou.

Enquanto isso, tem gente que realmente pode mudar o Palmeiras que está comendo pizza, gargalhando e esperando mais um final de ano chegar. Bom pra eles. Porque eu, difinitivamente, ainda sofro com este time.

Per sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais três pontos no Canindé, Palestrinos.

Com um primeiro tempo fulminante e uma estreia animadora de Maikon Parmalat, o Verdão atropelou o alvinegro de Goiás e colocou-o onde ele merece: próximo da zona de rebaixamento. E muito embora tenhamos visto boas jogadas também no segundo tempo, o Palmeiras disperdiçou muitas chances para ampliar e golear. Mas valeu pela garra, pela vitória e pela 3ª colocação no Brasileiro.

O JOGO
Com o já famoso 4-3-3 felipônico, o Palmeiras entrou em campo claramente apostando na velocidade. Com Luan e Gabriel Silva pela esquerda mais Cicinho e Maikon Leite pela direita, a pressão começou no primeiro minuto de jogo e só parou quando o árbitro terminou a primeira etapa.

Foi assim que, aos 27 minutos, Márcio Araújo – completando 100 jogos com o manto verde – fez bela jogada pela esquerda, rolou para trás e nostro novo camisa 7 abriu o marcador. Foi assim também que, poucos minutos depois, Gabriel arrancou pela esquerda, sofreu pênalti e Marcos Assunção bateu para marcar o segundo. Na seqüência, Wellington Paulista – que, por sinal, correu e procurou jogo a todo momento – ainda meteu uma bola na trave. Mas foi só.

Veio o segundo tempo e junto com ele veio aquela acomodação natural. Lincoln – que estava distoando negativamente do restante da equipe – pediu para sair, entrou Tinga, mas o Palmeiras observou o Atlético jogar por um bom tempo. Isso até Luan e Maikon acordarem e as jogadas pelas pontas continuarem, fazendo com que perdessemos ao menos 3 boas chances.

Antes do apito final São Marcos ainda fez excelente defesa, a bola explodiu no travessão e o nostro Palestra saiu de campo ovacioando. Dois vira, dois acaba.

TROFÉU SÃO MARCOS
Apesar das várias boas atuações de ontem, Maikon Leite fica com o prêmio.

TROFÉU RIVALDO
Enquanto esteve em campo, Lincoln foi exageradamente lento, prendendo e perdendo as jogadas.

FELIPÃO EM FESTA
Tentando implantar este esquema de jogo desde o começo do ano, Felipão deve ter ficado em êxtase após a partida. Afinal, com a chegada de Maikon Milk, o time deixou de ser manco e fazer tudo pela esquerda. Os dois laterais atuaram muito bem, os dois pontas também, sem falar nas subidas providenciais de Araújo e Assunção. Com a volta de Kléber, ainda que não seja ele o camisa 9, a coisa deve melhorar ainda mais.

KLÉBER FICA!
Simples assim. Não liguem pro mimimi da imprensa.

E AGORA?
Agora temos uma semana de descanso, já que enfrentamos o América/MG apenas na quinta que vem, fora de casa. No domingo, no entanto, vem clássico diante do Santos e temosq ue aproveitar todos os desfalques das sardinhas para nos impor no Pacaembu.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se foi mais um final de semana, Palestrinos.

Mais um final de semana sem importância nenhuma e com um jogo que não valia nada – exceto pela chance de fazer algumas observações sobre quem vai e quem fica no elenco para 2011. Foi um final de semana que passaria desapercebido, aliás, não fosse a sonora entregada que a CBF deu a gambazada.

Assistindo episódios como o de sábado (4 impedimentos mal marcados e um pênalti ridiculamente assinalado), eu só posso ficar feliz por estarmos escalando os reservas no Andreszão 2010. Um campeonato que tem erros tão absurdos para uma só equipe, tão próximo do fim, não é e nem nunca será normal.

Por isso e pelo desempenho vergonhoso que nostros supostos reservas estão tendo (salva-se apenas Bruno, Pierre e alguns dos jovens), eu peço: nessas três últimas rodadas, escale o sub-15, Felipão!

Dane-se o que vão falar ou pensar. Dane-se se vamos influir no resultado final. Dane-se o pudicos que acreditam em “falhas de arbitragem”. Coloca a molecada pra jogar, foca na Sulamericana e vamos fazer a nostra parte.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Falar o quê, Palestrinos?

Que passamos vergonha, que perder pro lanterna em casa não dá, que jogadores como Rivaldo e Tadeu são ótimos para o XV de Piracicaba, mas não servem para o Palmeiras? Pra que dizer isso? Isso tudo seria chover no molhado.

A grande verdade é que, independente de ser aniversário do clube ou não, tomar 3 a 0 de uma equipe como Atlético/GO é algo inaceitável. Ainda mais por não ter sido uma fatalidade: o time foi pior o tempo todo e deixou bem claro que não é aquele da vitória gigantesca de quinta passada; o atual Palmeiras é o time fraco que vimos ontem e que já havíamos visto no domingo.

E o pior é que, na minha opinião, Felipão escalou o que tinha de melhor. Um 4-4-2 sem improvisação nas laterais, com Valdívia na armação e dois atacantes (minha única mudança seria Ewerthon no lugar de Luan). O problema é que a equipe simplesmente não entrou em campo. Errou passes, lançamentos, finalizações… tudo.

É claro que Kleber e Marcos Assunção fazem falta, mas fica difícil tentar entender como jogadores com a qualidade de Vitor e Tinga podem errar tanto – principalmente levando-se em conta o clima sem pressão e completamente favorável de ontem.

O fato é que finalmente me dei conta que os próximos quatro meses serão figurativos. Torço apenas para que tenhamos alegrias na Copa Sulamericana e nos clássicos. Porque, se San Genaro ajudar muito e iluminar as escolhas de Felipone, o Palmeiras de verdade vai entrar em campo de novo em 2011.

Em tempo: tomamos uma lavada em casa e só se fala na “falha” de Marcos. A imprensa é ridícula e os nostros rivais têm uma inveja que não caberia neste post. Habemus, São Marcos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sejamos honestos, Palestrinos.

O nostro time, hoje, é muito mais Santo André do que Santos. Por isso espero de coração que todos os jogadores do Verdão tenham assistido ao jogo que aconteceu ontem no Pacaembu e reparado muito mais nos “Rômulos” do que nos “Gansos”.

Afinal de contas, se é verdade que temos no máximo três jogadores que podem resolver um jogo sozinhos, é também verdade que temos mais de vinte que podem fazer a diferença se estiverem ligados e afim de suar pra valer em cada partida.

Claro que somos feitos de Cleitons, Marcos e Diegos, mas o fato é que dependemos muito mais de Pierres, Edinhos e Roberts. E precisamos entender que isso não necessariamente é ruim. Não é o fim do mundo ter o elenco que temos hoje; basta olhar os demais elencos do país.

Portanto, caros jogadores, quando entrarem em campo diante do Atlético neste quarta, eu peço apenas sejamos mais Ramalhão e menos Peixe. Pela vaga na Copa do Brasil e pelo bem do Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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