Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘atlético’

Eram jogados 15 minutos do segundo tempo, Palestrinos.

O Palmeiras havia empatado o jogo pouquíssimo tempo antes, mas, para quem assistia o jogo, a chegada da derrota já parecia inevitável. Nós, nos defendendo recuadíssimos e expostos; eles pressionando e com mais meia hora de jogo pela frente. Sendo sincero, o gol de Dátolo até demorou pra sair.

Assim foi ontem e assim tem sido já faz algum tempo: nós não nos surpreendemos mais com os maus resultados. E isso é grave, muito grave.

Acompanhar jogos do Palmeiras tem sido um martírio para quem ama o time de verdade. Pouco importa se a partida é em casa ou fora, contra quem é o jogo, nem mesmo a posição do adversário na tabela; a certeza é de futebol ruim e dificuldades até o fim.

Não estou falando isoladamente sobre ontem – nem mesmo sobre o ano de 2014 -, estou falando de anos e anos desta desgraça. Desde o Brasileirão de 2009 nós não vemos o Palmeiras jogar um futebol aceitável. Faz cinco anos que entramos no maior campeonato nacional para lutar pelo meio da tabela ou contra o rebaixamento! E isso sendo realista, sem exagero nenhum.

A derrota ontem era tão inevitável que qualquer um de nós sabíamos que era questão de tempo. Fábio, Lúcio e Vitor Luis eram oásis de vontade e milagres em meio a um catado que não conseguia trocar mais de três passes seguidos dentro de campo. Olhar a displicência de Wesley, a sonolência de Menezes, a postura assustada de Renato e a já tradicional má vontade de Leandro é assassinar um domingo das nostras vidas. O Dia dos Pais virou dia da ira.

E que fique aqui bem claro que a culpa não é de Gareca ou da maioria dos atletas: quem montou essa monstruosidade que está em campo foi a diretoria. Estamos jogando a Série A com um time inferior ao da Série B.

E assim seguimos a 8 jogos sem vencer, a 1 ponto do rebaixamento e com dois jogos complicadíssimos pela frente (SPFW e Sport). Ou o time trabalha pra valer esta semana e vence no domingo, ou podemos nos preparar para o pior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Anúncios

Read Full Post »

O Palmeiras jogou bem, mas…

… jogou com o time reserva.
… deu azar.
… o goleiro pegou tudo.
… foi prejudicado pela arbitragem.
… falhou quando não podia.
… teve muitos desfalques.
… perdeu muitos gols.
… errou muitos passes.

Que atire a primeira pedra quem aqui nunca soltou uma das frases acima nos últimos 3 meses. E, embora elas quase sempre sejam verdade, não dá mais para ser o time do “mas”. Desde que o Brasileiro começou temos muitos poréns e poucas certezas.

Na situação que estamos isso é um verdadeiro tiro no pé. Temos 13 derrotas e apenas 5, eu disse CINCO, vitórias em 23 rodadas, é algo inadmissível até para os padrões de um Atlético Goianiense! Somos o Palmeiras, se lembram? Temos ainda 15 rodadas pela frente e, para fazer uma conta bem clara, 8 vitórias nos salvam da degola.

Chega de mas, poréns, contudos e todavias. Vamos nos erguer, Palmeiras! Contra tudo, contra todos e contra qualquer estatística que, hoje, pareça uma certeza. Na quarta tem outra final; pra cima do Vasco!

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

E o pesadelo continua, Palestrinos…

Ontem, em Goiânia, sofremos uma daquelas derrotas que são um verdadeiro balde de água fria. Fizemos um jogo parelho diante de um adversário que briga para não cair, tivemos chances de vencer e, graças a vacilos próprios – e um já tradicional da arbitragem – saímos de campo derrotados.

Não dá mais para perder pontos em jogos assim! E os de ontem foram perdidos em um verdadeiro jogo dos 7 erros.

Erro 1: Román. É inadimissível que tenhamos ido até a Argentina buscar um cara deste naipe. Achei que Felipão já havia desencanado do gringo, mas, ontem, escalou o paraguaio como “falso lateral-direito” e ele não só foi estabanado na frente como errou nos dois gols sofridos.

Erro 2: Correa. Entendo que ele tenha vindo de graça, mas, depois de 3 meses parado não dá pra meter o cara de titular. Nitidamente ficamos sem pegada no meio.

Erro 3: Valdivia. Neste caso, Felipão não tem culpa nenhuma, mas o chileno insiste neste chova-não-molha de lesão jogo sim, jogo não. Ou encostam o cara até ele estar curado ou manda esse vagabundo honrar a camisa 10.

Erro 4: Bola aérea. Entra ano, sai ano, o Palmeiras sofre com isso. Temos defensores de estatura elevada o bastante para não sofrer gols desta maneira, mas…

Erro 5: Banco. É inexistente! Exceto por uma ou outra peça, as suspensões e lesões estão nos levando a um nível desesperador de reposição. Vacilamos na janela de meio de temporada.

Erro 6: Respeitar nanicos. Isso é antigo, mas, não custa lembrar que somos o Palmeiras e que respeitar times como o Atlétiquinho é algo ridículo. Nostra postura defensiva mata.

Erro 7: Arbitragem. Pela 4a vez nas últimas 8 rodadas nos prejudicaram. Ontem foi um pênalti não marcado, minutos após termos sofrido o segundo gol. Mas a imprensa, é claro, falará apenas do gol do Santos…

Agora é tentar corrigir isso aí, esperar pela volta de quem ficou de fora e torcer por uma recuperação diante dos lambaris, no Pacaembu (aleluia, chupa Barueri!).

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Mais um jogo, mais uma derrota, Palestrinos.

Dessa vez em casa, contra o fraquíssimo Atlético Mineiro. E o que já foi excessão em outras épocas, hoje já nem nos assusta mais. O time marca mal, cria pouco, perde oportunidades e partidas seguidas. Mas, aparentemente, para Felipão está tudo bem: só falta sorte.

Pois bem, Scolari, o problema é mesmo sorte. O Brasileirão mal começou e já atingimos a sensacional de 4 jogos sem nenhuma vitória. De 12 pontos disputados, ganhamos um. Para piorar, nostros adversários até agora foram alguns dos mais fracos do torneio – ou perder pontos em casa para Portuguesa e Galo estão em algum script?

Sábado, após mais um vexame, nostro treinador repetiu o discurso que vem adotando há meses: o time foi bem, criou muitas oportunidades, mas falhou em momentos cruciais. Em outras palavras, deu azar. Tirone, o presidente bundão, entrou no coro e reforçou que a equipe está indo bem, mais uma vez tampando o sol com a peneira.

É o mesmo caso do clássico conto da roupa invisível do rei: ele está lá, nu, mas a corte toda finge que ele veste o mais lindo fardo do reino. Felipão está completamente perdido, mas todos preferem ignorar a situação e dizer que tudo está bem, que tudo vai dar certo… Enganem quem quiser, mas não a mim.

Pois eu digo que as coisas vão mal, bem mal no reino de Palestra Itália. E nós só passaremos pelo Grêmio se a nostra camisa pesar e a história falar mais alto. Torçamos, amigos, que é o que nos resta!

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Classificação garantida, Palestrinos.

Nem mesmo o jogo acabou e já escrevo este post. Por força do horário ridículo, da cancha ridiculamente distante e da jornada de trabalho ridiculamente extenuante, infelizmente acompanho a partida com um olho na TV e outro na tela do computador.

A partida foi mais do mesmo: pouco futebol, nenhuma inspiração, muita correria. Vencemos pela fraqueza do adversário e por alguns raros lampejos de bom futebol da nostra equipe. Pode até ser que o time meta mais cinco – repito, o jogo está andamento – mas nada mudará.

O time tem limitações, todos sabemos. Mas o que tem me chamado a atenção, no entanto, é que o Palmeiras está assim por causa do seu modo de pensar. Tanto a diretoria quanto o treinador pensam pequeno. Se um dos dois pensasse grande, ao menos, teríamos resultados melhores. Explico.

O Athletic de Bilbao é uma equipe pequena da Espanha. Só aceita jogadores bascos, o que torna tudo ainda mais difícil. Um dia, no entanto, chegou ao clube um treinador chamado Marcelo Bielsa. E, devagar, ele convenceu a todos de que aquele time não era grande, mas era grandioso. O resultado está aí, vice-campeão da Europa League.

A Universidad do Chile, ou somente La U, é uma equipe forte no Chile. E nada mais. No entanto, a diretoria apostou em um treinador estudioso e, juntos, fizeram uma equipe com padrão. Eles não tem mais elenco que o Palmeiras; no entanto, aposto, venceriam 9 de 10 jogos contra este Palmeiras.

Diretorias vitoriosas criaram outras equipe vencedoras, outros treinadores também. Estes são apenas dois exemplos atuais. Mas exemplos que mostram que estamos errados demais. Nostra diretoria pensa pequeno, é pequena, é medrosa; e Felipão também pensa pra trás, se exime de culpa, defende-se em tudo.

Com esta combinação, amigos, não vamos a lugar nenhum. Precisamos de um louco, ansiamos por um Bielsa.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

O resultado não foi de todo o mal, Palestrinos.

Principalmente levando-se em conta que empatamos com gols na “casa” do adversário, o 2×2 diante do Patético Paranaense foi razoável. O jogo teve dois tempos completamente distintos – o primeiro deles, o segundo nosso – e só não passou deste resultado por causa da limitação técnica das duas equipes.

Os pontos positivos ficaram por conta da bela atuação de Barcos (que estava devendo), pelas ótimas entradas de Maikon Leite e Luan (velocidade pelos lados do campo é sempre a saída) e pela reação de Valdívia ao xingar o técnico imbecil que tentou agredi-lo (que seja suspenso por alguns jogos, ao menos). O negativo ficou por conta de toda a nostra defesa: a dupla de zaga fica clamorosamente fraca sem Henrique, os laterais tomaram bola nas costas o jogo todo e os volantes – principalmente Márcio Araújo – ficaram perdidos.

Agora, verdade seja dita, a arbitragem foi nojenta. A começar pelo impedimento mais do que claro de Guerrón bem na fuça do bandeira, passando pelo pênalti escandaloso em João Vitor e terminando na inversão de faltas que favoreceu o time deles o tempo todo. Existem erros e erros – eu sei -, mas alguns só podem ser mal intecionados.

No jogo de volta, semana que vem, cravo que passaremos de fase mesmo sem a presença de Barcos. E não será difícil, até porque eles terão que atacar e tem uma equipe mais limitada que meu cartão de crédito. Meu outro palpite é que, mesmo em um horário bisonho, nostra torcida irá comparecer em bom número em Barueri e incentivar o Verdão rumo às semi-finais. Pode cobrar depois.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Bela vitória, Palestrinos!

Sem muitos sustos, o nostro Verdão bateu o fraquíssimo Paraná Clube por 4 a 0 e chegou às quartas-de-final da Copa do Brasil. E a melhor parte é que as boas notícias da noite não pararam por aí: agora vamos pegar o igualmente frágil Atlético/PR e o caminho para as semis está mais do que livre.

Mas, quebrando um pouco o oba-oba do parágrafo anterior, ainda falta muito para sermos um time de verdade. A bola tem chegado pouco para Barcos (e Daniel Carvalho está no banco…), nostros atletas seguem intranquilos (expulsão estúpida de Henrique), Felipão segue mexendo mal (tirar o Pirata para colocar Román foi brincadeira de mau gosto) e por aí vai.

Fora isso, Mazinho foi muito bem no jogo e tem mostrado ser bastante útil, mas não é o “Messi Black” nem em piada do Rafinha Bastos. E, óbvio, não foi porque batemos em um time da série B do Campeonato Paranaense que a Arena Barueri  virou o Éden: continua sendo longe, de difícil acesso, e bastante cara (ingresso, flanelinha, pedágio).

Enfim, o caminho até a semi-final está aberto. Se não cometermos os erros idiotas dos anos anteriores, devemos chegar até lá para enfrentar Bahia ou o Grêmio do mercenário Lixosburgo. Dá pra ganhar, mas ainda há muito o que melhorar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »