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Posts Tagged ‘atlético’

Mais um jogo, mais uma derrota, Palestrinos.

Dessa vez em casa, contra o fraquíssimo Atlético Mineiro. E o que já foi excessão em outras épocas, hoje já nem nos assusta mais. O time marca mal, cria pouco, perde oportunidades e partidas seguidas. Mas, aparentemente, para Felipão está tudo bem: só falta sorte.

Pois bem, Scolari, o problema é mesmo sorte. O Brasileirão mal começou e já atingimos a sensacional de 4 jogos sem nenhuma vitória. De 12 pontos disputados, ganhamos um. Para piorar, nostros adversários até agora foram alguns dos mais fracos do torneio – ou perder pontos em casa para Portuguesa e Galo estão em algum script?

Sábado, após mais um vexame, nostro treinador repetiu o discurso que vem adotando há meses: o time foi bem, criou muitas oportunidades, mas falhou em momentos cruciais. Em outras palavras, deu azar. Tirone, o presidente bundão, entrou no coro e reforçou que a equipe está indo bem, mais uma vez tampando o sol com a peneira.

É o mesmo caso do clássico conto da roupa invisível do rei: ele está lá, nu, mas a corte toda finge que ele veste o mais lindo fardo do reino. Felipão está completamente perdido, mas todos preferem ignorar a situação e dizer que tudo está bem, que tudo vai dar certo… Enganem quem quiser, mas não a mim.

Pois eu digo que as coisas vão mal, bem mal no reino de Palestra Itália. E nós só passaremos pelo Grêmio se a nostra camisa pesar e a história falar mais alto. Torçamos, amigos, que é o que nos resta!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Classificação garantida, Palestrinos.

Nem mesmo o jogo acabou e já escrevo este post. Por força do horário ridículo, da cancha ridiculamente distante e da jornada de trabalho ridiculamente extenuante, infelizmente acompanho a partida com um olho na TV e outro na tela do computador.

A partida foi mais do mesmo: pouco futebol, nenhuma inspiração, muita correria. Vencemos pela fraqueza do adversário e por alguns raros lampejos de bom futebol da nostra equipe. Pode até ser que o time meta mais cinco – repito, o jogo está andamento – mas nada mudará.

O time tem limitações, todos sabemos. Mas o que tem me chamado a atenção, no entanto, é que o Palmeiras está assim por causa do seu modo de pensar. Tanto a diretoria quanto o treinador pensam pequeno. Se um dos dois pensasse grande, ao menos, teríamos resultados melhores. Explico.

O Athletic de Bilbao é uma equipe pequena da Espanha. Só aceita jogadores bascos, o que torna tudo ainda mais difícil. Um dia, no entanto, chegou ao clube um treinador chamado Marcelo Bielsa. E, devagar, ele convenceu a todos de que aquele time não era grande, mas era grandioso. O resultado está aí, vice-campeão da Europa League.

A Universidad do Chile, ou somente La U, é uma equipe forte no Chile. E nada mais. No entanto, a diretoria apostou em um treinador estudioso e, juntos, fizeram uma equipe com padrão. Eles não tem mais elenco que o Palmeiras; no entanto, aposto, venceriam 9 de 10 jogos contra este Palmeiras.

Diretorias vitoriosas criaram outras equipe vencedoras, outros treinadores também. Estes são apenas dois exemplos atuais. Mas exemplos que mostram que estamos errados demais. Nostra diretoria pensa pequeno, é pequena, é medrosa; e Felipão também pensa pra trás, se exime de culpa, defende-se em tudo.

Com esta combinação, amigos, não vamos a lugar nenhum. Precisamos de um louco, ansiamos por um Bielsa.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O resultado não foi de todo o mal, Palestrinos.

Principalmente levando-se em conta que empatamos com gols na “casa” do adversário, o 2×2 diante do Patético Paranaense foi razoável. O jogo teve dois tempos completamente distintos – o primeiro deles, o segundo nosso – e só não passou deste resultado por causa da limitação técnica das duas equipes.

Os pontos positivos ficaram por conta da bela atuação de Barcos (que estava devendo), pelas ótimas entradas de Maikon Leite e Luan (velocidade pelos lados do campo é sempre a saída) e pela reação de Valdívia ao xingar o técnico imbecil que tentou agredi-lo (que seja suspenso por alguns jogos, ao menos). O negativo ficou por conta de toda a nostra defesa: a dupla de zaga fica clamorosamente fraca sem Henrique, os laterais tomaram bola nas costas o jogo todo e os volantes – principalmente Márcio Araújo – ficaram perdidos.

Agora, verdade seja dita, a arbitragem foi nojenta. A começar pelo impedimento mais do que claro de Guerrón bem na fuça do bandeira, passando pelo pênalti escandaloso em João Vitor e terminando na inversão de faltas que favoreceu o time deles o tempo todo. Existem erros e erros – eu sei -, mas alguns só podem ser mal intecionados.

No jogo de volta, semana que vem, cravo que passaremos de fase mesmo sem a presença de Barcos. E não será difícil, até porque eles terão que atacar e tem uma equipe mais limitada que meu cartão de crédito. Meu outro palpite é que, mesmo em um horário bisonho, nostra torcida irá comparecer em bom número em Barueri e incentivar o Verdão rumo às semi-finais. Pode cobrar depois.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bela vitória, Palestrinos!

Sem muitos sustos, o nostro Verdão bateu o fraquíssimo Paraná Clube por 4 a 0 e chegou às quartas-de-final da Copa do Brasil. E a melhor parte é que as boas notícias da noite não pararam por aí: agora vamos pegar o igualmente frágil Atlético/PR e o caminho para as semis está mais do que livre.

Mas, quebrando um pouco o oba-oba do parágrafo anterior, ainda falta muito para sermos um time de verdade. A bola tem chegado pouco para Barcos (e Daniel Carvalho está no banco…), nostros atletas seguem intranquilos (expulsão estúpida de Henrique), Felipão segue mexendo mal (tirar o Pirata para colocar Román foi brincadeira de mau gosto) e por aí vai.

Fora isso, Mazinho foi muito bem no jogo e tem mostrado ser bastante útil, mas não é o “Messi Black” nem em piada do Rafinha Bastos. E, óbvio, não foi porque batemos em um time da série B do Campeonato Paranaense que a Arena Barueri  virou o Éden: continua sendo longe, de difícil acesso, e bastante cara (ingresso, flanelinha, pedágio).

Enfim, o caminho até a semi-final está aberto. Se não cometermos os erros idiotas dos anos anteriores, devemos chegar até lá para enfrentar Bahia ou o Grêmio do mercenário Lixosburgo. Dá pra ganhar, mas ainda há muito o que melhorar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Essa é a pergunta que eu mais ouço na vida, Palestrinos.

Da minha mãe, da minha avó, da namorada, dos colegas de trabalho, do porteiro do prédio, do Papa. Eu já prometi parar de ir ao estádio, mas eu vou; já prometi não assistir mais jogos e assisto; já prometi não me abalar por qualquer jogo, mas me abalo.

E cá estou eu, puto. Como se já não bastasse trabalhar no domingo, ainda tenho que me ver meu time empatar com um outro que jogou com dois homens a menos. Isso mesmo, dois! Fizemos um a zero contra onze e conseguimos tomar o empate – e quase tomamos a virada! – com dois atletas a mais em campo.

É culpa do Felipão, que colocou o time pra frente desde o começo?
É culpa do juiz, que expulsou corretamente e ainda deu 5 minutos de acréscimo?
É culpa dos “baladeiros” Luan e Assunção, que fazem todos os lances perigosos do time?

É claro que não é deles. E não é sua, não é minha. O Palmeiras é covarde porque se apequenou em tudo. Virou filosofia de vida. A diretoria pensa pequeno, os jogadores pensam pequeno e os torcedores estão começando a pensar também. Eu mesmo, com dois a mais em campo, estava felicíssimo com aquele golzinho de diferença… É inacreditável.

Eu não queria sofrer, mas eu sofro.
Eu não queria me importar, mas me importo.
Eu queria dormir e acordar tranquilo amanhã, mas não vou.

Enquanto isso, tem gente que realmente pode mudar o Palmeiras que está comendo pizza, gargalhando e esperando mais um final de ano chegar. Bom pra eles. Porque eu, difinitivamente, ainda sofro com este time.

Per sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais três pontos no Canindé, Palestrinos.

Com um primeiro tempo fulminante e uma estreia animadora de Maikon Parmalat, o Verdão atropelou o alvinegro de Goiás e colocou-o onde ele merece: próximo da zona de rebaixamento. E muito embora tenhamos visto boas jogadas também no segundo tempo, o Palmeiras disperdiçou muitas chances para ampliar e golear. Mas valeu pela garra, pela vitória e pela 3ª colocação no Brasileiro.

O JOGO
Com o já famoso 4-3-3 felipônico, o Palmeiras entrou em campo claramente apostando na velocidade. Com Luan e Gabriel Silva pela esquerda mais Cicinho e Maikon Leite pela direita, a pressão começou no primeiro minuto de jogo e só parou quando o árbitro terminou a primeira etapa.

Foi assim que, aos 27 minutos, Márcio Araújo – completando 100 jogos com o manto verde – fez bela jogada pela esquerda, rolou para trás e nostro novo camisa 7 abriu o marcador. Foi assim também que, poucos minutos depois, Gabriel arrancou pela esquerda, sofreu pênalti e Marcos Assunção bateu para marcar o segundo. Na seqüência, Wellington Paulista – que, por sinal, correu e procurou jogo a todo momento – ainda meteu uma bola na trave. Mas foi só.

Veio o segundo tempo e junto com ele veio aquela acomodação natural. Lincoln – que estava distoando negativamente do restante da equipe – pediu para sair, entrou Tinga, mas o Palmeiras observou o Atlético jogar por um bom tempo. Isso até Luan e Maikon acordarem e as jogadas pelas pontas continuarem, fazendo com que perdessemos ao menos 3 boas chances.

Antes do apito final São Marcos ainda fez excelente defesa, a bola explodiu no travessão e o nostro Palestra saiu de campo ovacioando. Dois vira, dois acaba.

TROFÉU SÃO MARCOS
Apesar das várias boas atuações de ontem, Maikon Leite fica com o prêmio.

TROFÉU RIVALDO
Enquanto esteve em campo, Lincoln foi exageradamente lento, prendendo e perdendo as jogadas.

FELIPÃO EM FESTA
Tentando implantar este esquema de jogo desde o começo do ano, Felipão deve ter ficado em êxtase após a partida. Afinal, com a chegada de Maikon Milk, o time deixou de ser manco e fazer tudo pela esquerda. Os dois laterais atuaram muito bem, os dois pontas também, sem falar nas subidas providenciais de Araújo e Assunção. Com a volta de Kléber, ainda que não seja ele o camisa 9, a coisa deve melhorar ainda mais.

KLÉBER FICA!
Simples assim. Não liguem pro mimimi da imprensa.

E AGORA?
Agora temos uma semana de descanso, já que enfrentamos o América/MG apenas na quinta que vem, fora de casa. No domingo, no entanto, vem clássico diante do Santos e temosq ue aproveitar todos os desfalques das sardinhas para nos impor no Pacaembu.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma vitória na conta, Palestrinos!

Agora são duas, em três jogos, o que coloca o Verdão entre os líderes do campeonato. Pode até parecer uma análise rasa e puramente otimista, mas julgando o elenco e os desfalques que temos, é um belo início de Brasileirão. É claro que ainda é cedo demais para dizer se continuaremos entre os quatro primeiros nas próximas 35 rodadas; no entanto, está de bom tamanho.

O JOGO
Marcando muito bem, mas sem contar com criatividade nenhuma no meio, o Palmeiras passou o primeiro tempo inteiro pressionando sem finalizar. As jogadas saiam naturalmente pelas laterais, com Cicinho e Gabriel Silva inspirados, mas raramente encontravam alguém disponível dentro de área.

A sensação da partida de sábado foi a mesma de sempre: a defesa segue segura, os volantes marcam bem, Kleber luta muito, mas… falta aquele passe. Patrik foi mal, Adriano foi praticamente nulo e Luan, como de costume, correu muito mais do que produziu. Falta o camisa dez, falta Valdívia.

Na segunda etapa, como era de se esperar, o Palmeiras apelou pesado para as bolas paradas. E Assunção, como sempre, foi a solução natural para o Palestra chegar ao gol. Mesmo com a entrada de Lincoln e a melhora nos passes, o gol saiu mesmo de uma bola parada.

Aos 30 minutos, escanteio para o Verdão, Kid Bengala fez o passe e Chico desviou para as redes. A partir daí o Palmeiras cadenciou a partida e o Atlético, sabendo de suas limitações, tentou um abafa sem sucesso. Mais três pontos na conta, sete no pontos no total e cinco partidas com0 cinco vitórias no Canindé.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção: marcou bem e levou perigo nas bolas paradas.

TROFÉU RIVALDO
Patrik, que está se firmando como jogador de segundo tempo.

E AGORA?
Quando o Brasileirão começou, Felipão queria 11 pontos em 5 partidas. Por enquanto a conta está batendo, com duas vitórias em casa e um empate fora. Domingo que vem temos uma partida dificílima diante do Inter, no Beira Rio, e, na seqüência, recebemos o Avaí. Dá pra sonhar até em se sair melhor do que o porgramado pelo nostro treinador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Teve jogo domingo, Palestrinos?

É parodiando nostro impagável Felipão, que eu começo este post com cara de decisão. Amanhã, no Pacaembú lotado, às 22h, estaremos todos empurrando o Verdão rumo a final da Copa Sulamericana.

Afinal, este é o torneio que nos importa este ano. E não adianta a gambazada chorar: estamos escalando a equipe reserva já faz algumas rodadas e, mesmo que não estívessemos, o problema é todo deles. Estamos nos poupando para garantir uma vaga na Libertadores e começar 2011 com mais esperança.

Até eu, que não jogo, passei por uma artroscopia no joelho direito na última sexta e me poupei de assistir o duelo diante do Atlético/MG. Amanhã, no entanto, estarei no estádio municipal para incentivar o nostro esquadrão.

Esquadrão, aliás, que deve contar com a mesma formação do primeiro jogo diante do Goiás – o que nos faz crer que vamos sofrer ao menos um pouco. Mas é assim que é, amicos, “Felipão way of life”. E não vou ser eu a duvidar de quem já ganhou tudo que podia, não é mesmo?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Já estamos na semi, Palestrinos!

Não jogamos um grande futebol, nostros principais jogadores não foram bem, mas passamos. E é isso que importa, com o Felipão é assim. Ficamos dez anos sem isso e nos desacostumamos ao sofrimento que tínhamos sempre. No entanto, é melhor sofrer e ganhar, do que não sofrer e perder.

Já estamos na semi-finais. Vai, Palestra!

O JOGO
Foram dois tempos completamente diferentes. E, ao menos no primeiro, o Palmeiras entrou pra atropelar, pressionar, ganhar a qualquer custo. Foi assim que as chances foram acontecendo até Marcos Assunção mandar um escanteio venenoso e a bola terminar nas redes do Galinho. Nostro Kid Bengala está tão azeitado que até cruzando ele mete gol!

A partir daí, e já sem Valdívia em campo, o Palmeiras quis controlar o jogo. E mesmo com o freio de mão puxado, controlávamos a partida sem maiores problemas (principalmente porque o time deles era muito ruim). Poderíamos ter feito o segundo gol ainda nos primeiros 45 minutos, mas, como não rolou, acabamos sofrendo na segunda etapa.

O grande problema, ao meu ver, é que Lincoln não serve para jogar de segundo atacante. Ele passa bem a bola, tem noção de espaço, mas não é veloz; em palavras claras é o camisa 10, não se adapta como o Valdívia consegue se adaptar. Mas, apesar dos pesares, deu tudo certo. E na base do sufoco e da raça de Danilo, Edinho e Luan saimos com a vitória.

O MELHOR
Nunca achei que iria escrever isso, mas, lá vai: Luan foi o melhor do jogo disparado. Correu, marcou, tentou, fez gol e foi importantíssimo.

O CASO VALDÍVIA
Rápido e rasteiro: eu acho que o Palmeiras deveria convocar a imprensa e dizer que ele só volta em 2011. Verdade ou não, ao menos isso iria criar um clima de paz para finalmente sabermos o que está acontecendo. Não é normal o cara ficar nesse vai e volta!

Os médicos precisam ver isso direito e da ruma posição para o Felipão, senão começa a queimar o jogador e atrapalhar a equipe.

PACAMEBÚ: LOTADO E MAL ORGANIZADO
Antes de qualquer coisa, já deixo bem claro que apoio incondicionalmente os jogos no Pacaembú. Ele fica em uma região central, dá pra chegar com qualquer meio de transportee ele comporta bom público (como os 36 mil de ontem). No entanto, é preciso se organizar melhor para a semi-final.

Claro que o fato da nostra massa não conhecer tão bem o espaço pesa, mas a diretoria precisa trabalhar melhor a organização. Desde a CET até a PM, a orientação precisa melhor. Ontem foi complicado chegar e sair de lá.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que alegria, Palestrinos!

Como se já não bastasse ter garantido o meu ingresso para o jogo de amanhã, hoje acordo e leio que a nostra massa já comprou quase 20 mil ingressos. É isso, esse é o espírito. Vamos lotar o Pacaembú e mostrar praquele time safado de Minas que não adianta o juizão querer ajudar.

A dúvida continua sendo Valdivia, mas, com as voltas de Vitor e Maurício Ramos e o elenco descansado, tenho certeza de que a vitória será nostra! E digo mais: se o Mago ainda não estiver bem, é mais prudente deixá-lo no banco e chamar Lincoln (devidamente repousado) para o jogo.

Pelo que li, vi e ouvi, todos os atletas estão focados na Sulamericana, o clima no CT está ótimo e o mata-mata fez Felipão voltar a ser o bom e velho Felipone. É amanhã, amigos! Vamos fazer essa galinha a cabidela.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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