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Posts Tagged ‘Audax’

Engana-se quem pensa que sábado ganhamos apenas do Audax, Palestrinos. Afinal, em um único dia saímos de campo seguros de termos ganho três pontos, um elenco de qualidade e um capitão atuante.

Dentro de campo, os primeiros 45 minutos foram surpreendentemente bons. A saída de bola que era torta em 2014, parece muito mais leve este ano. Tanto que em três lances seguidos, as jogadas que começaram nos pés de Victor Hugo (bela estreia), passaram por Gabriel ou Renato, chegaram em Allione e foram parar dentro da área do adversário. Duas foram pro fundo da rede graças a boas finalizações de Leandro Pereira e Robinho; já a outra Maikon Leite conseguiu colocar em órbita.

Mas, no geral, a primeira etapa serviu para mostrar um time que sabe tocar a bola e utilizar a velocidade que tem. O que, aliás, deve melhorar e muito com a entrada de Arouca, Dudu, Alan Patrick e – quem sabe – Valdivia. Grupo que nos dá a plena certeza de ter algo que não temos há muitos anos: um banco de qualidade. Com jogadores como Nathan, João Pedro, Renato e Robinho brigando para entrar na equipe, Oswaldo vai poder descansar atletas em alguns jogos menos importantes, além da óbvia briga por posição não deixar ninguém se acomodar.

Por último, o assunto que parece ter tomado da mídia desde o dia de ontem: o discurso de Zé Roberto. Noves fora o vocabulário e levada de pastor evangélico, é impossível não ter se empolgado com as palavras do nostro novo capitão. Afirmar que o Palmeiras é grande e que essa retomada passa pela entrega deste elenco foi um ponto mais do que positivo do camisa 11.

Se ele vai aguentar a correria da lateral aos 40 anos, eu não sei. Mas que faz bem ter toda essa experiência a nostro favor, isso faz.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma semana em que começamos invictos, Palestrinos.

Não mais 100%, graças ao empate de ontem, mas seguimos sem derrotas. E, ao contrário da forma bizarra com que o resultado de ontem vem sendo tratado pela imprensa, nostra campanha ainda está muito acima do esperado para um início de ano. O 1 a 1 do Pacaembu, às vésperas de um clássico, teve na verdade o poder de nos ensinar suas coisas muito importantes.

A primeira, óbvia, é a de que ainda temos muito a melhorar. Embora tenhamos de longe a melhor campanha do Paulistão, alguns pontos ainda merecem bastante atenção de Gilson Kleina e da diretoria. Ontem, por exemplo, Wendel foi mal – o que agrava ainda mais a busca por um lateral-direito que chegue para jogar de titular, bem como um reserva de qualidade para a vaga de Alan Kardec – o menino Rodolfo nunca jogou e Diogo não é centroavante. A insistência com Mazinho também está começando a ficar chata: o meia foi bem na estreia e depois não jogou mais nada – dar uma chance para Marquinhos Gabriel ou Mendieta começarem jogando não seria ruim.

O segundo aprendizado de ontem veio do próprio adversário: tocar a bola. Embora o Audax leve isso ao extremo, correndo riscos desnecessários, o fato de fazer a transição da defesa para o ataque sem dar chutões é louvável. O Palmeiras segue fazendo muito isso tanto com Wellington quanto com Lúcio, o que nos tem causado problemas. Quando Wesley não está bem (e ontem, definitivamente, ele não estava) e Valdívia cansa, ficamos reféns da velha rifada de bola. Não seria má ideia rodar mais com os jogadores de trás, tocando a bola com rapidez.

Mas, fora isso, é preciso reconhecer que estamos bem em 2014. Hoje já temos um esquema de jogo bem definido, algumas opções de qualidade no banco (logo teremos ainda Bruno César) e podemos recorrer até a nostra falha bola parada do ano passado.

Trocando em miúdos, o empate de ontem não foi o fim do mundo.Pelo contrário: mostrou que, com pequenos ajustes, podemos chegar voando no clássico de domingo e sair de campo com uma vitória que reforçaria não apenas nostros pontos na tabela, quanto o nostro psicológico. Aí, quem sabe, a imprensa reconhece que um aproveitamento de 95% merece os parabéns.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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