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Posts Tagged ‘bigode’

Luiz Felipe Scolari, Palestrinos…

Um treinador, um professor, um mestre. Confesso que, quando ele chegou ao clube, lá pelos idos de 1997, eu não imaginava que poderia durar tanto. Vínhamos de anos sob a batuta de Luxemburgo e seu futebol bonito da Era Parmalat, não seria fácil um técnico linha dura se enquadrar ao nostro padrão de qualidade.

Mas, tão logo chegou, e o senhor ranzinza de bigode logo mostrou que era vitorioso. Em seu primeiro ano pelo Verdão, pegou o time destroçado após a venda dos craques que participaram daquela campanha incrível do Paulitão dos 103 gols e o remontou a tempo de ficar com o vice-campeonato nacional. Em 1998, já com jogadores e um esquema tático que trouxe do seu amado Grêmio, montou uma equipe copeira o suficiente para vencer a inédita Copa do Brasil. E assim foi: em 99 a Libertadores, em 2000 a Copa dos Campeões e, este ano, o bicampeonato da Copa.

Um currículo invejável, sem dúvidas. Mas o que torna Felipão tão especial não são as taças, é seu comportamento. Sempre com cara de poucos amigos, nostro comandante consegue enxergar o jogo, criticar os árbitros e brigar com a imprensa sem dar mais de dois respiros. É arisco, duro, inteligente. E quando imaginávamos que sairia de mãos abanando ao final deste ano, ele ressurgiu.

Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente faz pouco tempo e, posso afirmar, minha admiração por ele apenas cresceu. É um profissional aplicadíssimo e um homem de princípios. Não vomita regras nem esnoba ninguém; apenas trilha o caminho que julga correto.

Por isso, quando o apito soar na noite desta quarta, o Palmeiras enfrentar o Botafogo pelo Brasileirão e Felipão completar 400 jogos pelo Palestra, lembremos que ali na lateral do campo não está um gênio ou um burro: esta Felipão. Obrigado, mestre!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É amanhã, Palestrinos!

E será contra tudo e contra todos. Contra as lesões, as suspensões e forçando as superstições… Quando a Sociedade Esportiva Palmeiras entrar em campo, ela jogará pela sua história, camisa e torcida.

Não teremos Barcos, não teremos Valdivia, não teremos nem Maikon Leite, mas teremos vontade. Vontade e um time motivado por Felipão, um verdadeiro mestre nestes momentos difíceis. O placar da primeira partida nos permite sonhar com o título e é isso o que faremos.

Dá para imaginar o time fechado que entrará em campo e, entrando atento, dá para imaginar também Marcos Assunção levantando o caneco ao final dos 90 minutos. E se for preciso usar a mesma camisa da Copa do Brasil de 1998, usemos; se for preciso assistir no lugar do sofá que dá sorte, assistamos; se for preciso deixar o bigode crescer, deixemos.

É amanhã, Palestrinos! E nada vai tirar isso de nós.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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