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Posts Tagged ‘bruno cesar’

Mas que joguinho larazento, hein Palestrinos?

Morno, sem opções, sem boas jogadas, sem audácia… o que vimos ontem a noite no Pacaembu foi quase um atentado ao futebol. O Palmeiras, que deveria ter entrado em campo para matar o pequeno logo de cara, foi muito mais medroso do que deveria. Enquanto isso, o Vilhena, que tinha mil motivos pra estar com medo, gostou do jogo.

E quase fez 1 a 0 em uma cabeçada marota no meio do segundo tempo! Sorte nostra que o time deles pregou fisicamente e que Bruno César resolveu tomar a liderança de um time que estava aos frangalhos. Não fosse por ele e pela providencial entrada de Marquinhos Gabriel, sofreríamos até o final dos 90 minutos.

Tudo porque o Kleina, de fato, errou. Imagino que não deva ser fácil motivar o time depois da eliminação do Paulista e que também é difícil montar esse Palmeiras sem Prass, Valdivia e Kardec, mas a escalação respeitou demais adversário de menos. Não havia necessidade de entrar com um zagueiro na lateral-direita e mais dois volantes de marcação. A falta de sangue e de vontade de Leandro e Mendieta contrastavam com a pressa e falta de técnica de Wellington, Miguel e Tiago Alves. Quando corrigiu o time, já na segunda etapa, o futebol fluiu um pouco mais.

Duas lições que ficam do duelo de ontem são claras: 1) o time precisa e deve ser mais ofensivo e 2) Bruno César pode ser mais um dos líderes deste elenco. Afinal de contas, ontem, quando a equipe começou a sentir a pressão do resultado que não vinha, foi o camisa 30 quem deu calma a equipe. Sem dúvidas, é uma boa notícia.

Mas provavelmente tenha sido a única.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vão direto para o minuto 3:10 deste vídeo, Palestrinos:

Sim, são os gols da vitória de ontem. Mas, só por agora, peço que vocês tirem o olho de Kardec e Wesley em ambos os lances. Calma que fará sentido.

No primeiro tento, desloque sua visão para o canto direito do vídeo e veja a felicidade de Tiago Alves socando o ar para comemorar. Já no segundo, fixe seus olhos no canto de baixo do vídeo e repare na vibração de Bruno César.

Não estou cravando que seremos campeões, nem tampouco que nostro time está pronto. No entanto, quando um time vibra deste jeito a cada gol marcado… é sinal de que tem coisa boa por vir.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegamos ao mata-mata, Palestrinos.

Após uma derrota por 2 a 1 na Vila Belmiro, mas chegamos. E, pra ser bem sincero, pouco importou o resultado de ontem em termos de tabela (“só” perdemos a chance de decidir uma possível final em casa diante do mesmo Santos, caso isso de fato aconteça). O principal fator do jogo de ontem foi observar como podemos render em um jogo complicado – e aí temos pontos positivos e negativos.

Os positivos vêm do setor ofensivo. Primeiro porque parece que o esquema com dois meias e dos atacantes tem tudo pra dar certo: quando temos a bola nos pés de Bruno César, Valdivia, Leandro e Kardec, as jogadas saem com muito mais qualidade do que antes. E segundo, mas não menos importante, que a opção de sacar um meia e colocar um ponta – seja ele Patrick Vieira ou Vinícius – tem se mostrado uma bela solução para momentos de pressão.

Já os pontos negativos não coincidentemente vêm da defesa. Ainda sem a presença de Wellington, Lúcio caiu demais de rendimento. Não se sabe se foi também por cansaço, mas o camisa 33 caiu muito e Tiago Alves está muito mal – até Marcelo Oliveira também tem falhado, sobretudo em bolas aéreas. E o segundo ponto, que tem tudo a ver com o primeiro, é a piora na proteção da defesa: Eguren e França não têm dado conta do recado da maneira que Oliveira e Wesley fizeram no início do campeonato.

Enfim, agora temos o Bragantino pela frente nesta quinta-feira, às 21h. E eu espero que neste dois pra lá, dois pra cá do Verdão, nostro ataque seja a melhor defesa e que a classificação se encaminhe.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Coloca mais uma vitória na conta, Palestrinos.

Dessa vez sem a mesma emoção, alegria e bom futebol de alguns bons triunfos no Estadual, mas, dadas as péssimas condições de campo e temperatura em Rondônia, ainda sim é uma vitória. O que realmente chamou a atenção foi a discrepância entre o primeiro e o segundo tempos do jogo de ontem, que evidenciaram ainda mais o atual problema deste Palmeiras: sua “bipolaridade tática”.

De um lado, a equipe jovem e veloz montada no 4-2-1-3 que começou o jogo e que vinha de bons resultados no Paulistão. Nesta formação, o time fica bastante centralizado nas ações de Valdívia pelo meio e é calcada principalmente na velocidade dos pontas – o que, no pasto do Portal da Amazônia não surtiu efeito. Muito porque nostros volantes erraram passes demais e porque nossa dupla dinâmica Vinícius &  Patrick Vieira cometeu uma dezena de erros infantis.

Do outro, a equipe mais cadenciada e técnica que atuou  no 4-1-3-2, e que melhorou o time. A linha de meias composta por Mendieta, Bruno César e Valdívia aliviou a marcação no chileno e a entrrada de Leandro deu aquela mobilidade maior no ataque. No entanto, isso funcionou contra uma equipe que estava totalmente recuada e eu duvido muito que este time tenha físico para aguentar 90 minutos .

De fato, não existe solução simples. Kleina já testou os dois times e ambos oscilaram de acordo com os jogos. O que temos de concreto até aqui, individualmente, são as péssimas atuações de Eguren e a surpreendente melhora de nostros laterais (até de Juninho!). Já no coletivo, nostra zaga andou falhando mais que o normal (por isso Prass tem aparecido muito mais) e o ataque parece mesmo precisar de uma dupla fixa para Kardec (sendo que Leandro é o nome certo para isso).

Ao meu ver, Kleina vai ter que equilibrar os lados da prancheta e montar um 4-1-2-1-2, onde França fica de primeiro homem de meio e Valdívia como meia-armador. A companhia para os dois é que vai ser um grande mistério: pode contar com Marcelo Oliveira (que precisa esperar o retorno de Welington a zaga), Josimar, Mendieta ou até mesmo de um jogador mais agudo – seja ele Bruno César ou Marquinhos Gabriel.

O problema, agora, está nas mão do nostro treinador. E eu prefiro acreditar que o nosso querido sósia do Fred Flintstone saberá o que fazer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um clássico fraco, Palestrinos.

Parece que depois daqueles 4 a 3 diante do Santos, pelo Paulistão, estamos fadados a assistir clássicos ruins e cheios de falhas. Ontem, mais uma vez, o que vimos foi um time correndo muito e pensando pouco, um elenco inteiro esperando que Marcos Assunção salvasse o jogo a qualquer momento. Mas, pasmen, tem vezes que nem ele salva.

O JOGO
Com o meio campo muito mais ligado, o Curintia começou o jogo colocando velocidade. Já o Verdão, apenas com Edinho ligado, assistia às investidas do adversário e simplesmente brigava por um contra ataque. Só que, com Lincoln nulo e Tinga novamente atrapalhado ao extremo, ficava difícil fugir dos chutões pra frente.

Daí, quando um chute despretecioso desviou em Assunção e entrou no cantinho de Deola, nostra equipe mostrou um problema crônico: se Valdívia não joga, ninguém cria. E mesmo com a entrada do Mago após o intervalo, o que vimos foi uma total falta de criatividade. Rivaldo e Luan trombavam pela esquerda, Tinga e Patrik na direita, Kléber brigava sozinho no ataque…

Foi triste. E mais uma vez perdemos um jogo que dava pra ter ganho.

O MELHOR E O PIOR
Melhor, na minha opinião, foi ver a vontade de Edinho. Pior, de novo e de novo e de novo, foi ver a inoperância e os erros infantis de Rivaldo.

É QUARTA-FEIRA!
Agora é Sulamericana e só Sulamericana. Nem quero mais falar de Campeonato Brasileiro. Portanto, quarta tem decisão diante do Atlético, em Minas, e a tradição manda se matar pela vitória. É o que nos resta, Verdão, vamos pra cima.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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