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Posts Tagged ‘Canindé’

Perder de 3 a 0 para a Lusa é inadmissível, Palestrinos.

E aí não adianta falar que poderia ter ganho o jogo no primeiro tempo, que o zagueiro escorregou na hora errada, que a bola rebateu e entrou porque demos azar. Quando você toma 3 gols de um time como a Portuguesa em xx minutos, nada exime a equipe desta vergonha.

Tivesse sido apenas uma noite ruim, um resultado atípico, não seria tão grave. Mas quando um time que está na zona do rebaixamento, perdendo jogo atrás de jogo, é humilhado por um concorrente direto pelo descenso a coisa fica extremamente séria.

Entendam: estamos correndo riscos reais de rebaixamento. Nem venham me dizer que ainda temos 18 rodadas… o risco é real, sério e preocupante. Tá na hora de reagir!

E que fique claro que pouco importa se este mesmo elenco foi campeão há pouco tempo. Não adianta correr por uma taça e se recostar nas outras disputas. Este time perdeu ponto para os menores clubes da divisão e, agora, vai ter que se mostrar grande a força.

Chega de vagabundo batendo cabeça, tomando amarelo bobo e dando migué no departamento médico! Não dá mais. Ou você fala sério com estes vagabundos, Felipão, ou vamos sofrer muito ainda este ano.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Argumentos levianos, Palestrinos, até quando?

O da vez veio da boca de Luiz Felipe Scolari, nostro amado Felipão. Segundo ele, a equipe não se sente confortável ao jogar no Pacaembu e, por causa disso, pediu para a diretoria voltar a mandar jogos em Barueri, no Morumbi e até no Canindé. Lamentável!

É claro que nós, os torcedores, preferíamos estar frequentando o bom e velho Palestra Itália. Isso nunca esteve em discussão. Mas acreditar que o time não vence como mandante porque está jogando no estádio municipal é a mesma coisa que acreditar que foram as meias brancas que nos fizeram sair da fila em 1993.

O Palmeiras vai mal como mandante porque não sabe agredir o adversário. Porque entra com 3 volantes, porque os laterais ficam inibidos pelo medo de uma bola nas costas, porque o meia fica sobrecarregado, porque Barcos já virou referência para a zaga adversária… Enfim, vamos mal como donos da casa porque temos medo.

E isso, amigos, é trabalho do Felipão. Isso e definir como a equipe joga, treiná-la, incentivá-la, fazer o melhor que pode dentro de campo. Nunca fora dele. Porque, caso Scolari fosse torcedor, ele saberia o perrengue que é voltar de um jogo marcado para às 22h na Arena Barueri ou tentar chegar às 19:30 no Canindé.

Lá vamos nós, os da arquibancada, sofrer duplamente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma derrota, Palestrinos…

Mais uma derrota em mais uma rodada ridícula, monótona e sem vibração. Um verdadeiro espelho do catado que tem entrado em campo vestindo o nostro manto verde. O que vimos sábado, no Canindé, foi mais do mesmo; mais do mesmo complexo de vira-latas que nos atingiu em cheio na última década e mais especificamente neste segundo turno de Brasileiro.

Não temos um elenco pior que o do Atlético/GO, do Coritiba, do Figueirense, nem mesmo pior que o do Botafogo. No entanto, com o racha que temos na relação treinador-alguns jogadores e com a má vontade que o time tem entrado em campo, nos aproximamos do América/MG.

Aliás, pouquíssimo me importa neste momento que após o episídio João Vitor alguns atletas e Felipão tenham se estranhado. O Palmeiras paga bons salários, em dia, todos os meses para que qualquer profissional de caráter entre em campo a fim de fazer o seu trabalho da melhor maneira possível. Se falta ânimo pela situação, deveria sobrar vontade pelo profissionalismo.

Precisamos de 4 pontos em 7 duelos e a situação não é tão simples quanto parece. Com a má vontade que temos visto, não será nem um pouco fácil tirar pontos de Atlético/MG, Grêmio e Bahia fora, nem de Coritiba e Vasco em casa. Isso sem falar nos dois últimos clássicos do campeonato… O rebaixamento, antes impensável, começou a se tornar bizarramente possível.

Ou o Palmeiras muda a postura ou teremos que mudar o hino. “Quando surge o Alviverde impotente…”

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DIRETAS JÁ!
Hoje, às 18h, tem movimento pró-Diretas Já em frente a Academia de Futebol, na Barra Funda. Mais uma oportunidade de mostrarmos a este bando de velhos sanguessugas que os 15 milhões de torcedores deste lado jamais se deixarão levar pelos mesmos 15 safados que se revezam no poder. Quem puder ir, por favor, vá.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma rodada e mais um empate, Palestrinos.

É o de número 13 em 27 rodadas, um recorde absoluto. E o pior: desta vez foi diante do lanterna do campeonato, em casa e sem nem ao menos ter merecido vencer. Daí, obviamente, o domingo amanheceu com pichações nos muros do Palestra, com boneco em chamas, com aqueles protestos clássicos e cada vez mais rotineiros.

Ao ficar sabendo disso, Felipão foi enfático: “Estão gastando tinta, nada vai mudar”. Pois eu acho que o nostro comandante tem, mais uma vez, toda a razão: estamos todos gastando tinta.

Está gastando tinta quem picha o muro, está gastando tinta quem ainda tem esperanças de que vamos a algum lugar em 2011 e estou gastando tinta também eu, de estar me lamentando aqui nestas mal escritas e tortas linhas de um blog melancólico e apaixonado.

Hoje, ao chegar no trabalho, gastei uma meia hora vendo gols e jogos das últimas duas déacadas. As Libertadores, o golaço de Alex com dois chapéus nos bâmbis, aquele 4×2 no Flamengo pela Copa do Brasil/99, aquele outro gol lindíssimo de César Sampaio fazendo fila no Morumbi, o Paulistão de 1996… é saudosista, eu sei, mas me fez bem.

É sempre bom lembrar que torcemos para o Campeão do Século XX. Para a Sociedade Esportiva Palmeiras. Para o Verdão multicampeão e vitorioso desde os tempos de Palestra. Mas, talvez, eu esteja aénas gastando tinta.

Siamo Palmeiras!

ROJAS.

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Faço minhas as palavras de São Marcos, Palestrinos.

“Seria melhor termos perdido para o Coritiba e ganhado do Grêmio, do que ter empatado os dois jogos”. É claro que a obviedade de fazer três pontos ao invés de dois se faz flagrante, mas a declaração de nostro santo arqueiro vai um pouco além: ele se refere à necessidade de vencer. O Brasileirão é assim, já que o que desempata times com a mesma pontuação é o número de vitórias. E se na quarta-feira empatamos por culpa do árbitro, sábado foi por nostra própria incompetência.

O JOGO
A partida pode ser resumida em uma frase: o Grêmio veio segurar o empate e o Palmeiras não fez por merecer a vitória. Em um 4-4-2 torto, que colocava Patrik no lugar de Luan, o Palmeiras foi a campo sabendo que precisava improvisar para vencer. Era dia de uma jogada improvável de Valdívia, um chute bem dado por Assunção, de uma jogada diferenciada de Kléber; no entanto, nenhum deles fez o que se esperava.

No primeiro templ, inclusive, mais sofremos do que levamos perigo. Todas as bolas paradas do time visitante eram motivo de perigo e Marcos sofreu pra segurar o zero no placar com socos e defesas providenciais. É justo dizer que Valdívia tentou, driblou e deu bons passes, mas o restante do time (exceto por Cicinho, que fez boa partida) estava apático demais.

Veio a segunda etapa, entrou Dinei e o Verdão começou a pressão que estava faltando. Tivemos chances em bom chute do Mago, em cruzamento que Patrik jogou pra fora, em outro bom arremate do camisa 40 que parou em Victor e em arremate de Dinei travado pela defesa.

A verdade é que parece muito, mais foi pouco para quem jogava em casa. Precisamos atacar e chutar mais, senão o zero continuará persistente em nostro placar.

TROFÉU SÃO MARCOS
Cicinho atacou, defendeu e ainda compensou a fraca atuação de Patrik na direita.

TROFÉU RIVALDO
Kléber decepcionou demais. Apesar da luta tradicional, não tentou um drible e também deixou de arrematar em gol quando teve a chance.

A FALTA QUE FAZ O CAMISA 9
Se até Dinei faz a diferença quando está em campo, imaginem o que não faria um belo centroavante com a nostra camisa 9…

E AGORA?
Agora temos uma seqüência de duas partidas com o Vasco: uma nesta quinta-feira, pela Sil-Americana, e outra no domingo, pelo Brasileirão. Os dois embates serão em São Januário e Felipão deve poupar alguns jogadores no jogo deste meio de semana. Eu, pessoalmente, acho que tem que jogar todo mundo sempre, o Palmeiras precisa ser forte no torneio que for.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Goleada, Palestrinos!

Eu nem me lembro quando foi a última vez que metemos cinco gols em algum adversário, mas a sensação foi relembrada ontem a tarde e eu garanto que é ótima. Jogamos bem, nos impusemos diante de uma equipe inferior e finalmente conseguimos transformar a maioria das oportunidades criadas em gol. Aliás, se tivéssemos caprichado um pouco mais, o placar teria terminado em oito. Mas não vamos reclamar: a tão famosa festa junina da Portuguesa contagiou o time de Felipão e o arraial foi bão demais!

O JOGO
Melhor desde o primeiro toque na bola, o Verdão teve um primeiro tempo quase perfeito. Trocou passes em velocidade, tabelou e construiu grandes lances pelos lados do campo, através de Cicinho e Luan. Só não digo que foram 45 minutos perfeitos porque o gol demorou e saiu apenas aos 18 minutos: após escanteio cobrado por Assunção, Lincoln fechou no segundo pau, mas foi o zagueiro adversário quem meteu pra dentro.

Três minutos depois, em belíssima jogada de nostro lateral-direito, Luan fechou pelo meio e bateu conscientemente cruzado para ampliar. Com 2 a 0 no marcador, o Palmeiras tocava e a bola e chegava em velocidade. Lincoln perdeu duas boas chances dentro da área, até que, aos 40 minutos, novamente Luan chegou pela esquerda e, contando com nova ajuda da defesa, fez o terceiro do Verde. As coisas pareciam satisfatórias, mas o Verdão queria mais: antes do apito final, Kleber recebeu na entrada da área, se livrou da marcação e bateu com perfeição no ângulo. Final de primeiro tempo e quatro a zero pro Palestra.

Veio a segunda etapa e o time claramente entrou para tocar a bola e se desgatar menos. Wellington Paulista, que tinha tudo para se consagrar, perdeu duas boas oportunidades e ,ereceu ser sacado para a entrada de Chico. E antes de Patrik e Dinei também entrarem em campo, Lincoln sofreu pênalti para o Gladiador fazer o terceiro dele e o quinto do Limão Mecânico na partida.

Vitória para calar, animar e nos deixar com a certeza de que o campeonato promete.

TROFEU SÃO MARCOS
Ele, de novo ele: Luan. Dois gols, belas jogadas pela esquerda e a heroica missão de suportar o fardo chamado Rivaldo.

TROFEU RIVALDO
Como, infelizmente, o camisa 13 não pode ser eleito, fico com Wellington Paulista. Em um jogo onde o time faz cinco e o centroavante não faz nenhum, tem coisa errada.

A DIFERENÇA ENTRE O CERTO E O ERRADO
É claro que eu adoraria que São Marcos tivesse batido o pênalti e marcado seu primeiro gol com o nostro manto sagrado, Palestrinos. Mas a sua negativa e ainda mais a sua justificativa, revelam um cara com tanto caráter que eu julgo que ele acertou em cheio.

Já Kleber, por mais que esteja de saco cheio de um presidente estúpido como o nostro, não pode desabafar daquele jeito em meio a 50 repórteres sedentos por notícia ruim. Não sei se ele percebeu, mas num jogo onde metemos cinco, os comentários ficaram só em cima das declarações dele. Falta pensar e admirar o exemplo dado por Marcos.

E AGORA?
Com Felipão radiante, o Palmeiras conseguiu 11 pontos em 15 conquistados. Vá lá que os empates diante de Cruzeiro e Inter poderiam ter sido vitórias, mas a conta está fechando bonito. Agora temos o Ceará fora de casa e o Atlético/GO no Canindé e eu vejo boas possibilidades de mantermos a bela campanha.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma vitória na conta, Palestrinos!

Agora são duas, em três jogos, o que coloca o Verdão entre os líderes do campeonato. Pode até parecer uma análise rasa e puramente otimista, mas julgando o elenco e os desfalques que temos, é um belo início de Brasileirão. É claro que ainda é cedo demais para dizer se continuaremos entre os quatro primeiros nas próximas 35 rodadas; no entanto, está de bom tamanho.

O JOGO
Marcando muito bem, mas sem contar com criatividade nenhuma no meio, o Palmeiras passou o primeiro tempo inteiro pressionando sem finalizar. As jogadas saiam naturalmente pelas laterais, com Cicinho e Gabriel Silva inspirados, mas raramente encontravam alguém disponível dentro de área.

A sensação da partida de sábado foi a mesma de sempre: a defesa segue segura, os volantes marcam bem, Kleber luta muito, mas… falta aquele passe. Patrik foi mal, Adriano foi praticamente nulo e Luan, como de costume, correu muito mais do que produziu. Falta o camisa dez, falta Valdívia.

Na segunda etapa, como era de se esperar, o Palmeiras apelou pesado para as bolas paradas. E Assunção, como sempre, foi a solução natural para o Palestra chegar ao gol. Mesmo com a entrada de Lincoln e a melhora nos passes, o gol saiu mesmo de uma bola parada.

Aos 30 minutos, escanteio para o Verdão, Kid Bengala fez o passe e Chico desviou para as redes. A partir daí o Palmeiras cadenciou a partida e o Atlético, sabendo de suas limitações, tentou um abafa sem sucesso. Mais três pontos na conta, sete no pontos no total e cinco partidas com0 cinco vitórias no Canindé.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção: marcou bem e levou perigo nas bolas paradas.

TROFÉU RIVALDO
Patrik, que está se firmando como jogador de segundo tempo.

E AGORA?
Quando o Brasileirão começou, Felipão queria 11 pontos em 5 partidas. Por enquanto a conta está batendo, com duas vitórias em casa e um empate fora. Domingo que vem temos uma partida dificílima diante do Inter, no Beira Rio, e, na seqüência, recebemos o Avaí. Dá pra sonhar até em se sair melhor do que o porgramado pelo nostro treinador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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