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Empate não se comemora, Palestrinos. Mas o de ontem, no Morumbi, foi digno de festa.

Mais do que perder a partida, estávamos jogando muito mal e saindo oficialmente do G4 as vésperas de uma decisão na Copa do Brasil. Ou seja, um combo dos horrores. Foi então que Robinho tentou aquilo que não tenta há vários jogos, tirou outro chute por cobertura da cartola e empatou a partida.

Evitamos uma derrota. Ficamos no G4. Saímos com moral.

E o que é o futebol senão isso? Essa coisa imprevisível. A partida estava praticamente perdida, o lance estava praticamente morto e, em um último esforço de Alecsandro em apertar o goleiro adversário (tão aclamado por jogar bem com os pés), a bola sobra nos pés do nostro camisa meia que, mesmo em má fase, faz um golaço. Go-la-ço!

Pensem bem: pode parecer pouco, mas é muito. Embora a matemática fria mostre somente um pontinho na tabela, este empate garantiu energia e ânimo de sobra para a partida desta quarta diante do Inter. E na cabeça e bom torcedor, meia vitória basta – isso só pode ser um sinal de que vamos passar para as semifinais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi de lavar a alma, Palestrinos. Após dez clássicos seguidos sem vitória, vencer da forma que vencemos ontem em casa foi absolutamente delicioso.

Teve golaço de Robinho, um belo gol de Rafael Marques, olé, tabelas, raça e boas trocas de passe. Mas, acima de tudo, teve uma vitória do Palmeiras exclusivamente para o Palmeiras.

Porque não é exagero nenhum dizer que este jogo, em bem da verdade, mexe pouco com a realidade dos outros clubes. Deixa, sim, um rival pressionado e nos dá uma possível vantagem de jogar no Palestra nas semifinais. No entanto, a maior sacudida é interna e toda nossa.

Primeiro porque tira uma carga pesada das costas deste elenco: não bastasse a sequência negativa em clássicos, ainda não havíamos vencido um jogo grande dentro da nova casa. Segundo porque mostra que alguns dos principais atletas do elenco – Zé Roberto e Arouca, por exemplo – podem resolver o jogo quando exigidos. E terceiro, óbvio, porque empolga grupo e torcida para o andamento de 2015.

Foi uma vitória linda, limpa, leve. Daquelas que não víamos há muito. Que fez o estádio entrar em total simbiose com a equipe, que fez uma noite qualquer de quarta-feira se transformar em uma noite memorável.

É claro que é importante dizer que ainda falta muito para este time funcionar redondinho dentro de campo. Os pontas ainda trombam nos laterais, nostros atacantes continuam sendo pouco efetivos e as opções de banco têm entrado fora de ritmo.

Enfim: não era final, mas, para nós palmeirenses, é como se fosse.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lavamos a alma, Palestrinos!

Sem exagero nenhum, a tarde de ontem foi uma das mais incríveis da última década. Com mando de campo nostro, com campanha 100%, com time se entregando e marcando do início ao fim, com o novo canto maravilhoso do centenário, vencendo um clássico – até que enfim – sem contestação.

Para muitos, no entanto, parece que a festa é exagerada. Mas quem é palmeirense sabe que não é. Temos motivos de sobra para estar comemorando os 2 a 0 de ontem, com pouco mais de 25 mil pagantes no Pacaembu. Aqui vão alguns deles:

  • O primeiro motivo é óbvio: era um clássico. E nós estávamos a 2 anos sem ganhar nenhum, quanto mais da forma que ganhamos.
  • Vencemos também a desconfiança. Ontem, não vencemos apenas o adversário; vencemos aquele discurso de que estávamos 100% apenas por jogar contra pequenos.
  • E a superação? Começamos o ano perdendo diversos jogadores por causa de salário, de quebra perdemos Henrique e, na iminência de perder Wesley, vimos Wellington, Lúcio, M. Oliveira e outros correndo do início ao fim.
  • Acho que esse jogo endossa um começo de ano que tem muito do trabalho do trio Nobre-Brunoro-Kleina. Se continuarem trabalhando afinados, podemos ser um clube melhor, como um todo.
  • E, também bastante óbvio, é ano de centenário. Precisamos ganhar!

Como disse, são apenas alguns motivos. Mas teríamos tantos outros que fica difícil enumerá-los ainda no calor do jogo. Se o Barcelona é “Mais que um clube”, ontem nós tivemos “Mais que um clássico”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não vamos nos iludir, Palestrinos.

Ontem, no Morumbi, nós não perdemos porque falhamos no 7º pênalti em 9 batidos no ano. Ontem, mais uma vez, nós perdemos para os nostros próprios erros. Simples assim. Erros de um time que teve 46 passes errados, que se virou na base do chutão, que mais uma vez dependeu de Marcos e que, de novo e de novo e de novo, saiu derrotado pela própria incompetência.

O JOGO
O Palmeiras entrou em campo com o mesmo time e proposta de sábado: fechar o meio, tocar a bola e atacar quando possível. Assim começamos num 4-4-2 que dependia muito dos apagados e bem marcados Lincoln e Cleiton Xavier, e que piorou ainda mais quando nostro camisa 10 saiu lesionado e Souza foi para o jogo. Pra resumir, o primeiro tempo foi de marcação.

E tão logo começou o segundo, Maurício Ramos cometeu o erro infantil de marcar um atacante canhoto pelo lado direito e sofremos o gol. A partir daí, foi bumba-meu-boi. Atacamos, corremos, tentamos, mas sem elenco é realmente difícil. Imaginei Parraga olhando para o banco e estudando se colocava Ivo ou Paulo Henrique, Dio mio…

Então, na última chance que tivemos, Ewerthon bateu o pênalti e perdeu. Rogério mudou de tática, não ajoelhou e pegou bem a cobrança. Não adiante crucificar o atacante. Outros já perderam, o problema é psicológico, vai passar assim que um deles balançar as redes.

Em suma, o resultado de um jogo ruim e mal jogado só poderia ter sido a derrota.

O MELHOR
Sempre ele, São Marcos – embora Vinicius mereça menção honrosa.

O PIOR
Mauricío Ramos perdeu todas pelo alto e errou no gol. Mas ganharia fácil a companhia de Marcio Araújo.

NOVO TREINADOR
Felipão não vem, é um fato. Então eu continuo com minha opinião: melhor deixar Parraga trabalhar e ganhar seu dinheirinho, ao invés de gastar milhares de reais com um Zé Mané qualquer. Sem ilusão, a melhor coisa a fazer é ter os pés no chão.

E AGORA?
Agora é seguir em frente. Sabemos qual é a nostra realidade e o jogo de sábado, “em casa”, diante do Grêmio Prudente é essencial. Precisamos vencer e continuar caminhando no torneio. Um time mediano buscará uma posição mediana. Vamos torcer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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