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Posts Tagged ‘chapéu’

O papo está tão repetitivo que ficou chato, Palestrinos. Afinal, desde que o planejamento para 2015 começou e nós voltamos com força total ao mercado da bola, só se fala em uma coisa: chapéus.

O assunto começou ainda no ano passado, com a saída de Kardec para o SPFC (que de chapéu não teve nada, já que foi nostra diretoria quem o perdeu por conta própria) e seguiu-se nos casos de Dudu e Thiago Mendes (também envolvendo o time do Morumbi), além de Jackson (SFC), Leandro Pereira (SCCP) e agora, pasmem, até com patrocinador de camisa.

Pela paciência de San Gennaro, que coisa mais chata! Vá lá que o futebol vive de rivalidade, mas isso já atingiu um patamar insustentável. É totalmente normal que o foco fica voltado aos bastidores, enquanto os campeonatos não voltam, mas chegamos ao ponto de ter ficado ridículo.

Primeiro porque não contratamos nenhum craque de bola a ponto de poder jogar nada na cara de ninguém. Para se ter uma noção, no caso mais célebre de todos até aqui, trouxemos Dudu – um jogador com grande potencial e por enquanto é só isso mesmo. Entendo a zoação nos rivais, mas é algo pequeno demais pra um time do tamanho do Palmeiras. Segue o jogo, cazzo.

Segundo porque o que vale mesmo é o que vai acontecer dentro de campo. Lembra quando contratamos o Paulo Baier antes do SPFC? Não deu em nada. O que importa pra valer – dentro e fora de campo – são os resultados. Se Dudu decidir jogos importantes (e a torcida é para que isso aconteça, seja pelos pés dele ou de qualquer outro dos reforços), ótimo; mas até isso acontecer, guardemos a animação pra soltar na hora certa.

O elenco de 2015 promete dar grandes alegrias a toda a nostra massa.
Mas chapéu bom de verdade é este aí debaixo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Cristiano Ronaldo, Messi, Naymar? Que nada. Pelo menos aqui em São Paulo, o assunto da semana responde pelo nome de Eduardo Pereira Rodrigues – o “Dudu”.

Em bem da verdade, tudo aconteceu tão de repente que, do dia pra noite, parecia que o jovem atacante que atuou pelo Grêmio no Brasileirão era o novo Pelé. A bola de neve começou quando, por dias e dias, SCCP e SPFC se digladiaram pelo atacante nos microfones e bastidores. Um dizia estar por detalhes com o clube, outro que faltava apenas o jogador assinar. Foi quando, ainda mais que de repente, o Palmeiras surgiu do nada e anunciou a contratação de Dudu.

Daí, óbvio, a maré virou. Afinal, nós que acompanhávamos tudo a distância, comemoramos a chegada de um bom titular para a temporada 2015; enquanto isso, os torcedores dos outros dois clubes – que ficavam se alfinetando a cada mudança na negociação – mudaram totalmente de opinião e “agradeceram” ao Palmeiras pelo negócio.

Mas, convenhamos, nada mais natural.

Primeiramente porque, de fato, Dudu não é um fora de série. É um jovem com potencial, teve um início de carreira excelente no Cruzeiro, mas preferiu os euros da Ucrânia e desapareceu. Mesmo em 2014, sob a batuta de Felipão, foram apenas 5 assistências e 3 gols no campeonato nacional. No entanto, isso não faz dele um mau negócio. Longe disso. O atleta tem velocidade acima do normal (segundo Muricy Ramalho) e foi o melhor driblador da temporada passada (segundo o Footstats). Não sei o que pensam os outros, mas nós, definitivamente, precisávamos disso.

O segundo motivo é ainda mais implacável: a rivalidade. Nunca vai haver uma só contratação em que dois ou mais rivais se envolvam, sem que o lado que fique sem o possível reforço encontre defeitos na contratação. “Ele é enganação, é caro demais, tem menos de 1.70m, só atua bem em domingos de sol, usa Crocs, passa férias em São Vicente e blá blá blá”. Isso faz parte do mundo do futebol, é gostoso e ajuda a alimentar a mesa de bar e as redes sociais neste início de ano modorrento. Aliás, só lembrando o que o nonno do nostro nonno já dizia: quem desdenha quer comprar (ou melhor, queria).

Por fim, o terceiro ponto desta saga é todo pintado de verde e branco, e responde pela alcunha de “orgulho”. Exatamente isso que você leu: orgulho. Pode parecer exagero, mas quem é palmeirense sabe a importância de se entrar em uma negociação complicada como essa tantos anos depois, ver o clube agir em silêncio (interna e externamente) e conseguir sair vitorioso pra cima de outros que – por motivos variados – se acham constantemente acima do bem e do mal.

Em suma, sendo extremamente sincero, pode ter sido apenas uma boa contratação. Mas foi uma daquelas que sacode o mercado, lota a banca de jornal, faz o café da empresa parecer uma mesa redonda e faz crescer as nossas esperanças de um Palmeiras melhor em 2015.

Se vai dar certo ou não, só o tempo dirá. Ou alguém já se esqueceu o que já falaram sobre o incrível Pato ou internacional Álvaro Pereira? Fiquem a vontade, amigos: o chapéu – bem como o choro – é livre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Você certamente se lembra da imagem acima, Palestrino.

Tenha visto ao vivo ou pela TV, é certo que você ao menos ouviu falar deste gol de Ronaldo contra o Corinthians. Era 1974, a fila deles já durava duas décadas e o empate que daria o título paulista para eles estava perto de acabar com aquele incômodo – e delicioso – jejum. Só que, aos 24 minutos do segundo tempo, o homônimo do goleiro e do atacante que jogaram por lá acabou com o sonho.

Já faz 40 anos, mas, admita: isso ainda está bem vivo para nós.

Quem ilustrou este tento foi Marco Sousa, um apaixonado por futebol que ilustra gols há muitos e muitos anos. Sua vida, aliás, é dedicada ao futebol e à alegria máxima que ele produz. Qualquer apaixonado pelo esporte sabe disso.

Por isso, peço que vocês conheçam o trabalho do Marcão e, se possível, contribuam para seu projeto. O trabalho é sobre todos os tentos marcados pela Seleção Brasileira nas Copas em que vencemos (além da histórica em 1982) e você pode ajudar com qualquer quantia.

Eu já ajudei e peço que você faça o mesmo. Basta clicar acessar https://www.startando.com.br/golsilustrados e fazer a sua parte. Senão perigamos de ver perdidos gols como os de Ronaldo e Alex Cabeção – ou mesmo aquela defesa de São Marcos, que fizeram a alegria de tantas gerações.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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