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Posts Tagged ‘Charles’

Eu, como todo e qualquer palmeirense, adoraria ver o time jogando ofensivamente. Mas, infelizmente, caros Palestrinos, o melhor que podemos fazer hoje é usar três volantes.

Sim, eu sei que você torceu o nariz. Eu também já torci por diversas vezes. A verdade, no entanto, é que o time funciona melhor assim. Não temos Iniesta, Xavi, Messi e Neymar para fazer quadrado mágico; não temos Di Maria, Cristiano Ronaldo e Benzema para jogar na velocidade; tampouco contamos com Silva, Agüero e Dzeko… somos o medíocre Palmeiras da Série B.

O jogo de ontem, diante do Oeste, foi apenas mais um de uma série de partidas em que o Palmeiras jogou razoavelmente bem e correu poucos riscos. Afinal, sem um primeiro volante de formação e visando dar liberdade aos três jogadores de frente (Valdívia, Leandro e Kardec), o trio Araújo-Charles-Wesley vem alternando subidas e descidas e segurando bem a bronca.

Caso Eguren entre no time – e eu nem sei se deveria, já que ele sempre joga poucos minutos tanto aqui quanto na seleção uruguaia -, podemos pensar em Mendieta ou mesmo mais um ponta (Ananias ou Serginho, já que o Vinícius será eterno jogador de banco). Mas isso é suposição, só o Kleina deve saber porque o gringo não joga.

Hoje, entretanto, o 4-3-1-2 é a melhor saída. O time mais eficiente que podemos ter passa por Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Wendel; Araújo, Charles e Wesley; Valdívia; Leandro e Alan Kardec. Goste você ou não, goste eu ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É com a frase que estampa o título acima que, todos os sábados, meu time de várzea entra em campo em um conhecido society da Pompéia. O motivo, até bastante óbvio, é nos convencer de que, por melhor que seja o adversário, ele vai ter que suar sangue para ganhar da gente. E parece que, sem tirar nem por uma só vírgula, esse também tem sido o lema deste Palmeiras.

Limitados, defasados e desfalcados, os comandados de Kleina entenderam de uma vez por todas que ou eles correm e dão a vida em cada bola ou o nostro futuro será pior do que podemos imaginar. O que se viu nos dois últimos jogos da Libertadores – com o belo triunfo sobre a Ponte, em Campinha, no meio – é daqueles momentos de se guardar para sempre na memória. (e aqui não cabe nenhum exagero: estamos mesmo vivendo algo histórico!)

Em cada pique que o Vinícius deu, estávamos com ele.
Em cada carrinho que Marcelo Oliveira deu, estávamos com ele.
Em cada bola de cabeça afastada por Maurício Ramos, estávamos com ele.
E quando Charles deu aquele bico de esquerda, estávamos demais com ele.

O Palmeiras, hoje, é uma torcida que tem um time. E isso ficou tão claro ontem que chega a ser emocionante. Éramos 35 mil nas arquibancadas, levando e elevando aqueles 14 que envergaram o manto alviverde dentro de campo. Uma comunhão, misturada com compaixão, que me fez cair exausto ao apito final. Gritei, cantei, pulei, chorei… a noite do dia 11/04/2013 já está na minha memória para sempre.

E que assim continuemos: humildes, raçudos, apaixonados e focados. Em assim sendo, seja quem for que estiver do outro lado, vai ter que correr MUITO pra ganhar da gente.

“Vamos Verdão, com muita raça e com vontade, faz vibrar meu coração
Vai sacudir essa cidade, meu Palestra Campeão!”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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