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Posts Tagged ‘Chico’

A campanha na Copa São Paulo foi mesmo boa, Palestrinos.

Nossas desacreditadas categorias de base têm melhorado nitidamente nos últimos anos e ter ficado entre as quatro melhores equipes da Copinha é um baita avanço (ainda mais para um clube que, historicamente, olha pouco para a base). É bom, no entanto, respirar fundo, conter a euforia e conseguir separar a gigantesca diferença entre os juniores e os profissionais.

Na atual situação do nostro elenco, é óbvio que a chegada de alguns garotos do sub-20 será bem vinda. Mas não dá para confiar 100% em nenhum deles ainda. Acompanhei todos os jogos da Copinha este ano e, dos atletas que vi em campo, acho que apenas quatro ou cinco podem merecer uma chance no time de cima: Dybal, Edilson e Chico têm futuro promissor; já o lateral-direito Bruno Oliveira e o tão aclamado Diego Souza ainda precisam de cancha.

A defesa da equipe, por exemplo, se mostrou bizarra. Falarem que o tal Luiz Gustavo é o futuro da nossa retaguarda, além de ser um tremendo mau gosto, me faz suar frio desde já. O camisa 4 Fernando também é fraco, o camisa 5 Lucas bate demais, o canhoto Victor Hugo é afobado, enfim… A lista ainda vai longe.

O que se tem que fazer agora é integrar quem merece ao grupo principal e, com tempo e paciência, colocá-los em campo. Mas, repito: não temos nenhum Vágner Love neste time de 2013, ninguém pronto para ser titular. Calma com os “craques” e vamos pra cima.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não há como negar que começo do ano está fantástico, Palestrinos.

Seguindo uma reação que começou nas últimas rodadas do Brasileiro de 2011, o Palmeiras se levantou, a diretoria resolveu trabalhar, Felipão fez alguns cortes necessários e o nostro time já está invicto há 20 partidas.

Você dirá que boa parte delas foram diante de times inexpressivos, que oferecem pouca ou nenhuma resistência aos grandes. Mas, se fosse tão fácil assim, teríamos ao menos uns dez times invictos no país. É preciso reconhecer as qualidades (e os defeitos) desse Palmeiras/2012.

E a mais óbvia delas é o ataque. Daniel Carvalho e Barcos caíram como luva no setor ofensivo, Maikon Leite voltou a jogar a sua bola e hoje temos o melhor ataque do Paulistão sem precisar tanto da bola parada de Marcos Assunção.

Outro ponto positivo foi a chegada dos laterais Juninho e Artur: com eles, o Palmeiras tem atacado e defendido com mais velocidade, além de ganhar os bons passes do lateral-esquerdo e as cabeçadas certeiras do lateral-direito lá na frente.

A terceira boa nova chega a ser surpreendente e atende pelo nome de João Vitor. Longe de ser um grande jogador, o volante equilibrou a marcação junto com Márcio Araújo e tem ajudado demais o lateral direito da equipe.

Mas é claro que ainda não somos um time pronto.

Nostra defesa tem sofrido demais nas bolas aéreas, ainda faltam opções para o banco (um atacante melhor que Bueno e Fernandão, um volante melhor que Chico e um meia muito melhor que Patrik) e é preciso encontrar uma forma mais ofensiva de jogar quando estivermos atrás do placar.

A verdade é que merecemos a liderança, merecemos a série sem derrotas, mas ainda não temos um time 100% confiável. A única certeza que tenho é a de que, sem ilusões, estamos no caminho certo – queiram os críticos, ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma vitória na conta, Palestrinos!

Agora são duas, em três jogos, o que coloca o Verdão entre os líderes do campeonato. Pode até parecer uma análise rasa e puramente otimista, mas julgando o elenco e os desfalques que temos, é um belo início de Brasileirão. É claro que ainda é cedo demais para dizer se continuaremos entre os quatro primeiros nas próximas 35 rodadas; no entanto, está de bom tamanho.

O JOGO
Marcando muito bem, mas sem contar com criatividade nenhuma no meio, o Palmeiras passou o primeiro tempo inteiro pressionando sem finalizar. As jogadas saiam naturalmente pelas laterais, com Cicinho e Gabriel Silva inspirados, mas raramente encontravam alguém disponível dentro de área.

A sensação da partida de sábado foi a mesma de sempre: a defesa segue segura, os volantes marcam bem, Kleber luta muito, mas… falta aquele passe. Patrik foi mal, Adriano foi praticamente nulo e Luan, como de costume, correu muito mais do que produziu. Falta o camisa dez, falta Valdívia.

Na segunda etapa, como era de se esperar, o Palmeiras apelou pesado para as bolas paradas. E Assunção, como sempre, foi a solução natural para o Palestra chegar ao gol. Mesmo com a entrada de Lincoln e a melhora nos passes, o gol saiu mesmo de uma bola parada.

Aos 30 minutos, escanteio para o Verdão, Kid Bengala fez o passe e Chico desviou para as redes. A partir daí o Palmeiras cadenciou a partida e o Atlético, sabendo de suas limitações, tentou um abafa sem sucesso. Mais três pontos na conta, sete no pontos no total e cinco partidas com0 cinco vitórias no Canindé.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção: marcou bem e levou perigo nas bolas paradas.

TROFÉU RIVALDO
Patrik, que está se firmando como jogador de segundo tempo.

E AGORA?
Quando o Brasileirão começou, Felipão queria 11 pontos em 5 partidas. Por enquanto a conta está batendo, com duas vitórias em casa e um empate fora. Domingo que vem temos uma partida dificílima diante do Inter, no Beira Rio, e, na seqüência, recebemos o Avaí. Dá pra sonhar até em se sair melhor do que o porgramado pelo nostro treinador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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