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Agora é oficial: lá se vai Jorge Valdivia Toro, Palestrinos.

Alívio para uns e tristeza para outros, o fato é que dessa vez o chileno foi embora mesmo. Seu clube no Emirados Árabes enviou um emissário até o Chile e o meia deu uma pausa na campanha da Copa América para assinar contrato de duas temporadas com o Al Wahda.

Eu, pessoalmente, faço parte dos palmeirenses que se sentem aliviados com a partida de Valdivia. Confesso quem em meio a um futebol cada dia mais correto e chato, sentirei falta das suas provocações aos adversários e de seus passes em diagonal. Mas os ganhos do Palmeiras com a saída do atleta são infinitamente maiores do que a ausência provocada por suas declarações.

A começar pela novela de joga-não joga vivida por todos nós nos últimos anos. Desde que retornou ao clube, em 2010, a presença do jogador nunca foi garantida em nenhuma partida. Foram dezenas de lesões – comprovadas e não comprovadas -, além das centenas queixas de dores, que faziam com que o clube sempre esperasse pela volta do Mago de 2008 sem sucesso.

Graças a seu alto salário, aliás, o Palmeiras por diversas vezes deixou de ir atrás de contratações que pudessem suprir a sua falta na armação da equipe. Não que ele tenha culpa de ganhar o quanto ganhava (afinal quem oferece é o empregador, não o empregado), mas a epidemia de Marceis, Cristians Mendigos e Felipes Menezes se deveram muito a este ponto. O tal do “bom e barato” que sempre acaba sendo “ruim e caro”.

Este, aliás, é outro ponto que sempre me incomodou: por termos tido tantos elencos medíocres, a presença de Valdivia sempre foi supervalorizada. É óbvio que, em meio a tanta tranqueira que vestiu nostra camisa, o camisa 10 teve seus momentos de destaque. Basta pegar os números dele, porém, para perceber que esses destaques foram tão pontuais quanto raros nos últimos quatro anos. Um exemplo clássico foi o ano de 2012: quando jogou na Copa do Brasil, nos ajudou a ganhar o título; quanto não jogou nunca no Brasileirão, nos ajudou a ser empurrados rumo ao rebaixamento.

Resumindo, o que eu tenho a dizer para os amantes de Valdivia é que há vida sem ele. E todos irão perceber isso com o passar do tempo. Sei que vocês irão chorar como viúvas no início, mas os meses irão mostrar que está tudo bem. Temos um elenco mais bem preparado agora e, sem ele nem os gritos histéricos de parte da arquibancada, Marcelo Oliveira terá muito mais tranquilidade para definir quem joga.

Existe uma doença chamada “Síndrome de Estocolmo”, que consiste basicamente no carinho que o sequestrado passa a ter pelo sequestrador. É exatamente este amor que parte da nostra massa tem por Valdivia e eu tenho certeza que ele vai passar. Mesmo porque não faz sentido amar alguém que, em 90% do tempo, te faz mal. Sobreviveremos e seremos ainda mais felizes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu lembro bem do Campeonato Paulista de 2008, Palestrinos. Lembro das defesas de Marcos, da firmeza de Pierre, da garra de Kléber, dos gols de Alex Mineiro… mas, acima de tudo, lembro de Valdivia.

Um chileno cabeludo que eu nunca tinha ouvido falar na vida. Um meia misterioso que havia saído do Chile, passado pela Espanha e inesperadamente desembarcou no Palestra Itália em 2006. Lembro-me de que demorou um pouco para se entrosar com a equipe, mas, uma vez que se achou em campo, se tornou decisivo. Deu belos passes, inventou uma forma de driblar girando de um lado pro outro, marcou alguns gols e nos rendeu belas risadas.

Afinal, dentro de campo Valdivia era muito mais que um camisa 10: ele era um pouco de cada um de nós. Só naquele Paulistão, ele provocou contra o Corinthians, fez chororô na semifinal diante do São Paulo, fez chover na final em que acabamos com a Ponte Preta. E muito mais. Querendo mais.

Tanto que quando foi embora para os Emirados Árabes Unidos, toda a torcida se comoveu. Tanto que quando voltou, dois anos depois, toda torcida festejou. Ainda que o preço pago estivesse muito acima do que realmente deveria ter sido desembolsado (e a culpa disso não é dele), ficamos todos felizes.

O problema é que o Mago de 2008 não era mais o mesmo em 2010. Parecia mais frágil, mais irritado, menos interessado. Estava mais para “El Magro”. Para piorar, o chileno parece ter decidido arrumar uma companhia constante para suas lesões: as declarações polêmicas.

Primeiro pelos microfones, depois pelo Twitter, Valdivia virou o alvo predileto dos repórteres. Gesticulava negativamente dentro de campo, bradava contra técnicos na imprensa, postava sem freio nas redes sociais. Era alvo porque sempre tinha uma arma apontada para alguém. Foi aí que comecei a querer esquecer o jogador memorável de 2008.

Quando esteve dentro de campo, confesso, fez a diferença. Mas quando Valdivia esteve em campo nos últimos quatro anos? Segundo os números, ele jogou menos da metade das partidas oficiais que o Palmeiras fez. E isso é pouco, muito pouco, para o que se espera do melhor jogador do elenco.

Que fique claro que eu não acho que Jorgito falsifica lesões. Ele não é paraguaio nem na nacionalidade, nem no caráter (vide aquela admissão de cartão amarelo forçado que virou punição ridícula do STJD). O problema é que um cara como ele precisava se tratar com a importância que tem. Mais descanso, menos balada; mais Barra Funda, menos Disney; mais fisio, menos fono.

Os ares de herói que ganhou em 2014 tiveram muito mais a ver com desespero do que reconhecimento. Valdivia foi o Dom Quixote de uma jornada que contava com mais vinte Sanchos Pança. Se sobressaiu porque não tinha ninguém nem perto de sua altura e desenvoltura. Foi supervalorizado ainda que fosse superior. E isso foi o início do capítulo final.

Um fim que tem outra lesão. Que tem mais tuitadas raivosas. Que tem uma produtividade física e econômica considerada improdutiva. O melhor para todos nós, hoje, é que o chileno se vá. Que leve junto com ele o nostro carinho, as nostras boas lembranças e a idolatria das crianças; que deixe pelo caminho o ranço das lesões, das polêmicas e das palavras mal ditas e malditas. Que vá brilhar e encher o bolso ao lado de uma torcida sem ressentimentos.

Afinal, com a bola nos pés ele é um poeta.
Mas com a boca no trombone é um perna de pau.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Valdívia voltou, Palestrinos.

Ninguém sabe ao certo o que aconteceu entre a Copa do Mundo, os Emirados Árabes e  a Disney World, mas o fato é que algo deu errado. O chileno se reapresentou hoje na Academia e parece que será reintegrado a equipe.

Desta feita, tenho certeza que a primeira impressão de grande parte da torcida, dada a atual condição do time, é a de levantar as mãos para o céu e agradecer a San Gennaro pelo presente. Afinal de contas, ninguém discorda do fato de que o meia é de longe o jogador com mais recursos técnicos do elenco.

No entanto, também tenho certeza que outra parte da torcida não ficou tão feliz assim com este retorno. Afinal, já faz tempo que Valdívia não é tão Valdívia assim. O camisa 10 da segunda passagem não foi o da primeira e teme-se que, nessa “terceira”, seja ainda menos.

Hoje pela manhã, ao ler os jornais, eu sinceramente me identifiquei com o primeiro grupo. No entanto, bastou pensar um pouquinho mais para cair na real e ver que eu concordo mesmo é com o time dos insatisfeitos.

Explico: por melhor nível técnico que tenha, Valdívia não faz mais aqueeeeela diferença. Tem alto salário, não aguenta jogar jogos seguidos e estava na cara que o bom futebol demonstrado em alguns jogos do primeiro semestre deste ano tinha como foco a convocação para a Copa. Some-se a isso uma proposta de 5.5 milhões, por um atleta que vai completar 31 anos em outubro, e fica complicado não pesar o lado racional.

O ideal seria mesmo pegar o dinheiro, zerar a dívida com Osório Furlan e utilizar o restante da grana para fazer reparos no atual elenco. Mas agora, com sua iminente volta, sabe-se lá o que será do futuro.

De toda forma, resta torcer para ele entrar em forma rapidamente após suas longas férias e entrar em campo para nos ajudar sem lesões no restante de 2014. Já que o negócio melou, melhor um Valdívia meia boca do que um Felipe Menezes no auge da forma.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um jogo e mais uma vitória, Palestrinos.

Dessa vez com uma formação diferente, mais próxima do que pode ser o Palmeiras-2014. Lúcio mais uma vez titular na linha de três zagueiros, Wendel na direita para que o time jogue com um volante mais solto somente (Wesley) e o time trabalhando sempre pelas laterais (Mazinho/Marquinhos Gabriel e Leandro). Mas o destaque da partida, como costuma ser, foi Valdívia.

E olha que o chileno nem fez nada demais. Passou o primeiro tempo praticamente apagado até fazer o dele e entrar no jogo com suas famosas enfiadas em diagonal. Não foi aquele Valdívia que nós conhecemos, mas, comparado com Menezes, fica parecendo mesmo o Pelé Branco. O camisa 10 sempre foi supervalorizado – e, ao meu ver, não tem nenhum problema, que assim seja! Que encham a bola dele, ele faça suas jogadas na Copa e, após o Mundial, algum time europeu tire do Verdão por uma grana boa.

Já escrevemos aqui sobre o jogador. Sua qualidade é inegável e ele, de fato, pode resolver o jogo em um só lance. Mas dada a sua condição física, sua idade, seu alto salário e seu histórico de suspensões gratuitas, o melhor seria mesmo fazer algum dinheiro com Valdívia.

Antes de você começar a me xingar, sim, eu gosto do futebol do “Mago”. E adoraria contar com essa bola em todos os jogos do ano. O problema, no entanto, é que isso já se mostrou por diversas vezes um sonho. O treino dele tem que ser diferenciado, suas lesões demoram o triplo e, dada a atual política salarial do Palmeiras, é capaz de seu salário gerar descontentamento com o tempo.

Em tempo: não acho Bruno César mais jogador que ele, até porque são meias com estilos diferentes. Valdívia é inegavelmente mais técnico e plástico, enquanto o novo camisa 7 cai mais pela esquerda, tem mais velocidade e chuta de fora da área com frequência.

O técnico chileno, Jorge Sampaoli, já disse que conta com ele como titular na Copa do Mundo. E levando-se em conta que o Chile jogará diante de Espanha e Holanda, com algumas boas atuações é muito provável que algum bilionário louco do leste europeu se proponha a pagar alguns milhões pelo meia. Seria ótimo para o investidor (que gastou R$20 milhões na sua reaquisição), poderia ser melhor ainda para o atleta (menos jogos, mais dinheiro) e ainda renderia uma grana para nós pensarmos na compra de Kardec e outros reforços pontuais.

Por isso, quando Valdívia entrar em campo neste primeiro semestre, eu serei o primeiro a torcer por uma boa exibição. Afinal, a esta altura, a importância do Mago é muito mais financeira do que técnica.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Valdivia está longe de ser um exemplo, Palestrinos.

Usando uma expressão leve e recorrente, o camisa 10 é, no mínimo, polêmico. Nós mesmos já o crucificamos algumas muitas vezes durante os anos que ele joga pelo nostro Palmeiras. Seja pelas recorrentes lesões, pelos problemas extra-campo, por declarações ou pelo excesso de cartões bobos, ele já foi carrasco de si mesmo em diversas situações.

Naquele 10 de agosto de 2013, no entanto, Valdivia só foi honesto. Prestes a viajar com a seleção chilena, nos desfalcando por um jogo, ele aproveitou que estava pendurado com dois cartões amarelos e cavou o terceiro. Não com um pontapé, não com uma reclamação, ou uma mão boba na bola; levou o amarelo por atrasar sua saída de campo. Algo corriqueiro no mundo todo, quiçá aqui na América Latina. O seu pecado, no entanto, foi ter admitido o ato nos microfones.

“Burro”, dirão alguns mais exaltados. E de fato ele não precisava ter espalhado aos sete ventos o que premeditou dentro das quatro linhas. Mas, ali, frente à imprensa, ele apenas foi sincero.

“Não deixa de ser burro”, dirão os mesmos. E, sim, eles podem ter razão novamente. Afinal, pode-se muito bem usar o regulamento do futebol nacional e se apontar com o dedo em riste, o artigo que prevê punição a quem tenta ludibriar o árbitro com má fé. Seja fingindo um pênalti, fazendo cera, metendo um gol de mão ou… cavando um cartão.

O maior problema, para mim, é que este é um cartão tão estúpido quanto àquele erguido contra quem tira a camisa na comemoração do gol. Esse cartão pertence a mais uma daquelas regras que pune o futebol. Que cala a emoção, proíbe o riso, automatiza seres humanos. É como se punissem alguém por não ter omitido algo que todos sabemos o que foi. É estrangular um pouquinho mais o esporte que tanto amamos.

No entanto, gritarão os defensores da moral e ética que o que está combinado não sai caro. E, de fato, não sai. Mas que sai chato pra cacete, isso sai.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eram corridos 32 minutos do segundo tempo, Palestrinos. Àquela altura, o Palmeiras já havia conseguido virar o jogo diante do Paraná, Kleina viu que Valdivia estava cansado e resolveu sacar o chileno de campo.

Porém, ao perceber que seria substituído e que não havia recebido até então o cartão amarelo que o deixaria fora da partida diante do Joinville, amanhã, quando ele estará na Dinamarca para jogar por sua seleção local, o Mago fez o que podia e cavou o mesmo. Na base da cera, demorou tanto para sair do gramado, que o árbitro lhe deu o esperado amarelo – eternizado pela imagem acima.

O problema – se é que pode-se chamar um absurdo deste dessa maneira – foi que o sempre tão prestativo STJD disse que pode suspendê-lo pelo ato. De 1 a 6 jogos, por tentar ludibriar a regra do jogo. Ou seja: por ser punido justamente, Valdivia pode ter a punição que tantos que lhe dão botinadas quase nunca recebem.

Veja bem, o caso não se trata da Lei de Gérson. Levar vantagem é fazer algo ilícito, proibido pela lei do jogo. É como usar a mão em um momento que não é permitido, é como cotovelar ou até catarrar em um adversário, é como dar um carrinho por trás para brecar um contra-ataque… estão comparando o que Valdivia fez com algo digno de punição duríssima. É ou não é um absurdo?

Só para efeito de comparação, o jogador do Bragantino que agrediu o Mago neste lance aqui, tomou apenas um jogo de punição. E o meia, que apenas enrolou para sair de campo – o que poderia punir o Palmeiras com um gol sofrido, por exemplo, nos acréscimos advindos desta artimanha – pode tomar uma punição 6 vezes maior.

Sinal claro de que existem, sim, atletas que são punidos por sua fama. Afinal, mesmo quando a arbitragem age com correção, o famoso tribunal resolve aparecer de maneira equivocada. Fosse Mendieta a enrolar ali naquela situação, duvido que o STJD iria atrás do lance para puní-lo…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E aí, Jorge, tudo bem?

Antes de mais nada, peço licença para te chamar pelo primeiro nome. Sim, bem eu que te chamei de Mago por tanto tempo. E estou pedindo isso porque, sinceramente, logo depois da fase “Mago”, veio a fase “Valdivia”, seguida por “Porra, Valdivia!”, “De novo, Valdivia?!” e, por fim, a “Vaza, chileno!”. Mas vamos voltar ao cerne do assunto.

Outro dia li que você agradecia à massa palestrina pela nossa paciência com você. E queria lhe dizer que você não precisa agradecer nada; afinal, da mesma maneira que te louvamos, também podemos lhe odiar. Na verdade, o seu nome foi cantado após a goleada sobre o Oeste justamente por isso: por ter sido uma goleada. E, claro, por você ter participado de 3 gols. E saiba que vamos continuar a cantá-lo se você continuar a brilhar.

Sabe, no futebol não tem muito isso de paciência. Mas tem muito de merecimento. Quem merece, tem. Ou você acha que algum outro goleiro iria passar ileso por aquele chute no vácuo que nosso São Marcos deu contra o Vitória em 2003? E você, meu amigo, ainda tem que fazer por merecer com a camisa do Palmeiras.

O fato é que nestes últimos anos, nós temos lido muito sobre você. Ora sobre excesso de baladas, ora sobre as repetidas lesões, raramente algo sobre bom futebol, mas quase sempre sobre a sua palavra de que tudo vai ser diferente. E ler, neste caso, é estar distante.

Hoje mesmo li que o Vinicius disse que te viu chorar depois da última lesão que você teve. E, de verdade, me sensibilizou. Ainda que eu já tenha te xingado tanto nos últimos meses, te senti mais próximo de mim, mais humano. E, se me permite um conselho, é este aqui: seja mais humano.

O Valdivia da primeira passagem, aquele do Paulista-2008, ele era o Mago. Um cara que estava em grande fase técnica, mas que, mais do que isso, era folclórico. Cabeludo, esquisito, falando engraçada, provocando os rivais, dando dribles e entrevistas desconcertantes… Entenda, Jorge, é disso que a gente gosta.

Ninguém sai de casa, paga ingresso, flanelinha, ônibus, trem, metrô, cerveja e sauduíche de pernil pra ver zero a zero. A gente sabe que nem sempre vai ganhar, mas vai lá pra incentivar e se divertir. Eu lembro de você meter o gol “chororô” no Curintia, lembro de você mandar o sinal de acabou em uma semifinal de Paulista contra o SPFW, lembro de cada vez que você deu o “chute no vácuo” – inclusive quando ele deu errado. É esse Valdivia que a gente quer de volta.

Ainda que você não possa jogar todos os jogos. Ainda que você não aguente 90 minutos. Ainda que você tenha passado de mago milagroso para mágico truqueiro. Lembre-se: quanto mais humano você for, mais fácil fica gritar seu nome.

Sem a necessidade de ler nada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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