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Posts Tagged ‘classificação’

Estamos classificados, Palestrinos! Em um jogo desnecessariamente longo e sofrido, o Palmeiras bateu o Inter por 3 a 2 no Allianz Parque e agora vai pegar o Fluminense na semifinais da Copa do Brasil.

E olha que a missão parecia fácil. Apesar de não termos criado praticamente nada na primeira etapa, nostro adversário também entrou errando demais e, graças a mais dois gols de bola parada, fomos para o intervalo ganhando de dois a zero. Seria a hora de colocar a bola no chão e explorar contra ataques, certo? Errado. Quando o time não tem um padrão de jogo, isso fica menos óbvio.

Nostra equipe recuou acintosamente, chamou o Inter pra própria intermediária e escolheu sofrer até o fim. Até tomar o gol de empate – que nos eliminaria da competição -, o time conseguiu errar TODOS os passes no meio, disperdiçou inúmeros contragolpes e colocou o jogo em risco. Robinho saiu lesionado, Gabriel Jesus parece ter perdido a confiança, Barrios foi nulo, Rafael Marques parecia pregado… dos 11 em campo, salvaram-se o Vitor Hugor, Zé Roberto e Dudu, que chamou a responsa quando o bicho pegou.

E aqui fica a pergunta: precisa mesmo sofrer para ter que jogar bola? Não dá pra pensar em rodar a bola e tentar ter um jogo calmo do início ao fim?! Gosto muito de Marcelo Oliveira, mas parece que essa sequência de jogos quarta-domingo fez o time treinar menos, pregar mais e perder o padrão que estava construindo. Simples: e preciso treinar.

Domingo, diante da Chape no sul, vale olhar para o elenco com carinho. Robinho, Zé, Rafael, Barrios e Dudu nitidamente precisam de descanso. Vamos usar Kelvin, Thiago Santos, Egidio, até dar uma chance a Felype Gabriel – por que não? Com a parada para os jogos da Seleção, teremos 15 dias até o jogo diante do Flu. É hora de tentar dar um padrão de jogo para uma equipe que faz muitos gols, toma vários outros e precisa aprender a jogar com a bola nos pés.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É com a frase que estampa o título acima que, todos os sábados, meu time de várzea entra em campo em um conhecido society da Pompéia. O motivo, até bastante óbvio, é nos convencer de que, por melhor que seja o adversário, ele vai ter que suar sangue para ganhar da gente. E parece que, sem tirar nem por uma só vírgula, esse também tem sido o lema deste Palmeiras.

Limitados, defasados e desfalcados, os comandados de Kleina entenderam de uma vez por todas que ou eles correm e dão a vida em cada bola ou o nostro futuro será pior do que podemos imaginar. O que se viu nos dois últimos jogos da Libertadores – com o belo triunfo sobre a Ponte, em Campinha, no meio – é daqueles momentos de se guardar para sempre na memória. (e aqui não cabe nenhum exagero: estamos mesmo vivendo algo histórico!)

Em cada pique que o Vinícius deu, estávamos com ele.
Em cada carrinho que Marcelo Oliveira deu, estávamos com ele.
Em cada bola de cabeça afastada por Maurício Ramos, estávamos com ele.
E quando Charles deu aquele bico de esquerda, estávamos demais com ele.

O Palmeiras, hoje, é uma torcida que tem um time. E isso ficou tão claro ontem que chega a ser emocionante. Éramos 35 mil nas arquibancadas, levando e elevando aqueles 14 que envergaram o manto alviverde dentro de campo. Uma comunhão, misturada com compaixão, que me fez cair exausto ao apito final. Gritei, cantei, pulei, chorei… a noite do dia 11/04/2013 já está na minha memória para sempre.

E que assim continuemos: humildes, raçudos, apaixonados e focados. Em assim sendo, seja quem for que estiver do outro lado, vai ter que correr MUITO pra ganhar da gente.

“Vamos Verdão, com muita raça e com vontade, faz vibrar meu coração
Vai sacudir essa cidade, meu Palestra Campeão!”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegou a hora da verdade, Palestrinos.

Após modorrentas semanas de Campeonato Paulista, repletas de empates, tropeços, (muitos) erros e (alguns) acertos, chegamos às semanas mais decisivas do ano até aqui. Serão seis jogos decisivos, valendo as nostras intenções até o início da Série B.

Pelo Paulistão, três jogos razoavelmente diferentes: um bastante complicado (Ponte Preta fora) e dois em que a vitória é obrigatória (Guarani em casa e Ituano fora). Pelos meus cálculos, seis pontos nos garantem na fase final do Paulistinha. Já pela Libertadores, outros três jogos bem complicados (Tigre e Libertad em casa, Sporting Cristal fora).

O de amanhã, contra o Tigre, nem é passível de dúvida; precisamos vencer de qualquer maneira. Um empate que seja já irá nos deixar em posição desconfortável, enquanto que a vitória nos manterá um ponto a frente dos peruanos (até aqui, segundo colocados com um jogo a mais). O Libertad, ainda que em casa, deve ser um jogo complicado. No entanto, este resultado irá delimitar como chegaremos na última rodada. Uma vitória sobre os paraguaios nos deixa na liderança; um empate nos faz torcer pelo Tigre; já uma derrota nos faria torcer desesperadamente pelos argentinos para não termos que jogar pela vida lá no Peru.

Enfim, nostro elenco é o mesmo do início do ano, os desfalques por contusão e suspensão parecem crescer a cada semana, jogadores-chave nos desfalcam na Liberta, mas é preciso ter fé. Um time medíocre como o nostro tende a oscilar muito dentro das partidas e entre elas, logo nunca sabemos o que esperar – se bons ou maus momentos.

De qualquer forma, a nostra obrigação é agir da única maneira que podemos: indo para a arquibancada e apoiando 90 minutos sem parar. Pouco importa de seremos 5, 10 ou 30 mil; vamos cantar pelo Palmeiras e para o Palmeiras. Chegou a hora de ganhar no grito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bela vitória, Palestrinos!

Sem muitos sustos, o nostro Verdão bateu o fraquíssimo Paraná Clube por 4 a 0 e chegou às quartas-de-final da Copa do Brasil. E a melhor parte é que as boas notícias da noite não pararam por aí: agora vamos pegar o igualmente frágil Atlético/PR e o caminho para as semis está mais do que livre.

Mas, quebrando um pouco o oba-oba do parágrafo anterior, ainda falta muito para sermos um time de verdade. A bola tem chegado pouco para Barcos (e Daniel Carvalho está no banco…), nostros atletas seguem intranquilos (expulsão estúpida de Henrique), Felipão segue mexendo mal (tirar o Pirata para colocar Román foi brincadeira de mau gosto) e por aí vai.

Fora isso, Mazinho foi muito bem no jogo e tem mostrado ser bastante útil, mas não é o “Messi Black” nem em piada do Rafinha Bastos. E, óbvio, não foi porque batemos em um time da série B do Campeonato Paranaense que a Arena Barueri  virou o Éden: continua sendo longe, de difícil acesso, e bastante cara (ingresso, flanelinha, pedágio).

Enfim, o caminho até a semi-final está aberto. Se não cometermos os erros idiotas dos anos anteriores, devemos chegar até lá para enfrentar Bahia ou o Grêmio do mercenário Lixosburgo. Dá pra ganhar, mas ainda há muito o que melhorar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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porco_chile

Palestrinos do meu Brasil, aproveitando que o assunto está na moda, eu quero sugerir uma coisa ao Verdão: que levem a Gripe Suína ao Chile!

Não aquela que vem vitimando pessoas, mas a nossa Gripe Suína, aquela do Parque Antarctica, aquela que não tem vacina.

Se não, vejamos os sintomas:

  • Febre: eles jogam em casa, logo, eles serão cobrados para atacar. Vamos marcar bem, catimbar e fazer eles ficarem de cabeça quente.
  • Dores musculares: vamos correr sem parar e vamos lutar, causando cansaço e dores nestes chilenos.
  • Tosse: pressão, esse é o melhor remédio caso o jogo esteja morno. Vamos pressionar a saída de bola e fazer os passes saírem picados, tossidos.
  • Diarréia: encarem a realidade, nós somos o Palmeiras, eles são só o Colo Colo. Quem tem que se borrar de medo são eles!

E será assim, amicos, que vamos conquistar a classificação.

“Chiqueirooooo, festa no chiqueirooooo!!!”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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