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Posts Tagged ‘Cleiton Xavier’

A temporada 2016 ainda não começa hoje, Palestrinos.

Muito embora a disputa do primeiro torneio do ano tenha início esta noite, a Copa Antel é amistosa e ainda não vai revelar pra valer o que deve ser o Palmeiras nesta temporada. Teremos alguns desfalques por limitação física (Barrios, Cleiton Xavier, Gabriel) e outros por tempo de casa (Jean). No entanto, dá pra começar a imaginar as opções de Marcelo Oliveira.

O tradicional 4-2-3-1
Formação predileta do nostro treinador, deve ser a base ao menos para o início do ano. O ponto forte segue sendo uma boa dupla de volantes e a velocidade pelos lados do campo; já o ponto fraco fica com a dependência que teremos de Robinho.
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O cauteloso 4-3-1-2
Com a boa oferta de volantes, Marcelo pode optar por um esquema mais cauteloso. O ponto forte seria a proteção a frente da zaga e a liberdade para os laterais; já o problema segue sendo a dependência de um meia de ligação.
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Ousadia e alegria no 4-3-3
Embora seja possível dizer que jogamos assim durante momentos da temporada 2015, o Palmeiras nunca teve 3 atacantes de fato. Neste caso estaria aberta mais uma vaga na frente; já no meio, a disputa seria ainda maior e poderia sobrar para Robinho ficar de fora.
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Armação ilimitada no 4-1-4-1
Com as novas opções de meio, em alguns momento Marcelo pode escolher o toque de bola em detrimento a velocidade. Ponto forte para a cadência de jogo, mas ponto fraco por ter meio banco de reservas com atacantes.
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Segurando a onda no 3-5-2
Embora seja a opção menos provável (já que não temos 3 zagueiros confiáveis), pode ser usada em casos extremos. O ponto positivo é a liberdade que damos aos laterais e às jogadas de fundo; já o ponto fraco fica por conta do meio, onde sobrarão muitos atletas.
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São cinco desenhos diferentes com cinco alternativas para nostro treinador trabalhar a equipe. Como se pode ver, o tamanho do grupo faz com que sobrem opções em várias posições (Lucas Taylor, Victor Luís, Mouche) e eu sinceramente não sei como a comissão técnica vai trabalhar em relação a isso.

No entanto, é inegável que o grupo está mais forte que em 2015 – e vai ser impossível Marcelo reclamar da falta de atletas. O principal trabalho, agora, é conseguir formar um time que possa enfrentar campeonatos paralelos sem perder o entrosamento e ter um gargalo em qualidade. Dá pra acreditar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Depois de contratar mais de vinte reforços em velocidade recorde, conhecemos de perto um clichê cruel, Palestrinos: mais do que elenco, é preciso se montar um time.

E o Palmeiras até que ganhou corpo. Com o passar dos meses ganhamos uma espinha dorsal montada no 4-2-3-1, que foi montada por Oswaldo e aprimorada por Marcelo Oliveira. Tivemos altos e baixos, mas a verdade é que o time havia encontrado uma forma de vencer partidas. Pena que essa realidade foi desmentida pelas últimas três partidas do Brasileirão.

Muito se fala na falta inegável que Gabriel faz ao sistema, mas a verdade é que temos falhado demais individualmente. E quando os indivíduos falham demais, naturalmente o coletivo é prejudicado.

Não que caiba aqui apontar o dedo para cada falha, mas as recentes derrotas têm culpados claros em todos os gols. Lucas, que espirrou bizarramente uma bola que sobrou para Walter, não vem jogando mal. Já Cleiton Xavier – que errou um passe decisivo diante do Cruzeiro – e Leandro Almeida – que ficou só olhando no segundo gol do Coritiba – nem merecem estar em campo.

Cada caso é um caso, mas todos têm de ser conversados. Muitas vezes acho que esquecemos que os jogadores de futebol são funcionários muito bem remunerados do clube e que devem ser cobrados naturalmente. Seja pelo treinador, pelo diretor de futebol, pelo presidente ou seja lá quem for.

Espero que neste domingo, diante do Flamengo, a equipe entenda que teremos uma final pela frente. Atenção e vontade têm que ser itens de série. Caso contrário, vamos continuar perdendo jogos em bolas bestas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Perder partidas é totalmente normal, Palestrinos. Mas perder para o lanterna do campeonato, sem nem sequer pressioná-lo, já é demais.

Ontem, diante do Coritiba, ficou comprovado que está na hora de mudar o sistema de jogo. Não que Gabriel seja um craque de bola – longe disso, aliás -, mas está claro que o já surrado 4-2-3-1 não funciona sem a sua presença. Este esquema tem sido usado desde o início do ano e, embora já apresentasse falhas com Oswaldo, foi muito bem remendado com a chegada de Marcelo Oliveira. Agora, no entanto, não dá mais.

É claro que não jogamos bem nos últimos compromissos que tivemos, mas, de fato, todas as últimas três partidas foram perdidas no meio de campo. Contra o Furacão, o trio de volantes deles nos mataram; diante do Cruzeiro, o esquema sem um meia central deles matou a função de Amaral – e também nossa saída de bola; já ontem, em Curitiba, a ideia de usar Nathan na lateral para cobrir as subidas de Robinho para ajudar o lento Cleiton Xavier tampouco ajudou.

O que nos leva a crer que, sim, é preciso mudar. E, no meu humilde ponto de vista, só existem duas mudanças possíveis para o jogo de domingo: o 3-5-2 ou o bom e velho 4-4-2 losango.

Com a primeira opção, montamos um trio de zagueiros, aproveitamos a ausência de Egídio para escalar Zé Roberto de ala e, com a marcação reforçada, podemos deixar um marcador individual em cima de Guerrero enquanto Arouca ganha mais liberdade para subir. Neste caso, entraríamos em campo com Prass; Victor Ramos, Vitor Hugo e Nathan; Lucas, Arouca, Robinho, Dudu e Zé Roberto; Rafael Marques e Leandro Pereira.

Já no segundo esquema, Andrei se fixaria como volante único, voltaríamos a apostar em um meia central e, lá na frente, entramos com dois atacantes fixos. Implica basicamente em mudar mais jogadores – e, neste caso, acho que sobraria para a ineficiência de Dudu e a atual inconstância e de Rafael. Alinharíamos com Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e João Paulo; Andrei, Arouca, Robinho e Cleiton Xavier; Cristaldo e Leandro Pereira.

Outra opção ainda é jogar em um 4-3-3 (na minha opinião extremamente) ofensivo, mas, em qualquer um dos casos, é preciso mudar a estrutura da equipe. Afinal, se não temos as peças certas para o esquema, é mais fácil mudá-lo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E veio o pior, Palestrinos. Após 8 rodadas sem conhecer nenhuma derrota, calhou de amargarmos logo duas na sequência neste Brasileirão.

Bom dizer que nenhuma delas é calamitosa; Atlético/PR e Cruzeiro são times que estão se arrumando e ainda irão roubar pontos de muita gente neste campeonato. Mas, pelas circunstâncias em que perdemos os jogos (um com a casa lotada e o outro depois de buscar o resultado), dá pra entender a reação da massa quanto a esses dois reveses.

A questão é que, em pontos corridos, não dá pra ficar chorando os jogos derramados. Temos mais duas partidas até o final do primeiro turno e o objetivo é um só: conquistar os seis pontos. Pela frente vêm o Coritiba em crise e o Flamengo, em ascensão, mas jogando no Allianz Parque. 100% de aproveitamento é mais do que possível.

Marcelo Oliveira terá de lidar com a suspensão de Lucas e Victor Ramos, porém o principal é tentar arrumar nostro meio-campo. Desde que Gabriel saiu da equipe ainda não conseguimos achar uma formação útil, ficando com buracos tanto na marcação quanto na armação de jogadas. Robinho está mal (com Cleiton Xavier pior), Dudu e Rafael caíram demais e é preciso reequilibrar o sistema de jogo.

Na minha humilde opinião, chegou a hora de mudar o esquema. Fazer um 4-4-2 clássico, usar os atacantes de qualidade que temos no elenco e forçar o jogo pelo meio. Podemos até colocar Zé Roberto de volta no time, ajudando Arouca na proteção e saída de bola.

O importante é que, ao contrário dos últimos anos, opções existem. E eu confio que nostro comandante irá encontrar a solução ideal para que voltemos ao G4.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Quem assistiu todos os jogos do Palmeiras na temporada sabe que as coisas não vão às mil maravilhas, Palestrinos. E, ao meu modo de ver, o sistema de jogo tem muito a ver com este desempenho.

Desde que chegou a Academia, Oswaldo optou pelo 4-2-3-1. O sistema é utilizado por várias equipe brasileiras e estrangeiras, não tem muito de inovador, mas com os jogadores certos pode funcionar bem. Nostra equipe mesmo já fez alguns bons jogos atuando assim este ano. O ponto é que temos falhas a resolver – e este esquema não tem ajudado.

A primeira delas é a claríssima fraqueza de nostra defesa, que implica em ter proteção extra. Isso implica em laterais que subam pouco ou em volantes que estejam dispostos a se matar. O que, de cara, já mata dois conceitos primário de Oswaldinho: Zé Roberto na lateral e Robinho (ou CX) de segundo volante. Sem uma dupla de zaga confiável, fica impossível jogar assim.

A segunda é a nostra principal fonte de preocupação dos últimos anos: a criação de jogadas. Embora tenhamos mais opções do que nunca (Robinho, Cleiton e até ele, Valdivia), a distribuição de jogo ainda é um problema para nós. Muito pelo problema dos volantes e muito pelo próximo ponto – o constante isolamento dos pontas.

Seja Dudu, Rafael Marques, Kelvin ou Maikon Leite a receber a bola, o Palmeiras se especializou em isolar seus pontas em 2015. A bola até chega neles, mas a jogada morre. Ou eles tentam ir pra cima ou – o que é mais comum – eles fazem um cruzamento só para se livrar da bola. É preciso que os laterais e o pivô se aproximem e facilitem as tabelas.

Por fim, é preciso rever este esquema com um atacante único. Que até funciona bem com a altura e força de Leandro Pereira, mas com nostros outros dois avantes (Cristaldo e Gabriel Jesus), muito menores e mais fracos, não. Ou centralizamos Rafael Marques ou jogamos com dois na frente.

A verdade é que, por mais que seja apenas maio, soluções não faltam. Ao contrário do ano passado, este ano temos muitas outras opções. É claro que as lesões constantes têm atrapalhado (principalmente a de Arouca), mas é possível driblá-las usando inteligência e – o mais importante neste post – as variações táticas.

Dá pra montar este Palmeiras no clássica 4-2-2-2 (com dois volantes, dois meias e dois atacantes de ofício), dá pra fazer o 4-1-2-1-2 (hexágono clássico, com apenas um meia armador e três homens que se movimentem), até mesmo um 3-5-2 (aqui sim usando Zé Roberto na ala esquerda) ou um 4-3-3 (Jesus, Dudu e Leandro Pereira na frente). Meu pensamento é simples: se os técnicos da Ponte e da Chapecoense conseguem montar times competitivos, por que o do Palmeiras não conseguiria?

Abre os olhos, Oswaldo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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1º de Maio é Dia do Trabalho, Palestrinos. Mas para o nostro elenco, o feriado vai passar longe: esta sexta-feira será um dia pra lá de importante.

Afinal, a decisão do Paulistão está aí. A semana voou, a recuperação física aconteceu, vimos nostros reservas empatarem miseravelmente  pela Copa do Brasil e, com o elenco completo novamente, chegou a hora da verdade.

Meus palpites é que Arouca não joga e que Valdivia volta ao time titular. OsWaldo vai manter apenas Gabriel na contenção, vai colocar Robinho de segundo volante e construir aquele time maroto que vimos tocar bem a bola na primeira partida da final. Leandro Pereira será mantido e Rafael Marques continuará aberto pela direita, formando um 4-1-4-1 promissor.

O time perde a tal da “pegada”, mas se defende da melhor forma do mundo: atacando. Com o meio repleto de jogadores de qualidade, o objetivo é manter a posse de bola a nostro favor e, com a vantagem do empate, explorar o desespero do Santos. Se vai dar certo dentro de campo é outra coisa, mas a estratégia desenhada por Oswaldo me agrade bastante.

É claro que, para isto acontecer, precisamos de um time ligado 90 minutos. Laterais que entendam a função defensiva, um Dudu que infernize os adversários indo pra cima, um Valdivia que encontre os atacantes na diagonal, uma bola parada que saia caprichada dos pés de Cleiton Xavier – e assim por diante.

Seja como for, o dia de amanhã será decisivo para o que vai acontecer domingo. É dia, portanto, de trabalhar por algo muito maior que um treino; é dia de trabalhar por um título. E eu acredito!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bela vitória no sábado de Páscoa, Palestrinos. Em um primeiro tempo de toques rápidos e ousadia da dupla Dudu-Robinho, o Palmeiras passeou pra cima do Mogi Mirim – e só não meteu um chocolate ainda maior porque os erros brotaram na segunda etapa.

Após o jogo, no entanto, a frase que mais me chamou a atenção veio da entrevista de Oswaldo de Oliveira. Envolto por microfones ávidos por palavras sobre Valdivia, nostro treinador disse que o time terá um upgrade com as entradas do chileno e de Cleiton Xavier. Há de se entender.

Afinal, após 20 partidas, o time ideal de OO parece estar escalado: Prass; Lucas, Victor Hugo, Tobio e Zé Roberto; Gabriel, Arouca, Robinho, ? e Dudu; Cristaldo. A única vaga totalmente em aberto é esta do meio-campo. Ora ocupada por Allione, ora ocupada por Rafael Marques, ela deverá ser de Valdivia ou Cleiton Xavier muito em breve. A única surpresa surpresa possível é Egídio entrar bem na lateral e Zé acabar aparecendo no meio (o que eu, pessoalmente, também acho uma bela possibilidade).

De qualquer forma, o comandante está certo. Seja quem for que entrar nesta vaga em aberto, será um ganho de qualidade para um time que ainda busca se afirmar. No momento, nostras melhores partidas foram àquelas em que atacamos tanto, mas tanto, que o sistema defensivo teve pouco tempo para errar.

Seja como for, somente com estes onze aí de cima em campo poderemos saber se somos o time que bailou sobre SPFC e Mogi ou se somos a equipe vacilante que perdeu para Santos e Red Bull. E é claro que, opiniões a parte, preferimos todos a primeira opção.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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