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Posts Tagged ‘copa libertadores’

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Cuca chegou, Palestrinos. E nesta quinta-feira, diante do Nacional, tem não apenas uma estreia como também uma verdadeira final de Copa do Mundo pela frente.

Tudo isso porque o cenário não parece tão preocupante, mas pode ficar. O elenco continua sendo um dos mais completos do país, o título da Copa do Brasil é recente, a diretoria paga salários em dia, a massa tem jogado junto, mas… uma derrota hoje pode pressionar o novo treinador de maneira marcante.

Em outras palavras, caso a desclassificação venha, não irá para a conta de Cuca; já a pressão pelo Campeonato Brasileiro cairá em cheio nele.

Quem aliviou as coisas para ele foi Alberto Valentim. Embora o primeiro tempo tenha sido tão desesperador quanto as partidas diante de Rosário e Nacional, a segunda etapa mostrou um alento à torcida. O time tocou bem a bola, se compactou em linhas próximas e utilizou o que tem de melhor: a velocidade. Este é um caminho que Cuca deve ter em mente daqui pra frente.

Todas as melhores partidas que o Palmeiras fez em 2015 foram pautadas na rapidez de transição entre defesa e ataque. Por mais tentador que seja querer que a bola passe tranquilamente dos pés de Arouca para os de Robinho, dele para Dudu e de Dudu para os nostros atacantes, nostra equipe não funciona assim. Não trocamos passes pela posse de bola; trocamos passes para poder dar o bote em velocidade (algo que o Galo Doido/2013 fazia muito bem).

Hoje, no Uruguai, podemos e devemos esperar um Palmeiras diferente. Pautado na marcação leve de Gabriel, na velocidade de Dudu e Allione e no oportunismo de Robinho e Alecsandro – algo que a valentia de Valentim trouxe volta. Hoje, no Uruguai, podemos e devemos esperar pela vitória.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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PALMEIRAS X NACIONAL-URU

Foto: ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO

Ontem foi um dia de despedidas, Palestrinos. Lá se foram 3 pontos importantíssimos, Marcelo Oliveira e a paz que havia voltado a pairar sobre a Academia de Futebol.

Mas a verdade é que Oliveira não cai pela derrota de ontem. A demissão de nostro ex-treinador é pautada na evolução negativa que a equipe vem mostrando desde o título da Copa do Brasil. Mesmo com o elenco principal mantido – e até mesmo com a chegada de alguns reforços -, o Palmeiras deste ano não empolgou em absolutamente nenhuma partida.

Mesmo nos jogos em que vencemos, ficava sempre aquela sensação de que poderíamos ter perdido. Foi assim diante do Rosário e até mesmo do Capivariano, fora as derrotas sofridas no Paulistão (que nem merecem ser comentadas). Na minha opinião, a passagem de Marcelo Oliveira pelo Palestra foi um jogo do 7 erros, os quais especifico melhor abaixo.

#01. Pragmatismo tático: o time jogava no 4-2-3-1 e ponto. Não interessa qual seria o adversário nem mesmo quais atletas estavam a disposição, Oliveira nunca mudou o sistema de jogo. E quando fingiu que faria isso, escalou os jogadores errados nas posições erradas.

#02. Trocando alhos por bugalhos: nem sempre a questão é quem joga; muitas vezes é onde esse atleta joga. Escalar Robinho na ponta direita e Dudu centralizado, por exemplo, é um erro crasso. Insistindo nisso, nostro ex-comandante bloqueou o que de melhor em ambos os atletas, além do andamento do time. Pode-se fazer a mesma leitura na dúvida entre Zé Roberto ser meia ou lateral, Jean ser segundo volante ou meia e por aí vai.

#03. Aposta nos figurões: embora conte com bons jovens no elenco, o único que Marcelo prestigiou foi Gabriel Jesus. Manteve Thiago Matins e Nathan fora para colocar Leandro Almeida e Victor Ramos; deixa Lucas em péssima fase atuar sem nem levar João Pedro ou Taylor para o banco; e simplesmente podou do time nomes como Matheus Sales e Erik.

#04. Sociedade Espalhada Palmeiras: a compactação do time era digna de pelada de final de semana. Todos os jogadores esparramados pelo campo, nenhuma aproximação e possibilidade zero de sair uma simples tabela. O esquema tático era cada um por si: pegou a bola, se vira.

#05. Aerotime: o Palmeiras deve ter um dos ataque com menor estatura do país. No entanto, mesmo com Cristaldo, Allione, Dudu, Jesus e Robinho em campo, a única jogada que tínhamos era chegar até a linha de fundo para cruzar. Quando funcionou, foi só com a bola parada.

#06. Time de um tempo só: exceto pelo jogo decisivo da Copa do Brasil, o Palmeiras nunca jogou 90 minutos de bons de bom futebol com MO. Por vezes jogava muito bem o primeiro e depois recuava bizarramente no segundo; em outras ocasiões começava muito mal a partida e corrida para se recuperar no segundo; mas manter uma sequência que é bom… nada.

#07. Não aproveitou o apoio: a torcida do Palmeiras gostava de Oliveira. Deixou isso claro antes e depois de várias partidas (inclusive ontem) e as coisas ainda melhoraram após a conquista da Copa do Brasil. O que ele fez, no entanto, foi enfiar sua cabeça ainda mais em crenças só dele, fazendo com que a nostra voz naturalmente mudasse de opinião.

Enfim, lá se foi Gargamel. Confesso que não confio tanto no trabalho de Cuca, nem acho que hajam bons nomes disponíveis no mercado, mas a mudança se fez necessária. Esperar por uma eliminação precoce na Libertadores seria o pior dos mundos.

Marcelo Oliveira sempre terá seu nome em nostra história graças ao troféu conqusitado em 2015, mas, no almanaque do futebol, errou demais. Que se encontre em outro lugar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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GabrielJ

Devagar com as cornetas e o amendoim, Palestrinos…

É óbvio que dava para ganhar no Uruguai e está bastante claro que o início do ano segue mal para o Palmeiras, mas não existem motivos para desespero. Ontem, diante do River Plate (URU), fomos mais surpreendidos pelo desconhecido do que pelo fraco adversário.

Enfrentamos um time do qual sabíamos pouco, jogamos com um esquema nunca antes utilizado de início e, para completar, abusamos mais uma vez dos erros individuais.

Jogando no minguado estádio de Maldonado, nostra equipe foi superior durante quase toda a partida. Só não vencemos, mais uma vez, pelos próprios erros. Marcação falha, falta de pontaria e – talvez o ponto mais crítico para o momento atual -, a total e nula criatividade demonstrada dentro de campo.

Mesmo com a tecnologia e olheiros, ainda é comum ser surpreendido em jogos diante de equipes como a de ontem. Embora limitador, eles foram valentes e velozes, aproveitando as falhas do Palmeiras sair com o empate.

Agora, falando em esquema tático, é natural que Marcelo Oliveira ainda esteja fazendo testes. Muitos jogadores chegaram, outros se lesionaram e o treinador segue em busca da formação ideal. Três volantes claramente não foi uma boa tentativa, mas testar Jean e Erick entre os titulares, por exemplo, faz muito sentido.

Já o que mais me preocupa é a falta de um articulador. Robinho começou o ano bastante lento, Régis até agora não fez por merecer chances, Moisés se lesionou e Cleiton Xavier dispensa comentários. Ontem, mais uma vez, Dudu foi quem teve que fazer este serviço. E embora tenha dado bela assistência no primeiro gol, ele não é o camisa 10; Dudu é um faz tudo que tem como melhor qualidade a posse de bola.

Repito: ainda não há motivos para pedir a demissão de Marcelo. Não temos nem cinco jogos no ano e a equipe ainda está sendo montada. Mais do que desespero, é preciso paciência e força para que este grupo engrene. Até porque, sejamos sinceros, se Marcelo sair chega quem? Cuca, Celso Roth, Oswaldo de volta? Calma com a andança.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Terça-feira é dia de Copa Libertadores, Palestrinos. E a nostra estreia será em solo uruguaio, diante do desconhecido Club Atlético River Plate.

Com 83 anos de história e 4 títulos nacionais, a retrospectiva internacional do nostro rival é bastante recente. Participou de seu primeiro torneio continental em 2008, quando esteve na Copa Sul Americana, e em 2009 conseguiu sua melhor campanha – atingindo o 4o lugar no mesmo torneio.

O time que bateu o Universidad Católica e passou pela pré-Libertadores semana passada é bastante jovem. Com média de idade de 25 anos, a equipe conta com um elenco praticamente 100% uruguaio (são apenas 3 brasileiros desconhecidos e 1 colombiano) e aposta na experiência de do zagueiro Cristian González (39 anos) para não sucumbir na primeira fase.

O principal destaque da equipe é o rápido ataque formado por Michael Santos e Cesar Taján e a defesa tem sido seu calcanhar de Aquiles. No último domingo, o River tomou 3 a 0 do Nacional em casa (vídeo abaixo) e apresenta uma campanha com 7 vitória, 3 empates e mais 7 derrotas na temporada 2015/16 do Uruguaião.

Pelo que deu para analisar até aqui, não existem motivos para temê-los. No entanto, se analisarmos este começo de ano pra lá de preguiçoso do Palmeiras, sempre há motivos para se preocupar… Vamos vencer!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Se você cresceu na década de 90 e é fã de video games, tem que parar o que estiver fazendo para ver este vídeo, Palestrino.

É simplesmente o jogo final da Libertadores de 1999 em versão Super Nintendo, reproduzido no game Campeonato Brasileiro 96 – o popular Super Star Soccer Deluxe. Genialidade pura!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu poderia escrever aqui que, independente do ocorrido de ontem, serei Palmeiras até a morte. Mas que tipo de torcedor de verdade abandona seu time por causa de um jogo?

Poderia dizer que a culpa é do goleiro, do técnico, do zagueiro. Mas de que adianta isso agora?

Poderia atestar que a arbitragem nos prejudicou nos dois jogos. Mas será que isso justifica toda a passividade e falta de vontade da equipe?

Eu poderia até mesmo dizer que, sabedor da limitação deste time, chegamos longe. Mas que tipo de imbecil que não se empolga com fases finais de grandes campeonatos, esperando por partidas mágicas e inesperadas?

A verdade, Palestrinos, é que eu poderia estar enchendo este espaço com clichês chatos, lamentações vazias e falsa esperança para todos nós, 15 milhões, que andam tão judiados na última década.

Mas, sinceramente, só me resta agradecer a presença dos outros 35 mil que estiveram ao meu lado no Pacaembu e incentivaram ainda que desconfiados uma equipe que parece precisar de um milagre a cada jogo.

O principal objetivo do ano começa no dia 25. E nós estaremos lá em Itu, no Pacaembu ou no inferno, ainda que  sofridos, desconfiados e judiados. Levanta, Palmeiras!

Siamo per sempre Palestra!

ROJAS.

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Voltamos com um zero a zero do México, Palestrinos.

Resultado que acabou ficando de bom tamanho em um jogo que poderíamos tanto ter vencido quanto perdido.

Um jogo ao melhor estilo deste time montado por Gilson Kleina; um Palmeiras que corre, briga e tenta superar seu limites a cada jogo. É justamente neste Palmeiras de Bruno, Marcelo Oliveira, Charles e Vinícius que temos que apostar. Um elenco que não transborda qualidade técnica, mas que dificilmente irá pecar por falta de vontade.

Os erros, óbvio, acontecem. A espanada de Henrique para a meia-lua, a bola (mal) cruzada por Tiago Real no meio-campo, os chutes insossos da nostra dupla de ataque, as disparadas sem noção de Wesley (ainda que na primeira delas tenha havido pênalti)… Tudo isso é normal para um elenco que ainda tem cara mesmo de Série B.

Eu, pessoalmente, tenho me apegado mais às qualidades da equipe. A casa está sendo arrumada fora de campo e, dentro dele, nostro treinador tem feito o que pode. Cabe a nós incentivar, confiar, gritar e empurrar uma equipe que, querendo ou não, está tentando nos honrar.

O Palmeiras é, hoje, uma companhia limitada. Mas pode surpreender.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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