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Posts Tagged ‘copa sul americana’

Foi bonito, Palestrinos…

Em mais um exercício cívico de devoção ao Palmeiras, mais de 10 mil heróis foram ao pacaembu presenciar a vitória do Verdão por 3 a 1 (Luan, Kléber e Assunção) nesta noite. E se é verdade que o resultado não foi o suficiente para classificarmos, também é verdade que jogamos bem e saímos com a cabeça tranquila para o clássico de domingo.

Na real, a desclassificação não veio hoje, mas sim na desatenção da primeira partida. Foram dois gols sem querer do Vasco, um gol mal anulado nostro e o gol fora de casa – logo dele, o terrível Jumar – decidiu o futuro na Sul-Americana. É do jogo, acontece, temos de ter paciência. Existem noites em que não existem culpados e hoje foi uma delas.

Valdivia jogou como dele se espera, Kléber desencantou, Luan voltou a ser útil, Cicinho apoiou como sempre, Assunção voltou a ter o pé calibrado… se tivemos um defeito no jogo, foi a falta de sorte em um chute tão improvável dado da intermediária. Acontece, não é ter postura pequena, é reconhecer o mundo do futebol.

Agora, atenção: o time lutou, mas não merece aplausos. Ser desclassificado para o mistão de um time como Vasco não é motivo nenhum de orgulho.

Por isso, no domingo, espero um time tão motivado e aguerrido quanto hoje. Espero, enfim, o que todos nós esperamos: o Palmeiras em campo, com a sua grandeza e imponência de sempre! Até porque se o título parec eum sonho meio distante, a Libertadores é logo ali. Basta querer e correr.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu me faço essa pergunta anualmente, Palestrinos…

Até quando vamos amargar jogos como o de hoje? Entramos para jogar diante de uma equipe que não tem a mínima intenção de ganhar o torneio, que poupou quatro titulares e que levou pouca torcida ao estádio para quê, para sofrer de raiva?! O Palmeiras, mais uma vez, não soube se impor. Jogamos pequeno, pensamos pequeno, nos apequenamos diante de um adversário acomodado!

Não vou dizer que aqui que tomamos um baile porque é mentira. Tivemos bom volume de jogo, mas, para variar, faltou finalizar com capricho. Na verdade, faltou caprichar em tudo: nas bolas aéreas, no último passe, na tabela rápida, na marcação… faltou se portar como Sociedade Esportiva Palmeiras.

Aí, óbvio, acaba o jogo e vão querer criar crise. Que Marcos disse que o time não ajuda, que Márcio Araújo jogou no ventilado, que Henrique escreveu no Twitter… não adianta polemizar. O Palmeiras perder porque mereceu perder. Mesmo com gol mal anulado, mesmo com gol sem querer, mesmo com bola que saiu no segundo gol do time da casa.

O Palmeiras precisa acordar do sono profundo ao qual está se sujeitando há mais de 10 anos e se perguntar o que nós nos perguntamos há mais de uma década: “até quando?”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bem vindos de volta às vitórias Felipônicas, Palestrinos!

Desde aquele chute de Cleiton Xavier contra o Colo Colo, a mais de um ano atrás, na Libertadores 2009, que não sentíamos essa sensação. E é fantástica, incrível, indescritível! É de sair por aí gritando e pulando, ignorando qual é o torneio ou o adversário.

Afinal, mais do que um jogo, ganhamos de volta a nossa alma.

O JOGO
Apesar da posse de bola, começamos mal a partida. Diante de um Vitória completamente fechado, tivemos imensas dificuldades em armar qualquer tipo de trama ofensiva – e boa parte disso em função da nossa escalação com 3 zagueiros e 6 volantes. Márcio Araújo e Rivaldo, em especial, abusaram dos erros e nós fomos avançando na raça.

Foi na raça que saiu um chute bem defendido por Viáfara. Foi na vontade que saiu a cabeçada de Tadeu no travessão. E foi quase que na marra que o nostro camisa 20 conseguiu abrir o placar oas 47 do primeiro tempo. Ainda era pouco, mas era um começo.

Apesar de parecer ilógico manter a mesma equipe defensiva da primeira etapa, Felipão, ironicamente, só foi mexer logo após o segundo gol, quando Márcio Araújo chutou uma bola completamente errado, mas Tadeu chegou e deu bico pra fazer o segundo.

A partir daí, apesar de não ter parado, o Palmeiras cadenciou a partida. O Vitória resolveu tentar jogar e o que vimos foi muita bola presa no meio-campo, passes errados, mas, ainda assim, muita força de vontade. Foi então que veio o lance do jogo: 43 minutos, falta em Tinga, Marcos Assunção na bola…

Verdão classificado e de alma renovada.

O MELHOR
Sem dúvida nenhuma, a torcida. Cantou e vibrou os 90 minutos, como há muito tempo não se via.

Agora, quanto aos jogadores, nunca achei que escreveria isso, mas… Tadeu. Fora os dois gols decisivos e a bola no travessão, se movimentou o tempo todo.

O PIOR
Rivaldo
. No primeiro tempo foi melhor apenas do que Márcio Araújo; no segundo, foi pior que todo mundo (mas ainda assim, fez mais que Armero).

E AGORA?
Agora é ajeitar o time diante de Guarani (fora) e Atlético/GO (casa). Na minha opinião, se queremos jogar com 3 zagueiros, Vitor é a melhor opção pela direita e Kléber deve formar o ataque com Tadeu. E se tivermos um meia (Lincoln ou Valdívia), podemos manter Tinga, com Edinho e Assunção mais atrás.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É isso, Palestrinos.

Nosso momento não é o melhor, nostro time não empolga, o Pacaembú não é o Palestra, perdemos o primeiro jogo, o elenco está se adaptando, MAS… como negar pedidos como estes?

Se eu já iria antes de ver isso, agora tenho certeza de que estarei lá.
É quinta-feira, 21:50h.

Palestra Siamo!

ROJAS.

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Pouco a falar sobre ontem, Palestrinos.

Mais um jogo em que o Palmeiras simplesmente não conseguiu atacar nem sequer assustar o adversário e uma derrota mais do que merecida para um Vitória que jogou mal. O resultado foi justo e, na minha humilde opinião, teve o dedo de Felipão – que ainda está perdido em meio as opções do time.

Quem entra em campo para ganhar em um 4-4-2 onde todos os homens do meio de campo são volantes? Tudo bem que não tínhamos o Lincoln, mas Rivaldo definitivamente não era a resposta. E se quisesse fechar mais a equipe, que soltasse os alas (Vítor na direita e Rivaldo na esquerda) ou apostasse em jogar pelas pontas em velocidade (Ewerthon e Patrik abertos, Tadeu ou Luan centralizados).

Ninguém ganha jogo com 50 volantes.
Ninguém ganha jogo tentando ficar na defesa 90 minutos.
Ninguém ganha jogo colocando Max pra jogar.

Sábado a vitória é OBRIGATÓRIA. Apenas isso.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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