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Posts Tagged ‘Daniel Carvalho’

O Brasileirão passou de incômodo a preocupação, Palestrinos.

Tudo nos leva a crer que, assim como aconteceu no ano passado, vamos lutar para não estar entre os 4 últimos até o final do campeonato. E eu discordo de quem brada por aí que isso acontece porque nostro elenco é fraco. De fato, ele não é dos mais fortes; mas não dá para olhar a tabela e ver que estamos atrás de Portuguesa, Ponte Preta, Náutico, …

O problema do Palmeiras é ter um elenco com 30 jogadores, mas com poucos homens.

Dá pra contar nos dedos os atletas que, de fato, se esforçam em honrar a nostra camisa – Bruno, Assunção, Barcos e Maurício Ramos, por exemplo. Já a de vagabundos preguiçosos é bem mais extensa, sendo puxada lá em cima por dois dos maiores salários do clube, Valdivia e Daniel Carvalho. O restante do elenco é ocupado por garotos que ainda não podem ser responsabilizados (Wellington, Patrick Vieira, etc.) e reforços de nível duvidoso (Román, Betinho, etc.).

A Sociedade Esportiva Palmeiras precisa de atletas engajados! Não precisam ser os melhores, basta serem os com mais gana de ganhar. Quando valia título, na Copa do Brasil, todo mund0 correu. Agora que estamos no Brasileirão ninguém faz mais nada? Vá benne que foi uma conquista histórica, mas o Palmeiras merece muito mais do que isso.

Isso se chama vergonha na cara, Felipão. Pode cobrar!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um resultado adverso, Palestrinos.

E dessa vez foi sem erro de árbitro, foi por incompetência nostra mesmo. Jogando na longínqua e inóqua Barueri, perdemos merecidamente para o Inter e nos enterramos ainda mais na zona de rebaixamento. E é aí que está morando o grande perigo…

Faltando somente 5 partidas para o final do turno, temos 3 jogos complicadíssimos fora (Botafogo, Fluminense e Atlético/GO) e outros dois clássicos “em casa” (Flamengo e Santos). Convenhamos, não está fácil. E se virarmos o turno mal, o desespero chega em algum momento e o bicho pega, mesmo para uma equipe que tenha a tranquilidade de ser a campeão da Copa do Brasil.

Uma projeção muito otimista seria a de 10 pontos – computando aqui os dois jogos em casa, uma vitória em Goiânia e ao menos um empate no Rio. Mas, com tantos desfalques por lesão, suspensões e a má vontade dos nostros meias (Valdivia preguiçoso e Daniel Carvalho gordo como um boi) sabemos que a coisa pode piorar.

Acho que chegou o momento de Felipão tomar uma atitude drástica, bater no peito e colocar quem ele pode confiar para jogar. Que coloque Fernandinho no meio, Obina e Barcos jogando juntos, pegue um meia da base e ignore os chinelinhos bem pagos que deveriam honrar a nossa camisa 10. É hora de fechar o grupo e reagir!

Senão, amigos, pode ser tarde demais.

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Eu sei que a diretoria não tem pulso para fazer isso, mas, passada a mística de Barueri em busca do título, já é chegada a hora de voltar para São Paulo. Se o estádio da Rodovia Castello Branco ajudou meses atrás, agora já está atrapalhando: além do time estar apático, não tem como 5 ou 7 mil torcedores empolgarem a equipe.

Fosse no Pacaembu, o jogo do último sábado teria arrebanhado ao menos 15 mil pessoas. Isso faz diferença em campo e no bolso. Volta pra São Paulo, Palmeiras!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem as especulações de crise, Palestrinos.

Demorou, mas chegou o momento de falar em crise no Palmeiras – para a alegria geral da imprensa. Até concordo que o futebol apresentado na três últimas partidas tenha sido sofrível, mas, calma lá: esses altos e baixos são apenas reflexo do grupo que Felipão tem em mãos.

Se considerarmos a equipe completa, com os 11 titulares, temos uma bela equipe. Não é um dream team, mas está pau a pau com os outros grandes do país. Agora, se levarmos em conta o que acontece quando temos contusões e suspensões… Aí, de fato, a coisa se revela sofrível.

Afinal de contas, Gerley é bem inferior à Juninho; Patrik é infinitamente pior que Valdívia e Daniel Carvalho; Barcos está anos luz a frente de Bueno e Fernandão; Roman e Maurício Ramos ficam atrás de Henrique e Amaro; e assim vai. O Palmeiras tem um belo time, mas tem um elenco apenas mediano. E isso causa altos e baixos mesmo.

Acredito, sim, que Felipão tem sua culpa nisso. Desde que Wesley chegou, por exemplo, a equipe perdeu totalmente a sua cara, tentando se ajustar ao futebol de um atleta fora de ritmo. Algumas mexidas também têm sido infelizes – ou alguém já ganhou um jogo colocando o Chico?

Treinador, diretoria, jogadores… O peso da culpa está dividido entre todos. Mas, sem dúvida alguma, essa oscilação será vista mais e mais vezes durante 2012. Tenhamos paciência e torçamos pela volta da boa fase.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória é sempre bem-vinda, Palestrinos.

Portanto, pouco importa se goleamos ou batemos o Paulista, em Jundiaí, por 1 a 0. É primeira fase de Paulistão e, se existem duas coisas que têm valor a esta altura, elas são os três pontos e o acerto do time para o restante da temporada.

Com os 3 pontos conquistados estamos bem: classificação garantida no topo da tabela e tranquilidade para os poucos jogos que faltam. Portanto, a maior preocupação do momento é acertar o time para a fase final, a Copa do Brasil e o Brasileirão. Por isso, vamos aos pontos:

  • WESLEY: É óbvio que Wesley chegou para jogar. Portanto, alguém tem que ceder o lugar o lugar no time para a sua entrada. O primeiro teste foi com João Vitor e, além do ex-titular ter entrado e feito o gol da vitória, Felipão pareceu pouco a vontade. O problema é quem sai agora… o especialista Assunção, o motorzinho Araújo ou mesmo na lateral-direita? Eu, pessoalmente, manteria João Vitor de fora.
  • EX-TITULARES: Até o início deste ano, Cicinho e Valdívia eram titulares absolutos. Agora não são mais. Artur e Daniel Carvalho estão em melhor fase e merecem constar entre os 11.
  • DEFESA: Henrique foi contratado de vez, sabe jogar e é titular absoluto. Mas quem joga com ele? Enquanto Heleno não volta, o melhor é manter Leandro Amaro mesmo; Maurício Ramos e Román são emoção na certa.
  • JEITO DE JOGAR: Afinal, de que jeito Felipão pensa o time? Num 4-4-2 clássico, em um conservador 4-3-1-2, talvez até em um 4-3-3? É bom definir isso agora, porque, depois, é difícil parar pra pensar.
  • A VOLTA DE QUEM NÃO FOI: Antes inticáveis, Thiago Heleno e Luan voltarão em breve. Por outro lado, os contratos de Bueno e Fernandão vão chegando ao fim. Quem fica, quem vai?

Enfim, não são tantas as dúvidas, mas precisam ser sanadas. Só assim o Verdão vai seguir firme rumo aos títulos que todos nós merecemos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não há como negar que começo do ano está fantástico, Palestrinos.

Seguindo uma reação que começou nas últimas rodadas do Brasileiro de 2011, o Palmeiras se levantou, a diretoria resolveu trabalhar, Felipão fez alguns cortes necessários e o nostro time já está invicto há 20 partidas.

Você dirá que boa parte delas foram diante de times inexpressivos, que oferecem pouca ou nenhuma resistência aos grandes. Mas, se fosse tão fácil assim, teríamos ao menos uns dez times invictos no país. É preciso reconhecer as qualidades (e os defeitos) desse Palmeiras/2012.

E a mais óbvia delas é o ataque. Daniel Carvalho e Barcos caíram como luva no setor ofensivo, Maikon Leite voltou a jogar a sua bola e hoje temos o melhor ataque do Paulistão sem precisar tanto da bola parada de Marcos Assunção.

Outro ponto positivo foi a chegada dos laterais Juninho e Artur: com eles, o Palmeiras tem atacado e defendido com mais velocidade, além de ganhar os bons passes do lateral-esquerdo e as cabeçadas certeiras do lateral-direito lá na frente.

A terceira boa nova chega a ser surpreendente e atende pelo nome de João Vitor. Longe de ser um grande jogador, o volante equilibrou a marcação junto com Márcio Araújo e tem ajudado demais o lateral direito da equipe.

Mas é claro que ainda não somos um time pronto.

Nostra defesa tem sofrido demais nas bolas aéreas, ainda faltam opções para o banco (um atacante melhor que Bueno e Fernandão, um volante melhor que Chico e um meia muito melhor que Patrik) e é preciso encontrar uma forma mais ofensiva de jogar quando estivermos atrás do placar.

A verdade é que merecemos a liderança, merecemos a série sem derrotas, mas ainda não temos um time 100% confiável. A única certeza que tenho é a de que, sem ilusões, estamos no caminho certo – queiram os críticos, ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu ainda era um moleque, mas me lembro de tudo, Palestrinos.

Era um domingo ensolarado de 1996 e o Palmeiras foi até Ribeirão Preto enfrentar o Foguinho pelo Paulistão. Àquela altura, o time de Vanderlei (ainda sem W e sem Y) Luxemburgo já estava na 12a rodada do campeonato, líder com 11 vitórias e 1 empate, nadando de braçada rumo ao título. E eu, com meus onze anos, fui jogar uma bola após o almoço.

Quando retornava para a casa, vi meu irmão, quatro anos mais velho, na janela gritando feito louco. Perguntei lá de baixo o que estava acontecendo e ele só conseguia repetir uma palavra: “Oito! Oito, meu Deus, oito!”. Subi o mais rápido que pude e, ao fitar o televisor, lembro que tive que olhar novamente para entender o marcador – 8×0 Palmeiras.

Quem diria que, 16 anos depois, eu iria ter uma sensção parecida? Domingo, em frente a TV, voltei a ser criança. Aliás, acredito que não somente eu, como qualquer torcedor do Palmeiras e amante do futebol. O jogo foi repleto de alternativas, belos gols, comemorações divertidas… Foi um jogo ‘old school’, anos 90 mesmo.

E por mais que eu saiba que não temos mais aquele timaço de Djalminha, Rivaldo, Muller e Luizão, foi legal sentir isso outra vez. Pode ser que não sejamos campeões, é impossível que ultrapassemos os 100 gols e é bastante provável que este time tenha altos e baixos. Mas, por essa semana, já me valeu a pena.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Empate normal neste domingo, Palestrinos.

Após uma grande jornada na quarta e tantas vitórias consecutivas, é normal que este zero a zero destoe um pouco. No entanto, é bom lembrar, o Palmeiras é um time em formação e altos e baixos são bastante corriqueiros.

A equipe jogou abaixo do esperado, nem Daniel nem Valdivia foram bem, Barcos pecou nas finalizações, a defesa parecia tensa e Felipão foi um pouco cauteloso demais nas mexidas. Agora teremos uma semana inteira para nos prepararmos para o duelo de domingo, diante do Botafogo, em Ribeirão Preto.

E embora não me pareça nada provável que Felipão faça isso, gostaria de registrar aqui uma sugestão para ele: Mestre Felipone, por favor, faça um teste para vermos como se sai o Palmeiras mais ofensivo. Afinal de contas, se perdermos no domingo não será o fim do mundo… Serão oito os classificados, qual o problema em arriscar de vez em quando?

Então, por favor, pegue o jogo de domingo e escale Daniel Carvalho, Valdivia, Maikon Leite e Barcos juntos. Tente, só por 45 minutos! Não estou esquecendo da partida de quarta, pela Copa do Brasil, lá em Maceió. Só quero ver, ao menos uma vez, um Verdão mais ofensivo do que o de ontem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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