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Posts Tagged ‘deola’

O relógio marcava 25 minutos do segundo tempo, Palestrinos. Em uma bela trama ofensiva da equipe pela esquerda, Valdivia recebeu na marca do pênalti, ajeitou o corpo, mas ao invés de bater em gol, resolveu rolar de lado. O zagueiro adversário cortou e o nostro segundo tento não saiu por um capricho.

É óbvio que nessa hora, em qualquer partida, nós xingaríamos o chileno. Mas com o time jogando melhor o jogo todo e com o volume que tinha de jogo, nem nos passava pela cabeça o que iria ter acontecido dez minutos depois. Em uma sequência de lances bizarros, o Palmeiras conseguiu levar três (3!) gols em cinco (5!) minutos e perder uma partida que já estava ganha.

Aí, é claro, lembramos do lance de Valdivia. Relembramos também do chute cruzado mal dado por Cristaldo. Ressuscitamos a reposição de bola mal feita por Deola, a marcação não feita por Victor Luís, todos os erros de passe de Marcelo Oliveira… bastaram dez minutos para lembrarmos que hoje, infelizmente, somos exatamente este Palmeiras.

Um time que não importa o quão bem esteja no jogo, sempre estará suscetível a perdê-lo. Um elenco que claramente não acredita que pode vencer – principalmente fora de casa. Minha impressão nítida é de que, ao sofrer o primeiro gol, os jogadores todos se olharam e pensaram juntos: “É, tava bom demais pra ser verdade. Lá vamos nós perder outra vez”.

E perderam. Feio. Como já perderam tantas outras partidas que poderíamos ter vencido tantas outras vezes. Porque este time é o time que desconhece que pode vencer. Que tem medo não só do adversário, mas que teme também as suas imperfeições.

Mesmo assim, reitero, estaremos lá na quinta-feira.
Porque este time pode desistir de si, mas nós jamais faremos o mesmo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Brasileirão, Palestrinos…

Prometi que não voltaria a este tema, mas, depois do ocorrido neste domingo, achei necessário.

Não que eu discorde do resultado final da partida (também fiquei aliviado ao ver o resultado na TV). Discordo apenas do comportamento da maioria da torcida que foi até lá. A torcida que, dessa vez, jogou contra.

Respeito quem pagou o ingresso. Respeito quem se dirigiu até um estádio de tão difícil acesso. Respeito quem teve forças para sair de casa após quarta-feira. Mas, ao menos pra mim, quando você se dispõe a ir a um jogo de futebol do seu time de coração, se dispõe a fazer isso esperando a vitória. Não importa a situação, não importa o adversário, não importa o campeonato.

Se quer que o time saia derrotado, fique em casa. É simples assim.

Ir até o estádio para jogar contra o Palmeiras é uma estupidez sem tamanho. Deixar de comemorar o golaço do Dinei (por pior que ele seja), xingar o Deola por fazer defesas incríveis, pressionar a equipe pedindo a ‘entrega’… nada disso me entra na cabeça!

Repito: não é demagogia. Eu assisti ao jogo da gambazada na Globo, torci pelo Vasco e me deu um alívio saber que o Fluminense e o Cruzeiro também haviam vencido ao final da rodada. Contudo, eu fiquei na minha, fiquei no sofá, curti de longe. Se algum torcedor tinha que ir ao jogo ávido pela vitória carioca, este era o torcedor do Flu, não o nosso.

Como explicar para aquele japonesinho do jogo de quarta que a torcida que deu um show de vibração diante do Goiás, agora pedia que o time perdesse? Para mim, não existe resposta. Por isso falo vitorioso que eu não estava lá.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Missão cumprida, Palestrinos.

Não teve altitude, não teve semente de papoula na comida do hotel, nem chazinho esquisito. Com mais um golaço de Marcos Assunção e uma atuação memorável de Deola, o Verdão bateu o tal do Universitario de Sucre pela vantagem mínima e está praticamente na próxima fase.

Tá com cheiro de mata-mata Felipônico, tá com jeito de gols de falta de Arce, tá com jeito de título pro nostro Alviverde!

O JOGO
O Palmeiras entrou em campo com o time que vem atuando, apenas com Kléber a frente, e encontrou um adversário tão bem disposto quanto fraco tecnicamente. Lembrando aquele fabuloso esquadrão do Potosí, parecia um monte de indiozinho chutando de longe e tentando desesperadamente surpreender.

Mas quem sabe chutar de longe, de perto e de qualquer lugar é Marcos Assunção. Cobrança de falta na gaveta, Verdão 1 a 0. A partir daí, sem Valdívia (que saiu machucado), nos restou a correria e entrega de toda a equipe.

Rivaldo salvou um gol certo, Deola fez grandes defesas, o bandeira anulou muito erradamente um gol legítimo de Lincoln e a partida acabou com a nostra vitória. Justa, na raça e com cara de Felipão.

O MELHOR E O PIOR
Deola pegou demais, foi o melhor em campo disparado. Já Tinga, mais uma vez, deixou a desejar na sua chegada ao ataque.

E AGORA?
Agora temos o Ceará em casa, no domingo, e eu desconfio que o Felipão vai colocar alguns jogadores, como o Assunção, para descansar (já não temos Kléber e Mago, suspensos). Semana que vem tem o jogo de volta contra o catado indígena e, no final de semana, o tão esperado clássico contra a gambazada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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