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Posts Tagged ‘dérbi’

Mais um jogo se passou, Palestrinos. E, mais uma vez, passaram também bolas absurdas pelas nostras redes.

Eu sei que nenhuma defesa é intransponível e que falhas acontecem, mas o que vimos no Palestra domingo beirou o ridículo. Não bastassem, aliás, os três gols doados ao adversário por total falta de atenção, toda e qualquer bola levantada na área do Palmeiras traz um pânico amargurante… é preciso rever isso.

Até porque, embora não pareça a primeira vista, os números gerais de nostra defesa são bastante ruins. Com 26 gols sofridos em 23 jogos (média de 1.13/jogo), estamos melhor que o Flamengo, por exemplo – a frente na tabela, mas 30 vezes vazado. No entanto, estamos em pior condição que 11 outras equipes, incluindo rebaixáveis do nível de Joinville, Goiás e Coritiba.

Indo além da frieza dos números, aliás, dá pra lembrar de cabeça alguns dos erros grotescos do nostro sistema defensivo. Dois dos três gols do Dérbi, o segundo tento sofrido diante do Joinville, ambos os tentos contra o Galo, o primeiro gol no Mineirão diante do Cruzeiro – e assim vai, repetidamente, até o momento em que estamos no campeonato. E este, para mim, é o ponto: mais do que sofrer gols, tomamos gols extremamente bobos.

Ou Marcelo começa a pegar pesado com nostro sistema defensivo ou vamos seguir precisando marcar dois gols todos os jogos, porque sempre sofremos ao menos um.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória em clássico, Palestrinos! Sem dúvidas, o melhor antídoto para começar a semana tranquilo e confiante de que as coisas podem se acertar.

Afinal de contas, o Dérbi do último domingo foi nostro melhor jogo em muito tempo. Especialmente no primeiro tempo da disputa, vimos uma movimentação e um índice de acerto de passes dignos de deixar qualquer torcedor surpreso. Dominamos a partida, mantivemos a cabeça no lugar e não caímos na pressão do adversário – mesmo jogando no estádio municipal que eles chamam de casa.

Foi também um belo respiro para Oswaldo de Oliveira e todo o elenco, ainda que a situação no Campeonato Brasileiro esteja totalmente abaixo do desejado. Nostro treinador manteve o polêmico 4-2-3-1, mas a performance da equipe foi totalmente outra. Muito disso se deve a energia dos atletas dentro de campo, mas também ao esquema sem um centroavante fixo – assista novamente à partida e irá reparar que Rafael Marques continuou aberto pela esquerda e só fechou em diagonal quando Zé Roberto abriu com ele.

Desempenho tão bom deixou no ar aquela clássica pergunta: por quê cazzo este time não joga assim sempre? E a reposta, infelizmente, me parece óbvia: porque ainda não aprendemos a jogar contra equipes fechadas.

As primeiras rodadas do Brasileirão e os jogos da Copa do Brasil mostram isso claramente. O Palmeiras fica 70 minutos com a bola nos pés, mas não consegue criar absolutamente nada. Quando joga contra times que tentam ao menos jogar, no entanto, achamos espaços para ganhar a partida. Eis o grande desafio de Oswaldinho.

Eu ainda acho que algumas partidas pedem dois atacantes e apenas um volante mais preso. Mas, por enquanto, vou abaixar a minha corneta e esperar para ver o que nostro treinador vai colocar em prática. Que ele não nos decepcione!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Pode não parecer, mas o jogo do próximo domingo vale muito mais do que uma vaga na final do Paulistão, Palestrinos: vale decidir qual será a cara do Palmeiras em 2015.

De um lado, a escolha de atuar da mesma maneira com o qual o time já tem atuado; de outro, a oportunidade de adicionar qualidade em campo e deixar a equipe mais ofensiva. Em outras palavras, Oswaldo de Oliveira está preso no dilema de ser Marcos Aurélio Galeano – nosso eterno e esforçado volante – ou Eduardo Galeano – o eterno e romântico escritor uruguaio.

Se pesar o fato de jogar na casa de um adversário que não perde por lá há 30 partidas, parece lógica a escolha por manter o 4-2-3-1. Com Gabriel e Arouca na cabeça da área, no entanto, ou sobra gente na frente ou Valdivia segue no banco. Como acredito que Oswaldinho escalará o chileno seja como for, acredito que o time teria Rafael Marques de centroavante com Jorgito no meio.

Agora, caso o nostro treinador considere que a melhor defesa é o ataque, dá para inovar e jogar no 4-1-4-1. Neste caso, Oswaldo teria que sacar Gabriel dos onze iniciais, isolar Arouca como primeiro volante e contar com um meio-campo repleto de meias. Embora alguns digam que Robinho pode ser um segundo volante, a real é que todos – exceto Valdivia – teriam a obrigação de marcar.

Eu, pessoalmente, gostaria de ver a segunda formação em campo. Mas não neste jogo. Contra uma maiúca que reúne tanta gente boa e rápida como a do Curintia, acredito que a primeira ideia seja mais segura. Com Guerrero dengoso e Vágner Love sozinho na frente, teremos formações espelhadas em campo. Vai ser um dérbi de igual pra igual, decidido por detalhes – através da falha e do talento de alguém.

Afinal, como escreveu Eduardo Galeano: “Por sorte ainda aparece nos gramados algum descarado cara-de-pau que sai não se sabe de onde e comete o disparate de desmoralizar toda a equipe rival, e ao juiz, e ao público das arquibancadas, pelo puro prazer do corpo que se lança à aventura proibida da liberdade”. E eu espero que este cara-de-pau seja nostro – ainda que seja Jorge Valdivia.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Correria. Batalha. Vontade. Ataque organizado. Tudo o que sobrou nas alamedas em volta do Allianz Parque antes do clássico deste domingo, faltou para o nostro time dentro do gramado, Palestrinos.

Em uma jornada onde pouco salvou-se, vimos um elenco ainda desentrosado ficar dezenas de minutos com as bolas nos pés e não conseguir fazer absolutamente nada. Não é o fim do mundo – longe disso –, mas certamente servirá para Oswaldo ficar de olho.

Medindo pelas contratações e opções para a temporada, o meio-campo vai ser o coração deste time. E foi justamente este setor que mais decepcionou. Afinal, nostra defesa é lenta e limitada, já sabemos disso faz tempo; enquanto que lá na frente, Leandro é um novo Henrique, vai fazer o que estiver a seu alcance. Logo, precisamos ir acertando a meiúca com o tempo que temos até o Brasileiro.

Algumas coisas, no entanto, já são certas e precisam ser levadas em consideração:

  • Lucas é um lateral-direito fraco, pior que João Pedro ou Ayrton.
  • Victor Hugo não é ruim, mas temos que ver como reage pós-falha. Nathan pode ganhar campo.
  • Gabriel tem bola pra ser titular, mas precisa de uma dupla que jogue mais que Amaral. Arouca deve ser a resposta.
  • Maikon Leite não dá. Ponto.
  • Robinho não é armador. Apenas Valdivia e Cleiton Xavier poderão fazer essa função e, como ainda vão demorar a entrar no time, temos que apostar em jogar pelos lados do campo.

Enfim, foi apenas o primeiro clássico. Segunda derrota em três jogos. Mas não chega a preocupar nem ser motivos de corneta. Esperemos que O.O. enxergue o jogo que nós estamos vendo da arquibancada e mude o esquema.

Do contrário, melhor convocar os palhaços da Mancha e da PM pra promover ao menos uma correria útil: a que acontece dentro de campo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A notícia nos pegou de surpresa, Palestrinos. Por decisão única e exclusiva da Federação Paulista de Futebol, não haverá torcida visitante no Dérbi do próximo domingo.

Ou, trocando em miúdos, não haverá jogo.

Os times estarão em campo, a arbitragem estará errando como de costume, o certame valerá três pontos oficiais pelo Campeonato Paulista, mas um dos maiores clássicos do mundo será só isso: uma formalidade.

Até eu, que de tão ansioso mal durmo em noites anteriores a jogos contra o Corinthians e que garanti meu ingresso faz tempo, estou desanimado. Ir a um jogo deste tamanho, olhar para o lado e não ter a presença da torcida rival para ouvir ou responder é simplesmente patético.

É claro que eu tenho total ciência de que a violência é um grave problema em partidas deste tamanho. Mas, na minha opinião, fazer um clássico com torcida única é assinar um atestado de incompetência não apenas do sistema de segurança do Estado, mas também da federação e dos clubes.

Afinal, não é de hoje que se discute a segurança em jogos de futebol. Ela é, sim, questão pública – mas também envolve todas as particularidades de um evento privado. Hoje a PM atua fora dos estádios por profissão e dentro deles contratada pelos donos do evento. Não existe isso de deslocar policiais que poderiam estar servindo a sociedade, como disse Paulo Nobre. Nenhum soldado que esteja dentro do estádio estaria nas ruas se não fosse pelo evento (em teoria e, espero, na prática).

De qualquer forma, os clubes poderiam cuidar disso de uma forma simples: contratando segurança privada treinada para grandes eventos. Isso acontece em shows, por exemplo, e é bastante corriqueiro. Seria, aliás, muito mais efetivo. A única força policial usada em grandes eventos é a Tropa de Choque, se necessário.

Além de tudo isso, os últimos eventos graves de briga entre torcida que tivemos foi longe do local do jogo. São confusões em estações de trem, metrô, em bairros afastados e até em vias próximas a quadras de torcidas organizadas. E isso só acontece porque esses imbecis marcam as brigas. Simples assim, com jogo ou sem jogo.

O que o Ministério Público e Secretaria de Segurança do Estado de SP deveriam fazer de verdade é decretar a prisão destes bandidos. Bandidos estes que, por sinal, são por qualquer PM pelo nome e apelido. Mas pra quê fazer o trabalho direito se pode-se empurrar com a barriga, né?

Sem mais delongas, este post todo serve apenas para uma única coisa: deixar a clara a minha revolta com essa decisão estúpido de clássico com torcida única. Por que isso, sim, é violência. Contra o futebol, os torcedores e o princípio básico de ir e vir.

Desse jeito, se avizinha o dia em que os grandes jogos serão feitos com portões fechados. Se avizinha o dia em que idiotas de terno e gravata, somados a trogloditas acéfalos, irão matar o futebol.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Meter gol no Corinthians é e sempre será motivo de êxtase, Palestrinos.
No último sábado, no entanto, essa alegria durou bem menos que o usual.

O motivo não foi a anulação do gol, nem tampouco um hipotético empate de imediato. O que tirou o sorriso do rosto de todos aqueles que estavam na curva da arquibancada verde do Pacaembu foi algo muito maior: o mal súbito de um senhor.

Aconteceu tudo muito rápido e nem eu, que estava dois degraus para baixo, sei explicar o que houve. Notei um tumulto, pessoas gritando, um rapaz correndo para chamar os bombeiros e tudo o que se seguiu a isso foi horrível. No dia seguinte, lendo o jornal, descobri que ele havia falecido.

João era seu nome, estava acompanhado pelo genro e acabou sofrendo um ataque cardíaco minutos depois do gol de Henrique – que havia sido feito bem ali, na mostra frente. Os sentimentos foram tão fortes e contraditórios que ninguém sabia ao certo como reagir. O matador, quem diria, havia cumprido a sua sina sem nem saber.

E o motivo deste post é homenagear o “Seu João”. Afinal, de uma maneira ou de outra, ele representa cada um de nós que vai para a arquibancada gritar, cantar, sofrer e sorrir a cada jogo. O mesmo coração que bateu acelerado lá é o mesmo que bate acelerado aqui.

Por isso mesmo, vá em paz, meu amigo.

E vá com a certeza de que vencemos por 1 a 0.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não vou reclamar, Palestrinos.

Afinal, ao olhar para a tabela do Campeonato Brasileiro há um mês, imaginei que sairíamos da sequencia Grêmio/Santos/Cruzeiro/Corinthians muito mais avariados do que de fato saímos. Mas não deixa de ficar um gostinho amargo na garganta.

Diante do Grêmio, fomos na gigantes em raça e coração para virar um jogo que nos era tirado por um pênalti inventado. Diante do Santos, jogamos melhor até sermos atropelados pela molecada de São Vicente. E, por fim, contra Cruzeiro e Corinthians tivemos o mesmo final trágico do empate.

Em 12 pontos dos mais difíceis, conseguimos 5. Não é muito, mas também está longe de ser pouco. O problema é que, de repente, deixamos de ser o time que nunca vencia e passamos a ser o time que quase vence. E isso, sim, me assusta.

Porque de empate em empate, não vamos a lugar nenhum. Nunca foi segredo para ninguém que, com raras exceções, o empate é um resultado terrível em um campeonato de pontos corridos. E nós temos que vencer!

Ganhar do Bahia no próximo domingo, mesmo fora de casa, agora virou obrigação. Bem como reestrear bem no nostro Palestra diante do Atlético/MG. Com esses 6 pontos, praticamente escorraçamos as chances de desgraça e, de quebra, voltamos a ser o time do sempre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O derby está no ar, Palestrinos.

40 anos após o gol de Ronaldo que os deixou ainda mais tempo naquela bendita fila e 20 anos depois daquele incontestável bicampeonato que enterrou ainda mais a nostra maldita espera. São tantas as coincidências e fatos que, talvez movido pela força de vontade demonstradas nas duas últimas partidas, estou confiante.

E não escrevo isso “só” por ser Palmeiras e Corinthians. Escrevo porque é mesmo um jogo histórico, o primeiro na Arena BNDES! História aliás que, se confirmada, joga mais uma vez ao nostro favor: o Palmeiras nunca perdeu para a gentalha quando fizeram o primeiro jogo de algum estádio.

  • Em 1917, no primeiro confronto entre os dois e também do Palestra Itália, metemos 3 a 0, acabando com uma invencibilidade deles que já durava 25 jogos.
  • Já no primeiro duelo disputado no Pacaembu, em 1940, não só vencemos por 2 a 1 como conquistamos a Taça Cidade de São Paulo.
  • E em 1967, no primeiro derby do Morumbi, vencemos por um módico e sonoro 1 a 0.

Ou seja, nada de novo. E eu não espero nada menos que motivação de sobra para o time que vai a campo. Gareca poupou os titulares de desgaste físico, o grupo conhece muito bem o adversário e a nostra caminhada neste campeonato pode dar uma guinada notável em caso de vitória.

É domingo, é na casa deles e será inesquecível.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sim, vitorioso.

O resultado de ontem não foi um 4 a 0 com direito a 2 gols do Evair. Também não teve a mesma importância que as vitórias nas Libertadores de 1999 e 2000.

Foi só um empate. Suado. Difícil. Tenso. E até inesperado se considerarmos o momento do jogo. Um prato cheio para os palestrinos mais pessimistas.

Mas ontem nós ganhamos e eu posso enumerar as razões para você.

1) Prass

Ok, até o palmeirense mais pessimista admite que o Prass está pegando muito. Isso ficou claro contra o XV e em várias oportunidades no ano passado. Mas, apesar de ter falhado em uma reposição ontem, ele mostrou que dá conta do recado. Quando foi a última vez que você sentiu isso?

2) Liderança

Sendo bem racional – o que é difícil pra mim –, o empate nos devolveu a liderança. E, para melhorar, ajudou a afundar ainda mais o adversário. Ou seja: não perdemos a confiança e eles continuam com o c* na mão.

3) Juninho e Mazinho

“Você está louco?” Não, eu não estou. Como todos vocês, eu não aguento vê-los vestindo nosso manto. Mas ontem os dois erraram tanto que o Kleina deve estar reconsiderando suas titularidades. Não é mesmo, Gilsão?

4) Banco

Estamos construindo um banco cada vez mais qualificado. Ontem o Diogo entrou e deu uma bela assistência para o gol de empate. O Josimar não é ruim e o Bruno César tem tudo para qualificar nosso meio-campo (seja ao lado do Mago ou substituindo-o em partidas como a de ontem).

Kardec (Bônus)

Puta golaço, presença na área, fala bem, é da paz e ainda tem visibilidade. #FicaKardec, #ChupaBarcos.

Siamo Palestra!

ELTON REALE

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O Dérbi chegou, Palestrinos.

E sempre que ele chega, me bate uma nostalgia. Às vezes dos esquadrões que tivemos e já não temos mais, às vezes dos títulos que conquistávamos aos montes e hoje já são raros, às vezes até daquelas derrotas doídas que deixam a segunda-feira insuportavelmente pesarosa. Mas, hoje, lendo as notícias, me bateu saudade de ver o Morumbi dividido meio a meio.

Lembro-me das tantas vezes que fui assistir Palmeiras x Corinthians com 50 mil pessoas no estádios. Metade alviverde, metade alvinegra. Mandantes na arquibancada azul, entrada pela ladeira do Einstein, visitantes na vermelha, entrada pela ladeira da Giovanni Gronchi. Dois lados completamente distintos e, ao mesmo tempo, tão complementares.

Infelizmente, já faz algum tempo que isso não existe mais. Começou com uma briga estúpida entre SPFW e Curintia sobre preço de aluguel e acabou com o que temos hoje: carga de ingressos de 5% para torcedores do time visitante.

A PM e o Ministério Público adoraram – é menos trabalho. Alguns críticos também acharam o máximo – “é mais proteção”. Até alguns torcedores xiitas defendem que é incrível ficar em maioria e enfraquecer o adversário. Mas eu, sinceramente, acho isso uma grande babaquice.

Quem não se lembra de quando uma torcida subia o som de um lado do estádio e a outra, ainda que perdendo, respondia só para não ficar pra trás? E quando chegava o final da partida e rolava o “ai ai ai ai ai, tá chegando a hora”, enquanto o lado perdedor deixava o estádio? Favela pra lá, chiqueiro pra cá… isso é a alma do futebol.

Lembro como se fosse ontem o final do jogo nas finais do Paulista de 1993. Na primeira, quando soou o apito final, o lado de lá gritava “Chora Porco imundo, quem tem Viola não precisa de Edmundo”; já na segunda partida, o coro que nos deixou sem voz foi “Chora, Viola, imita o porco agora”.

Por isso também não me espanta ver brigas nas bilheterias ontem. 2 mil ingressos pra um clássico desta importância é ridículo! Como abrigar dezenas de milhares potenciais compradores de ingresso quando se tem tão poucos? E digo isso sem ser hipócrita, já que fizemos a mesma coisa contra os torcedores alegres do Jardim Leonor no último clássico.

Isso sem falar que, em alguns estados, já tivemos até o estupro de clássicos com uma torcida só. Dois times em campo, só um nas arquibancadas… patético. Isso é matar o futebol pouco a pouco. É matar a nostra paciência de muito em muito. Domingo, eu adoraria estar em um Morumbi dividido meio a  meio. Mas vou estar em casa porque tentar ir ao Pacaembu como visitante é quase como ir a guerra.

Saudade.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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