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Posts Tagged ‘dérbi’

O derby está no ar, Palestrinos.

40 anos após o gol de Ronaldo que os deixou ainda mais tempo naquela bendita fila e 20 anos depois daquele incontestável bicampeonato que enterrou ainda mais a nostra maldita espera. São tantas as coincidências e fatos que, talvez movido pela força de vontade demonstradas nas duas últimas partidas, estou confiante.

E não escrevo isso “só” por ser Palmeiras e Corinthians. Escrevo porque é mesmo um jogo histórico, o primeiro na Arena BNDES! História aliás que, se confirmada, joga mais uma vez ao nostro favor: o Palmeiras nunca perdeu para a gentalha quando fizeram o primeiro jogo de algum estádio.

  • Em 1917, no primeiro confronto entre os dois e também do Palestra Itália, metemos 3 a 0, acabando com uma invencibilidade deles que já durava 25 jogos.
  • Já no primeiro duelo disputado no Pacaembu, em 1940, não só vencemos por 2 a 1 como conquistamos a Taça Cidade de São Paulo.
  • E em 1967, no primeiro derby do Morumbi, vencemos por um módico e sonoro 1 a 0.

Ou seja, nada de novo. E eu não espero nada menos que motivação de sobra para o time que vai a campo. Gareca poupou os titulares de desgaste físico, o grupo conhece muito bem o adversário e a nostra caminhada neste campeonato pode dar uma guinada notável em caso de vitória.

É domingo, é na casa deles e será inesquecível.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sim, vitorioso.

O resultado de ontem não foi um 4 a 0 com direito a 2 gols do Evair. Também não teve a mesma importância que as vitórias nas Libertadores de 1999 e 2000.

Foi só um empate. Suado. Difícil. Tenso. E até inesperado se considerarmos o momento do jogo. Um prato cheio para os palestrinos mais pessimistas.

Mas ontem nós ganhamos e eu posso enumerar as razões para você.

1) Prass

Ok, até o palmeirense mais pessimista admite que o Prass está pegando muito. Isso ficou claro contra o XV e em várias oportunidades no ano passado. Mas, apesar de ter falhado em uma reposição ontem, ele mostrou que dá conta do recado. Quando foi a última vez que você sentiu isso?

2) Liderança

Sendo bem racional – o que é difícil pra mim –, o empate nos devolveu a liderança. E, para melhorar, ajudou a afundar ainda mais o adversário. Ou seja: não perdemos a confiança e eles continuam com o c* na mão.

3) Juninho e Mazinho

“Você está louco?” Não, eu não estou. Como todos vocês, eu não aguento vê-los vestindo nosso manto. Mas ontem os dois erraram tanto que o Kleina deve estar reconsiderando suas titularidades. Não é mesmo, Gilsão?

4) Banco

Estamos construindo um banco cada vez mais qualificado. Ontem o Diogo entrou e deu uma bela assistência para o gol de empate. O Josimar não é ruim e o Bruno César tem tudo para qualificar nosso meio-campo (seja ao lado do Mago ou substituindo-o em partidas como a de ontem).

Kardec (Bônus)

Puta golaço, presença na área, fala bem, é da paz e ainda tem visibilidade. #FicaKardec, #ChupaBarcos.

Siamo Palestra!

ELTON REALE

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O Dérbi chegou, Palestrinos.

E sempre que ele chega, me bate uma nostalgia. Às vezes dos esquadrões que tivemos e já não temos mais, às vezes dos títulos que conquistávamos aos montes e hoje já são raros, às vezes até daquelas derrotas doídas que deixam a segunda-feira insuportavelmente pesarosa. Mas, hoje, lendo as notícias, me bateu saudade de ver o Morumbi dividido meio a meio.

Lembro-me das tantas vezes que fui assistir Palmeiras x Corinthians com 50 mil pessoas no estádios. Metade alviverde, metade alvinegra. Mandantes na arquibancada azul, entrada pela ladeira do Einstein, visitantes na vermelha, entrada pela ladeira da Giovanni Gronchi. Dois lados completamente distintos e, ao mesmo tempo, tão complementares.

Infelizmente, já faz algum tempo que isso não existe mais. Começou com uma briga estúpida entre SPFW e Curintia sobre preço de aluguel e acabou com o que temos hoje: carga de ingressos de 5% para torcedores do time visitante.

A PM e o Ministério Público adoraram – é menos trabalho. Alguns críticos também acharam o máximo – “é mais proteção”. Até alguns torcedores xiitas defendem que é incrível ficar em maioria e enfraquecer o adversário. Mas eu, sinceramente, acho isso uma grande babaquice.

Quem não se lembra de quando uma torcida subia o som de um lado do estádio e a outra, ainda que perdendo, respondia só para não ficar pra trás? E quando chegava o final da partida e rolava o “ai ai ai ai ai, tá chegando a hora”, enquanto o lado perdedor deixava o estádio? Favela pra lá, chiqueiro pra cá… isso é a alma do futebol.

Lembro como se fosse ontem o final do jogo nas finais do Paulista de 1993. Na primeira, quando soou o apito final, o lado de lá gritava “Chora Porco imundo, quem tem Viola não precisa de Edmundo”; já na segunda partida, o coro que nos deixou sem voz foi “Chora, Viola, imita o porco agora”.

Por isso também não me espanta ver brigas nas bilheterias ontem. 2 mil ingressos pra um clássico desta importância é ridículo! Como abrigar dezenas de milhares potenciais compradores de ingresso quando se tem tão poucos? E digo isso sem ser hipócrita, já que fizemos a mesma coisa contra os torcedores alegres do Jardim Leonor no último clássico.

Isso sem falar que, em alguns estados, já tivemos até o estupro de clássicos com uma torcida só. Dois times em campo, só um nas arquibancadas… patético. Isso é matar o futebol pouco a pouco. É matar a nostra paciência de muito em muito. Domingo, eu adoraria estar em um Morumbi dividido meio a  meio. Mas vou estar em casa porque tentar ir ao Pacaembu como visitante é quase como ir a guerra.

Saudade.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Os últimos anos do Dérbi foram tristes, Palestrinos.

Muitos empates, muitas derrotas, poucas vitórias. Na verdade, nostro último triunfo data de 2011. Portanto, chegou a hora de colocar o trem de volta nos trilhos. E o momento não poderia ser melhor.

Embora muitos digam que clássicos costumam levantar quem está mal e baixar a bola de quem está bem, não acho que seja esta a situação do próximo domingo. Enquanto nostro ambiente vai muito bem, com campanha quase irretocável e grupo unido, o lado de lá apresentar uma campanha pífia e um elenco desfalcado por saídas recentes e que joga com medo, temendo o que pode acontecer em caso de derrota.

E isso, amicos, tem que ser vastamente usado dentro de campo. É aquele “Espírito Felipão” que tanto vimos nascer nesta hora. Com maioria de torcida, o apoio pode passar para pressão em poucos minutos. Basta um gol, um lance mal executado ou algo que descontente uma torcida que já está descontente faz algum tempo e o bicho vai pegar.

Para nós, nada muda do que temos feito até agora: vamos entrar em campo para tocar a bola, girar o jogo e criar oportunidades pelos pés de Valdívia, Leandro e Kardec. Sem acelerar o jogo, sem se preocupar com relógio. O momento é nostro e absolutamente nada vai mudar isso. É bom Kleina passar isso aos atletas, é bom Nobre ir ao vestiário, é bom ter alma de Palmeiras.

Chega de espírito vira-latas! O Porco voltou. E vai ter festa no chiqueiro municipal.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se foi mais um Dérbi, Palestrinos.

E, justiça seja feita, lá se foi mais uma partida memorável. Um jogo que começou bem antes do apito inicial, cheio de reviravoltas, com tudo aquilo que se espera do maior clássico do mundo. E, empate a parte, podemos ficar orgulhosos do que vimos em campo.

Obviamente que este orgulho não vem pelo resultado; clássico é clássico e bom resultado é – e sempre será – vencer. Mas a entrega que vimos de nostros atletas ontem no estádio municipal foi de encher os olhos e o coração. Se não conseguimos sorte melhor, podemos creditar à qualidade técnica que sobra do outro lado e que, hoje, ainda nos falta (isso sem falar no apito pra lá de amigo na arrancada de Márcio Araújo).

A força que o time mostrou após sofrer o gol e que sustentou até levar o empate é digna de nota. É digna de vibração. É digna de fazer pensar que este grupo, enfim, pode ter algo a mais – apesar de ter tantas outras coisas de menos.

A verdade é que ver Vilson, Marcelo Oliveira, Márcio Araújo, Souza e Vinícius em campo, de fato, nos faz crer que 2013 será um ano sofrido. No entanto, por outro lado, nos mostra também que será um ano aguerrido. Sejamos nós, os torcedores, portanto, o combustível que levará esses guerreiros a lutarem ainda mais.

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[NOTA 1] Gilson Kleina continua escalando bem e mexendo mal. Mas, sendo bem justo com ele, fica difícil mexer em um banco que tem Leandro Amaro, Charles, Ronny e outro.

[NOTA 2] Sustento o que sempre disse: Wesley é um bom jogador. Nem mais, nem menos que isso. Se ajudar com sua velocidade e soltar (muito) mais a bola, poderá ser um jogador imprescindível.

[NOTA 3] Precisamos urgentemente de mais um zagueiro e um atacante. Kléber, no entanto, não pode passar nem perto dos planos. Marcelo Moreno tampouco.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje eu acordei, dei de cara com duas camisas do Palmeiras no varal de casa, abaixei a cabeça e segui reto e rápido pela cozinha. Mas, naqueles poucos segundos que fiquei observando-as, me bateu uma tristeza profunda.

Ambas são praticamente idênticas, titulares, recebidas como presente de aniversário por pessoas que eu amo. A pequena diferença é que uma tem o escudo de campeão da Copa do Brasil e a outra ainda não – o que me fez lembrar dolorosamente do título conquistado a apenas dois meses.

Quando ganhamos a taça, me lembro de bradar por todos os cantos que a fase havia mudado. Ledo engano; a fase (ruim) desgraçadamente continua. Ontem foi a derrota que eu menos senti na história do dérbi. Logo eu, sempre otimista, pela primeira vez na vida assisti a um clássico calado, apático, abnegado. Não abri a boca, não reclamei, não elogiei.

O Palmeiras, que já não tinha tanta qualidade técnica nem um emocional apurado, agora também é um time sem comando. Querendo vocês ou não, Felipão era o melhor comandante. E não tem Narciso, Jorginho, Leão ou Kleina que salvem o time agora. Fico feliz por ver o comportamento da torcida ontem e por falar com palestrinos que ainda acreditam; mas eu, sinceramente, já joguei a toalha.

Aquelas camisas vão continuar indo e voltando para o varal porque nunca as deixarei de usar. Da mesma forma seguriá a minha tristeza, estampada na janela do meu rosto todos os dias, por muito tempo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O dia está chegando, Palestrinos.

Faltam dois dias para o maior clássico do mundo. Sem exageros nem falsa modéstia. Eu aprendi assim, cresci cultivando isso e, para mim, Palmeiras x Corinthians é o maior jogo do planeta. Pouco importa se é Paulista, Rio-São Paulo, Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores (!!!) ou Ramon de Carranza.

Dia 25 é dia de dormir mal, acordar cedo, ler o jornal, escutar o rádio, assistir a TV, ler o blog e só falar do Dérbi. E quem não sabe o que é isso, meus amigos, não sabe o que é um Parmera e Curintia!

Confio demais em Deola, Cicinho, Henrique, Amaro, Juninho, Araújo, Assunção, João Vitor, Valdívia, Maikon e Barcos. Confio na recuperação do Daniel, nas boas participações do Artur, na estrela daqueles que vêm do banco. E, acima de tudo, confio em Felipão.

Schoppia che la vitoria e nostra!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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