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Posts Tagged ‘derrota’

Eu não aguento mais o Wesley.
Eu não aguento mais depender de um só jogador para fazer gol.
Eu não aguento mais ter que me desesperar quando convocam o Valdivia.
Eu não aguento mais um time que não sabe articular uma jogada de ataque.
Eu não aguento ter que depositar esperanças de qualquer coisa boa saindo dos pés de Diogo, Felipe Menezes e Mazinho.
Eu não aguento mais o Juninho errando tudo o que faz.
Eu não aguento mais lesões crônicas de atletas inúteis e inutilizáveis como Victorino, Welligton e Leandro.
Eu não aguento mais um time que toma gol e (quase) nunca ter forças para virar um jogo.
E, acima de tudo, eu não aguento mais ter a sensação de que o próximo jogo – seja onde for e contra quem for, será sempre uma derrota em potencial.

Acaba, 2014!
E leva contigo 90% desse elenco merda.

Siamo Palestra sempre!

ROJAS.

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O relógio marcava 25 minutos do segundo tempo, Palestrinos. Em uma bela trama ofensiva da equipe pela esquerda, Valdivia recebeu na marca do pênalti, ajeitou o corpo, mas ao invés de bater em gol, resolveu rolar de lado. O zagueiro adversário cortou e o nostro segundo tento não saiu por um capricho.

É óbvio que nessa hora, em qualquer partida, nós xingaríamos o chileno. Mas com o time jogando melhor o jogo todo e com o volume que tinha de jogo, nem nos passava pela cabeça o que iria ter acontecido dez minutos depois. Em uma sequência de lances bizarros, o Palmeiras conseguiu levar três (3!) gols em cinco (5!) minutos e perder uma partida que já estava ganha.

Aí, é claro, lembramos do lance de Valdivia. Relembramos também do chute cruzado mal dado por Cristaldo. Ressuscitamos a reposição de bola mal feita por Deola, a marcação não feita por Victor Luís, todos os erros de passe de Marcelo Oliveira… bastaram dez minutos para lembrarmos que hoje, infelizmente, somos exatamente este Palmeiras.

Um time que não importa o quão bem esteja no jogo, sempre estará suscetível a perdê-lo. Um elenco que claramente não acredita que pode vencer – principalmente fora de casa. Minha impressão nítida é de que, ao sofrer o primeiro gol, os jogadores todos se olharam e pensaram juntos: “É, tava bom demais pra ser verdade. Lá vamos nós perder outra vez”.

E perderam. Feio. Como já perderam tantas outras partidas que poderíamos ter vencido tantas outras vezes. Porque este time é o time que desconhece que pode vencer. Que tem medo não só do adversário, mas que teme também as suas imperfeições.

Mesmo assim, reitero, estaremos lá na quinta-feira.
Porque este time pode desistir de si, mas nós jamais faremos o mesmo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não ser campeão todo ano não é vergonhoso, Palestrinos.
Ter que brigar contra o rebaixamento todo ano, sim.

Contar com três cabeças de bagre no time não é vergonhoso.
Contar com onze, dezoito, trinta, sim.

Sair atrás do placar em alguns jogos não é vergonhoso.
Sair atrás em todos, sim.

Perder um jogo fora de casa não é vergonhoso.
Perder de goleada para um time fraco como o Goiás, sim.

São tantos os motivos pelos quais este elenco está nos fazendo ter o ano mais vergonhoso de nostras vidas que eu não conseguiria enumerá-los aqui neste espaço nem se tivesse mais dois metros de blog.

Até porque este time não é apenas ruim. É ruim e acéfalo, sem a menor condição de jogar futebol profissional e menos ainda de vestir nostro centenário manto alviverde. Essa equipe está em último porque é exatamente o lugar ao qual ela pertence.

A situação hoje é tão desesperadora que não há mais onde se apegarm a não ser ao fato de que sim, ainda somos e sempre seremos a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Afinal, ser Palmeiras nunca será vergonhoso.
Mas não conseguir andar com as próprias pernas, sim.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O lance protagonizado por Henrique no último domingo foi emblemático, Palestrinos. Vou além, até: foi um retrato do que é – já faz algum tempo – o elenco da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Depois de empatar o clássico em um pênalti, o time cresceu no jogo. Foi além do que podia, graças ao esforço de alguns seus atletas medianos, e chegou próximo ao gol da virada em um lance que deixou claro os limites técnicos da equipe. Leandro driblou Rogério, perdeu o gol e quando conseguiu se redimir rolando a bola para quem vinha de trás, viu Henrique escorregar e jogar fora a chance da virada.

Muitos dirão que Henrique é grosso. Outros que Leandro é o culpado. E mesmo que ambos possam ter certa dose de razão (eu mesmo já não tenho mais paciência com o camisa 38), a grande verdade é que este tipo de lance é o que estamos nos acostumando a ver ao longo da última década.

Foi Henrique, mas poderia ter sido Itamar. Dodô. Ricardo Boiadeiro, Gioino, Vinícius, Kahê, Rodrigão ou qualquer um dos camisas 9 qualquer nota que temos depositado esperança. Foi Leandro, mas poderia ser ali Carlos Castro, Osmar, Cristiano ou Thiago Gentil. Bem como Wendel é Fabinho Capixaba, Juninho é Misso, Josimar é Adãozinho; o Verdão de hoje é o retrato do Verdão dos últimos anos.

Em que pese, claro, ser o ano do centenário. Em que pese ainda mais ter um time na Série A abaixo do que ele era na Série B. E em que pese logicamente a perda de jogadores sensivelmente melhores por motivos pesadamente banais.

O que eu quero dizer é que estamos assim porque nos acostumamos com isso. Não nós, os das arquibancadas, mas eles, os que comandam o clube. Paulo Nobre tem tido gestão desastrosa dentro de campo, mas pode ser espelho de Della Monica, Belluzzo, Tirone, Mustafá e tantos outros aventureiros. O Palmeiras muda de “dono” a cada dois anos e acaba mudando também de cara, de elenco, de treinador… só muda essa sina maldita do mau futebol.

É por isso que, por mais desanimadora que seja a situação hoje, a única solução é irmos ao estádio. Ou levamos este time no grito ou ele vai sucumbir muito antes da hora. Quando empatamos o jogo diante do SP, foram as vozes do Pacaembu quem elevaram o ânimo da equipe.

Esqueçam: a qualidade não existe dentro dele.
Mas tem de estar fora, qualificada pelas nostras vozes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Quando a fase é ruim não tem jeito: tudo dá errado, Palestrinos.

Você tem a bola do jogo duas vezes e ela não entra.

Você toma gols perto do final das partidas mesmo quando é melhor.

Seu goleiro é acertado por bolas na trave. E elas entram.

Seu melhor jogador sai de campo por lesionar… o nariz.

Seus jogadores limitados se superam, mas não é o bastante.

A torcida canta e vibra o jogo todo, mas não é recompensada.

Enfim, a fase está pesada para nós e não é de hoje. Mas se tem uma coisa que ajuda o azar, essa coisa se chama qualidade. Infelizmente, nostro time é esforçado, mas não passa disso. Os lances finais da partida são a pintura perfeita da nostra situação: bola no pé de um centroavante voluntarioso e ele escorrega; bola na cabeça de um centroavante técnico e ele mata o jogo.

Não tem exemplo nem sorte que mude isso.

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MONSTROS
Lúcio, Renato e Marcelo Oliveira foram gigantes. Mas, de novo: só vontade e suor ainda não ganha jogo; ou ganhamos em qualidade ou perdemos os jogos.

MONSTRUOSOS
Wendel, Mouche e Felipe Menezes foram o inverso dos atletas acima. Previsíveis, burocráticos, no nível que são e sempre serão.

GARECA ACERTOU E ERROU
Perfeito em deixar Wesley, Josimar e Leandro fora, montando a dupla de volantes com Oliveira e Renato. Errado ao insistir com Felipe Menezes e ainda demorar a tirá-lo de campo. Cristaldo parece bom jogador, mas com UM DIA de treino não dá pra saber o que acontece.

MASSA DEU SHOW
Ontem tivemos uma apresentação emocionante dos torcedores que foram ao Pacaembu. Nas arquibancadas e no tobogã, cantamos do início ao fim e fizemos o que esteve ao nostro alcance. Estendo meu elogio, inclusive, a quem sempre critico: a MV fez protesto pacífico sábado em frente ao CT e apoiou o jogo todo no domingo.

A quem insiste em ficar em casa reclamando, meu muito obrigado.
Fiquem aí mesmo.

E AGORA?
Sport fora (mas não na Ilha do Retiro) e Coritiba em casa. 4 pontos não iriam mal, mas 6 seriam o ideal. É hora de reagir antes que a pressão tome conta.

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E ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eram jogados 15 minutos do segundo tempo, Palestrinos.

O Palmeiras havia empatado o jogo pouquíssimo tempo antes, mas, para quem assistia o jogo, a chegada da derrota já parecia inevitável. Nós, nos defendendo recuadíssimos e expostos; eles pressionando e com mais meia hora de jogo pela frente. Sendo sincero, o gol de Dátolo até demorou pra sair.

Assim foi ontem e assim tem sido já faz algum tempo: nós não nos surpreendemos mais com os maus resultados. E isso é grave, muito grave.

Acompanhar jogos do Palmeiras tem sido um martírio para quem ama o time de verdade. Pouco importa se a partida é em casa ou fora, contra quem é o jogo, nem mesmo a posição do adversário na tabela; a certeza é de futebol ruim e dificuldades até o fim.

Não estou falando isoladamente sobre ontem – nem mesmo sobre o ano de 2014 -, estou falando de anos e anos desta desgraça. Desde o Brasileirão de 2009 nós não vemos o Palmeiras jogar um futebol aceitável. Faz cinco anos que entramos no maior campeonato nacional para lutar pelo meio da tabela ou contra o rebaixamento! E isso sendo realista, sem exagero nenhum.

A derrota ontem era tão inevitável que qualquer um de nós sabíamos que era questão de tempo. Fábio, Lúcio e Vitor Luis eram oásis de vontade e milagres em meio a um catado que não conseguia trocar mais de três passes seguidos dentro de campo. Olhar a displicência de Wesley, a sonolência de Menezes, a postura assustada de Renato e a já tradicional má vontade de Leandro é assassinar um domingo das nostras vidas. O Dia dos Pais virou dia da ira.

E que fique aqui bem claro que a culpa não é de Gareca ou da maioria dos atletas: quem montou essa monstruosidade que está em campo foi a diretoria. Estamos jogando a Série A com um time inferior ao da Série B.

E assim seguimos a 8 jogos sem vencer, a 1 ponto do rebaixamento e com dois jogos complicadíssimos pela frente (SPFW e Sport). Ou o time trabalha pra valer esta semana e vence no domingo, ou podemos nos preparar para o pior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Dia 18 de janeiro, abertura do Campeonato Paulista. O Palmeiras entrou em campo com Prass; Serginho, Henrique, Tiago Alves e Juninho; Oliveira, Renato, Wesley e Mazinho; Diogo, Vinícius e Alan Kardec.

Dia 30 de março, semifinal do Paulistão. O time que iniciou o jogo no Pacaembu foi Prass; Bruno, Tiago Alves, Lúcio, Wellington e Juninho; Wesley, Mendieta e Bruno César; Leandro, Vinícius e Alan Kardec.

Dia 27 de julho, Derby pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Os onze iniciais foram Fábio, Wendel, Tobio, Oliveira e Victor Luís; Renato, Wesley, Mendieta e Felipe Menezes; Mouche e Henrique.

3 jogos, 7 meses e 24 jogadores jogadores diferentes: tá na cara que isso não pode dar certo. Eu sei que trocamos de treinador, que sofremos com algumas lesões importantes e que houveram transferências, mas não é normal.

Na verdade, este cenário apenas explicita a falta de qualidade do elenco. Uma ou outra alteração é totalmente normal, mas quando a escalação do time muda em 10 jogadores em pouco mais de três meses, é porque algo está errado. É porque não temos titulares. É porque mudar parece que vai resolver, mas não resolve.

Defendo total paciência com Gareca (até porque enfrentamos times com elencos melhores e mais entrosados), mas precisamos abrir os olhos. Se for necessário contratar (e é!), que se vá direto ao ponto: laterais, meia e centroavante. Não precisam ser craques, mas têm que ser acima dos “nota 5” que já temos no grupo.

É preciso trabalhar, mas também é preciso ter qualidade. caso contrário, vamos continuar com este gosto amargo na garganta após jogos decisivos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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