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Posts Tagged ‘deyvid’

Vontade, Palestrinos, V-O-N-T-A-D-E.

Simples assim: sete letrinhas que fazem toda a diferença. Ontem, atuando com gana e querendo sair de campo com a vitória, o Palmeiras venceu e convenceu metendo 3 a 1 nas galinhas mineiras. Isso sem falar no gol maravilhoso de Diego Souza. Agora estamos a um empate da Libertadores e a um milagre do título.

O JOGO
Com muita velocidade e (finalmente) tocando a bola, o Verdão não precisou nem de 60 segundos para abrir o placar. Cruzamento perfeito de Deyvid Sacconi, carrinho preciso de Cleiton Xavier (aliás, incrível a diferença que CX10 faz) e 1 a 0 no placar. O empate, no entanto, veio logo em seguida: Love perdeu uma bola estúpida no meio e Tardelli ficou sozinho para marcar.

Aí, meus amigos, aí aconteceu o gol do ano. Ou da década, como preferirem. Diego Souza pegou de primeira um chutão do goleiro e, DO MEIO CAMPO, fez um golazzo inacreditável. Um verdadeiro presente para a massa que, mesmo desacreditada, lotou o Palestra na tarde de ontem.

E com 2 a 1 no placar, o Palmeiras se defendeu e tocou a bola da melhor maneira possível. Foi assim, aliás, que nasceu o 3º gol: troca rápida de passes, linda assistência de Sacconi, e gol de Vágner “Baladeiro” Love.

Intervalo de jogo, final de jogo. Afinal, o segundo tempo foi apenas simbólico: Marcos fez grandes defesas, Love e Ortigoza poderiam ter feito o quarto, mas a orelha no rádio era mais importante. Goiás 4×2 Bâmbis… chupa!!!

O MELHOR
Duas assistências incríveis e muita correria: Deyvid Sacconi foi o cara.

O PIOR
Difícil achar um pior ontem, mas Sandro Silva ficou abaixo do time.

PARABÉNS PRA MASSA!
Simplesmente um show da nostra torcida ontem no estádio. Todos pareciam ter o discurso ensaiado: torcer cobrando. E foi assim que só gritamos o nome de Marcos e Muricy, e foi assim que entoamos o hino por diversas vezes durante a partida.

FALHA FEIA
Em uma rodada como essa, é simplesmente inadmissível que o placar eletrônico do Palestra tenha ficado fora de operação. Aliás, que tal se fizessem um novo? Olha mais uma reforma aí, Belluzzinho…

E AGORA?
Agora tem mais uma final domingo, no Rio. O Botafogo desesperado para sair do calabouço e nós a um empate da Libertadores. Vai ser bem difícil, mas se o time atuar assim novamente e aproveitar o afobamento dos cariocas, dá pra sair de campo com a vitória (e, quem sabe, com o título).

"Aqui é Palestra, meu filho!"

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Será que eu vi um compacto, Palestrinos?

Ou será que mais uma vez entramos em campo desconcentrados, saímos atrás do placar e tivemos que suar sangue pra conseguir um empate? Foi exatamente assim contra havaianos e gambás. E parece que ainda nçao aprendemos… no entanto, nada perdido ainda.

O JOGO
O 3-5-2 se mostrou despropositado logo no início do jogo. Com apenas um jogador pernambucano fixo na frente, nossos 3 zagueiros (Edmílson, incluso, pois jogou de líbero) ficavam sem marcar ninguém e nós ainda perdemos o meio. Receita mais do que ideal para tomar dois gols seguidos.

Dois passes mal feitos, duas descidas em velocidade. Virou moda.

Enquanto isso, lá na frente, o Palmeiras atuava no mais tradicional estilo inglês da década de 80: chuveirinho. Dezenas de cruzamentos errados e sem alvo. Ao final dos 45 minutos, só uma cabeçada e um chute de Ortigoza na trave haviam levado perigo.

Pra segunda etapa, Muricy sacou os dois volantes (Souza e Sandro Silva), colocando Pierre e Deyvid. E com Deyvid em campo, o Verdão resolveu tocar a bola. Em um escanteio, Edmílson chegou 1 segundo atrasado. E aos 26, Sacconi recebeu lindo passe de Ortigol para fazer o primeiro.

Insandecido e mais ofensivo – finalmente Muricy sacou o camisa 3, apesar de ter entrado (o nulo) Marquinhos -, o Palmeiras foi pro abafa. E o empate saiu aos 30 minutos, após Danilo ter sido perfeito na conclusão: 2×2.

A virada poderia ter saído, mas o time, sem nenhuma inspiração, não conseguiria. Valeu a raça do segundo tempo, valeu por ver Pierre de novo jogando e valeu por ter vindo um ponto.

Mas que foi muito pouco, foi. Muito pouco.

O MELHOR
Ortigoza. Incrível como ele contagia nosso ataque com sua raça e voluntariedade em todo e qualquer lance.

O PIOR
Sempre que jogar, Edmílson terá este lugar cativo (ou ao menos o disputará com Marcão).

NULO
Diego Souza me fez criar uma nova categoria: o nulo.

ARBITRAGEM
Vamos ao fato: no gol de empate, o juiz – assustadíssimo – apitou antes de ter olhado pro bandeira, que acertadamente deixou o lance correr. Um estúpido acéfalo de apito na boca, é claro. Mas se apitou e validou o gol, errou.

Um erro não justifica o outro e a culpa, mais uma vez, é da CBF. Mais um árbitro fraco a ir para a geladeira neste verão.

O QUE FAZER AGORA?
Acreditar! É só isso que podemos fazer. Em um campeonato tão maluco que nem esse, nada impede que todo mundo perca pontos. A coisa está feia, mas ainda tem jeito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É disso que eu estava falando, Palestrinos!

Uma vitória com “V” maiúsculo, bonita, jogada, na raça e na bola. Uma vitória pra recuperar de vez a moral e a liderança. Uma vitória para sacudir todos os outros e mostrar que sim, o campeonato tem um dono – e já são 18 rodadas. Rumo ao Penta!

O JOGO
Muricy preferiu a cautela. Mandou o time pro campo num 3-5-2 onde Diego, Ortigoza e Obina ficavam mais soltos, enquanto que a proteção era feita por Souza e Edmílson. E o time começou bem. Mas errou tantos cruzamento que o Goiás achava contra ataques perigosos. Mas isso durou só até os 30 minutos.

Dessa vez o destino nos ajudou e Edmílson teve que sair de campo, dando lugar a Sandro Silva. Não que eu torça contra nostro camisa 3, mas ele simplesmente deixava Romerito jogar completamente livre – tal qual Pet jogou. E com mais uma opção pela direita, o time melhorou.

Só não marcou antes do intervalo, porque Obina parou em Harlei e Dieguito parou na trave. Veio então o segundo tempo e, sem exageros, veio um atropelo.

Antes dos 5 minutos, Souza ganhou duas divididas e rolou com carinho para Obina fazer 1 a 0. Sai, zica! E aí percebemos que só precisava entrar uma bola para a fase boa voltar. Aos 29, após pênalti claro em Ortigol, nostro Obinão fez outro. E quem faz dois, faz três…

No lance mais incrível da partida, Obina deu um passe magistral de calcanhar para Deyvid e o garoto não perdoou: 3 a 0, festa no chiqueiro!

E olha que ainda deu tempo do matador de gambás meter seu 3º no jogo, recebendo outro passe açucarado e batendo no cantinho. Verdão 4 a 0, com chuva e garra, pra lavar a alma.

O MELHOR
Três gols e uma assistência de fazer Ademir da Guia sorrir nas tribunas: Obinão foi o cara ontem. (e destaque-se também Souza, Diego e Danilo.)

O PIOR
Edmílson. Jogou apenas meia hora, mas repetiu as atuações fracas dos últimos jogos. Marcão e Maurício também assustaram, mas ontem era tudo nosso.

IMPRENSA
Já que fui mal compreendido por um palestrino, explico de novo: eu, particularmente, não acho que a imprensa tenha culpa de algo. Ela vive disso: quando ganha, exalta; quando perde é crise. Mas o time estava engasgado. E foi sim uma resposta a la Maradona. “Que le chupem!”.

MASSA
Mais um show das arquibancadas. Mais uma vez gritando sem parar. Eu estava lá novamente e posso dizer com propriedade. Não a toa o time todo aplaudiu a torcida ao final do jogo.

É DOMINGÃO ENTÃO?
O aquecimento foi bom. Que venha a gambazada domingo, às 16h, em Presidente Prudente. Vai ser sensacional.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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cx10

Ganhamos um problema novo, Palestrinos.

Já não bastasse a má fase e as lesões de Pierre e Maurício Ramos, perdemos também Cleiton Xavier. Com um problema muscular na coxa direita, nostro camisa 10 deve ficar fora ao menos um mês – ou seja, os 30 dias mais decisivos do campeonato.

Tudo bem que ele havia caído de produção, assim como quase todo time, mas nostro garçom oficial sempre fará falta.

Para o lugar dele, Muricy tem algumas opções. Pode colocar Marcão (fazendo linha de 3 atrás, soltando os laterais), mais um volante (Jumar ou Sandro Silva, reforçando a proteção à zaga), Deyvid Sacconi (único meia no banco) ou mesmo um atacante mais rápido (Ortigoza, Lenny, Marquinhos).

Ao menos para testar já na quinta, eu escolheria a opção com Deyvid. Ele é rápido, habilidoso e pode soltar mais a marcação pesada que vem sendo feita em Diego Souza.

Mas conhecendo Muriçoca, ou entrará Sandro Silva ou entrará Marquinhos. Com vantagem para o volante, aliás.

Em resumo, a perda foi grande, mas pode ser também uma oportunidade. Mudando o esquema, talvez nostro meio mude e deixe de ser anulado após quatro jogos seguidos.

O time está em Atibaia e ficará até semana que vem. Reage, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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