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Posts Tagged ‘diego’

Infelizmente, este o assunto da semana, Palestrinos.

Com jogo apenas no domingo e os boatos que surgiram nos últimos dias, Diego Souza virou o destaque do Palmeiras na mídia. E dentre todos os rumores (destacando que a Traffic anunciou oficialmente que pretende vendê-lo para a Europa, não tem nada de gambazada), o que mais me deixa triste não é o que Diego foi, mas o que poderia ter sido.

Jogador indiscutivelmente de qualidade, nostro ex-meia chegou meio tímido, ganhou a camisa 7 de Edmundo, conseguiu força com a saída de Valdívia e tinha tudo para ser mais um daqueles atletas marcantes em nostra história. Mas não foi.

Seguindo o que já foi brilhantemente escrito no Forza Palestra, eu só tenho a lamentar. Não porque ele não irá mais vestir nostro manto, mas porque jogou fora a chance de ser um verdadeiro ídolo. Do quilate de Edmundo mesmo. Temperamental, ousado, ríspido, decisivo…

Mas não foi. Saiu pelas portas do fundo. E plagiando Capitão Nascimento, reafirmo: “nunca será”.

Afinal de contas, Diego se revelou não um Animal – com A maiúsculo -, mas um verdadeiro animal – com o A minúsculo típico das anta. Fim de papo, que vá logo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É disso que eu estava falando, Palestrinos!

Uma vitória com “V” maiúsculo, bonita, jogada, na raça e na bola. Uma vitória pra recuperar de vez a moral e a liderança. Uma vitória para sacudir todos os outros e mostrar que sim, o campeonato tem um dono – e já são 18 rodadas. Rumo ao Penta!

O JOGO
Muricy preferiu a cautela. Mandou o time pro campo num 3-5-2 onde Diego, Ortigoza e Obina ficavam mais soltos, enquanto que a proteção era feita por Souza e Edmílson. E o time começou bem. Mas errou tantos cruzamento que o Goiás achava contra ataques perigosos. Mas isso durou só até os 30 minutos.

Dessa vez o destino nos ajudou e Edmílson teve que sair de campo, dando lugar a Sandro Silva. Não que eu torça contra nostro camisa 3, mas ele simplesmente deixava Romerito jogar completamente livre – tal qual Pet jogou. E com mais uma opção pela direita, o time melhorou.

Só não marcou antes do intervalo, porque Obina parou em Harlei e Dieguito parou na trave. Veio então o segundo tempo e, sem exageros, veio um atropelo.

Antes dos 5 minutos, Souza ganhou duas divididas e rolou com carinho para Obina fazer 1 a 0. Sai, zica! E aí percebemos que só precisava entrar uma bola para a fase boa voltar. Aos 29, após pênalti claro em Ortigol, nostro Obinão fez outro. E quem faz dois, faz três…

No lance mais incrível da partida, Obina deu um passe magistral de calcanhar para Deyvid e o garoto não perdoou: 3 a 0, festa no chiqueiro!

E olha que ainda deu tempo do matador de gambás meter seu 3º no jogo, recebendo outro passe açucarado e batendo no cantinho. Verdão 4 a 0, com chuva e garra, pra lavar a alma.

O MELHOR
Três gols e uma assistência de fazer Ademir da Guia sorrir nas tribunas: Obinão foi o cara ontem. (e destaque-se também Souza, Diego e Danilo.)

O PIOR
Edmílson. Jogou apenas meia hora, mas repetiu as atuações fracas dos últimos jogos. Marcão e Maurício também assustaram, mas ontem era tudo nosso.

IMPRENSA
Já que fui mal compreendido por um palestrino, explico de novo: eu, particularmente, não acho que a imprensa tenha culpa de algo. Ela vive disso: quando ganha, exalta; quando perde é crise. Mas o time estava engasgado. E foi sim uma resposta a la Maradona. “Que le chupem!”.

MASSA
Mais um show das arquibancadas. Mais uma vez gritando sem parar. Eu estava lá novamente e posso dizer com propriedade. Não a toa o time todo aplaudiu a torcida ao final do jogo.

É DOMINGÃO ENTÃO?
O aquecimento foi bom. Que venha a gambazada domingo, às 16h, em Presidente Prudente. Vai ser sensacional.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eis a palavra da semana, Palestrinos.

A mesma começou a ganhar força ainda no domingo, logo após o jogo contra a urubuzada, quando Marcos falou com que “Personalidade não se treina”. E ganhou ainda mais status nesta segunda, quando Diego Souza concordou com nostro Santo capitão e disse que é hora de se reerguer.

Eu, pessoalmente, concordo com ambos.

E não que tenha sido apenas isso o que derrubou o Palmeiras no final de semana, afinal o próprio Diego foi extremamente apático. Mas que fez falta, ah, isso fez!

No dicionário, uma das definição da personalidade é “individualidade consciente” – o que faz muito sentido também para o futebol. Quem joga no Palmeiras tem que saber onde está e colocar em campo tudo o que pode, seja física ou psicologicamente.

Se apequenar e deixar abater nunca vai ajudar.

Portanto, nesta quarta, diante do Santo André, nós queremos ver personalidade. E muito, muito mais futebol.

Raça, Verdão, você é campeão!

PS: Entendam positivamente o “medo” de Diego em perde ro título. Ele não falou isso como se estivesse assustado; apenas assumiu que perder o caneco seria vergonhoso para todos. O que, diga-se de passagem, é ótimo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O jogo foi ruim mesmo, Palestrinos.

E em bem da verdade, a seqüência está ruim. São três jogos muito abaixo da crítica. No entanto, não é a hora de cairmos na falácia na imprensa, nem tampouco de jogar contra o time.

Ontem, quando o jogo acabou, a torcida da arquibancada cantou e vibrou muito, apesar da derrota e da decepção. Eu estava lá e não só vi e ouvi, como cantei junto o nostro tão belo hino.

Contra o Avaí, aliás, foi a mesma coisa.

Só que as numeradas começaram a fazer o mau trabalho delas e jogar contra. Vaiaram, xingaram, criticaram. E, convenhamos, não é hora nem lugar para isso.

Não gosto de separar nostra massa por “amendoim”, “visa” ou isso ou aquilo – somos todos palmeirenses. E todos estávamos decepcionados ao final do jogo. Mas se o time sentir isso, a coisa desanda de vez: vamos apoiar!

Quanto à imprensa, é fato que vão começar a jogar coisas no ar. Que Diego Souza se deslumbrou com a Seleção, que Muricy perdeu a mão, que Edmílson é velho, que o elenco é fraco, que Marcos fala demais… é normal, vocês sabem.

O que temos que fazer é lotar o estádio andreense na quarta e mais uma vez encher o Palestra diante do Goiás na quinta da outra semana. Apoiar, cantar, vibrar.

Não vamos nós mesmos jogar contra. E ainda dá!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O jogo diante da bambizada foi o que tem sido sempre, ultimamente: truncado, fechado e com poucos gols. No caso de ontem, aliás, sem gols.

Mas o empate em zero a zero não quer dizer que o jogo foi ruim. Foi bem disputado, até. E cheio de chances. O problema é que até o 3º goleiro delas estava inspirado.

Do nosso lado, nada de novo: São Marcos fez milagres. Pelo menos dois incríveis. E o nosso 1º tempo foi lamentável… Mozart voltou a jogar mal, o meio abusou de errar passes e as laterais não funcionaram.

Mesmo assim, Diego Souza e Keirrison quase marcaram.

Na segunda etapa, no entanto, melhoramos. Com Lenny ao lado de Keirrison e Souza no lugar de Jumar (que falta faz o Pierre, San Genaro!), o time foi pra cima e apertou.

Só não abriu o placar, aliás, porque aos 8 minutos o árbitro Rodrigo Braghetto ignorou um pênalti claro em Dieguito. Miranda tomou o drible e acertou o atleta claramente! Mas quem disse que Miranda, o zagueiro-modelo, faria um pênalti? Lamentável.

Aos 31′, Maurício Ramos foi expulso e o Verdão teve que se segurar. Aliás, São Marcos segurou.

Precisamos melhorar para quinta-feira e ajudar Marcos a não só evitar, como também comemorar gols lá de trás.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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