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Posts Tagged ‘diretor’

Desde que chegou à Academia, Alexandre Mattos foi recrutado apenas para falar de coisas boas, Palestrinos. Foram pencas de entrevistas sobre contratações, sócio torcedor, os louros colhidos no Cruzeiro, filosofia de trabalho e etc. Agora, no entanto, chegou a hora da verdade.

Com os resultados pífios que o Palmeiras vem colhendo desde a final do Paulistão, o diretor de futebol precisa assumir a frente da situação. Estamos naquele momento delicado em que a cobrança em cima dos jogadores exige mais do que a voz do treinador (que pode perder o elenco se houver exageros), mas ainda menos do que um papo com o presidente (que deve administrar o todo). É neste exato momento que deve brilhar Alexandre Mattos.

Reconhecido como bom interlocutor junto aos atletas, Mattos está encontrando o seu primeiro momento de turbulência no Verdão. Por um lado, precisa justificar a permanência de Oswaldo de Oliveira junto a parte dos conselheiros e da torcida; por outro, no entanto, não pode passar por condescendente perante o grupo. E é justamente por estar acima de OO e de todo o elenco, que ele precisa bater no peito.

Na minha humilde opinião, chegou a hora dele mostrar sua independência e falar sobre resultados. Futebol é totalmente sobre isso e tanto treinador quanto jogadores precisam estar a par das aspirações do Palmeiras. Se acharem que estão desempenhando um bom papel, que falem com Mattos e decidam seu futuro. O nostro deve ser sempre vitória e, se possível, títulos.

Siamo Palestra!

ROJAS. 

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diretoria

Falar em profissionalização é fácil, Palestrinos.

Difícil mesmo é fazer. E foi isso que, em menos 72 horas, Paulo Nobre já colocou em prática.

Repito que não tenho nada a ver com ele ou com Perin e que prefiro esperar um pouco mais para analisá-lo bem ou mal, mas o início gestor dele está promissor. Mal entrou no cargo e já está prestes a anunciar dois dos melhores nomes do mercado marketing/publicidade: Paulo Gregoraci e José Carlos Brunoro.

E não digo isso porque estou pegando carona nas opiniões vindas da mídia; digo porque sou publicitário, trabalho com marketing esportivo e sei da qualidade e valor de ambos. Brunoro dispensa comentários para qualquer palmeirense e Gregoraci, além de ótimo profissional, é palmeirense até debaixo d’água.

Por mais que estejamos aflitos por reforços dentro de campo, acreditem: esse é o caminho correto. Um time de futebol começa de fora para dentro de campo, precisa ter comando para que se cobre quem está abaixo. (e aí pode-se incluir os jogadores propriamente ditos).

O tão falado marketing não é a salvação da pátria, mas vai ser de extrema valia ter esses dois profissionais dentro do Palmeiras. Chega de velho carcamano que ganha cargo de presente, chega de ex-jogador sem preparo para atender às demandas. Futebol tem que ser apaixonante dentro das quatro linhas e profissional fora delas.

Parabéns pelos primeiros passos, Nobre. Contamos com você.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E o primeiro reforço de 2012 foi anunciado, Palestrinos.

O nome dele, inclusive, já foi gritado por diversas vezes nas aquibancadas: é César Sampaio, 43 anos, novo diretor de futebol do Palmeiras. Mais do que ex-jogador do Verdão, Sampaio estudou administração esportiva e entende tudo do que é ser parte da Sociedade Esportiva Palmeiras.

(Aliás, não custa lembrar, foi ele quem levantou a Taça Libertadores da América de 1999.)

Sinceramente, é disso que eu acho que o Palmeiras precisa. Tanto dentro ou fora de campo, nós precisamos de gente disposta a amar e dar o sangue pelo Verdão! Jogadores e diretores que entendam a paixão que move 15 milhões de torcedores e que saibam ser profissionais ante a representatividade do Palestra.

É por isso que eu defendo que vamos atrás de reforços em times em menores do futebol brasileiro. Que Saviola e Santa Cruz vão a merda! Eu quero Ricardo de Jesus, da Ponte; eu quero Anselmo de volta do Atlético/GO; eu quero Wellington Nem e Julio César do Figueirense; eu quero Kempes, do América/MG; eu quero atletas dispostos a brilhar no Verdão e para o Verdão!

Chega de figurão trazido de fora. Eu quero jogadores de fibra em nostro escrete e quero diretores como Sampaio, Evair e São Marcos. Quero meu Palmeiras de volta! E quero agora.

Siamo Palestra!

ROJAS.

 

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E lá vamos nós, Palestrinos.

Após as polêmicas saídas de Muricy e Toninho Cecílio, o Palmeiras anunciou seus “novos” comandantes: Antônio Carlos e Seraphim Del Grande. Entenderam agora porque novos está entre aspas?

Antônio Carlos Zago, 40 anos, fez sucesso como zagueiro do Verdão e depois atuando pela Roma (ITA). No mundo administrativo sua experiência é bem menor: foi diretor da gambazada por quase dois anos e depois treinou o São Caetano por um ano (7º lugar na Série B 2009 e atual 7º lugar no Paulistão 2010).

No currículo, diversas polêmicas que vão de entradas violentas, passam por racismo (no Juventude, todos se lembram) e acabam no lance capital de sua saída do curintia (levar o Ronaldo pra “balada”).

Seraphim Del Grande é uma daquelas figurinhas que estão no Palmeiras desde que eu nasci. Participou da montagem daquele time dos anos 90 (obviamente com a ajuda bastante providencial da Parmalat), foi presidente do clube e depois se exilou no conselho.

É um dos braços direitos de Belluzzo e ganhou o cargo de presente. O mais curioso é que foi ele próprio quem liderou a saída dos dois ex-integrantes da comissão (o que deixa essa história ainda mais com cara de política porcamente – sem trocadilhos – mal feita).

Enfim, eu achei as duas trocas ruins. O cargo de diretor foi uma escolha totalmente política e o de treinador foi claramente financeira. Óbvio que pesa a identificação e raça que Antônio Carlos pode passar para o grupo, mas, de verdade, é uma aposta total no escuro.

Domingo tem clássico com a bambizada. E seja o que San Genaro quiser!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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