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Posts Tagged ‘diretoria’

Eu entendo as críticas a Paulo Nobre, Palestrinos.

Inclusive eu mesmo o critiquei aqui quando perdeu Alan Kardec por uma miséria. Mas quando a demora para a escolha do novo treinador estava prestes a me desanimar de vez, surge Mustafá Contursi e nos lembra de que poderíamos estar MUITO pior em outras mãos.

Afinal, a frase proferida pelo Sapo Gordo ontem foi de uma ignorância sem tamanho. Do alto de sua empáfia e de seus 200kg, nostro ex-maldito-presidente fez a seguinte afirmação: “Gestor profissional é para grandes empresas, não para clubes em dificuldade”. (Ou, em outras palavras, “Eu preferia no meu tempo, quando mandava, desmandava e roubava sozinho”.)

É óbvio que um clube de futebol minimamente organizado precisa de gestores. E quanto mais profissionais, melhor. A grande armadilha nesta crítica feita diretamente a Brunoro é que Mustafá não percebeu que, ao dizer isso, defende o amadorismo. Retorna aos tempos em que velhos italianos comandavam o Palmeiras sem ser importunados por ninguém, nem ao menos uma pequena e sufocada oposição (sem nem falar que boa parte do “clubes em dificuldade” foi causada por ele próprio.)

Eu e toda a torcida do Verdão esperamos, de coração, que esse tempo tenha acabado para sempre. Seja nas mão de Paulo Nobre ou de qualquer outro presidente minimamente bem intencionado.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Prezado Nobre,

Antes de mais nada, gostaria de dizer que lhe admiro. Ouvi falar muito bem do senhor quando assumiu e, um ano depois, tenho uma imagem muito positiva da sua gestão.

Muito me alegra ter um presidente nitidamente inteligente e preparado, que ao menos estudou antes de assumir o cargo que ocupa e, mais do que tudo, tem um plano para o Palmeiras.

Mas dessa vez, presidente, você errou.

É claro que uma negociação deste porte demora. Só malucos como os donos de City, Chelsea e PSG gastam milhões sem pensar nas consequências. Você foi atrás de um investidor, conseguiu a grana, negociou o salário, renegociou… mas foi pouco. Foi devagar. Foi um erro.

Depois do ano que Kardec teve em 2013 e justamente por ser sabedor da qualidade do atacante – além da duração de seu vínculo contratual –, você e o Brunoro deveriam ter se antecipado, Paulo. Aposto que você conhece o mundo dos negócios e saberia mensurar a procura enlouquecida que haveria pelo nosso nostro atacante (falaram até em Seleção, presidente, Se-le-ção).

Neste momento, pouco adianta você culpar o pai dele ou o time da Vila Sônia. Nós inclusive acreditamos que o “Alan pai” e que a turma cor-de-rosa tenha pouca ou nenhum ética. Mas, agora, tanto faz.

O que nós queríamos, Nobre, era um Brasileirão digno. Leia novamente: um campeonato digno, não um esquadrão invencível. E, pra isso, precisávamos de reforços, não de desfalques. Muito menos da trinca Prass-Valdivia-Kardec, os raros talentos deste time.

Por isso estamos chateados contigo. Por isso temos certeza de que você errou. E nem por isso te achamos o pior presidente do mundo. Longe disso, meu caro! Só queria que, ao chegar a frente do microfone, você assumisse que errou.

Tentou, brigou, chafurdou, mas perdeu essa. Que a vida continua. Sem colocar a culpa em ninguém nem falar da década de 40. Até porque o Palestra que virou Palmeiras jamais perderia um de seus principais jogadores dessa maneira. Fosse por herança da Itália, por respeito ao Brasil ou por amor próprio mesmo.

Continuamos ao lado da Sociedade Esportiva Palmeiras como sempre estivemos. E, por consequência, estaremos ao seu lado também. Que a tal “austeridade econômica” chegue até os nostros cofres, mas não esvazie nostra sala de  troféus.

Obrigado pela atenção e Siamo Palestra,
ROJAS.

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Paulo Nobre e José Carlos Brunoro. Dois grandes profissionais em suas áreas de atuação, dois homens de discurso firme, mas dois indivíduos que, mais uma vez, estão deixando a tal “modernização do Palmeiras” só no gogó.

Eu já deveria saber. Me iludi com Belluzzo e prometi nunca mais acreditar piamente em nenhum homem poderoso do Palestra. Mas, depois de tantos anos na mão de Mustafá e depois de um mandato do nível de Tirone e Frizzo, caí na armadilha. Li, vi e ouvi entrevistas muito bem posicionadas, apoiei algumas ações que pareciam absurdas (como a saída de Barcos) e até mesmo concordei que 2013 era o ano de economizar; contudo, a atual situação chegou a um ponto que passa do normal.

O Palmeiras já havia subido, virtualmente, desde o final do primeiro turno. Conquistou matematicamente o acesso tem 5 rodadas. Já é até campeão com 2 jogos de antecipação. E o planejamento para 2014, que poderia estar indo de vento em polpa, parece nem ter começado. Não se sabe quem é o técnico, não se sabe quais jogadores ficam, nem mesmo se vamos atrás de posições carentes – isso sem falar na situação bizarra do contrato de Luís Felipe ou na tal briga sem sentido com a WTorre (o Palmeiras tem razão, não tem porque discurtir).

A perspectiva, hoje, é tão obscura quanto a de um ano atrás.

Ontem, ao ouvir a entrevista de Fernando Prass, parecia estar ouvindo o goleiro de um time do interior falando. Ele disse que os atletas estão inseguros, que ninguém sabe se Kleina sai ou fica, que empresários circulam com propostas e ninguém sabe o que fazer. Isso é inadmissível, é completamente desajustado e amador.

Confesso que continuo querendo acreditar em Paulo Nobre. Mas, até agora, a diretoria que se vendeu como digna de Barcelona está se revelando ser mais desajustada que a do Bragantino.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O Palmeiras é um gigante, Palestrinos. Mas é um gigante em dificuldades.

Combalido por tantas falhas administrativas ao longo dos últimos 99 anos, já faz algum tempo que temos nostros muitos problemas. Problemas esses que pesam no bolso, refletem no campo e machucam no peito. Problemas que, embora superáveis, vêm nos superando. É por essas e outras que temos que aguentar ano após ano elencos medíocres, jogadores pouco confiáveis, grupos que oscilam emocional e funcionalmente.

Ontem, em Belém, tivemos apenas mais um exemplo de grupo pouco confiável. Um time que, tendo carimbado o acesso à Série A, simplesmente se desinteressou. Um elenco que, salvo raríssimas exceções, não tem fome de jogar. Afinal, desde aquele empate sem gols diante do São Caetano, no Pacaembu, acompanhar jogos do Palmeiras tem sido um martírio.

Esta semana, no Bola da Vez, da ESPN, Marcos Assunção disse que o rebaixamento de 2012 foi apenas da reflexo da festa pela Copa do Brasil. Que os atletas abusaram das festas, que acharam que perder jogos era algo plenamente recuperável assim que todos quisessem. E ninguém melhor que nós sabemos o que aconteceu no final.

Muitos dirão que são situações diferentes e que comemorar é digno. Mas, não, não é. Grupo vencedor é aquele que sabe que só está bom quando se ganha mais. É o elenco que ganha o estadual para tentar ganhar o nacional, ganha o nacional para brigar pelo internacional e assim vai. Sei que não somos o Bayern ou o Barcelona, mas se contentar com uma taça é ruim, é triste, é pouco.

Por isso, peço encarecidamente que a nostra diretoria pense bem no perfil de jogadores que virão para o ano que vem. “Mas eu só quero que venham jogadores, que honrem a camisa e lutem sem parar”, já diz o grito das arquibancadas. Deve ser esse o mantra da montagem e desmontagem do elenco 2014. “Mais Kardecs, menos Felipes Menezes”.

E a verdade é que, dentro de campo, cada um pode ter seu objetivo: uns querem se afirmar como titulares, outros querem renovar contrato, alguns outros querem ser campeões em time grande, outros querem aparecer para ir para a Europa… enfim. Todos aqueles que têm vontade de ganhar e melhorar a cada dia são bem vindos. Os que gostam de ganhar só para sair por aí dizendo que são vencedores, não, estes não servem.

Afinal de contas, devido às nossas dificuldade é óbvio que teremos que aguentar alguns jogadores que só estarão de passagem . Mas, antes de qualquer coisa, temos que ir atrás daqueles jogadores que, além de passar, querem ser Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Palmeiras troca Riquelme por Brunoro.”
“Gerente chegou! E os reforços?”
“Palmeiras incha a diretoria…”

Essas são apenas algumas manchetes que a tão celebrada mídia esportiva vem estampando nos últimos dias. Faça uma rápida pesquisa na internet e você encontrará muitas outras ainda. Mas o que me fez escrever um post sobre o assunto não foram as notícias em si, foi a clara falta de conhecimento de veículos que pautam a opinião de milhões de pessoas todos os dias.

Primeiramente, nunca se falou tanto em uma reforma política de clube como está se falando do Palmeiras neste momento. Talvez seja a falta de assunto, talvez seja a monotonia dos estaduais, talvez seja até a nobreza do fato, mas o lance é que todo o cenário vem sendo abordado muito superficialmente.

Paulo Nobre assumiu há uma semana. E, obviamente, não dá para arrumar a casa em tão pouco tempo. Na verdade, no início de um trabalho, só é possível escolher entre dois caminhos: organizar a casa ou sair correndo desesperadamente sem rumo. Nobre, para nostra sorte, escolheu o primeiro. Por isso ele está pedindo algo que, na minha sincera opinião, já devemos à essa nova direção: paciência.

É óbvio que nenhum palmeirense que se preze irá assistir o time tomar uma surra da Penapolense e bater palma. Eu estava no Pacaembu e estou com dor de cabeça até agora. Mas a nostra função, no momento, é essa mesmo: encher as arquibancadas para viver as emoções do jogo intensamente. Não adiante bater, quebrar, queimar e, pior, já começar a semear que “essa nova diretoria é tão profissional que não consegue contratar ninguém”.

A Sociedade Esportiva Palmeiras precisa de uma revolução e revoluções começam com organização. Se quem manda está preparado, quem obedece já entra com a tranquilidade de trabalhar. Por isso chegou Brunoro, por isso chegou Omar Feitosa, por isso chegarão diretores para os setores de Marketing, Jurídico e Financeiro. NÃO É DINHEIRO JOGADO FORA, É INVESTIMENTO.

Ou você acha que clubes como Barcelona e Manchester United vivem de Tirones e Frizzos? Nos últimos anos, cansamos de ver o Palmeiras contratando no desespero (os nomes são tantos que nem dá para dar um só exemplo) e sendo administrado por imbecis (Palaias, Frizzos, Marinos, etc.). É hora de apoiar nas arquibancadas e acreditar em um novo projeto – nem que essa paciência dure 3 meses.

Do contrário, vamos continuar sendo convencidos pela mídia de que nostros vexames dentro de campo são culpa “desses incompetentes” que preferem gastar dinheiro com engravatados do que com jogadores.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem ele novamente, Palestrinos.

Após 2 anos de um mandato cheio de altos e baixos, Arnaldo Tirone vai tentar a reeleição. Sim, é isso mesmo que vocês leram: mesmo com o rebaixamento, contratações bisonhas e contas que não fecham, Arnaldinho está convencido de que fez um bom trabalho na presidência do Palmeiras. Mais do que isso até, ele está dificultando a esperada passagem do bastão.

Com eleições somente em 21 de janeiro, o atual mandatário que saiu por aí ventilando reniões semanais com os presidenciáveis, tem boicotado os encontros. Não só não comparece, como diz que o faz porque está ocupado demais planejando 2013. E, assim, vai empurrando mais dois anos de possíveis mudanças para o lixo.

Os leitores do Siamo Palestra sabe que somos um blog apartidário. Não temos envolvimento político nenhum dentro do clube. Mas os recentes acontecimentos que chegaram a nós nos fazem crer que o banana-mor está virando ditador. Tirone é muito mais Contursi do que se imaginava!

Enquanto nomeia um novo diretor de marketing e o autoriza a soltar vídeos bonitos na internet, este verdadeiro câncer passa as tardes planejando fazer o que o Sapo Gordo fez em 2003: montar um verdadeiro time de Série B para o ano que vem. Não importa o tamanho do Palmeiras, não importa que tenhamos a Libertadores, não importa nada. Simplesmente diz que não temos dinheiro e fecha as portas para futuras mudanças. Ele está acimentando qualquer esperança que podemos ter.

Para se ter ideia, ele simplesmente ignorou a possibilidade de receber o meia Dátolo, ex-Boca e atualmente no Inter, por empréstimo. Não atendeu telefonemas de um intermedário nem se pronunciou. E agora, amigos, é bem possível que o argentino que poderia ser titular por aqui feche com algum de nossos rivais.

Outro ponto é que, mesmo com a dispensa de oito jogadores, ele não sinalizou nem sequer com um real de aumento para Hernán Barcos. Logo o atacante que, diga-se de passagem, recebe menos que Maurício Ramos e algo próximo a um terço da quanti amensal paga ao chinelinho Valdívia…

Por isso, volto a dizer que não apoio nenhum dos candidatos que estão na briga presidencial para os próximos dois anos, mas um deles, em especial, eu já espero que caia fora. E ele é você, Arnaldinho. Vá pro inferno com seu atraso e sua quadrilha!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Classificação garantida, Palestrinos.

Nem mesmo o jogo acabou e já escrevo este post. Por força do horário ridículo, da cancha ridiculamente distante e da jornada de trabalho ridiculamente extenuante, infelizmente acompanho a partida com um olho na TV e outro na tela do computador.

A partida foi mais do mesmo: pouco futebol, nenhuma inspiração, muita correria. Vencemos pela fraqueza do adversário e por alguns raros lampejos de bom futebol da nostra equipe. Pode até ser que o time meta mais cinco – repito, o jogo está andamento – mas nada mudará.

O time tem limitações, todos sabemos. Mas o que tem me chamado a atenção, no entanto, é que o Palmeiras está assim por causa do seu modo de pensar. Tanto a diretoria quanto o treinador pensam pequeno. Se um dos dois pensasse grande, ao menos, teríamos resultados melhores. Explico.

O Athletic de Bilbao é uma equipe pequena da Espanha. Só aceita jogadores bascos, o que torna tudo ainda mais difícil. Um dia, no entanto, chegou ao clube um treinador chamado Marcelo Bielsa. E, devagar, ele convenceu a todos de que aquele time não era grande, mas era grandioso. O resultado está aí, vice-campeão da Europa League.

A Universidad do Chile, ou somente La U, é uma equipe forte no Chile. E nada mais. No entanto, a diretoria apostou em um treinador estudioso e, juntos, fizeram uma equipe com padrão. Eles não tem mais elenco que o Palmeiras; no entanto, aposto, venceriam 9 de 10 jogos contra este Palmeiras.

Diretorias vitoriosas criaram outras equipe vencedoras, outros treinadores também. Estes são apenas dois exemplos atuais. Mas exemplos que mostram que estamos errados demais. Nostra diretoria pensa pequeno, é pequena, é medrosa; e Felipão também pensa pra trás, se exime de culpa, defende-se em tudo.

Com esta combinação, amigos, não vamos a lugar nenhum. Precisamos de um louco, ansiamos por um Bielsa.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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