Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘domingo’

Perder partidas é totalmente normal, Palestrinos. Mas perder para o lanterna do campeonato, sem nem sequer pressioná-lo, já é demais.

Ontem, diante do Coritiba, ficou comprovado que está na hora de mudar o sistema de jogo. Não que Gabriel seja um craque de bola – longe disso, aliás -, mas está claro que o já surrado 4-2-3-1 não funciona sem a sua presença. Este esquema tem sido usado desde o início do ano e, embora já apresentasse falhas com Oswaldo, foi muito bem remendado com a chegada de Marcelo Oliveira. Agora, no entanto, não dá mais.

É claro que não jogamos bem nos últimos compromissos que tivemos, mas, de fato, todas as últimas três partidas foram perdidas no meio de campo. Contra o Furacão, o trio de volantes deles nos mataram; diante do Cruzeiro, o esquema sem um meia central deles matou a função de Amaral – e também nossa saída de bola; já ontem, em Curitiba, a ideia de usar Nathan na lateral para cobrir as subidas de Robinho para ajudar o lento Cleiton Xavier tampouco ajudou.

O que nos leva a crer que, sim, é preciso mudar. E, no meu humilde ponto de vista, só existem duas mudanças possíveis para o jogo de domingo: o 3-5-2 ou o bom e velho 4-4-2 losango.

Com a primeira opção, montamos um trio de zagueiros, aproveitamos a ausência de Egídio para escalar Zé Roberto de ala e, com a marcação reforçada, podemos deixar um marcador individual em cima de Guerrero enquanto Arouca ganha mais liberdade para subir. Neste caso, entraríamos em campo com Prass; Victor Ramos, Vitor Hugo e Nathan; Lucas, Arouca, Robinho, Dudu e Zé Roberto; Rafael Marques e Leandro Pereira.

Já no segundo esquema, Andrei se fixaria como volante único, voltaríamos a apostar em um meia central e, lá na frente, entramos com dois atacantes fixos. Implica basicamente em mudar mais jogadores – e, neste caso, acho que sobraria para a ineficiência de Dudu e a atual inconstância e de Rafael. Alinharíamos com Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e João Paulo; Andrei, Arouca, Robinho e Cleiton Xavier; Cristaldo e Leandro Pereira.

Outra opção ainda é jogar em um 4-3-3 (na minha opinião extremamente) ofensivo, mas, em qualquer um dos casos, é preciso mudar a estrutura da equipe. Afinal, se não temos as peças certas para o esquema, é mais fácil mudá-lo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Anúncios

Read Full Post »

Está confirmado: nós jogaremos em casa, Palestrinos!

Como se já não bastasse a sequência terrível de derrotas e o temor causado pelo momento ruim, a semana começou com essa discussão estúpida. Primeiro dentro da nostra própria torcida (se é que podemos chamar meia dúzia de infelizes assim), depois graças a histórica incompetência da CBF (o que não chega a ser novidade).

Mal havia terminado a noite de sábado e já pipocavam na internet os comentários (pra lá de tendenciosos) de que deveríamos jogar no Pacaembu – ou no interior, até mesmo em outro estado. Temiam pressão, temiam quebra-quebra, temiam taxar a tal da “Arena” como um lugar de azar e por aí vai. O que é isso, cazzo?!

Pra começar, o estádio está com corpo novo, mas a alma sempre será a mesma. Desde 1933, temos nada menos que 1.064 vitórias jogando em casa. Foi lá que nascemos Palestra e renascemos Palmeiras, foi lá que vencemos um sem número de trofeus (Libertadores, Mercosul, Paulistas, Rio-São Paulo), foi lá que vivemos tardes e noite inesquecíveis de nostras vidas, quase sempre com um sorriso no rosto.

Depois, que me perdoem os puritanos, mas ter medo de jogar no próprio estádio é pequeno demais. Se temos casa, joguemos nela! E se isso vai pressionar mais o time, que assim o seja – pro bem ou pro mal. A questão da violência, então, eu nem debato: que coloquem segurança adequada no estádio e no entorno para segurar os imbecis que lá forem com este fim determinado em suas cabeças.

O calendário do campeonato é tão burro quanto a Confederação que o criou e os presidentes que leram e assinaram. Mas isso não poderia nos prejudicar em uma partida que tem tanta coisa em jogo. Que reclamem gambás e colorados, o problema é todos deles.

Ao ouvir que jogaremos no Palestra, uma ponta de esperança súbita bateu em meu coração verde. Afinal, não há lugar melhor para se estar em uma situação desta do que em casa. E é lá que vamos espantar este pesadelo que anda nos cercando e, junto com ele, este elenco que não anda para canto algum.

Vamos a luta! Que a dureza do prélio não tarda.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Outra batalha se avizinha, Palestrinos. E embora seja menos aterrorizante que as últimas quatro que lutamos, esta ganhou um caráter de importância ainda maior.

Domingo, diante do Bahia em Salvador, teremos que ser gigantes mais uma vez. Não só porque nostro adversário é o penúltimo colocado e está precisando desesperadamente dos 3 pontos, mas também porque viajamos sem Henrique – autor de 14 dos nostros 31 gols no campeonato.

É óbvio que se vai especular muito ainda esta semana, mas a tendência é que, sem Henrique e Juninho, Dorival opte pelo simples. Se assim o fizer, entraremos com Renato na vaga do lateral (devolvendo Vitor Luís a sua posição original) e com Cristaldo no lugar do Ceifador, formando um 4-2-3-1 – tática que também deve ser usada pelo tricolor baiano.

Se mantiver o estilo de jogo, o Bahia deve apostar nas bolas paradas que sempre procuram as cabeças de Titi e Fahel, além da velocidade do meio para frente, usando jogadores como Marcos Aurélio, Maxi Biancucchi e Henrique . Desta feita, teremos dois times jogando com as mesmas características.

O segredo é o Palmeiras não se afobar. Afinal, quem precisa ir pra cima desde o apito inicial é o adversário. A inteligência estará em fazer o que fizemos muito bem contra o Cruzeiro e muito mal diante do Corinthians: atrair o adversário para contra atacar, não sofrer pressão.

Se der tudo certo, voltamos de lá prontos para inaugurar o Palestra em grande estilo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

O derby está no ar, Palestrinos.

40 anos após o gol de Ronaldo que os deixou ainda mais tempo naquela bendita fila e 20 anos depois daquele incontestável bicampeonato que enterrou ainda mais a nostra maldita espera. São tantas as coincidências e fatos que, talvez movido pela força de vontade demonstradas nas duas últimas partidas, estou confiante.

E não escrevo isso “só” por ser Palmeiras e Corinthians. Escrevo porque é mesmo um jogo histórico, o primeiro na Arena BNDES! História aliás que, se confirmada, joga mais uma vez ao nostro favor: o Palmeiras nunca perdeu para a gentalha quando fizeram o primeiro jogo de algum estádio.

  • Em 1917, no primeiro confronto entre os dois e também do Palestra Itália, metemos 3 a 0, acabando com uma invencibilidade deles que já durava 25 jogos.
  • Já no primeiro duelo disputado no Pacaembu, em 1940, não só vencemos por 2 a 1 como conquistamos a Taça Cidade de São Paulo.
  • E em 1967, no primeiro derby do Morumbi, vencemos por um módico e sonoro 1 a 0.

Ou seja, nada de novo. E eu não espero nada menos que motivação de sobra para o time que vai a campo. Gareca poupou os titulares de desgaste físico, o grupo conhece muito bem o adversário e a nostra caminhada neste campeonato pode dar uma guinada notável em caso de vitória.

É domingo, é na casa deles e será inesquecível.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Os últimos anos do Dérbi foram tristes, Palestrinos.

Muitos empates, muitas derrotas, poucas vitórias. Na verdade, nostro último triunfo data de 2011. Portanto, chegou a hora de colocar o trem de volta nos trilhos. E o momento não poderia ser melhor.

Embora muitos digam que clássicos costumam levantar quem está mal e baixar a bola de quem está bem, não acho que seja esta a situação do próximo domingo. Enquanto nostro ambiente vai muito bem, com campanha quase irretocável e grupo unido, o lado de lá apresentar uma campanha pífia e um elenco desfalcado por saídas recentes e que joga com medo, temendo o que pode acontecer em caso de derrota.

E isso, amicos, tem que ser vastamente usado dentro de campo. É aquele “Espírito Felipão” que tanto vimos nascer nesta hora. Com maioria de torcida, o apoio pode passar para pressão em poucos minutos. Basta um gol, um lance mal executado ou algo que descontente uma torcida que já está descontente faz algum tempo e o bicho vai pegar.

Para nós, nada muda do que temos feito até agora: vamos entrar em campo para tocar a bola, girar o jogo e criar oportunidades pelos pés de Valdívia, Leandro e Kardec. Sem acelerar o jogo, sem se preocupar com relógio. O momento é nostro e absolutamente nada vai mudar isso. É bom Kleina passar isso aos atletas, é bom Nobre ir ao vestiário, é bom ter alma de Palmeiras.

Chega de espírito vira-latas! O Porco voltou. E vai ter festa no chiqueiro municipal.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Domingo tem o maior dos clássicos, Palestrinos.

E, graças a San Genaro, a preocupação que mais me atormentava nos últimos anos dessa vez não será problema: Felipão sabe muito bem o que significa um Palmeiras x Curintia.

Afinal, só quem já jogou um desses sabe a importância que é pra moral da equipe e pra nostra massa ganhar este jogo. Jogar contra a gentalha nunca é um joguinho qualquer; é “o jogo”, é uma final sempre, independentemente de campeonato.

O de domingo agora é mais um desses. Vamos ganhar pra acabar com as chances deles de levarem a taça pra Marginal Tietê (sem número) e também para pegar fôlego para a briga na Sulamericana. Felipão, Valdívia e Kléber sabem bem disso e vão linderar o grupo rumo a vitória.

Afinal, como diz Lima Duarte no vídeo aí de cima, tem muito jogador no elenco que não sabe o que é um Parmera e Curintia. Pra cima deles, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

 

Já estou no clima do clássico, Palestrinos.

Sei que ainda é quinta-feira, mas semana de jogo contra a gambazada me deixa extramamente inquieto. Quando a bola rolar domingão, às 16h, no Estádio da Prefeitura, tenho certeza de que o Palmeiras vai voltar a ser Palmeiras.

Primeiro porque não dá pra imaginar um jogo desses sem a entrega total dos jogadores. Segundo porque o Felipão sabe bem o valor de ganhar uma partida dessa. E terceiro, e mais importante, porque eles são e sempre serão nossos eternos fregueses. Sim, fregueses.

Vou até desconsiderar o fato de que até os números provam isso e vou falar apenas da nostra imensa vantagem em vitórias. Vou só lembrá-los da final de 93, das Libertadores de 99-2000, dos mais de 3 anos recentes de invencibilidade (caídos em um jogo do Paulistão desde ano) com direito a chororô do Mago, dos 3 do Obina… só dá Verdão.

E, hoje, olhando as escalações, tenho a sincera opinião de que os times se equilibram. O que fará toda a diferença é a motivação e a preparação da semana – e aí nem vou chegar perto de comparar Scolari com Adílson Batista.

Chega logo, domingo! Vem, freguês! Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Older Posts »