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Posts Tagged ‘Egídio’

Vitórias, Palestrinos! Duas, pra ser mais exato.

Algo que olhando assim, a primeira impressão, nem parece ser digno de nota. Mas considerando que foram tipos de jogos totalmente diferentes – e que o Palmeiras tem oscilado demais durante o ano – é, sim, um fato para ser celebrado.

Diante do São Paulo, tivemos a confirmação de que a maldição dos clássicos acabou. Após algumas temporadas de derrotas e empates com os nostros principais rivais, 2015 está se firmando como o ano da redenção. O início de jogo não passou muita segurança, mas, a partir do momento em que abrimos o marcador, virou um baile. Contra ataques extremamente bem construídos, finalizações certeiras e seriedade na defesa que valeram os 4 a 0 e muita tranquilidade.

Já diante da Chapecoense, enfrentamos um estilo de adversário que tem sido nostro pior pesadelo: aquele que coloca onze na defesa e espera. Assim como esperado, o jogo foi complicado até que o gol saísse. Não jogamos bem como havíamos feito no domingo, mas foi bom ver um time que, além de volume de jogo, buscou o gol a todo o momento (algo que, com Oswaldo, era quase inexistente).

Destaque para os jogos seguros de nostros zagueiros (Victor Hugo tem sido de uma seriedade impressionante) e volantes (Arouca voltou ser Arouca), além de jornadas memoráveis de Egídio e Cristaldo. O lateral-esquerdo, que não tinha feito nada até semana passada, começou a jogar demais; já o argentino gordinho tem saído muito bem do banco e virou o novo amuleto da equipe.

Foram, enfim, duas partidas totalmente diferentes, mas igualmente vencidas. E é isso mesmo que precisamos: voltar a nos acostumar a vencer. Triunfos trazem confiança e confiança nos leva até o alto da tabela. Ainda é cedo para pensar em título, mas, a julgar pela atitude da equipe e pelo discurso de Marcelo Oliveira, podemos sonhar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Se você assistiu aos últimos jogos do Palmeiras vai concordar com o título deste post, Palestrino. Depois do jogo final diante do Santos, do primeiro tempo conta o Sampaio Correia e dos 90 minutos versus o Joinville, dá pra dizer tranquilamente que este time merece este título.

O toque de bola irritante e sem objetividade – principalmente no campo de defesa – é uma afronta à prática do futebol. Nenhum time do mundo que pretenda, de fato, vencer uma partida, pode estar confortável com esta estratégia de jogo.  Estamos terminando as partidas com impressionantes 70% de posse de bola, mas ridículos com três chutes a gol! É o tiki-taka versão Oswaldo de Oliveira.

E ontem, amigos, tivemos a obra prima desta “estratégia”. Lucas tocava para Victor Ramos, que acionava Victor Hugo, que acionava Egídio, que achava Gabriel que… devolvia para Lucas. Isso repetidamente, trezentas vezes, até que um deles errasse o passe – ou, pior, até que o nostro camisa 3 desse uma lançamento totalmente sem propósito para o campo de ataque. Parece que Lúcio foi embora, mas deixou de presente para o zagueiro do beijo no pescoço a mania de dar balões pra frente.

Isso que, teoricamente, opções não faltavam. Acredito que na cabeça do treinador, Robinho (mais uma vez mal escalado de segundo volante), Zé Roberto, Dudu e Rafael Marques deveriam se mexer para criar alternativas. O que vimos, no entanto, foi a repetição de todos os jogos: pontas isolados, meio parado e o menino Gabriel que ia e voltava incessantemente para tentar abrir espaços.

É pouco – ou melhor, nada – para um trabalho que atingiu a marca dos 5 meses. Se o problema do ano passado era a falta de opções, o modelo 2015 tem de sobra. Não que sejam todos craques – longe disso, aliás! -, mas dá pra montar uma equipe que, ao menos, tente agredir os adversários. Já passou da hora de Oswaldo enxergar que o sonhado 4-2-3-1 dele não está funcionando.

A culpa do técnico, aliás, vai bem além disso. Passou meses insistindo com Zé Roberto na lateral para perceber que ele rende melhor no meio; forçou Cristaldo de titular até perceber que Leandro Pereira é o titular; insiste com Rafael Marques e Dudu abertos mesmo vendo que a efetividade é zero; mantém no banco Kelvin em melhor momento que os demais; e assim por diante.

Eu já disse e repito que o nostro ano tem tudo para ser 2016. Mas, para isso acontecer de verdade, precisamos encaminhar bem o trabalho. O que me parece é que, desde a final do Paulistão, regredimos. O time está burro, acéfalo, fácil de ser marcado… tanto que, pela milésima vez, ficamos esperando por algo de Mago Valdisney. Se não conseguimos incomodar Joinville e Sampaio, vamos botar medo em quem?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Palmeiras 5 x 1 Sampaio Corrêa sugere um placar perfeito para exaltar as qualidade deste novo time, correto Palestrinos? Errado. Muito mais do que acertos, a goleada de ontem serviu para mostrar os erros deste Palmeiras versão 2015.

Da escalação extremamente mal formulada por Oswaldo de Oliveira até os infindáveis erros da defesa, a atuação pífia do primeiro tempo de ontem mostrou que a equipe está longe de ideal. Confesso que o deserto criativo dos primeiros 45 minutos – somados aos constantes erros de passes e aos fantasmas do passado -, me fizeram honestamente pensar no pior. Fosse contra qualquer equipe um pouco melhor, teríamos tomado de dois a três gols antes mesmo do intervalo.

Sorte a nostra que era apenas o Bolívia maranhense e que um Pimentinha só não faz verão. Porque seja lá o que nostro treinador tenha planejado, errou em cheio. Diante de um time recuado e sem um armador de ofício, o Verdão sofreu para criar qualquer jogada ofensiva. Era bola no Lucas e nada mais. Não a toa sofreu o gol (e aqui valem os parênteses para o baile levado por Victor Hugo e Egídio por um atleta de um metro e meio) e foi dominado por uma equipe de Série B.

Na segunda etapa, com Robinho em campo e sem o afobado/limitado Amaral, as coisas entraram no eixo e o Palmeiras virou na mais pura pressão. Dudu trocou de lado com Rafael Marques, Zé Roberto ajudou Gabriel na saída de bola e Egídio finalmente entrou na partida para que o 0 a 1 virasse 3 a 1 em vinte minutos. Muito pela nostra melhora, mas também pelo comportamento do adversário.

A partir daí as coisas pareciam ter entrado no eixo, mas, após o terceiro gol, voltamos a sofrer com as falhas defensivas. Nostros zagueiros viraram simples rebatedores, os contra ataque saíram a torto e à direito e só não sofremos gols por causa de Fernando Prass e dos postes da meta defendida por ele. Por isso vale dizer, sem medo de ser infeliz, que a goleada de ontem foi uma das mais mentirosas da história do futebol.

Na entrevista após o jogo, inclusive, Oswaldo desfilou uma soberba digna daquele que sabe que errou muito na noite de ontem. Ao ser indagado sobre poupar atletas em um jogo tão importante e ainda demorar a mexer na equipe, se defendeu falando de seu trabalhos e títulos do passado. Pois bem, professor: espero que, chegando em casa, o senhor tenha assistido novamente ao jogo e aprendido algo referente ao presente do futebol.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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