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GabrielJ

Devagar com as cornetas e o amendoim, Palestrinos…

É óbvio que dava para ganhar no Uruguai e está bastante claro que o início do ano segue mal para o Palmeiras, mas não existem motivos para desespero. Ontem, diante do River Plate (URU), fomos mais surpreendidos pelo desconhecido do que pelo fraco adversário.

Enfrentamos um time do qual sabíamos pouco, jogamos com um esquema nunca antes utilizado de início e, para completar, abusamos mais uma vez dos erros individuais.

Jogando no minguado estádio de Maldonado, nostra equipe foi superior durante quase toda a partida. Só não vencemos, mais uma vez, pelos próprios erros. Marcação falha, falta de pontaria e – talvez o ponto mais crítico para o momento atual -, a total e nula criatividade demonstrada dentro de campo.

Mesmo com a tecnologia e olheiros, ainda é comum ser surpreendido em jogos diante de equipes como a de ontem. Embora limitador, eles foram valentes e velozes, aproveitando as falhas do Palmeiras sair com o empate.

Agora, falando em esquema tático, é natural que Marcelo Oliveira ainda esteja fazendo testes. Muitos jogadores chegaram, outros se lesionaram e o treinador segue em busca da formação ideal. Três volantes claramente não foi uma boa tentativa, mas testar Jean e Erick entre os titulares, por exemplo, faz muito sentido.

Já o que mais me preocupa é a falta de um articulador. Robinho começou o ano bastante lento, Régis até agora não fez por merecer chances, Moisés se lesionou e Cleiton Xavier dispensa comentários. Ontem, mais uma vez, Dudu foi quem teve que fazer este serviço. E embora tenha dado bela assistência no primeiro gol, ele não é o camisa 10; Dudu é um faz tudo que tem como melhor qualidade a posse de bola.

Repito: ainda não há motivos para pedir a demissão de Marcelo. Não temos nem cinco jogos no ano e a equipe ainda está sendo montada. Mais do que desespero, é preciso paciência e força para que este grupo engrene. Até porque, sejamos sinceros, se Marcelo sair chega quem? Cuca, Celso Roth, Oswaldo de volta? Calma com a andança.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Terça-feira é dia de Copa Libertadores, Palestrinos. E a nostra estreia será em solo uruguaio, diante do desconhecido Club Atlético River Plate.

Com 83 anos de história e 4 títulos nacionais, a retrospectiva internacional do nostro rival é bastante recente. Participou de seu primeiro torneio continental em 2008, quando esteve na Copa Sul Americana, e em 2009 conseguiu sua melhor campanha – atingindo o 4o lugar no mesmo torneio.

O time que bateu o Universidad Católica e passou pela pré-Libertadores semana passada é bastante jovem. Com média de idade de 25 anos, a equipe conta com um elenco praticamente 100% uruguaio (são apenas 3 brasileiros desconhecidos e 1 colombiano) e aposta na experiência de do zagueiro Cristian González (39 anos) para não sucumbir na primeira fase.

O principal destaque da equipe é o rápido ataque formado por Michael Santos e Cesar Taján e a defesa tem sido seu calcanhar de Aquiles. No último domingo, o River tomou 3 a 0 do Nacional em casa (vídeo abaixo) e apresenta uma campanha com 7 vitória, 3 empates e mais 7 derrotas na temporada 2015/16 do Uruguaião.

Pelo que deu para analisar até aqui, não existem motivos para temê-los. No entanto, se analisarmos este começo de ano pra lá de preguiçoso do Palmeiras, sempre há motivos para se preocupar… Vamos vencer!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O jogo do último sábado foi mais do que a simples abertura do Campeonato Brasileiro de 2015, Palestrinos: foi o retrato de tudo o que vem acontecendo conosco este ano.

Dentro de campo, vimos um time com muito mais recursos no papel do que na prática; fora dele, um estádio com boa taxa de ocupação, mas com uma torcida rachada e insatisfeita. Dois exemplos da perfeita dicotomia que tem sido a Sociedade Esportiva Palmeiras.

DENTRO DE CAMPO

Quanto ao futebol praticado, em si, não houve grandes novidades. Se o brilho da equipe apareceu apenas pontualmente durante o Paulistão, que dirá durante o torneio nacional. Exemplos vivos disso são nostro reforço mais custoso da temporada (Dudu) e o destaque que nunca foi destaque (Valdivia), tendo em vista que seguem errando muito mais do que esperamos e podemos.

Acredito que, agora, já tenha dado para Oswaldo perceber que seu sistema de jogo nem sempre é o melhor. O 4-5-1 pode funcionar bem quando temos a presença de área de Leandro Pereira, mas, com os demais atacantes, tem nos deixado presos na marcação. Além disso, Robinho de segundo volante é um desperdício de talento, deixando marcação e criação afrouxadas.

Após 4 meses de bola rolando e depois de triunfar diante de dois rivais de maneira empolgante, é óbvio que as demais equipes – principalmente as mais fracas – iriam estudar nostro sistema de jogo. Embora eu entenda que ainda é cedo para exigir que um time com 21 reforços esteja redondo, é preciso rever as convicções técnicas e se reinventar.

FORA DE CAMPO

Nas arquibancadas, mais uma vez ficou clara a tensão entre a Mancha Verde e os “torcedores comuns”. Não que os xingamentos em direção a organizada tenham sido novidade (aconteceram aos montes no Pacaembu meses atrás), mas, desta vez, acredito ter sido totalmente sem propósito. Afinal, não se tratava mais de criticar um atleta ou Paulo Nobre: se tratava de um assunto de interesse de todos.

Os preços que vêm sendo praticados desde a reabertura do nostro estádio estão, sim, absurdos. Entendo totalmente – e apoio! – a ideia de fortalecer o Avanti, mas não se pode continuar cobrando ingressos mínimos de R$120 a quem não tem condições de fazer parte do plano. A questão deixou de ser pagar R$20 por mês para poder pagar R$60 por jogo; estamos falando de praticar preço para todos.

Camarotes podem e devem ser mais caros. Mas não se pode colocar uma simples arquibancada lateral a exorbitantes R$300 e achar que está tudo bem. Não está! Eu, que sempre critiquei muito a MV, tiro o chapéu para o protesto inteligente e totalmente pacífico que foi feito no jogo diante do Atlético/MG. O silêncio deles fala por muitos outros torcedores, não apenas “30 ou 40 mil que vão ao estádio” – plagiando nostro presidente.

Uma pesquisa feita recentemente pela Pluri Consultoria, prova que os ingressos brasileiros são os mais caros do mundo. Levando-se em conta os preços praticados e o salário médios da população, clubes como o Palmeiras praticam preços muito mais abusivos que na Inglaterra, Espanha e Alemanha. Mas não é porque condicionou-se a fazer isso que nós também temos que adotar esta prática.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu estava com tanta saudade do clima de dia de jogo no Palestra, que parei o carro a 2km do estádio só para ir caminhando pelo bairro.

Eu estava com tanta saudade da Turiassu que fiz questão de ir até o Posto Ipiranga do cruzamento coma Sumaré, comprar uma gelada e ir até o portão prevendo junto com os amigos quem é que faria os gols.

Eu estava com tanta saudade de adentrar o portão do Palestra que o fiz sem nenhuma pressa, cantando na fila como quem já cantava nas arquibancadas.

Eu estava com tanta saudade de me sentir em casa que, quando cheguei ao meu lugar, olhei em volta não para ver o novo, mas sim para relembrar cada curva de cimento do nostro velho amigo.

Eu estava com tanta saudade de ouvir a torcida entoando o hino do início ao fim em nosso quintal, que o fiz não uma, mas três vezes antes mesmo de a bola rolar.

Eu estava com tanta saudade do clima do nostro campo que, quando o intervalo chegou, fiz amizade com quem estava em volta – discutindo substituições, mudanças, sonhos e objetivos para 2015.

Eu só não estava com saudade de uma coisa: dos atletas que hoje vestem o nostro manto verde. E foram bem eles os culpados por estragar uma noite que tinha tudo para ser incrível, mas acabou sendo esquecível.

Foi aí que bateu saudade de Marcos, Evair, Edmundo, Djalminha, Rivaldo, Oberdan, Luís Pereira, Dudu, César Maluco, Ademir e tanta gente boa de bola que eu vi ou ouvi falar e jogar. E essa saudade, Palestrinos, está bem difícil de matar.

Ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Embora os jardins não sejam mais suspensos, muitos dirão que estamos apenas voltando para a casa.

Embora haja arquibancada onde nunca antes houve, muitos tratarão o dia de hoje como um simples retorno.

Embora tenham se passado 1.594 dias, boa parte do mundo enxergará o pontapé inicial deste dia 19 como uma volta banal.

Azar o deles.

Porque só quem é palestrino de corpo e alma sabe o que sofrimento físico e espiritual que foi ficar distante do nostro amado Estádio Palestra Itália.

Só a torcida que canta e vibra sabe a dificuldade que foi cantar e vibrar em outros palcos. Impossível não foi, porque incentivar a Sociedade Esportiva Palmeiras é e sempre será possível seja lá onde for. Mas que doeu, doeu.

Bem como me dói pensar que alguns lembrarão do dia de hoje como o breve retorno de quem saiu para comprar pão e voltou levemente atrasado porque esperou pela próxima fornada.

Tenho certeza de que são os mesmo que dirão que hoje é a “inauguração do Allianz Parque”. Mas, pelo amor de San Gennaro, me digam como seria possível se inaugurar um local de onde nós nunca saímos?

Hoje, dia dezenove de novembro de dois mil e quatorze, é o dia em que a bola e os nostros corações voltam a rolar no quintal de casa.

Naquele mesmo estádio inaugurado em 1933. No mesmo terreno onde antes funcionava um parque para funcionários da Companhia Antarctica Paulista. Naquele mesmo palco onde se viu um time mudar de nome e nascer campeão no mesmo dia. Naquele mesmo espaço onde sentimos toda a gama de sentimentos que se é possível viver em uma vida em apenas 90 minutos.

Hoje, amigos, é um dia histórico. E, independente do que pode acontecer dentro de campo, quando surgir o Alviverde Imponente momentos antes do prélio que o aguarda, este dia já terá virado noite. Uma noite toda nostra. Aproveitem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Triste retorno ao Brasileirão, Palestrinos.

Na estreia de Ricardo Gareca no comando do Verdão, não apenas perdemos o jogo, mas também nada jogamos na Vila Belmiro. Foi aquele 2 a 0 que poderia ser mais. Foi aquela derrota desanimadora.

É claro que a organização tende a melhorar. Nostro treinador ainda está conhecendo o grupo, um novo padrão de jogo está sendo implantado e estávamos sem Lúcio e Henrique (que, hoje em dia, fariam toda a diferença). Mas já está claro que ainda nos falta elenco; sem material humano, nem o Guardiola dará jeito neste time.

Nos faltam laterais (Wendel não dá e, pelo amor de San Genaro, Marcelo Oliveira é volante), nos falta um novo camisa 10 (Valdivia faz falta e Bruno César não engrena) e nos falta MUITO um centroavante reserva (fosse Kardec titular e Henricão reserva, estaríamos bem). Não vejo a necessidade de goleiro nem de volantes, que muitos falam, mas as posições acima fazem a diferença.

No topo da lista de jogadores os quais não deveremos esperar mais nada, aliás, está Leandro. É impressionante como um cara de 21 anos, no auge da potência física, corra tão pouco e seja tão displicente. Pior que, de quebra, ele ainda contagia Wesley que, quando quer ser objetivo, passa a ser nostro melhor jogador.

O jogo de domingo já vai ser complicadíssimo e novamente teremos desfalques. Por isso, é preciso mesmo conversar com este grupo. Afinal, se não temos jogadores pra vencer, teremos de fazê-lo na raça. Só é bom a diretoria ter em mente que não se faz omeletes sem ovos.

Ou como Gareca deve estar falando para Brunoro agora:
“No es possible hacer una tortilla sin huevos”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Tivemos uma estreia bipolar no Brasileirão, Palestrinos.

Afinal, se por um lado vencemos fora de casa, por outro fizemos uma partida sofrível. Reflexo de um elenco que, dependendo do jogo, vence na raça ou tropeça em suas próprias falhas.

As falhas insistem em acontecer em nostro sistema defensivo. Não só pelo lance bizarro cometido por ele na partida, Tiago Alves jamais poderia ser titular do Palmeiras. Poderia, sim, compor elenco – bem como poderia ser reserva Wellington. Victorino eu nem vou entrar nos méritos (foi a pior contratação da atual gestão). Precisamos urgentemente de um BOM zagueiro.

A lateral-direita também segue nas costas de Wendel. Aparentemente, a boa fase do Paulistão passou e ele começou a sentir o peso. Contra o Criciúma, quase todas as jogadas perigosas saíram em suas costas – o desespero é tanto que já integraram Luís Felipe de novo.

Já no meio, Josimar mostrou ser também um cara de elenco. Não pode ser titular, bem como França e Eguren. Ou vamos de Wesley ou precisamos apostar em Bruninho ou ainda na volta de Denoni e Dybal (o que deve ocorrer apenas em dezembro).

A parte da raça continua com Lúcio, Oliveira e Juninho, enquanto Valdivia, Bruno César e Kardec têm cuidado da pouca técnica que ainda temos em campo. Se continuarmos com as mesmas peças que temos, o campeonato será uma montanha-russa, com rodadas boas e outra ruins.

E nem estou considerando perder nostro camisa 14, porque se isso acontecer… haja Rodolfo pra pouco Evair.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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