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Posts Tagged ‘ewerthon’

 

Como explicar este time, Palestrinos?

Como uma equipe que faz jogos tenebrosos em casa consegue ganhar assim, no Olímpico? Na minha opinião, o veredito é simples: torcemos para um time bipolar. Uma equipe que alterna jogos horríveis e bons resultados como quem alterna os meiõe sujos. É a chamada irregularidade. Seja como for, jogamos água no chope do aniversário gremista e pegamos moral para o clássico de domingo.

O JOGO
Bastante movimentado, o jogo começou sem o domínio de ninguém. Muito embora o Grêmio tomasse a atitude, não dominava a partida, e foi num contra ataque dessas descidas gremistas desordenadas que abrimos o placar. Falta em Ewerthon, Marcos Assunção na bola e bola no ângulo. A partir daí, definitivamente, o Palmeiras resolveu sair só na boa.

Com Kléber em dia pouco inspirado, as descidas do Verdão vinham mesmo com lançamentos para nostro camisa 28 e, numa dessas, quase saiu o segundo. Deola fez duas boas defesas, na seqüência, é a primeira etapa terminou com  a nostra vitória.

No segundo tempo, o mais que esperado era o sofrido jogo de ataque contra defesa. Mas, logo aos 2 minutos, Assunção novamente colocou a bola onde quis e Ewerthon mandou pra dentro do gol. Com 2 a 0, o negócio era mesmo defender. E foi nos bicos pra frente e nas defesas de Deola que o Verdão, apesar de sofrer de um gol de Jonas, assegurou os 3 pontos.

Toma essa, Renato Gaúcho! O Olímpico é mesmo do Felipão.

O MELHOR E O PIOR
Marcos Assunção foi, novamente, peça fundamental no meio-campo.
Por outro lado, Rivaldo também foi, novamente, peça lamentável no jogo.

DOMINGO!
Domingo tem jogo diante da bambizada no Pacaembú. É, mais uma vez, a chance de tentar embalar no campeonato e deixar essa síndrome de montanha russa que tem atacado o Palmeiras. Ainda mais porque, se tudo der certo, elas vão tomar uma sabugada do Inter hoje. Pra cima delas!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um resultado Felipônico, Palestrinos!

Obviamente não foi aquela vitória diante do Vitória, mas o empate conquistado no final não só premiou a nostra raça, como fez jus ao que foi o jogo. Não fizemos uma boa partida, mas o Fluminense  também esteve longe disso. Portanto, foi no bumba-meu-boi, mas foi positivo.

O JOGO
Apesar de uma ótima chance de cabeça aos 13 minutos, o Palmeiras começou o jogo completamente perdido. E enquanto o Tricolinho tocava a bola, o Verdão apenas assistia e batia cabeça. Foi assim que o gol deles saiu: na base da pressão, sem técnica, até mesmo um pouco na sorte. Mas saiu pra nos acordar.

Pena que não acordou e passamos o restante da primeira etapa mortos. No intervalo, no entanto, Pierre deu lugar a Tinga e o Palmeiras começou uma pressão, ainda que desordenada. Edinho tinha que puxar os ataques, Rivaldo mais uma vez errava tudo, mas o time tentou o que pôde.

E após as entradas do nulo Luan e do iluminado Ewerthon, o empate saiu. Foi no fim, foi no chutão, mas foi o resultado mais justo.

O MELHOR E O PIOR
Kléber
é tão superior em campo que chega a dar dó dele ficar isolado no ataque.
Rivaldo é tão ruim, que dá dó de todos nós em termos ele no time.

OS ACERTOS
Ainda que sustente a média de uma grande falha por jogo, a defesa tem se portado bem. Kléber é cada vez mais importante para o bom rendimento da equipe. E algumas mexidas de Felipão tem causado efeito positivo, credenciando atletas como Tinga a serem titulares da equipe logo.

AS MESMAS FALHAS DE SEMPRE
Entra jogo sai jogo, nostras falhas permanecem: o lado esquerdo é um problema eterno, a saída de bola com Pierre e Edinho é deficitária e Valdívia ainda não voltou do mundo árabe. Muito embora demonstre sua habilidade, o Mago está segurando todos os ataques rápidos da equipe e é bom pensar em poupá-lo um pouco (senão, vai se queimar).

GOLAÇO
A entrevista de Felipão ao final da partida foi um golaço. Ele voltou a falar do ridículo rodízio de faltas que fazem em Valdívia e Kléber, da imbecilidade dos árbitros em aceitar que as barreiras fiquem a frente da linha de spray ainda que seja uma linha extremamente visível e do comprometimento que quer da equipe (um recado pra Lincoln, acredito eu).

Domingo tem o Cruzeiro no Pacaembú. Vamô ganhá, Porcô!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Luan, um dos postes de Felipão.”

Vitória, Palestrinos, finalmente a vitória!

E como foi bom ver o time vibrando antes de enfrentar o Vitória em uma partida tão decisiva quanto a da próxima quinta. Não jogamos um futebol vistoso, ainda está bastante claro que o Felipão está fazendo testes atrás da equipe ideal, mas os três pontos tranquilizam o ambiente.

Acho que o 3-5-2 pode ser a melhor formação (Fabrício foi bem pela esquerda), Tinga jogou demais, Rivaldo fez uma boa partida (Armero fora me deixa mais calmo), acredito que Vitor ainda é a melhor opção para a direita e não gosto de um ataque com dois postes-referências (Tadeu é uma lástima, Luan ainda está afobado demais).

Mas, no geral, deu gosto ver a vibração dos atletas.

A comemoração efusiva de Danilo e do banco no primeiro gol, a alegria de Ewerthon ao voltar a marcar, os carrinhos dados em campo (e na bola) até o finalzinho do sábado frio no Pacaembú… tudo isso me deu uma sensação muito boa de que temos chances na quinta-feira.

Não temos o melhor elenco, mas, com vibração, podemos ter um grupo vitorioso. Desculpem usar uma expressão tão “curintia”, mas é disso que o Verdão precisa: “sangue no zóio”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Existem empates e empates, Palestrinos.

Alguns são justos, outros injustos, outros tem gostinho de vitória e superação, enquanto outros tem aquele amargo de uma derrota. O de ontem se encaixa em duas dessas categorias: justo e com um gosto irremediável de covardia. E eu nem preciso explicar o por quê.

O JOGO
Apesar dos dois primeiros minutos terem pressão esmeraldina, todo o restante do 1º tempo foi nostro. Ainda mais quando Ewerthon pegou aquele bonito chute de fora da área e fez 1 a 0 Verdão. Ali o time do Goiás se perdeu completamente e o Palmeiras já teve uma lição para aprender: como matar um jogo. Porque foram chances e chances jogadas fora em contra ataques e nada de segundo gol.

Então, quando veio a segunda etapa e o Goiás obviamente foi pra cima, nostra equipe recuou. Simples assim. Decidiu que ia ficar 45 minutos na defesa tirando bolas de cabeça. Felipão mexeu muito mal em todas as mudanças, a começar pela saída de Vitor e a permanência inexplicável de Armero, passando por sacar Kléber em troca de um volante e investindo na entrada de um cara que nem tinha treinado direiro (aliás, o tal de luan errou tudo o que tentou).

Aí Deola pegou uma, duas, três, quatro e o castigo veio no último minuto. Sempre de cabeça. E olha que se tivesse mais 5 minutos poderíamos ter levado a virada. Que não seria exagero, tamanha covardia do time no Serra Dourada.

O MELHOR
Ele, sempre ele, Kléber. Correu, brigou, lutou, roubou bolas e foi quase um meia diante da inoperância do menino Patrik.

O PIOR
Ele, sempre ele, Armero. É incrível que o Felipão não enxergue o quato o colombiano é sem noção… ele erra tudo, de passes laterais a corridas sem bola.

E AGORA?
Agora, sinceramente, já dá pra cobrar resultados. Não dá pra perder pontos para um time fraco como o Goiás, seja dentro ou fora de casa. Então, com Lincoln ou sem Lincoln, com Mago ou sem Mago, é hora de arrumar a casa e colocar o time pra jogar. Quarta tem Sul Americana e sábado tem a baba do Atlético/PR em casa. A vitória é obrigação.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ah, como é bom ver o Verdão vencendo de novo, Palestrinos!

Como todo apaixonado por futebol, eu não perdi nenhum momento da Copa do Mundo, mas nada se iguala a uma vitória do nostro Palestra. Os cantos, a festa, a raça, a gana, aquela sensação de que – ao contrário do que ocorre em jogos da Seleção – mais da metade da cidade está ouvindo nostro grito de gol caladinha. Isso é Palmeiras!

O JOGO
Na minha opinião, o 1º tempo do Palmeiras foi quase impecável. Exceto por algumas falhas da nostra defesa pelo alto (que deram dor de cabeça durante toda a partida), o time se comportou bem, teve vontade de jogar e mereceu aquele golazzo de Ewerthon logo aos 14 minutos – e a vantagem pelos primeiros 45 minutos.

Já  no segundo tempo, o Palmeiras voltou mais comedido e disposto a contra atacar. Sofreu alguns sustos (principalmente pelo alto), mas a tática deu certo assim que Tinga entrou no lugar de Lincoln e contou com o pé torto de Edu Dracena para ampliar.

As avançadas de Vitor junto com Márcio Araújo e o início de entrosamento do trio Kléber/Ewerthon e Lincoln foram animadores, embora Gabriel Silva ainda sofra bastante na marcação e saída de bola.

A partir daí, veio o recuo, vieram mais duas mudanças, sofremos um gol (adivinhem?, pelo alto), mas veio a vitória. Merecida.

O MELHOR
Pelo golazzo, a vontade e o entrosamento com os companheiros, Ewerthon.

O PIOR
Tá certo que Armero é um louco, mas quase todas as descidas do Santos foram pelo lado de Gabriel Silva.

E AGORA?
Agora tem o Avaí, neste domingo, às 16h. A única mudança no time deve ser a entrada de Maurício Ramos na vaga do suspenso Danilo (esse STJD é uma bagunça mesmo). No mais, espero ver a mesma pegada dos novos comandados de Felipão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não vamos nos iludir, Palestrinos.

Ontem, no Morumbi, nós não perdemos porque falhamos no 7º pênalti em 9 batidos no ano. Ontem, mais uma vez, nós perdemos para os nostros próprios erros. Simples assim. Erros de um time que teve 46 passes errados, que se virou na base do chutão, que mais uma vez dependeu de Marcos e que, de novo e de novo e de novo, saiu derrotado pela própria incompetência.

O JOGO
O Palmeiras entrou em campo com o mesmo time e proposta de sábado: fechar o meio, tocar a bola e atacar quando possível. Assim começamos num 4-4-2 que dependia muito dos apagados e bem marcados Lincoln e Cleiton Xavier, e que piorou ainda mais quando nostro camisa 10 saiu lesionado e Souza foi para o jogo. Pra resumir, o primeiro tempo foi de marcação.

E tão logo começou o segundo, Maurício Ramos cometeu o erro infantil de marcar um atacante canhoto pelo lado direito e sofremos o gol. A partir daí, foi bumba-meu-boi. Atacamos, corremos, tentamos, mas sem elenco é realmente difícil. Imaginei Parraga olhando para o banco e estudando se colocava Ivo ou Paulo Henrique, Dio mio…

Então, na última chance que tivemos, Ewerthon bateu o pênalti e perdeu. Rogério mudou de tática, não ajoelhou e pegou bem a cobrança. Não adiante crucificar o atacante. Outros já perderam, o problema é psicológico, vai passar assim que um deles balançar as redes.

Em suma, o resultado de um jogo ruim e mal jogado só poderia ter sido a derrota.

O MELHOR
Sempre ele, São Marcos – embora Vinicius mereça menção honrosa.

O PIOR
Mauricío Ramos perdeu todas pelo alto e errou no gol. Mas ganharia fácil a companhia de Marcio Araújo.

NOVO TREINADOR
Felipão não vem, é um fato. Então eu continuo com minha opinião: melhor deixar Parraga trabalhar e ganhar seu dinheirinho, ao invés de gastar milhares de reais com um Zé Mané qualquer. Sem ilusão, a melhor coisa a fazer é ter os pés no chão.

E AGORA?
Agora é seguir em frente. Sabemos qual é a nostra realidade e o jogo de sábado, “em casa”, diante do Grêmio Prudente é essencial. Precisamos vencer e continuar caminhando no torneio. Um time mediano buscará uma posição mediana. Vamos torcer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi bonito, Palestrinos.

Com a arquibancada lotada e um clima de festa que começou quatro horas antes da partida, o Verdão deu ‘até logo’ ao Palestra Itália com uma grande tarde/início de noite. Os 4 a 2 pra cima do Grêmio só ajudaram a coroar um dia que já tinha começado com festa italiana e que contou com festa no chiqueiro.

O JOGO
Apesar de não ter tido mudanças táticas marcantes, o Palmeiras entrou em campo com outro espírito. Seja pelo trabalho de Parraga ou pelo orgulho ferido dos atletas, o fato é que entramos para comer grama e o resultado veio logo.

Aos 15 minutos, em boa jogada de Vinicius e Cleiton Xavier, a bola sobrou pra Ewerthon marcar o primeiro. E o segundo nem demorou: antes dos 30′, em lindo contra ataque, Vitor cruzou, Vinicius tentou e de novo Ewerthon marcou no rebote. E o jogo poderia ter sido fácil, fácil não fosse pela afobação do time que, empolgado, perdeu a bola e viu Jonas diminuir no contra ataque.

Mal começou o 2º tempo e o caldo engrossou: em cobrança de falta, Hugo meteu de cabeça e empatou. Por sorte achamos o terceiro também de cabeça, após grande subida de Maurício Ramos aos 15′. E dez minutos depois matamos o jogo em linda tabela Cleiton-Vinicius, gol do camisa 10.

Foi merecido, mas, acima de tudo, foi com vontade.

O MELHOR
Cleiton Xavier. Quando ele entra no jogo, é outra coisa.

O PIOR
Não só pela expulsão, mas Marcos Assunção errou todos os passes que tentou dar na primeita etapa.

SURPRESA
Gostei MUITO da atuação do garoto Vinicius. Se mexeu, correu, caiu, subiu de cabeça… tomara que ganhe seqüência. Afora ele, Edinho continua a substituir Pierre em grande nível, Vitor apoiou muitíssimo bem e a zaga foi segura enquanto pôde.

JUIZÃO
Mais uma vez um juiz bundão apitou no Palestra. E não só foi banana no lance de expulsão de Assunção e Douglas, como ignorou um pênalti ridiculamente claro em cima de Pablito Armero (que, por sinal, fez uma dancinha sensacional junto com Ewerthon no segundo gol).

E AGORA?
Agora é a bicharada, no Morumbi, quarta a noite. Não teremos Pierre, Armero, Leo e Assunção, mas contamos com a volta de Lincoln. Aposto em um time parecido com o deste sábado, com Maurício na zaga e Souza de volante.

Siamo Palestra! (no Pacaembu, Morumbi, Barueri, Canindé…)

ROJAS.

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