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Posts Tagged ‘Fernandão’

Mais um empate, Palestrinos…

É o décimo em 22 jogos. Leia isso novamente: praticamente metade da nostra caminhada no campeonato terminou em empate. E aí, amigos, não existe a menor possibilidade de esperar algo a mais deste elenco. O que vimos ontem, em Curitiba, foi só mais um exemplo do que o Palmeiras tem sido no Brasileirão 2011: um time que oscila entre o bom e terrível, que cria e que vacila na mesma proporção.

Dominamos todo o primeiro tempo, fizemos uma zero e tomamos um gol de empate em um escanteio. Mas aí, com um a mais em campo, a coisa só tinha que melhorar, certo? Errado, porque até acharmos o segundo gol, também em um escanteio, éramos dominados pelo time da casa. E depois do gol perdemos chance atrás de chance até levar o empate em um lance bisonho…

Os cegos dirão que foi só azar.
Os otimistas dirão que é mais um pontinho.
Mas os realistas sabem que isso é o resumo do nostro time atual.

Só para lembrá-los, hoje estamos atrás do Fluminense, que tem um único empate em todo o campeonato! Perdeu mais que nós, mas pelo menos venceu mais também. E sabem por que? Porque o Fluminense se arrisca, pressiona, vai pra cima. O Palmeiras, empatando, tira um atacante para colocar outro…

Já disse e reintero: Felipão é gênio e deveria ficar para sempre. Mas quando nem ele confia nos atletas que tem nas mãos, o que vemos é um time acovardado e que se satisfaz com pontinhos aqui e ali.

“O Palmeiras é o time do empate, o Palmeiras é o time do amor, lêlêlê lêlêlê lêlêlê…”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Olhem bem para a tabela, Palestrinos.

Mas, ao invés de se preocuparem com a pontuação, peço que sigam com os olhos mais para a direita e se atentem à nossa campanha: 8 vitórias, 9 empates, 4 derrotas. Percebem algo de estranho? Sim, os malditos empates.

Em campeonato de pontos corridos, empatar vale tanto quanto nada – e o Palmeiras é perito nisso. O empate de ontem diante do Cruzeiro, em casa, foi só mais um dos vacilos que entram para a nostra vasta coleção. Tiveram aqueles empates sem gols diante de Flamengo e Grêmio, em casa, os empates em um gol diante dos fracos Bahia e América/MG, aquela vitória fora de casa que escapou para a própria Raposa no primeiro turno, e assim vai…

Não que os empates sejam sempre ruins (basta lembrar o 2×2 contra o Inter no Beira-Rio ou aquele pontinho suado no Couto Pereira), mas o Palmeiras vacila e vacila muito.

Só para efeito de comparação, o máximo de empates que os times do G4 têm são cinco e o Fluminense, apenas dois pontos atrás da gente, tem um único empate. Exatamente, um! Se é verdade que eles perderam seis vezes mais que a gente, também é verdade que venceram duas vezes mais, praticamente anulando a diferença. Junto com Bahia e Flamengo, somos a equipe que mais empatou no torneio.

É claro que cada jogo tem uma história e cada empate tem o seu significado. Mas o Verdão tem que se arriscar! É claro que não irá ganhar todos os jogos, mas a necessidade de ser mais contundente e de se comportar como time grande está se fazendo mais necessária do que nunca.

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ACHADO
Eu sei que é cedo, mas, até aqui, Fernandão tem se mostrado a melhor contratação do Palmeiras nos últimos tempos. Falta os outros homens de frente – como os lesionados Kléber e Maikon, além do selecionável Valdívia – ajudarem o rapaz. Sozinho não vai dar em nada.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Virada pra cima dos fregueses, Palestrinos!

Finalmente vencemos uma partida onde jogamos melhor e criamos mais. Pode até parecer estranho, mas, após pressionar Vasco, Bahia e São Paulo sem vencer nenhum deles, a redenção veio pra cima da gambazada. Até parecia que o pesadelo do mal aproveitamento nos assombraria novamente, mas a virada veio em grande estilo e o Verdão voltou a vencer. Parodiando Anderson Silva e o Capitão Nascimento: “Fregueses, sempre serão!”.

O JOGO
Com mais de 35 mil pessoas no Prudentão e um calor senegalense, o Palmeiras começou o jogo pior que o visitante. Emerson estava inspirado, ia pra cima de Gabriel Silva e o Verdão era acuado pela sua própria apatia. Mesmo assim, quando ainda a partida ainda estava no zero, Kléber teve grande chance de marcar de cabeça e perdeu. Quem não perdeu foi o tal de Emerson, que foi cruzar e deu sorte.

Mas, por mais bizarro que pareça, tomar o gol foi a melhor coisa para o Palmeiras no jogo. Felipão sacou Patrick, colocou Fernandão e o Verdão começou a pressionar em busca do empate. Tanto fez que, aos 34 minutos, após escanteio mal rebatido por Julio Cesar, Luan pegou a sobra e colocou com raiva pro fundo do gol.

O empate animou de vez o time que, mesmo com a parada pro intervalo, continuou bem superior. A vontade de Luan e o empenho de Chico, Kléber e Márcio Araújo apagavam até a má atuação do apagado Valdívia. Então, logo aos 7 minutos, Assunção meteu uma bola linda para Fernandão e o estreante não perdoou: Palestra 2 a 1.

Na frente do placar, o Palmeiras se fechou, deixou só o grandalhão Fernando na frente e conteve o jogo sem grandes sustos. Thiago Heleno e Henrique foram extremamente seguros, Marcos estava ligado e, aos final dos 90 minutos, o Verdão saiu de campo vitorioso. Tão merecido quanto necessário!

TROFÉU SÃO MARCOS
Mais uma vez, e pra alegria de Felipão, Luan fez um jogo digno de nota.

TROFÉU RIVALDO
Seria até maldade taxar Patrick como o pior em campo quando Valdívia, muito mais experiente e bem pago, ficou andando em campo. Acorda, Mago!

FESTA BONITA NO INTERIOR
Já dei a minha opinião e repito: realizar o maior clássico do Brasil a 600km de São Paulo é um crime inafiançável. No entanto, a torcida de Presidente Prudente e de toda a grande Mato Grosso do Sul mostrou que faz belas festas quando o Palmeiras joga. A diretoria deveria mandar mais jogos lá, contanto que sejam contra Grêmio, Atlético/GO, Avaí e afins.

Entendam, não é preconceito: é justiça com quem paga para ver o Verdão pegar o Mirassol e o Asa, mas não pode ver ao vivo – nem na TV, já que só viu quem tem PFC – o dérbi.

JUIZ FRACO, IMPRENSA HORRÍVEL
O irmão de “PC Farias” começou o jogo bem, mas se perdeu no segundo tempo. Enquanto os gambás queriam brigar a cada cinco minutos, quem tomava amarelo eram Luan, Chico e os demais Palestrinos em campo. A verdade é que, quando a coisa apertou, ele afinou nas expulsões e fez média.

Já a imprensa paulista continua incrível: fala mais do inexistente “título do 1º turno” do que da nostra vitória. Sensacional, estão de parabéns.

E AGORA?
Agora já tem final de campeonato na quarta-feira, diante do Botafogo, no Rio de Janeiro. É confronto direto e o Palmeiras não pode, de forma alguma, ser dominado só porque a partida é fora de casa. Vamos pra cima deles, e vamos vencer!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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