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Posts Tagged ‘flamengo’

Rodada final de Brasileirão é sempre polêmica, Palestrinos.

Ainda mais em uma rodada como esta, onde o título será decidido por dois clássicos regionais, o que vira um prato cheio para discussões infindáveis. E dentre todas as coias boas e ruins que se ouve por aí, a pior e mais repetida de todas é máxima de que “o Palmeiras vai ajudar o Vasco”.

Pois bem, amigos, não vamos.

Nós vamos, sim, entrar em campo para ganhar da gambazada. Palmeiras x Curintia é o maior jogo do mundo. Nada é mais importante que ele, seja o campeonato que for, e entrar em campo para ganhar é sempre uma obrigação. A diferença é que, desta vez, a nostra vitória pode melar o título da gentalha. E, se San Genaro quiser, vai melar bonito mesmo!

Agora vocês devem estar pensando: “Mas, cazzo, e isso não ajudar o Vasco?!”. É, mas é uma consequência. O Palmeiras entra em campo para ganhar o jogo e não ajudar terceiros. Se fosse trabalho filantrópico, teríamos entregado o jogo para os cruzmaltinos aqui no Pacaembu, três semanas atrás, quando empatamos por 1 a 1.

Coincidência ou não, são justamente estes dois pontos que fazem falta na tabela deles hoje. Por isso, é bom gambá ficar quietinho e jogar bola. O Palmeiras joga pelo Palmeiras, e só.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Fim da novela Kléber, Palestrinos.

Após semanas de polêmica, confusão, informações inúteis e declarações desencontradas, nostro camisa 30 fez o bendito sétimo jogo pelo Verdão e não pode mais sair para equipes do Brasileirão. E agora que não existe mais chances de haver transferência qualquer para o morro da Gávea, cabe ao Palmeiras tirar algumas ótimas lições.

Vamos a elas:

  • Cuidado com empresários, sempre: Empresário recebe por porcentagem de transferências. Logo, quanto mais vezes um atleta se transferir mais dinheiro ele ganha. Simples assim, ponto final.
  • Jogad0r ama dinheiro: Nada contra um profissional querer ganhar mais. Mas tudo quanto a ele querer ganhar mais, com um contrato assinado pouco mais de um ano atrás, que é reajustado anualmente.
  • Nunca confie na imprensa: 90% da imprensa vive de boatos. Logo, o mau jornalista jamais pensará duas vezes antes de mentir notícias. Vale acreditar em veículos mais idoneos.
  • A diretoria deve ser enérgica: Contra fatos não há boatos. Portanto vale Tirone e Frizzo serem mais rápidos da próxima vez e deixarem a torcida menos constrangida com as polêmicas.
  • Na dúvida, deixe com quem sabe: Desde o início do imbroglio as melhores declarações eram da pessoa mais esclarecida e vivida do Palmeiras, Felipão. Na próxima perguntem a ele o que fazer antes de se desesperarem.

Com esses poucos passos básicos, tudo será mais fácil daqui pra frente. E, pelo amor de San Genaro, me escutem: Kléber não é santinho! Nostra diretoria é sim, confusa, mas esteve completamente correta neste caso. Não sejam cegos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ficamos no zero, Palestrinos.

E com Kléber em campo e o Pacaembu lotado, só podemos lamentar o resultado. Jogamos pra frente, tivemos muito mais volume de jogo, mas paramos na boa marcação da urubuzada, no árbitro e, acima de tudo, na falta que um camisa 10 faz. Sem um meia de ofício para municiar o ataque, o que vimos ontem foi um time sem cérebro e imaginação, que acabou culminando em um empate sem gols.

O JOGO
Com o estádio lotado, Kléber em campo e Patrik no meio, o Verdão entrou no já tradicional 4-3-3 felipônico e foi pra cima do Flamengo. O problema é que o adversário foi inteligente e, segurando os dois laterais, conteve as subidas de Maikon Leite e Luan da maneira que pôde. Aí, sem os dois o negócio foi apelar para a bola parada…

Marcos Assunção assustou Felipe em duas oportunidades, Thiago Heleno em outra e, com a bola rolando mesmo, tivemos apenas uma boa chance em chute torto de Maikon Milk dentro da área. Quando esticaram bola perigosa para o Gladiador, no entanto, fiquei com a clara impressão de pênalti após empurrão de Welliton (confirmado no vídeo abaixo). Mas, sabe como é, a gente dá uma sorte com juiz… Do lado da urubuzada, Marcos trabalhou apenas em chute cruzado de Mercenário Neves logo no começo.

Veio a segunda etapa e a criação da equipe continuou no vestiário. Entrou Tinga no lugar de Patrik, Felipão transformou Kléber em meia, centralizou Dinei, mas o jogo estava truncado demais pra quem aposta na velocidade. As poucas chances que tivemos foram através de boas subidas de Márcio Araújo e, mais uma vez, nas cobranças de Assunção.

Dos 40 aos 45 minutos não houve jogo nenhum, só confusão, e mesmo assim o tal de Vuaden – o bambambam que deixa o jogo seguir – deu três míseros minutos de acréscimo. Seguimos sem sofrer gols em casa, mas, dessa vez, também não marcamos.

TROFÉU SÃO MARCOS
Márcio Araújo defendeu e atacou com o apetite de sempre.

TROFÉU RIVALDO
Patrik errou tudo o que fez em campo.

A POLÊMICA DA NOITE
40 minutos do segundo tempo. Após uma seqüência de bolas paradas do Verdão, mais um jogador da nhaca carioca se joga claramente para fazer cera. O árbitro, conivente, pára o jogo e dá bola ao chão. Quando a redonda quica, Kléber pega a bola, corre em direção ao gol e chuta para fora.

Ok, vamos aos fatos:
1) Fair play não consta na regra. É só isso mesmo, “jogo limpo”. Se fosse gol o juiz não poderia fazer absolutamente nada.
2) Eu não acho correto o que Kléber fez. Se fosse contra o Palmeiras, eu mataria o maldito do outro time.
3) No entanto, vale dizer, o Framengo fez cai-cai desde os 30 minutos do segundo tempo e o árbitro nada fez para coibir a palhaçada.
4) Por trás do calor do jogo, existe um claro teatrinho feito por Kléber para ganhar a torcida de volta.
5) E, acreditem, deu certo: quase que todo o estádio gritou seu nome após a confusão.
6) Mas eu não cai. Sigo tratando o camisa 30 como “mais um” em nostro elenco.

E AGORA?
Após o empate em casa, temos o Fluminense no Rio domingo. Os pó de arroz estão em má fase, tomando naba de todo mundo, estão causando com Martinuccio e ganhar deles lá não é nada impossível. Basta apostar na velocidade e ter aplicação tática.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma semana conturbada, Palestrinos.

E após a confusão do final de semana e todo o imbroglio da segunda-feira, preferi me calar um pouco e ouvir mais. Li todas as entrevistas do Gladiador, escutei cada citação de Frizzo, acompanhei de perto as notícias de bastidores e a minha conclusão segue a mesma: Kleber é o culpado.

Por mais doído que seja para muitos de nós, que me criticaram e vão continuar me criticando por dizer isso, foi o camisa 30 e seu empresário quem criaram essa confusão gigantesca.

Querendo um aumento, eles acharam que o caminho mais simples seria apresentar uma proposta; assim o Palmeiras iria se desesperar e cobrir a oferta do catado da Gávea. Só que, DESTA VEZ, nostra diretoria agiu bem: bateu o pé, disse que não é assim que se faz e que ele tem contrato a cumprir. Quem quiser levar tem que pagar 140 milhões de reais e, se sumir, é abandono de trabalho, dá multa pesada.

O desfecho, todos nós sabemos, vai acabar sendo pacífico: ele treinará novamente, voltará a jogar e tentará nos fazer esquecer disso. Aliás, isso é tudo o que podemos esperar dele: dedicação, raça e gols – porque “amor” ele já mostrou que não tem.

Quanto a nostra diretoria, tudo isso não adiantará de nada, no entanto, se deixarem de lhe dar uma dura pelo acontecido e aplicar uma bela multa ao atacante por ter faltado ao treinamento de ontem.

No mais, vamos continuar aproveitando a boa fase, atropelar o Flalixo na quarta e aproveitar a chegada de Henrique, uma belíssima contratação, muito bem manuseada pela mesma diretoria que acertou nesta confusão – mas que errou em tantas outras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A pergunta está no ar, Palestrinos.

E para mim essa polêmica tem sido duplamente preocupante, já que eu sempre confiei no jogador e achei que as notícias publicadas eram boatos infundados por parte da nostra eterna imprensa tendenciosa. Após o ocorrido de sábado, no entanto, comecei a pensar um pouco diferente.

Afinal, mesmo ressabiado com algumas recentes declarações infelizes do Gladiador, sempre defendi sua permanência na equipe. Ele é aguerrido, joga com apetite, tem grande importância no grupo e sempre afirmou gostar muito do Palmeiras (sim, “gostar”, porque quem ama o Palestra somos nós e o Marcão apenas). Falar em Kléber é falar em raça, em vontade… em Palmeiras!

O problema é que esse “sinônimo de Verdão” parece estar com os dias contados. Mas, antes de mais nada, vamos às suposições, uma a uma.

SALÁRIO
Ao meu ver, todo trabalhador tem o direito de pedir aumento. Logo, o atleta tem total direito de pedir aumento também. O que muitos esquecem é que é completamente antiético basear o seu salário comparado ao dos outros (Marcos, Lincoln, Valdívia…) e que, acima de tudo, o clube pode se negar a pagar.

O que está em contrato é o que vale, o jogador assinou e sabe bem disso.

CONTUSÃO
Ninguém além do próprio Kléber pode dizer se está com dores ou não. Exames são diagnósticos, mas não são provas irrefutáveis de que as dores desapareceram. O exame pode dizer que a cura veio, mas as dores continuarem; da mesma forma pode atestar lesão e o atleta jogar normalmente. Lembrem-se de Valdívia jogando diante dos bolivianos ano passado: o atleta disse estar sem dores, mas havia uma lesão – e ela se agravou após ele entrar em campo.

O problema, porém, mora exatamente aí. Se ele está com dores, não precisa ir a um hospital pagar uma ressonância do próprio bolso. Chame a equipe médica e o Felipão e diga que ainda não está confiante. É simples, é rápido e é bem menos ridículo do que faer este auê.

TRANSFERÊNCIA
Quando se trata de valores, cada hora falam uma coisa diferente. Falam em 6 milhões de euros, em 140 milhões de reais, em 1 trilhão de iens… não faço a mínima ideia de em quem acreditar. Mas se algum clube realmente quer contar com Kléber, que seja pagando – e bem – ao Palmeiras.

Tirando São Marcos, ninguém é inegociável.

SITUAÇÃO ATUAL
Depois de todo esse barulho, nem arrisco qual será o clima na reapresentação do grupo amanhã. Pelo que Felipão e Frizzo falaram, ele deve treinar separadamente, pelo menos até haver uma conversa de verdade entre as partes envolvidas. Acho que este “afastamento” só terá sentido se houver a conversa; senão vai ser aquela fritação desnecessária de sempre.

OPINIÃO
Eu prefiro que Kléber fique. Que todos conversem, se resolvam, aparem as arestas e o grupo continue fortalecido. E digo isso porque é o melhor para os resultados, para o campeonato! No entanto, após essa confusão toda, pode ser que isso não seja o melhor para o Palmeiras. E, repetindo sempre, o que importa é isso: o bem do Verdão.

Sinceramente, não acredito que o timeco da Gávea tenha grana para levar o Gladiador. Mas se tiver, que pague. A Sociedade Esportiva Palmeiras é gigantesca e nunca precisou mendigar a presença de ninguém para ser grande.

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Em tempo: o Verdazzo matou a pau e escreveu a verdade sobre o caso. Apurei com amigos e, de fato, essa parece ser a maior verdade. Infelizmente Kléber é extremamente mal acessorado por seu empresário (nem escreverei aqui o nome do sangue-suga) e caiu no conto.

Clique aqui e confira: http://j.mp/r7A9uH.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegou a hora de separar homens de meninos, Palestrinos.

E nessa hora ajudam muito as atitudes. Ontem, por exemplo, tivemos dois comportamentos completamente diferentes, vindos de dois atletas completamente diferentes, que definem perfeitamente a diferença entre jogadores comuns e ídolos.

São Marcos, por exemplo, é e sempre será ídolo. Tem história, tem títulos, tem caráter e, acima de tudo, tem atitudes que fazem dele um cara acima do bem e do mal. E o modo como ele se comportou no momento do pênalti ontem comprova exatamente isso. Eu sou tão palmeirense quanto qualquer um de vocês, também desejo ver um gol de nostro camisa 12, mas é impossível não concordar com a justificativa do Santo.

No momento em que toda a torcida clamava seu nome e os próprios atletas chamavam o goleiro para bater, ele respirou, fez não com o dedo e claramente comentou com Thiago Heleno: “Estamos metendo quatro nos caras, não precisa disso, é sacanagem”. Leitura labial confirmada por ele próprio quando o juiz apitou o final de jogo. Marcos disse que não é batedor e que bater goleando seria uma forma de humilhar o jovem goleiro adversário (Aleks, 19 anos). Esse é o ídolo.

O bom jogador, e só isso, é Kléber. Que joga muito, sim; que salva o Palmeiras de derrotas constantemente, sim; que tem raça e honra a camisa, sim; mas que está completamente perdido e equivocado neste episódio de sair ou ficar no Palmeiras. É claro que nostro presidente é um boçal, mas o comportamento do camisa 30 está ridículo.

De manhã ele pega e fala que quer ficar, que ama o clube, que nunca sairia. Quando acaba o jogo ele diz que tem proposta oficial do Flamengo, que sabe até os valores, mas que só sai se o Palmeiras – “que precisa de dinheiro” – quiser. Me desculpem, mas nessa hora não tem nada de Palmeiras: quem tem que decidir se vai ou fica é o atleta!

Se a merda do timeco da Gávea ofereceu um salário melhor, admite que quer sair e vaza. Vai fazer falta demais, mas pelo menos vai ser sincero. Agindo desta maneira, o Gladiador só deixa transparecer que quer um aumento forçado. Quer jogar a torcida contra o já (merecidamente) combalido Tirone. Só que eu, meus amigos, não caio nessa.

Só como efeito de comparação, Marcos teve chance de se transferir para o Arsenal em 2002, deixou bem claro que iria numa boa, mas acabou ficando por ter sido (graças a San Genaro) barrado nos exames físicos. Em nenhum momento ele mentiu, disse que seria bom para o clube fazer dinheiro ou disse que ficou porque quis. Ele foi sincero, transparente, foi o ídolo de sempre.

Enquanto isso, Kléber prefere ficar falando nos microfones. O azar dele foi que tanto Felipão quanto a diretoria diexaram bem claro que ele só sai se quiser. Quero ver toda a coragem do Gladiador agora…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Saiu hoje a 4ª Pesquisa LANCE! Ibope, Palestrinos.

O gráfico das maiores torcidas está aí em cima para vocês verem e os números não trazem muitas novidades: Framengo e Curintia no topo, Bâmbis e times interioranos (Ixpórt em destaque) em franco crescimento e grandes como Palmeiras, Vasco e Botafogo estagnados.

Realidade dura, mas, convenhamos, compatível com o que temos visto em campo na última década. O que deve ser relevado, na minha opinião, é que os números não explicam tudo.

Segundo o ranking de evolução de torcidas (abaixo), por exemplo, nos últimos seis anos (2004-2010) a turminha colorida do Morumbi foi quem mais arrebanhou torcedores, com o acréscimo de 3,5 milhões de pessoas. Enquanto isso, neste mesmo período, nós “perdemos” algo em torno de 200 mil.

Meu ponto é: torcedor de verdade não se perde. O torcedor que conta como torcedor mesmo – e que ama seu time – nunca vai mudar de camisa. Simples assim. E eu me nego a concordar que nós perdemos torcida, assim como duvido muito que o SPFW tenha ganho tantos adeptos.

O que acontece, claramente, é a adesão de “torcedores modinha”. Aqueles que aparecem somente com os títulos e sucesso das equipes. É óbvio que o tricampeonato brasileiro fez surgir “novos são-paulinos”, assim como os meninos do Santos fazem surgir novos santistas e o Brasileirão do ano passado ajudou a reforçar os flamenguistas.

Da mesma maneira, fica óbvio que o nostro Palestra “perde” torcedores quando deixa de ganhar taças. E é aí que a diretoria tem que se preocupar: com os resultados. Porque não existe bem maior para um clube do que sua própria torcida e, tratá-la baseada só na paixão, faz com que não ganhemos novos e fervorosos torcedores.

Sendo realistas, qual o incentivo de um garoto decidir pelo Verdão se, além da fase não ser boa, o time mal consegue ser notado? Se erra 90% das ações de marketing? Se não tem um sócio-torcedor minimamente decente? Se troca de treinador a cada 3 meses?

Claro que repatriar Felipão, Kléber e Valdívia é muito válido. Claro que construir a arena mais moderna do país ajuda demais. Mas ainda falta um olhar mais abrangente para estes 12 milhões de Palestrinos e muitos outros que podem se tornar parte da massa.

Afinal, torcida não se perde, mas se deixa de ganhar. E é bom o Verdão abrir os olhos e aproveitar essa massa apaixonada para crescer e ganhar ainda mais

Siamo Palestra!

ROJAS.

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