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Não posso acreditar nos meus olhos, Palestrinos…

Quando Arnaldo Tirone e sua fabulosa administração criaram o ridículo site para angariar fundos para trazer Wesley para o Palmeiras, eu achei tudo extremamente estúpido. Mas, vindo de quem veio, não poderíamos esperar nada melhor. Agora, quando eu vejo os próprios torcedores montando uma fan page para que Wesley fiquei, só posso achar que estes caras querem holofote.

De fato, Wesley não é mau jogador. Foi contratado por um preço exorbitante, tem um salário completamente lunático, mas tem melhorado dentro de campo. Entre altos e baixos, tem sido uma boa válvula de escape para a saída de bola do time montado por Gilson Kleina (tanto que no último sábado fez o gol da vitória diante do Paraná Clube). No entanto, daí a pensar que ele é imprescindível a equipe, tem um abismo gigantesco.

Pessoalmente, entendo os dois lados: de quem quer que ele fique e de quem defenda que ele saia. Quem defende a permanência, aliás, vai além do que Wesley tem feito dentro de campo; fala sobre não se rebaixar também fora dele, se livrando do atleta por um empréstimo para um bluse como o Galo. Já os que defendem sua saída, se apegam ao alto valor de seus rendimentos (fala-se em R$350 mil/mês), além de sua performance oscilante.

Eu, sinceramente, não tenho partido. Hoje só tenho receio das saídas de Fernando Prass, Valdivia, Leandro e Kardec – nem Henrique mais me anima tanto. Os demais, com todo o respeito, são substituíveis… Inclusive Wesley! Se é por questão de princípios ou não, para mim tanto faz. Só acho um absurdo fazer essa movimentação toda pela permanência de um cara que nem seque é identificado com a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Fico só aqui imaginando, bobo que sou, o que fariam pela permanência de Evair, Edmundo, Edilson, Alex, Djalminha e tantos outros, se estivéssemos então na era da internet.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O Palmeiras jogou bem, mas…

… jogou com o time reserva.
… deu azar.
… o goleiro pegou tudo.
… foi prejudicado pela arbitragem.
… falhou quando não podia.
… teve muitos desfalques.
… perdeu muitos gols.
… errou muitos passes.

Que atire a primeira pedra quem aqui nunca soltou uma das frases acima nos últimos 3 meses. E, embora elas quase sempre sejam verdade, não dá mais para ser o time do “mas”. Desde que o Brasileiro começou temos muitos poréns e poucas certezas.

Na situação que estamos isso é um verdadeiro tiro no pé. Temos 13 derrotas e apenas 5, eu disse CINCO, vitórias em 23 rodadas, é algo inadmissível até para os padrões de um Atlético Goianiense! Somos o Palmeiras, se lembram? Temos ainda 15 rodadas pela frente e, para fazer uma conta bem clara, 8 vitórias nos salvam da degola.

Chega de mas, poréns, contudos e todavias. Vamos nos erguer, Palmeiras! Contra tudo, contra todos e contra qualquer estatística que, hoje, pareça uma certeza. Na quarta tem outra final; pra cima do Vasco!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um jogo, mais uma derrota, Palestrinos.

Dessa vez em casa, contra o fraquíssimo Atlético Mineiro. E o que já foi excessão em outras épocas, hoje já nem nos assusta mais. O time marca mal, cria pouco, perde oportunidades e partidas seguidas. Mas, aparentemente, para Felipão está tudo bem: só falta sorte.

Pois bem, Scolari, o problema é mesmo sorte. O Brasileirão mal começou e já atingimos a sensacional de 4 jogos sem nenhuma vitória. De 12 pontos disputados, ganhamos um. Para piorar, nostros adversários até agora foram alguns dos mais fracos do torneio – ou perder pontos em casa para Portuguesa e Galo estão em algum script?

Sábado, após mais um vexame, nostro treinador repetiu o discurso que vem adotando há meses: o time foi bem, criou muitas oportunidades, mas falhou em momentos cruciais. Em outras palavras, deu azar. Tirone, o presidente bundão, entrou no coro e reforçou que a equipe está indo bem, mais uma vez tampando o sol com a peneira.

É o mesmo caso do clássico conto da roupa invisível do rei: ele está lá, nu, mas a corte toda finge que ele veste o mais lindo fardo do reino. Felipão está completamente perdido, mas todos preferem ignorar a situação e dizer que tudo está bem, que tudo vai dar certo… Enganem quem quiser, mas não a mim.

Pois eu digo que as coisas vão mal, bem mal no reino de Palestra Itália. E nós só passaremos pelo Grêmio se a nostra camisa pesar e a história falar mais alto. Torçamos, amigos, que é o que nos resta!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Demorou, mas aconteceu, Palestrinos!

Não sei nem dizer há quanto tempo não tínhamos uma rodada como esta… vencer bonito dentro de casa em um dia e assistir bâmbis, gambás e lambaris perdendo no outro. A rodada só não foi totalmente perfeita porque o Flalixo venceu novamente. Mas, para quem começava a cambalear no campeonato, essas duas vitórias seguidas servem para animar e esquentar a briga pelo G4. Que venham os coxinhas!

O JOGO
Sem Kléber e Márcio Araújo, suspensos, Felipão não inventou e manteve o mesmo sistema de jogo para enfrentar o combalido Galo. Colocou Dinei na frente, João Vitor de volante e apostou no agora contratado Luan para fechar o quarteto ofensivo com Valdívia e Maikon Leite.

E foi com muita correria e passes errados que o jogo começou: disposição demais, passes errados demais, emoções de menos. Mas não demorou muito para a partida pegar fogo. Ao melhor estilo Ronaldinho-Copa 2002, Marcos Assunção bateu pra área, a bola subiu em demasia, mas encobriu com perfeição Giovanni: Verdão 1 a 0. O problema foi que, mal a bola rolou, Magno Alves girou, o chute desviou e o time visitante empatou ainda aos 15 minutos.

Daí até o final da primeira etapa o jogo ficou extremamente aberto. Valdívia brilhava de um lado, obrigando o mesmo Giovanni a fazer boas defesas, enquanto Magino Alves assustava Deola do outro. A correria, no entanto, cessou e o primeiro tempo terminou empatado.

Mas quando o relógio apontou quase que o mesmo tempo do primeiro gol, agora na segunda etapa, Luan fez o “gol do fico”. A bola rebatida sobrou na entrada da área e ele, de perna direita, desempatou para o Verdão. Daí pra frente foi um Deus nos acuda: pressão do Atlético, sufoco no Canindé. Nem quando San Genaro nos iluminou, e Patrik fez o terceiro, tivemos calmaria: de novo sofremos um gol na saída de bola.

A coisa seguiu quente até o final, mas o Canindé nos dá mesmo sorte. Verdão 3 a 2, muita disposição em campo e uma semana perfeita fora dele.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção participou dos dois primeiros gols e ainda marcou muito.

TROFÉU RIVALDO
Gerley falhou feio no segundo gol e mostrou insegurança durante a partida.

E AGORA, CAÇA-BALADAS?
E não é que os dois jogadores mais criticados da última semana decidiram a partida? Será que é porque eles não foram para a bala ou o “genial” disque-denúncia funcionou? Por San Genaro, não venham me dizer que Luan e Assunção jogaram bem porque torcedores chatospra burro os pressionaram…

REVANCHE MARCADA
É quarta-feira, às 22h, em Curitiba. O que aconteceu será lembrado por muito tempo, mas eu duvido que iremos ver algo parecido ao ocorrido no início do ano lá no Couto Pereira. A derrota pode até vir, futebol se decide dentro de campo, mas aposto que a nostra postura será totalmente diferente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vontade, Palestrinos, V-O-N-T-A-D-E.

Simples assim: sete letrinhas que fazem toda a diferença. Ontem, atuando com gana e querendo sair de campo com a vitória, o Palmeiras venceu e convenceu metendo 3 a 1 nas galinhas mineiras. Isso sem falar no gol maravilhoso de Diego Souza. Agora estamos a um empate da Libertadores e a um milagre do título.

O JOGO
Com muita velocidade e (finalmente) tocando a bola, o Verdão não precisou nem de 60 segundos para abrir o placar. Cruzamento perfeito de Deyvid Sacconi, carrinho preciso de Cleiton Xavier (aliás, incrível a diferença que CX10 faz) e 1 a 0 no placar. O empate, no entanto, veio logo em seguida: Love perdeu uma bola estúpida no meio e Tardelli ficou sozinho para marcar.

Aí, meus amigos, aí aconteceu o gol do ano. Ou da década, como preferirem. Diego Souza pegou de primeira um chutão do goleiro e, DO MEIO CAMPO, fez um golazzo inacreditável. Um verdadeiro presente para a massa que, mesmo desacreditada, lotou o Palestra na tarde de ontem.

E com 2 a 1 no placar, o Palmeiras se defendeu e tocou a bola da melhor maneira possível. Foi assim, aliás, que nasceu o 3º gol: troca rápida de passes, linda assistência de Sacconi, e gol de Vágner “Baladeiro” Love.

Intervalo de jogo, final de jogo. Afinal, o segundo tempo foi apenas simbólico: Marcos fez grandes defesas, Love e Ortigoza poderiam ter feito o quarto, mas a orelha no rádio era mais importante. Goiás 4×2 Bâmbis… chupa!!!

O MELHOR
Duas assistências incríveis e muita correria: Deyvid Sacconi foi o cara.

O PIOR
Difícil achar um pior ontem, mas Sandro Silva ficou abaixo do time.

PARABÉNS PRA MASSA!
Simplesmente um show da nostra torcida ontem no estádio. Todos pareciam ter o discurso ensaiado: torcer cobrando. E foi assim que só gritamos o nome de Marcos e Muricy, e foi assim que entoamos o hino por diversas vezes durante a partida.

FALHA FEIA
Em uma rodada como essa, é simplesmente inadmissível que o placar eletrônico do Palestra tenha ficado fora de operação. Aliás, que tal se fizessem um novo? Olha mais uma reforma aí, Belluzzinho…

E AGORA?
Agora tem mais uma final domingo, no Rio. O Botafogo desesperado para sair do calabouço e nós a um empate da Libertadores. Vai ser bem difícil, mas se o time atuar assim novamente e aproveitar o afobamento dos cariocas, dá pra sair de campo com a vitória (e, quem sabe, com o título).

"Aqui é Palestra, meu filho!"

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sem ilusões, Palestrinos.

Eu sempre fui o primeiro a defender que enquanto há matemática há esperança, mas não posso “vender” uma ilusão gigantesca como essa. Domingo, às 17h, no Palestra Itália, iremos jogar com as galinhas mineiras a vaga na Libertadores de 2010.

E por mais que isso pareça esmola para quem teve a taça na mão, a classificação para o torneio sul americano vale muito. Vale para manter dinheiro de patrocinadores e parceiros, vale para manter o trabalho planejado, a diretoria e tudo o mais.

(incluo neste “tudo o mais” Muricy Ramalho que, pessoalmente, acho que merece a chance de iniciar a próxima temporada e ser veementemente cobrado pelos resultados.)

Infelizmente, nostro 2010 já começou bem antes do final de 2009. Domingo é Libertadores.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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galinha_cabidela

É hoje, palestrinos! É dia de final.

No Mineirão, o Verdão vai pegar o Atlético Mineiro pronto pra continuar na ponta. E, vencendo lá, eu digo com toda a certeza, iremos matar a galinha na briga pela taça.

O TIME DE MURICY
Marcos; Wendel, Maurício Ramos, Danilo e Marcão; Pierre, Sandro Silva, Souza e Cleiton Xavier; Diego Souza; Obina (Ortigoza).

O time é esse. Com Marcão na lateral  (que dúvida cruel: ele ou Jefferson?! Dio mio…), 3 volantes e Diego Souza chegando de trás. A intenção do Muriçoca é mais do clara: roubar a bola e sair rápido pelo meio, com volantes que sobem mais.

Obina torceu o pé no treino de ontem e é dúvida. Mas deve jogar.

O TIME DE CELSO ROTH
Bruno; Carlos Alberto, Werley, Welton Felipe e Thiago Feltri; Renan, Jonílson, Serginho e Júnior; Renan Oliveira; Éder Luis.

A tática é bem parecida com a nossa. São 3 volantes (Serginho sai mais pro jogo que os outros dois), dois meias abertos (Júnior pela esquerda, Renan Oliveira pela direita e só Éder Luis na frente.

A zaga WW deles é jovem e insegura. Júnior já não tem aquele gás. O maior perigo é mesmo a velocidade de Renan O. e de Éder L. Ô time com nome composto, cazzo!

COMO GANHAR
Pressionando. Eles estão sem o goleiro titular, sem o artilheiro do time e mesmo assim o estádio lotado vai jogá-los pro ataque. Cabe ao Verdão ter paciência e esperar as chances.

As subidas de Sandro Silva e Souza podem ser decisivas. Assim como sempre são nossos meias. Pra cima deles, Palmeiras! Bora comer galinha à cabidela.

PALPITES?
O meu é 1×0, Maurício Ramos de cucuruto.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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