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Posts Tagged ‘gambás’

O dia está chegando, Palestrinos.

Faltam dois dias para o maior clássico do mundo. Sem exageros nem falsa modéstia. Eu aprendi assim, cresci cultivando isso e, para mim, Palmeiras x Corinthians é o maior jogo do planeta. Pouco importa se é Paulista, Rio-São Paulo, Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores (!!!) ou Ramon de Carranza.

Dia 25 é dia de dormir mal, acordar cedo, ler o jornal, escutar o rádio, assistir a TV, ler o blog e só falar do Dérbi. E quem não sabe o que é isso, meus amigos, não sabe o que é um Parmera e Curintia!

Confio demais em Deola, Cicinho, Henrique, Amaro, Juninho, Araújo, Assunção, João Vitor, Valdívia, Maikon e Barcos. Confio na recuperação do Daniel, nas boas participações do Artur, na estrela daqueles que vêm do banco. E, acima de tudo, confio em Felipão.

Schoppia che la vitoria e nostra!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Rodada final de Brasileirão é sempre polêmica, Palestrinos.

Ainda mais em uma rodada como esta, onde o título será decidido por dois clássicos regionais, o que vira um prato cheio para discussões infindáveis. E dentre todas as coias boas e ruins que se ouve por aí, a pior e mais repetida de todas é máxima de que “o Palmeiras vai ajudar o Vasco”.

Pois bem, amigos, não vamos.

Nós vamos, sim, entrar em campo para ganhar da gambazada. Palmeiras x Curintia é o maior jogo do mundo. Nada é mais importante que ele, seja o campeonato que for, e entrar em campo para ganhar é sempre uma obrigação. A diferença é que, desta vez, a nostra vitória pode melar o título da gentalha. E, se San Genaro quiser, vai melar bonito mesmo!

Agora vocês devem estar pensando: “Mas, cazzo, e isso não ajudar o Vasco?!”. É, mas é uma consequência. O Palmeiras entra em campo para ganhar o jogo e não ajudar terceiros. Se fosse trabalho filantrópico, teríamos entregado o jogo para os cruzmaltinos aqui no Pacaembu, três semanas atrás, quando empatamos por 1 a 1.

Coincidência ou não, são justamente estes dois pontos que fazem falta na tabela deles hoje. Por isso, é bom gambá ficar quietinho e jogar bola. O Palmeiras joga pelo Palmeiras, e só.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O futebol está ficando chato, Palestrinos, e não é de hoje.

Ontem, ao final da partida em que batemos a bambizada por um a zero, tivemos mais alguns exemplos disso. O ocorrido foi que, enquanto ainda davam depoimentos dentro de campo, alguns de nostros jogadores souberam do gol do Vasco. E ali, em meio ao arrombo de alegria de ambas as torcidas, a maioria se calou.

Deola disse que entrará em campo para vencer porque é um clássico, Assunção concordou com nostro arqueiro, Felipão disse que não vê alegria em tirar o título do rival… a chatice de sempre. Eis que surge ele, sempre ele, Jorge Valdívia e destoa do coro: “A vitória não vai apagar o ano ruim que tivemos, mas seria um presente para o torcedor”.

Perfeito! É isso. Sem desrespeitar ninguém, o chileno falou toda a verdade. Se tirar o título do Curintia não é motivação extra aos jogadores, o que será? A torcida quer isso, a torcida irá cobrar isso, a torcida vai apoiar por isso.

Semana passada, escrevi aqui que seria ridículo dobrar o bicho dos jogadores para esta partida – e não mudo uma vírgula no que está escrito… Vai pensar em dinheiro na véspera de um jogo como esse?! No entanto, motivação não pode faltar! Foi isso que o Mago quis dizer com a palavra “presente”; em meio a um ano tão decepcionante, ter esse gostinho seria um ato de dignidade por meio dos atletas. E eu ainda vou além: só espero que o time corra e se entregue, independente do que acontecer ao final dos noventa minutos.

Para ser sincero, tenho certeza de que todos os atletas pensam isso. Mas, ali, na frente dos microfones, preferem ser “certinhos”. Contudo, compreendam de uma vez por todas: rivalidade é uma parte indispensável do futebol! E falar como Valdívia falou é totalmente coerente. Não incentiva violência, não dá poder ao adversário. Pelo contrário, isso só contribui a conversa do almoço, do escritório, do bar.

Tenho certeza de que teremos um partidaço no domingo. E vamos, sim, jogar com os ouvidos no jogo do Vasco. Não tem essa de “contra o Corinthians é sempre assim e mimimi”. Fosse ao contrário, teríamos a mesma situação.

Viva a rivalidade, viva Valdívia, vida o politicamente incorreto!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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