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Posts Tagged ‘Gilson Kleina’

Pelo que vejo, a massa quer a saída de Kleina, Palestrinos.

Ouço isso nas arquibancadas, nas ruas, no trabalho e leio isso o dia inteiro da internet (até um movimento #forakleina – ridículo na minha opinião – surgiu). Com isso em vista, vamos lá então: qual seria a sua opção de treinador para o Palmeiras hoje?

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Na minha sincera opinião, todas as opções disponíveis são iguais ou inferiores ao atual técnico.
Mas vamos lá, deem sua opinião.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Se for para estourar em alguém, que estoure em mim”.

As palavras acima são de Gilson Kleina, ontem, após o revés em São Luís do Maranhão. E, de fato, existe algo de sincero na mea culpa do treinador.

Afinal, quem ainda não conseguiu dar um padrão de jogo ao time desde o início do ano é ele. Quem insiste em Tiago Alves e Josimar (suas indicações) também é ele. Quem muda peças sem a menor coerência (Mazinho é titular, depois sai do banco, depois é esperança; idem com Patrik Vieira, Miguel e Vinícius) também é ele.

Mas acho que a culpa dele morre por aí.

Afinal, duvido que Kleina tenha pedido a negociação de Barcos, Henrique ou Kardec. Também duvido muito que o técnico não tenha indicado laterais melhores que Wendel, zagueiros melhores que Wellington, um goleiro confiável para a reserva de Prass ou atacantes com nível superior ao de Rodolfo, por exemplo. E tenho certeza de que ele dá declarações como as dadas acima simplesmente para blindar o seu grupo – mesmo podendo enxergar na má vontade de Leandro uma traição.

É aí que entra a diretoria.

Já passou da hora de Nobre, Brunoro e Omar Feitosa assumirem a culpa pela má fase da equipe. Afinal, a última aparição de Nobre foi pateticamente para culpar a diretoria do SPFW por ter perdido Kardec, a de Brunoro foi para dizer – sem nenhuma convicção – que Kleina está garantido para sábado e a de Omar foi… foi quando mesmo?

A verdade é que Gilson está sozinho. E que embora ele nunca tenha aberto a boca para falar mal da diretoria, a diretoria já tem outros nomes em mente. Provavelmente o treinador vai dançar, e será logo. Não que eu ache que nostro dublê de Fred Flinstone seja o treinador dos sonhos, mas, sinceramente, acho que ele é o menor dos culpados.

Volto a afirmar que Nobre é o melhor presidente que eu – com meus 28 anos e depois de Facchina, Mustafá, Beluzzo e Della Mônica – já vi no Verdão. Mas chega de tocar de lado: está na hora da diretoria vir a público e assumir sua culpa no trabalho. Seja na montagem do time, seja na hora de cobrar os atletas.

Com a palavra, Paulo Nobre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vai mais um Brasileirão, Palestrinos.

Na terceira rodada, sem nem nos iludirmos e de forma tão inapelável quanto esperada. Para o Palmeiras, o campeonato mal começou e já se foi.

E aqui nem cabe me acusar de pessimismo. É a realidade mesmo. Até para nós – que sempre pensamos com o coração antes da razão – é possível enxergar que este elenco, mesmo com alguma sorte, não vai longe. Faltam contratações da diretoria, falta qualidade dentro de campo, falta criatividade vinda do banco.

Quando o ano começou e a equipe fez um princípio de boa campanha no Paulista, deu pra enxergar que, com os 11 melhores em campo e um ou outro momento de pura raça da equipe, poderíamos almejar algo a mais em 2014. Mas o tempo passou, vimos que o banco não daria conta, percebemos que a qualidade das equipes do interior era mais do que duvidosa, perdemos nostro artilheiro e entornou o caldo.

Qualquer um que acompanhe a equipe desde o início do ano sabe que isso poderia acontecer. E aconteceu. Sem Prass entra Bruno, sem Wendel não temos reserva, a zaga só conta com Lúcio, o ataque está órfãos… enfim. Até por isso fica difícil culpar só um lado nesta situação.

Bruno e Nobre começaram um trabalho que eu acho muito promissor, mas as dificuldades chegaram. É quase impossível faze rum omelete sem ovos, mas ajudaria se Kleina não inventasse tão errado vez ou outra. E mesmo o elenco parece abatido com tudo o que aconteceu recentemente.

Infelizmente, no ano do nostro centenário o objetivo será escapar de mais uma degola. E, pra isso acontecer, vamos depender das únicas duas forças que o clube sempre teve: a camisa e a torcida. Rumemos até o Pacaembu no sábado e cantemos.

“São cem anos de história
De lutas e de glórias
Te amo, meu Verdão.”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Semana de clássico decisivo, Palestrinos.

Afinal, domingo será definido quem é o melhor time do Paulistão até aqui. E muito embora isso pouco represente para a fase final do campeonato – já que ganha-se apenas no mando de campo -, o duelo irá definir qual a equipe mais equilibrada do ano.

Até aqui, o Palmeiras tem a segunda melhor defesa (11 gols sofridos, só perde para o Ituano com 10) e o segundo melhor ataque (26 gols, ao lado de Rio Claro e SPFW). Já o Santos tem o melhor ataque disparado (35 tentos) e apenas o quarto menos vazado. Curioso é que, em plena semana do jogo diante do Peixe, o Palmeiras esteja seu momento mais ofensivo na temporada.

Se começamos o ano com um meio-campo que primava pela velocidade na proteção a zaga (Marcelo Oliveira pelo meio, Wesley pela direita e Mazinho pela esquerda com Valdivia, Leandro e Kardec a frente), sábado passado chegamos a ter apenas Eguren na contenção em parte do segundo tempo. Mesmo diante do Vilhena, chegamos a ver um Palmeiras totalmente ofensivo – algo que tem sido comum de se ver no Santos de Oswaldo de Oliveira. Não raro, nostro adversário de domingo entra em campo com 5 ou 6 homens de frente.

Afora pelo fato de Oswaldo contar com a juventude e saúde de molecada, é interessante observar que, para ele, a melhor defesa é mesmo o ataque. E se por vezes dá errado, como empate de 3 a 3 com o Rio Claro, também é verdade que muito mais vezes tem dado certo – são três vitórias por mais de cinco gols no campeonato. Kleina sabe que não pode abrir tanto o time – e a Ponte mostrou bem isso -, mas em situações extremas tem utilizado a ofensividade.

Eu apoio. E espero que, a partir de agora, achemos o equilibrio necessário para atacar mais sem defender de menos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Coloca mais uma vitória na conta, Palestrinos.

Dessa vez sem a mesma emoção, alegria e bom futebol de alguns bons triunfos no Estadual, mas, dadas as péssimas condições de campo e temperatura em Rondônia, ainda sim é uma vitória. O que realmente chamou a atenção foi a discrepância entre o primeiro e o segundo tempos do jogo de ontem, que evidenciaram ainda mais o atual problema deste Palmeiras: sua “bipolaridade tática”.

De um lado, a equipe jovem e veloz montada no 4-2-1-3 que começou o jogo e que vinha de bons resultados no Paulistão. Nesta formação, o time fica bastante centralizado nas ações de Valdívia pelo meio e é calcada principalmente na velocidade dos pontas – o que, no pasto do Portal da Amazônia não surtiu efeito. Muito porque nostros volantes erraram passes demais e porque nossa dupla dinâmica Vinícius &  Patrick Vieira cometeu uma dezena de erros infantis.

Do outro, a equipe mais cadenciada e técnica que atuou  no 4-1-3-2, e que melhorou o time. A linha de meias composta por Mendieta, Bruno César e Valdívia aliviou a marcação no chileno e a entrrada de Leandro deu aquela mobilidade maior no ataque. No entanto, isso funcionou contra uma equipe que estava totalmente recuada e eu duvido muito que este time tenha físico para aguentar 90 minutos .

De fato, não existe solução simples. Kleina já testou os dois times e ambos oscilaram de acordo com os jogos. O que temos de concreto até aqui, individualmente, são as péssimas atuações de Eguren e a surpreendente melhora de nostros laterais (até de Juninho!). Já no coletivo, nostra zaga andou falhando mais que o normal (por isso Prass tem aparecido muito mais) e o ataque parece mesmo precisar de uma dupla fixa para Kardec (sendo que Leandro é o nome certo para isso).

Ao meu ver, Kleina vai ter que equilibrar os lados da prancheta e montar um 4-1-2-1-2, onde França fica de primeiro homem de meio e Valdívia como meia-armador. A companhia para os dois é que vai ser um grande mistério: pode contar com Marcelo Oliveira (que precisa esperar o retorno de Welington a zaga), Josimar, Mendieta ou até mesmo de um jogador mais agudo – seja ele Bruno César ou Marquinhos Gabriel.

O problema, agora, está nas mão do nostro treinador. E eu prefiro acreditar que o nosso querido sósia do Fred Flintstone saberá o que fazer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Todo fim de ano temos problemas com renovação de contratos, Palestrinos.

É praxe do futebol, mas no Palmeiras as coisas são sempre mais conturbadas. Neste ano, quando Paulo Nobre decidiu instaurar uma nova (e acertada) política de salários, sabíamos das dificuldades. Perdemos Vílson e Márcio Araújo, por exemplo, que não aceitaram este novo estilo – e é direito deles. No entanto, um jogador em especial se destacou negativamente na hora de renovar.

Luís Felipe tem 20 anos. É cria do próprio Verdão, passou por alguns empréstimos e ganhou a titularidade no ano passado. Com seu contrato acabando em março deste ano, a diretoria propôs uma renovação ao lateral que aceitou de bate pronto. Afinal, qual jovem levemente inteligente não gostaria de ser titular no centenário do Palmeiras?

O problema foi que, por um erro crasso de digitação em uma parte do contrato (trocaram dez/2014 por dez/2013), o mesmo perdeu a validade legal. Até aí, nada demais, bastaria que ele assinasse novamente a papelada.

No entanto, na hora H, ele negou. Muito mal assessorado por algum empresário ganancioso, o garoto pediu o triplo do aumento anteriormente acordado, mais um alto valor em luvas e disse que, se não fosse assim, iria embora porque tinha o interesse do Benfica. Nobre, irritado, disse então que ele deveria sair. E que iria treinar em separado até março, quando poderia se dirigir para onde quisesse.

Só que o Palmeiras tinha uma carta na manga, já que o contrato anteriormente assinado continha as duas datas (correta e incorreta) – o que obviamente retrata má fé de quem deu pra trás. Ontem, a Federação Paulista de Futebol anunciou ter aceitado a renovação e anunciou que o lateral é do Palmeiras até dezembro deste ano. Podemos reintegrá-lo (o que acho difícil) ou tentar negociá-lo com o Benfica como parte do negócio pela compra de Alan Kardec (o que seria excelente).

Só fico eu aqui imaginando o que se passa na cabeça de Luís Felipe agora. De titular de um dos maiores clubes do mundo, para treinar com o sub-20 em Guarulhos. Será que ele aprendeu a lição?

Como diz o velho jargão, a vingança do Porco vem a cavalo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Quando a fase é boa muda tudo, Palestrinos.

A bola entra quando parece que não vai entrar, o goleiro pega o que seria quase impossível de pegar e, mais do que tudo, o time ganha mesmo quando não merece ganhar. Ontem, em Piracicaba, nós não merecemos. Mas vencemos!

Com um pênalti assinalado no momento em que sofríamos uma pressão injustificável, com defesas milagrosas de Fernando Prass e com golaço pra lá de improvável do França. Aliás, ninguém me tira da cabeça que ele foi cruzar aquela bola, mas o que importa é que entrou. Que está entrando. Jogo após jogo, em um ano que tinha tudo pra ser modorrento embora seja especial.

Devagar, graças ao inegável trabalho de Kleina e do pulso firme de Paulo Nobre, as coisas entraram no trilho. Não seremos 100% até o fim do campeonato, mas estamos 100% durante ele. Difícil de acreditar, mas fácil de entender; o Palmeiras de hoje joga com uma confiança que não víamos há tempos. E aí fica mais fácil ver Wellington e Lúcio se entrosarem, Marcelo Oliveira se superar, Marquinhos Gabriel resolver e tudo o mais.

Quando a fase é boa, dá certo. E este Palmeiras está no caminho.

Domingo tem Pacaembu. Avanti, Palestra!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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