Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Gilson Kleina’

De fato, 2014 começou diferente, Palestrinos.

E não me refiro apenas a nossa volta à Série A; me refiro ao elenco.

Após o acesso e a renovação de contrato, Kleina ganhou alguns dos reforços com os quais tanto sonhava. A maioria deles, aliás, para os setores que mais nos faltavam: o meio ofensivo e o ataque. Chegaram Bruno César, Maquinhos Gabriel, Diogo, Rodolfo – além do “fico” de Leandro e as voltas de Patrick Vieira e Mazinho. O problema é que, ao cobrir os pés, descobrimos a cabeça.

Apesar da chegada de William Matheus para esquerda, Lúcio e Victorino para a zaga, além de França para a meia defensiva, perdemos justamente jogadores de marcação. Foram embora Vilson, Luis Felipe, Márcio Araújo, Léo Gago, Charles e, agora, o capitão Henrique (vendido para o Napoli por 4 milhões de Euros).  O que estava sobrando antes, falta agora – e vice-versa.

Levando-se em conta a falta de forma de Victorino, para a zaga, por exemplo, hoje temos apenas Lúcio, o improvisado Marcelo Oliveira e garotos da base. Para o meio, sem a presença do lesionado Eguren, nossos volantes para o momentos são apenas Renatinho e França (me nego a taxar Wesley de volante, dada sua natural característica ofensiva).

O gol que sofremos sábado evidencia a necessidade de buscar reforços para o setor defensivo. Por mais que a melhor defesa seja o ataque (e é nisso que nostro treinador em apostando), teremos de encarar momentos onde o time tem de se fechar e defender como pode. E aí, amicos, pode faltar a proteção que precisamos para o nosso miolo ainda desmiolado de zaga.

Valdívia, Bruno César, Leandro, Diogo e Kardec são mesmo importantes. Mas não se pode esquecer de que Henrique foi embora. É hora de garantir um ano tranquilo procurando mais opções defensivas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Começamos o ano com vitória, Palestrinos!

Não foi fácil, nem tampouco foi uma bela partida, mas o importante foi a confiança de sair de campo com os três pontos. Ao final dela inclusive, Kleina foi quem tomou a frente dos microfones e, abalizado pelos atletas, pediu paciência neste início de 2014.

“Paciência?”, perguntará você, já impaciente com um pedido desses em pleno aniversário de 100 anos. Sim, paciência. E dessa vez eu acho que nostro comandante tem toda a razão. Afinal, o time está treinando tem apenas dez dias, ainda não conta com todos os jogadores e, por isso mesmo, ainda sofre com o entrosamento.

Na verdade, basta olhar os estaduais pelo Brasil para perceber que, de fato, o ano começa modorrento. No Paulistão, os grandes que venceram o fizeram sofrendo (e o SPFW, que pegou o sempre chato Bragantino, nem isso conseguiu); já no Carioca, só o Framengo conseguiu vencer – e foi por 1 a 0, gol de escanteio.

Olhando para a primeira rodada e ciente de que Lúcio, Eguren, Valdivia, Mendieta e Leandro ainda estão fora de ação, eu acho que o Palmeiras fez o suficiente. Tomou um gol em que houve falta em Fernando Prass e virou contando com a fragilidade do adversário, mais as estrelas de Mazinho e Kardec – Diogo também fez bom jogo. Além disso, 3-5-2 não deve permanecer, bem como Juninho e Serginho não devem ser os laterais.

Por isso, amigos, vamos dar a tal paciência para Kleina e o Verdão. Vale a chance.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Enfim, Gílson Kleina ficou, Palestrinos.

Uns vão torcer o nariz, outros irão comemorar, mas o fato é que, entre o certo e o duvidoso, ficamos com a melhor perspectiva. Afinal, grosso modo, Kleina já conhece o grupo, tem a confiança dos atletas e aceitou as exigências feitas pela diretoria. Foi uma aposta que funcionou para os dois lados.

Nosso elenco é medíocre, temos limitações financeiras óbvias e nostro treinador sabe muito bem a oportunidade – e também o peso – de estar aqui no ano do centenário. É a grande chance da vida dele, que pode terminar com um ano de puro sucesso ou em um retumbante fracasso. Todos sabem que Kleina estará suscetível a uma demissão caso engate três partidas seguidas ruins – inclusive ele! Por isso, apostou no Palmeiras e em sua nova forma “corporativa”de receber salário.

Já o Palmeiras, por outro lado, também é sabedor de suas limitações e, sem nenhuma opção melhor, ficou com a que já tinha. Apostou no treinador sem rifar dinheiro e desistiu da ideia estapafúrdia de colocar um caminhão de notas em Luxemburgos ou Bielsas da vida. Jogou mais pressão em Kleina, mas jogou porque não tinha outra alternativa de tentar mostrar pulso – até mesmo pelo bom relacionamento entre atletas e comando.

Em bem da verdade, dado o cenário (acesso garantido e 2014 chegando), era preciso tomar uma decisão urgente. E, dessa vez, parece que ficamos com a melhor. Em tempo de Bom Senso FC, é bom ver nostro Palestra – sempre tão conturbado – trabalhando com um mínimo de parcimônia. O futebol é urgente e pune dentro de campo; por isso, Kleina e Nobre, uni-vos por um ano melhor.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Ano acabando, acesso chegando e a discussão da vez é Gilson Kleina, Palestrinos.

Confesso que não acho ele assim tão ruim – embora tampouco o ache bom. Na minha opinião, neste ano ele fez o que dele se esperava: uma Série B sem sustos. Muitos dirão que as eliminações no Paulista e principalmente na Copa do Brasil foram vexatórias, mas um elenco medíocre está sempre preparado para ter altos e baixos – foge das mão do técnico, seja ele quem for.

O ponto é que nenhum nome disponível no mercado é animador e, se é para gastar dinheiro, prefiro que a diretoria pense primeiro no time. Precisamos de  laterais em ambos os lados do campo (saravá Juninho, Wendel e Fernandinho!), ao menos um bom zagueiro (André Luiz e Tiago Alves são zero confiáveis), um meia que tente substituir Valdivia a altura e ao menos um bom centroavante para fazer sombra a Alan Kardec (que, hoje, é o ponto de equilibrio do time).

Percebam que não são poucas as deficiências. Na Série B nadamos de braçada porque o nível realmente é baixo, mas para 2014 é preciso melhorar – e todos sabemos que não é fácil conseguir reforços, ainda mais com um caixa defasado como o nostro. Logo, peço que nostra diretoria foque na melhora da equipe.

Afinal de contas, de que adianta pagar milhares de reais a um técnico – seja ele quem for – se a equipe continuar limitada? Ouço nomes como Luxemburgo e Abel, ridiculamente caros e ultrapassados, outros como Jorginho e Guto Ferreira, inexperientes e insignificantes… tudo que ouço me faz pensar que não são estes os caras que vão fazer a diferença no ano que vem. Quem fará a diferença será um Cleiton Xavier, um Luis Ricardo, peças que cheguem para jogar e ajudar dentro de campo.

De novo, concordo que Kleina tem lá seus vícios. Mas, se for mesmo para mudar, que deixem nosso banco vazio.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Eu, como todo e qualquer palmeirense, adoraria ver o time jogando ofensivamente. Mas, infelizmente, caros Palestrinos, o melhor que podemos fazer hoje é usar três volantes.

Sim, eu sei que você torceu o nariz. Eu também já torci por diversas vezes. A verdade, no entanto, é que o time funciona melhor assim. Não temos Iniesta, Xavi, Messi e Neymar para fazer quadrado mágico; não temos Di Maria, Cristiano Ronaldo e Benzema para jogar na velocidade; tampouco contamos com Silva, Agüero e Dzeko… somos o medíocre Palmeiras da Série B.

O jogo de ontem, diante do Oeste, foi apenas mais um de uma série de partidas em que o Palmeiras jogou razoavelmente bem e correu poucos riscos. Afinal, sem um primeiro volante de formação e visando dar liberdade aos três jogadores de frente (Valdívia, Leandro e Kardec), o trio Araújo-Charles-Wesley vem alternando subidas e descidas e segurando bem a bronca.

Caso Eguren entre no time – e eu nem sei se deveria, já que ele sempre joga poucos minutos tanto aqui quanto na seleção uruguaia -, podemos pensar em Mendieta ou mesmo mais um ponta (Ananias ou Serginho, já que o Vinícius será eterno jogador de banco). Mas isso é suposição, só o Kleina deve saber porque o gringo não joga.

Hoje, entretanto, o 4-3-1-2 é a melhor saída. O time mais eficiente que podemos ter passa por Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Wendel; Araújo, Charles e Wesley; Valdívia; Leandro e Alan Kardec. Goste você ou não, goste eu ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Lembram-se quando o embreagado Luiz Fernando Vanucci disse, ao final de Copa do Mundo de 2006, que a África do Sul era logo ali, Palestrinos? Pois bem, de certa forma ele tinha razão.

Assim como têm razão todos aqueles que dizem que é preciso afinar o Palmeiras para o ano que vem. O que Vanucci e estes muitos outros não disseram claramente é que, antes de mais nada, é preciso se preparar para o que está acontecendo agora.

É sabido que começamos bem a Série B (9 pontos para o quarto colocado é uma bela diferença) e também não é segredo para ninguém que o nosso próximo adversário na Copa do Brasil já não é o mesmo há alguns anos. No entanto, antes de pensar em ano do centenário, precisamos pensar nestas duas competições ainda em 2013.

Dentro de campo, Gilson Kleina já começou a afinar a equipe com o que tem: desistiu de algumas improvisações, firmou Vilson na vaga do lento André Luiz e já posicionou Alan Kardec como nostro 9 oficial. Fora dele, a diretoria se incumbiu de se livrar de algumas tranqueiras como Weldinho, liberou jovens por empréstimo para que ganhem confiança e já negocia a renovação de Leandro por mais 1 ano.

O que falta, portanto? Falta procurar, ao menos, mais um zagueiro, um lateral-esquerdo com bastante urgência e mais um jogador de área – quando Kardec não jogar, vai ser complicado confiar em “Caiotelli” logo de cara. Ah! E, óbvio, definir esta tal condição de Wesley – R$350 pau por mês é muita grana, mas emprestar um titular pra um clube pequeno e ainda por cima para não receber nada em troca é inadmissível…

Agora, antes de tudo isso, tem que subir. E dá, sim, pra brigar pela Copa do Brasil. O que não podemos é esquecer do hoje pensando só no amanhã; a Série B está só começando e, se afrouxar, vai dar problema.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Que Gilson Kleina vem trabalhando bem, ninguém duvida, Palestrinos.

O treinador que chegou em meio ao furacão da iminente queda do ano passado, conseguiu fazer a equipe melhorar clamorosamente dentro e fora de campo. E, em meio a saídas e chegadas, hoje temos uma equipe razoavelmente estruturada.

O grande ponto aqui é que, da mesma forma que ter mais opções é uma benção, este mesmo cenário pode virar um problema. E, aparentemente, começou a embolar a cabeça do nostro treinador. No último sábado, por exemplo, ele justificou a escalação de André Luiz e Vinicius por estar sendo “justo” com o tempo de campo dos jogadores.

E eu entendo, juro que entendo. Afinal, não se pode perder o grupo por causa da entrada de um ou outro atleta recém-chegados. Contudo chega uma hora em que o melhor tem que estar em campo, doa a quem doer. E este ‘Palmeiras ideal’ parece não ter estreado ainda.

Erguren já está liberado para estrear. Kardec, Mendieta e Felipe Menezes também. Qual seria, então, o time inicial ideal do nostro Palmeiras?

Na minha concepção, os 11 titulares seriam: Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Juninho (esse por falta de opção); Erguren, Wesley, Valdivia e Mendieta; Leandro e Kardec. Assim, no 4-4-2 clássico, com bastante bola no chão. Até porque, na minha cabeça, não entra a ideia de deixar jogadores melhores no banco. Ainda mais com a Copa do Brasil se avizinhando.

E pra você, Palestrino, qual o time ideal?

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »