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Cansei, Palestrinos.

Mais uma vez faremos um jogo decisivo no ridículo horário das 19:30h. Sim, sete e meia da noite de uma quarta-feira. Palmeiras x Ventinho/PR será dia 21/08, no Pacaembu e o horário é este.

Assim como foi por quase todo o ano passado na Copa do Brasil, mesmo na longínqua Barueri. E assim como está sendo em 2013. Diante do Tigre e do Libertad (este às 19:15h!), por exemplo. Diante do Azulão na última terça. E na sexta anterior. E na outra também.

O que acontece, senhores, é que 19:30h não é horário para futebol! Não durante a semana. Muito menos quando a cidade é São Paulo. Se você vai ao estádio, chega atrasado; se vai pra casa, também. É quase que humanamente impossível acompanhar os atuais jogos decisivos do Palmeiras in loco ou pela TV, que seja…

Voltamos ao tempo do radinho. Voltamos a gritar gol no ônibus, no metrô, tenso por acompanhar o lance-a-lance no celular quando o elevador te faz perder o sinal. Voltamos a ser escravos.

E não, amicos, eu não estou pedindo para jogar às 22h (que também é um horário escroto). Quero jogar às 20:30h, às 21h… quero jogar em horário decente! Cazzo, não é possível que nostra diretoria fique sentada vendo tudo isso acontecer achando que é normal.

Sabem por quê haviam pouco mais de 3 mil pagantes em São Caetano na última terça? Sabe por que os jogos da Libertadores só lotavam no intervalo? Sabe por quê estamos com renda abaixo do normal? Pois o horário é a resposta única para muitas destas perguntas – e outra mais.

Mexa-se, Paulo Nobre! Ou a bilheteria vai ficar como o trânsito de SP no horário de pico: travada e sem sair do lugar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sim, o assunto é velho, Palestrinos.

E eu confesso que acho besteira essa síndrome de perseguição que boa parte de nostra massa sempre teve com a imprensa em geral. O problema é que, a cada dia que passa, me sinto obrigado a rejeitar o canal 5. Os motivos são vários, mas, basicamente, um deles vale por todos: eles estão cagando para o Palmeiras.

A começar pela transmissão dos jogos. Nos últimos anos tem sido sensível a queda no número de partidas transmitidas nos horários tradicionais. Seja pelo Paulistão, Copa do Brasil, Brasileiro (só passaram os jogos que agravaram a queda) ou Libertadores (8 jogos em 2013 e nenhum transmitido), a Globo simplesmente ignora o Palestra.

E aqui não vale o argumento de pontos de ibope. Afinal, se você tem uma torcida com 15 milhões de pessoas, é irracional pensar que nenhum – repito, NENHUM, nem nas oitavas – jogo valerá a pena de se transmitir. É falta de respeito, inclusive, com a vasta parcela da população que não tem acesso à TV por assinatura e que aí se vê na obrigação de colar ao radinho/celular para acompanhar os prélios.

Digo e repito: isso não tem nada a ver com audiência. Afinal, eles podem e devem transmitir mais jogos de outros times se comprovarem e entenderem que vale mais a pena. O problema é simplesmente ignorar uma equipe quase centenária e de tradição inegável no cenário futebolístico do país.

Até porque no site da instituição, o desrespeito segue. Em busca de cliques desenfreados (problema de todos os portais-, diga-se de passagem), as notícias do Palmeiras sempre vêm recheadas de sensacionalismo. É como se o Palmeiras fosse o Datena da programação global, onde só cabem notícias de desgraça. Isso, claro, quando não vêm claramente debochadas como foi no dia de hoje.

Pois mal lançamos o belíssimo uniforme para a temporada 2013/14, a manchete na home do site deplorável era a seguinte: “Palmeiras jogará a Série B com uniforme retrô”. Nem precisa comentar. Tudo indica que, de fato, o canal que trata o esporte como algo de uma torcida só escancarou isso em todas as suas vertentes. Como diz o ótimo Forza Palestra, é o “monopólio do sofrimento” sendo transformado em monopólio das notícias.

É triste. É sujo. É escroto.

Pois bem, Globo, de mim você não espere mais nada. E eu espero que de nenhum outro torcedor palmeirense também. Vão tratar o futebol como esporte de uma torcida só na casa do caralho.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Saiu ontem o calendário das transmissões televisivas do Brasileirão, Palestrinos.

E uma rápida passada de olhos pela tabela nos revela uma realidade ultrajante: em 38 rodadas, o Palmeiras tem apenas 4 jogos previstos para passar em TV aberta. Ou seja, a Globo nos preteriu. O cenário não poderia ser pior para torcedores de fora da capital (e isso inclui os que moram fora do país) e ainda mais para aqueles que não tem acesso a TV a cabo.

No entanto, antes de começarmos a jogar pedras e amaldiçoar a toda poderosa não só da comunicação, mas como de todo o futebol brasileiro, entendamos o caso.

A grade de qualquer canal de TV é definida pela audiência. Quanto mais audiência um programa dá, mais tempo ele fica no ar, mais patrocinadores têm e etc. No futebol, a Globo faz esse acompanhamento por time e, em São paulo, hoje, somos a 3a audiência. As médias de nostras 12 partidas do Campeonato Brasileiro do ano passado foi tida como baixa e, por isso, houve o corte na transmissão.

Ao mesmo tempo, temos apenas a 5a colocação no ranking de vendas de pay per view. Ou seja, a Globo deixa de ganhar a nostra audiência na TV aberta, mas automaticamente vislumbra um aumento na TV paga. Eles ganham de qualquer maneira! E, se não me engano, isso se chama monopólio…

Enfim, a verdade é que o domínio global é tão grande em nostro país que nós, torcedores, jamais teremos como combater este problema. Não adianta fazer boicote. Para o Palmeiras estar mais presente em horário nobre, só uma coisa funciona: bom futebol.

Ou você acha que o Ibope dos jogos do Verdão não aumentou com os gols de Barcos? Ou você pensa que os diretores da Globo não pagaram um pau pros 6 a 2 enfiados no Botafoguinho? Se o Palmeiras mantiver a boa fase, esses 4 jogos podem virar 10 em questão de semanas. E eu, humildemente, acredito nisso.

Vamos, Palmeiras! Chegou a hora de calar os poderosos da TV, a crítica desconfiada e aqueles que diminuem o maior campão do século XX.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não sou dos torcedores mais xiitas, Palestrinos.

Apesar de palmeirense fervoroso e amante incondicional do futebol, não sou do tipo que sai por aí gritando, brigando ou sendo irredutível a qualquer inovação. Pelo contrário, até: acho que a modernidade e as novas ideias são muito bem-vindas no nostro amado esporte.

Gosto dos telões no estádios, da lei do impedimento, do recuo recebido com os pés, do tempo de reposição de bola, do cartão para a simulação… gosto do futebol e das suas regras. O problema são aquelas coisas que foram surgindo com o tempo para estragar o esporte. E uma delas é o tal “João Sorrisão”.

Tudo começou há alguns anos, quando a sempre estúpida FIFA instituiu que todo jogador que tirasse a camisa, subisse na grade ou tivesse qualquer reação espontânea recebesse o cartão amarelo. A camisa, vá lá, eu entendo: os caras estavam com mensagens racistas, religiosas e afins; mas proibir a explosão do gol é bizarro demais.

Quando o atleta balança as redes, ele deve poder fazer o que quiser: tirar a camisa, pular a grade, gritar, pular, provocar, colocar máscara, rodar a camisa acima da cabeça… qualquer coisa que queira, exceto, vá lá, chutar a cabeça do goleiro adversário (salvo raras exceções).

Por isso esse câncer chamado “João Sorrisão”, é, na verdade, uma antítese da emoção. É pensado, programado, feito sob encomenda para a televisão. Algo criado pela toda poderosa do mundo televisivo para adestrar o momento máximo do jogo. Isso, essa coreografia escrota, é o anti-futebol.

Quando você estiver no estádio e ver isso, pode xingar o infeliz. Ainda que ele seja do nostro amado alviverde.

MORTE AO JOÃO SORRISÃO!!!

Não fode, Luan.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mas que confusão dos diabos, Palestrinos!

De um dia pro outro o noticiário esportivo foi tomado de assalto pelo tal “racha do Clube dos 13”. E em meio a notícias, boatos, gambás e urubus, você, assim como eu, deve estar se perguntando onde o nostro Palmeiras fica no meio disso tudo.

Pois bem, vamos por partes…

O CLUBE DOS 13
Formado pelas vinte maiores agremiações do país (entre elas todos os 18 campeões brasileiros), o Clube dos 13 foi uma forma de os clubes se protegerem dos mandos e desmandos da CBF. Em 2000, inclusive, o campeonato nacional – falecida “Copa João Havelange” – foi organizada pela esta entidade.

Outra obrigação da entidade é negociar os direitos de transmissão do Brasileirão. E desde sua fundação, é ela quem negocia junto à CBF/Globo.

PRIMEIRAS RUSGAS
Organizados para fugir do monopólio idealizado pelo eterno Ricardo Teixeira, os clubes perceberam que haviam construído outro tirano: Fábio Koff. Presidente da entidade, o gaúcho criou rusgas com vários dos clubes graças às suas decisões e, em 2007, houve a primeira rebelião (Atlético/MG, Botafogo, Cruzeiro e São Paulo entre eles) contra a entidade.

O TAL DIREITO DE TRANSMISSÃO
Segundo a legislação brasileira, só se pode transmitir um jogo entre duas equipes, se as mesmas estiverem de acordo com o contrato fixado junto ao canal que o exibirá.

Como o Campeonato Brasileiro é organizado pela CBF, sendo um produto da mesma, o Clube dos 13 tem como missão negociar com maior força junto a Confederação, buscando mais dinheiro e oportunidades. A TV Globo sempre foi a detentora dos direitos, mas, nos últimos anos, outras emissoras estão cobiçando a competição com quantias maiores.

COMO FUNCIONA A DIVISÃO HOJE
Até o final deste ano, a Globo tem um contrato firmado em R$250 milhões anuais. Destes, Flamengo, Corinthians, São Paulo, Vasco e Palmeiras levam a maior fatia (igualitária entre eles), que vai sendo repartida em menores valores pelas demais quinze equipes.

O RACHA
O contrato de transmissão do Brasileiro é renovado a cada 3 anos e qualquer emissora pode se candidatar a comprar o evento para retransmití-lo, contanto que preencham alguns pré-requisitos. E como já faz alguns anos que a Record oferece mais dinheiro que a Globo, começou uma briga de poder.

A CBF, que é parceira eterna, defende os direitos globais. O Clube dos 13 parece disposto a ir atrás da maior proposta. E foi aí que os clubes entraram em rota de colisão.

O XIS DA QUESTÃO
Detentores das maiores torcidas do país, Flamengo e Corinthians defendem negociação individual junto à Globo (que, segundo eles, tem mais experiência e qualidade). Por isso saíram do Clube dos 13 e levaram junto com eles, no mínimo, Botafogo, Fluminense e Vasco (Vitória, Coritiba, Goiás, Cruzeiro e talvez o Santos também estejam nesse barco).

O problema é que, se for assim, metade dos clubes podem fechar com a Globo e a outra metade – chamemos de “Clube dos 10” – com a Record. E se não houver comum acordo entre as emissoras quando o Palmeiras enfrentar o Curintia, por exemplo, o jogo pode simplesmente não ser transmitido pra lugar nenhum.

E O PALMEIRAS, CAZZO?!
Apesar do nostro presidente ainda não ter anunciado nada, entende-se que o Verdão se mantém firme com o Clube dos 13. Repito: entende-se, porque certeza não há de nada. Prós e contras existem nas duas propostas.

Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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globo_nao

E quando eu penso que só a CBF que é uma zona, a Comenbol aparece para desmentir meus pensamentos. O jogo da volta das oitavas-de-final da  Libertadores, , que estava marcado para a próxima terça, foi modificado.

Ixpórt x Palmeiras será na quarta, 13/05, às 22h.

E o motivo da mudança tem nome e sobrenome (pra variar): TV Globo. Ao saber que o timinho da Marginal sem nº irá jogar o primeiro jogo das quartas-de-final da Copa do Brasil aqui em São Paulo, certamente pediu pela mudança.

Ou seja, não mudaram por nenhum motivo esportivo. Só por interesses econômicos mesmo. Ê, casa da mão Joana…

Vai, Palestra, vai que é quarta-feira!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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