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Posts Tagged ‘goleiros’

Pausa na Copa para falar da gente, Palestrinos.

Afinal, em meio a todo o agito e loucura do mundial, perdemos um dos maiores palmeirenses de todos os tempos. Oberdan Cattani não foi apenas o defensor de nostra meta por 14 anos, nem mesmo o último dos atletas a ter passado pela conversão de Palestra Itália para Palmeiras; Oberdan foi um torcedor.

Desses que parou de jogar, mas nunca parou de ir aos jogos. Me lembro bem de ainda menino, quando comecei a ir ao estádio com uns 4 ou 5 anos de idade, meu pai mostrar aquele senhor na numerada coberta do Palestra e dizer quem era. Dizia orgulhoso, apontando o dedo disfarçadamente para aquele homem de cabelo bem penteado e bigode marcante. Foi este grande companheiro de arquibancada e de alma que nos deixou, aos 95 anos de idade e de Palmeiras.

E só um torcedor reconhece o outro. Por isso, não a toa foi São Marcos um dos primeiros a lamentar o ocorrido na internet. Chamou Cattani de lenda, cravou que foi ele o melhor de todos os tempos e mostrou, como de costume, reconhecer a grandeza dos que merecem. De quem também é grande.

Algo que um jogador como Juninho jamais será. Um lateral-esquerdo medíocre, esforçado, que nunca se afirmou e só está no time por falta de opção (quer dizer, só estava, já que desde o início do Brasileirão é William Matheus quem vem jogando). O mesmo jogadorzinho que pediu para não fazer a sétima partida pelo Palmeiras porque teria propostas que, até agora, não chegaram.

Afinal, não faltam a Juninho apenas recursos técnicos. Faltam também alma e humildade, algo que só os craques podem ter. Obrigado por demonstrar isso, Marcão. E vá com Deus, Oberdan, você é o cara!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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narigudo

Tá certo, nem você nem eu aguentamos mais ouvir falar na lesão do Rogério Ceni. E, fique tranquilo, eu não vou falar sobre isso. Vou apenas contar mais uma história dessas de torcedor, com as quais a vida nos presenteia de vez em quando – graças a San Genaro.

Certo dia estava eu saindo de uma churrascaria próxima ao bairro do Morumbi, em um belo domingo, quando, ao pisar fora do restaurante um belíssimo carro preto pára no Valet Service. Então descem o goleiro narigudo, sua esposa e suas duas filhas gêmeas.

Momento de silêncio no local.

Minha ex-namorada me cutucou, meu pai cochichou, as pessoas pararam. Todos petrificados,  olhando aquela celebridade. E eu caminhando em sua direção… Imagine se fosse você, o que você faria?

Eu, já adianto, sem perder o garbo nem a elegância, fui sutil. Mantive os passos normalmente, sorri para ele e, assim que cruzamos lado a lado, gritei em alto e bom som: “Maaaaarcoooooos!!!”.

Claro que tomei um soco do meu pai, um ‘xiu!” da minha mãe e olhares de reprovação de todos. Mas que foi gostoso, ah, isso foi!

É por isso que eu digo e repito sempre: “puta que o pariu, é o melhor do goleiro do Brasil: Marcos!”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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