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Posts Tagged ‘guarani’

Chegou a hora da verdade, Palestrinos.

Após modorrentas semanas de Campeonato Paulista, repletas de empates, tropeços, (muitos) erros e (alguns) acertos, chegamos às semanas mais decisivas do ano até aqui. Serão seis jogos decisivos, valendo as nostras intenções até o início da Série B.

Pelo Paulistão, três jogos razoavelmente diferentes: um bastante complicado (Ponte Preta fora) e dois em que a vitória é obrigatória (Guarani em casa e Ituano fora). Pelos meus cálculos, seis pontos nos garantem na fase final do Paulistinha. Já pela Libertadores, outros três jogos bem complicados (Tigre e Libertad em casa, Sporting Cristal fora).

O de amanhã, contra o Tigre, nem é passível de dúvida; precisamos vencer de qualquer maneira. Um empate que seja já irá nos deixar em posição desconfortável, enquanto que a vitória nos manterá um ponto a frente dos peruanos (até aqui, segundo colocados com um jogo a mais). O Libertad, ainda que em casa, deve ser um jogo complicado. No entanto, este resultado irá delimitar como chegaremos na última rodada. Uma vitória sobre os paraguaios nos deixa na liderança; um empate nos faz torcer pelo Tigre; já uma derrota nos faria torcer desesperadamente pelos argentinos para não termos que jogar pela vida lá no Peru.

Enfim, nostro elenco é o mesmo do início do ano, os desfalques por contusão e suspensão parecem crescer a cada semana, jogadores-chave nos desfalcam na Liberta, mas é preciso ter fé. Um time medíocre como o nostro tende a oscilar muito dentro das partidas e entre elas, logo nunca sabemos o que esperar – se bons ou maus momentos.

De qualquer forma, a nostra obrigação é agir da única maneira que podemos: indo para a arquibancada e apoiando 90 minutos sem parar. Pouco importa de seremos 5, 10 ou 30 mil; vamos cantar pelo Palmeiras e para o Palmeiras. Chegou a hora de ganhar no grito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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De novo, Palestrinos, de novo…

Eu gostaria de estar aqui escrevendo que não me abalei com o jogo de ontem. Mas minha família, amigos e namorada sabem que seria uma grade balela.

Gostaria de dizer que já esperava por mais uma dúzia de falhas bisonhas de um time medíocre. Mas o mau humor estampado no meu rosto revelaria esta mentira incontestável.

Adoraria dizer que é assim, que já estou acostumado. Mas nem uma década de seguidos fracassos me fizeram esquecer o quão vitorioso é e sempre merece ser o Palmeiras.

Teria até um doído prazer em dizer que finalmente desisti. Mas sei que quarta-feira estarei em frente a TV, apreensivo pela bola que rolará em Curitiba.

Por isso, Palestrinos, precisamos fazer algo. Eu não sei o que, eu não sei aonde, eu não sei com quem, mas não é possível que não possamos fazer nada! Não me entra na cabeça que 15 milhões de torcedores apaixonados não possam mudar um cenário tão triste como este que se apresenta.

Entendam de uma vez por todas que estamos indo para o limbo. Com administrações ruins, com técnicos pouco inventivos, com jogadores medrosos, com uma torcida mal tratada pelo tempo e pelo tanto que sofre. Ou achamos uma maneira de salvar o Palmeiras ou vamos ter que contar aos nostros filhos que o time que amam é um mero coadjuvante.

MANDEM SUAS OPINIÕES, IDEIAS E SOLUÇÕES: PROMETO CORRER ATRÁS DE QUEM AJUDE A VIABILIZÁ-LAS.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Tudo de novo, Palestrinos…

E nem vou gastar tempo comentando aqui o que aconteceu nos 90 minutos de ontem, porque isso é o de menos. Quero comentar o que está bastante claro: que já faz mais de dez anos que o Palmeiras se conforma em ser qualquer coisa. É o que eu tenho chamado de Síndrome de Pepsi.

Afinal, a torcida quer títulos expressivos, mas só tem um Paulistinha em 2008. Pode ser?

Todos querem um elenco de qualidade, mas só tem o “bom e barato”. Pode ser?

Todos querem uma diretoria minimamente capacitada, mas só tem um bando de velhos caquéticos. Pode ser?

Todos querem o Felipão vencedor de 99, mas só tem um sósia medroso que voltou do Uzbequistão. Pode ser?

Todos querem um grande craque, mas pagamos questionáveis milhões em jogadores pra lá de questionáveis. Pode ser?

Não, Palestrinos, não pode.

Não pode porque somos o Campeão do Século XX; não pode porque tivemos Ademir, Marcos, Oberdan, Dudu, Leivinha, dentre outros; não pode porque somos 15 milhões de apaixonados; não pode porque nascemos de um povo guerreiro e assim devemos ser sempre; não pode porque fomos e temos que ser sempre vencedores.

A Sociedade Esportiva Palmeiras não pode viver a base de “pode ser”.

Mas hoje, vendo uma história que se repete insistentemente há uma década, fica difícil acreditar nas palavras daquela campanha publicitária da Coca-Cola; fica difícil acreditar que tenhamos motivos para acreditar.

Ainda assim e per sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem as especulações de crise, Palestrinos.

Demorou, mas chegou o momento de falar em crise no Palmeiras – para a alegria geral da imprensa. Até concordo que o futebol apresentado na três últimas partidas tenha sido sofrível, mas, calma lá: esses altos e baixos são apenas reflexo do grupo que Felipão tem em mãos.

Se considerarmos a equipe completa, com os 11 titulares, temos uma bela equipe. Não é um dream team, mas está pau a pau com os outros grandes do país. Agora, se levarmos em conta o que acontece quando temos contusões e suspensões… Aí, de fato, a coisa se revela sofrível.

Afinal de contas, Gerley é bem inferior à Juninho; Patrik é infinitamente pior que Valdívia e Daniel Carvalho; Barcos está anos luz a frente de Bueno e Fernandão; Roman e Maurício Ramos ficam atrás de Henrique e Amaro; e assim vai. O Palmeiras tem um belo time, mas tem um elenco apenas mediano. E isso causa altos e baixos mesmo.

Acredito, sim, que Felipão tem sua culpa nisso. Desde que Wesley chegou, por exemplo, a equipe perdeu totalmente a sua cara, tentando se ajustar ao futebol de um atleta fora de ritmo. Algumas mexidas também têm sido infelizes – ou alguém já ganhou um jogo colocando o Chico?

Treinador, diretoria, jogadores… O peso da culpa está dividido entre todos. Mas, sem dúvida alguma, essa oscilação será vista mais e mais vezes durante 2012. Tenhamos paciência e torçamos pela volta da boa fase.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Teve jogo ontem, Palestrinos?

Não sejamos hipócritas e vamos admitir que, assim como a derrota para o Atlético/PR pouco valeu, a vitória diante do Guarani também não tem lá grande valor. A única vantagem do jogo deste domingo em relação ao de quarta-feira foi que, finalmente, Felipão fez um teste com os “reservas”.

E embora o Bugre seja um time bem fraco, deu pra perceber algumas coisas boas. Leandro Amaro, por exemplo, pode ser um bom reserva para a defesa; Vitor tem bola para ser titular da lateral-direita; Ewerthon pode ser útil para o segundo tempo; Pierre ainda consegue fazer desarmes como antigamente; além da óbvia constatação de que Gabriel Silva está em grande fase. Por outro lado, jogadores como Patrik, Dinei, Rivaldo e Vinicius pouco mostraram, e não será surpresa se eles constarem na lista de dispensas para 2011.

Mas, no geral, foi um bom teste. Um aquecimento pra quarta-feira quando, aí sim, valerá tudo. Pra cima das galinhas, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um empate, Palestrinos.

Pra ser exato, o oitavo em 15 jogos – um nítido exagero, que está custando caro na tabela de classificação. Mas, mais do que um empate em um jogo onde poderíamos ter saído com a vitória, o que vimos ontem foi mais um jogo pertendente aos altos e baixos de 2010. Um time confuso, muito espaçado entre defesa e ataque, abusando dos erros de passe, mas tentando na correria.

Onde este time pode chegar, ainda não sabemos. A única certeza é que não somos tão fracos como fomos ontem, nem tão fortes quanto parecemos na quinta.

O JOGO
O forte calor e a falta de opções criativas para o meio, criou um primeiro tempo feio para os dois times. Enquanto o Guarani tentava na base da empolgação da torcida, mas parava na falta de qualidade de seus jogaodres, o Palmeiras continuava tentando pelas laterais, mas parava em dois laterais que não são laterais (e um ataque que não tem centroavante na área).

Com isso em vista, não é de se estranhar o zero a zero do intervalo.

Na segunda etapa, no entanto, o time da casa percebeu que o Palmeiras iria continuar no jogo de segurança e foi pra cima. Maurício Ramos falhou duas vezes, Márcio Araújo cansou, Rivaldo nem entrou em campo, Valdívia estava nitidamente fora de ritmo e, após a expulsão de Marcos Assunção, quem garantiu o resultado foram Marcos e Danilo.

E, sejamos sinceros, diante do que foi o jogo, o placar não poderia ser outro.

O MELHOR
Tinga. Se não foi brilhante como diante do Furacão, foi um dos poucos que correu e buscou jogo o tempo todo.

O PIOR
Rivaldo. Perdido no meio e nulo na lateral, está se juntando a Armero na campanha “Gabriel Silva titular, pelo amor de Deus”.

FELIPÃO
Se sentindo pressionado pelos árbitros (ontem, mais uma vez, tomou uma dura descomunal, que nenhum outro treinador tomaria), minha opinião é que Felipão ainda está conhecendo o grupo. Caso contrário, fica difícil entender como ele deixa Vitor e Gabriel Silva no banco, além de insistir com peças como Rivaldo e Patrik.

Tenho confiança total na qualidade de nostro técnico. Mas acho que ele precisa inventar um pouco menos nas improvisações e usar o que tem de melhor.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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