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Posts Tagged ‘homenagem’

Infelizmente, perdemos um grande Palestrino nesta madrugada.

Sim, Joelmir Beting, apenas 75 anos, faleceu de quarta para quinta-feira. Jornalista por formação, economista por profissão e palmeirense por pura paixão, partiu em uma noite de futebol, embora sem jogo do Palmeiras – o que, na atual fase, chega a ser uma homenagem.

Se você não o conhece, saiba que é dele a frase que melhor nos exprime: ‎”Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense… É simplesmente impossível!”. E foi ele quem ensinou outro monstro do jornalismo, Mauro Beting, a ser Verdão.

Mauro que deixa bem claro em sua carta de despedida ao pai que, dentre as muitas contribuições que teve em sua vida, talvez a maior delas tenha sido ensiná-lo a amar a Sociedade Esportiva Palmeiras. Que ainda era Palestra Itália quando Joelmir veio ao mundo, em 1936, mas que, para ele, sempre foi Palmeiras. O nosso Palmeiras.

E, talvez emocionado pela perda de um palmeirense nato, me senti obrigado a agradecer ao meu pai por também ter-me feito Palestrino. Muito obrigado, “Seu Rui”! Um agronômo de origem espanhola que vira um legítimo italiano quando o alviverde imponente entra em campo. Até mesmo quando o time nos deixa impotentes. Até mesmo quando a esperança não está mais presente.

Obrigado, pai, por me ensinar e continuar ensinando que o amor incondicional ao Palmeiras é igual ao amor incondicional a família: você não escolhe, simplesmente ama. E mesmo quando a outra parte te dá uma resposta atravessada ou alguns motivos para esse amor diminuir, ele só cresce. Porque o amor é isso. E eu te amo, pai.

Quanto a você, Joelmir, vá em paz e assista de camarote ao céu voltar a ficar verde no ano que vem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu devia ter uns 5 anos, Palestrinos.

E mesmo depois de tanto tempo, me lembro perfeitamente do dia em que sentei nas cadeiras cobertados do Palestra Itália pela primeira vez e perguntei ao meu pai quem era aquele senhor de bigodes e cabelos pretos tão bem alinhados que estava cercado por pessoas. Foi quando meu pai abriu um sorriso e me disse que aquele era Oberdan Cattani, goleiro do Palmeiras nas décadas de 40 e 50, uma verdadeira bandeira do clube – tal qual era o mais conhecido Leão.

Pois então o tempo passou, tive o prazer de ver Sérgio e Velloso, o desprazer de ver Gato Fernandez e a benção de acompanhar de perto a trajetória linda de São Marcos com o manto alviverde. Trajetória tão bela que vai virar busto: ontem o conselho do Palmeiras aprovou por unanimidade a construção de uma estátua para São Marcos.

Até aí, tudo perfeito. Só mesmo um Santo poderia unir nostra oposição e situação.

O que chamou a atenção negativamente foi a declaração daquele senhor que vi nas cadeiras do Palestra há mais de 20 anos. Ao ser questionado sobre o assunto, ele – que é sócio e conselheiro – disse que foi contra. Não que tenha nada contra Marcos, mas achava aquilo tudo um exagero.

Em suas próprias palavras: “Eu tenho 73 anos de Palmeiras e hoje sou esquecido lá. (…) Mas eu tenho minhas mãos lá na sala de troféus, o estádio novo vai ficar lindo e isso é o mais importante. Sobre o Marcos, o busto é merecido. Ele deu glórias para o Palmeiras. Só não tenho relacionamento com ele.”

Sabem o que é isso? Mágoa. Não inveja, não ódio, mas mágoa por não ter sido lembrado como deveria. Mágoa por ter vestido a mesma camisa por 14 anos, em tempos onde o futebol não era o que é hoje, e ter obtido sucesso. E isso, amigos, é algo que não dá para desconsiderar.

Estamos acertanto 100% em homenagear um jogador da estirpe de Marcos. Mas continuamos errandoa o esquecer daqueles que fizeram o Palmeiras ser o que é hoje. Ainda dá para consertar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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diego 100

Ontem, Diego Souza jogou com a camisa 100, número que simboliza o tanto de vezes que o meia entrou em campo com o nostro manto mais do que sagrado.

E pra coroar a noite, fez o gol da vitória.

Mas conversando com amigos, fica uma discussão interessante: você gosta deste tipo de homenagem?

Por um lado, isso motiva o jogador, valoriza sua passagem pelo clube e cria uma maior identificação com a torcida. Por outro, um jogador de time grande faz 100 jogos em um ano e meio – período extremamente normal e até curto, se formos pensar.

O que acha disso? Aprova, desaprova, acha que só deveriam fazer isso após uma marca maior de jogos? Dê sua opinião nos comentários.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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homenagem

Para variar, os autores deste blog estiveram no Parque Antarctica neste domingo. E podemos dizer que foi uma tarde repleta de emoções em todos os sentidos.

Dentro de campo, além da bela vitória, o pré-jogo foi sensacional. Em uma louvável iniciativa da diretoria, Velloso, Sérgio, Júnior Baiano, Cléber, Alex e Evair foram homenageados pela conquista da Libertadores de 1999.

A torcida foi ao delírio! Atenção especial à Evair – que teve seu nome devidamente cantado trocentas vezes – e à Alex, que ouviu o coro de “Volta! Volta!” cheio de emoção.

Infelizmente, no entanto, a festa do domingo teve momentos feios.

Pouco antes do fim do 1º tempo, a torcida do Cruzeiro desceu as arquibancadas e foi ao fosso provocar a nossa torcida. E uma pequena parte dos palestrinos presentes caiu na provocação estupidamente, causando briga generalizada com a polícia.

É lamentável que alguns imbecis insistam em ir ao estádio brigar, mesmo em meio a tantas crianças e famílias!

Independentemente do time que fossem torcedores, espero que todos os que brigaram tenham sido detidos e pensem melhor da próxima vez que quiserem estragar nossa festa.

Verdão rumo ao bi da Libertadores – 1999/2009.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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